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      <title>Texto de divulgação científica by Shirley Douro</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-17 10:39:02 UTC</pubDate>
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         <title>Texto de divulgação científica</title>
         <author>shirleyydouro</author>
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         <description><![CDATA[<p>Pesquise e compartilhe!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 10:40:05 UTC</pubDate>
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         <title>Inteligência artificial: qual o limite?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/shirleyydouro/qhjr2a2ozjpugjhm/wish/3174132335</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>A chamada inteligência artificial, ou IA – campo multidisciplinar que permite a máquinas ou aparelhos executarem várias funções avançadas de modo quase autônomo –, está cada vez mais integrada às nossas vidas diárias, prometendo avanços ainda mais revolucionários no futuro. A partir de um filme de ficção científica, The Creator, este artigo discute a percepção humana de moralidade na era da inteligência artificial, trazendo à tona não apenas as implicações tecnológicas, mas também as ramificações sociais e éticas dos avanços nessa área da computação.</strong></p><p>ILUSTRAÇÕES: LUIZ BALTAR</p><p>Em geral, filmes ajudam a incorporar certos temas na cultura popular, e obras de ficção científica, em particular, estimulam nossa imaginação a simular futuros possíveis, criando um ciclo virtuoso entre ciência, arte e cultura. <em>The Creator</em>, filme de ficção científica norte-americano lançado em 2023, é um exemplo disso. Produzido e dirigido por Gareth Edwards e com roteiro coescrito por Chris Weitz, o filme combina ação clássica com efeitos visuais avançados.</p><p>A trama de <em>The Creator</em> se desenrola em um mundo pós-apocalíptico, 15 anos após a detonação de uma bomba nuclear por uma inteligência artificial (IA) em Los Angeles, em 2070. Esse evento catastrófico desencadeou uma guerra contra a IA e simboliza a tensão entre nações pró e anti-IA. O filme nos leva a uma jornada com um ex-agente das forças especiais, recrutado para caçar e eliminar o ‘criador’, que desenvolveu uma arma misteriosa capaz de encerrar a guerra.&nbsp;</p><p>Ao longo de sua missão, o filme promove uma reflexão profunda sobre nós mesmos: ele confronta o espectador com a ideia de que, enquanto a crueldade humana muitas vezes é aceita, a possibilidade de uma máquina agir de forma semelhante é temida e rejeitada. Isso desafia nossa percepção de moralidade e ética na era da inteligência artificial, colocando em questão não apenas as implicações tecnológicas, mas também as ramificações sociais e éticas dos avanços em IA.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 10:46:52 UTC</pubDate>
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         <title>Nasa dá R$ 17 milhões a pessoas que solucionarem problema em missões lunares</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/shirleyydouro/qhjr2a2ozjpugjhm/wish/3174134708</link>
         <description><![CDATA[<p>A<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2024/04/detector-de-abalos-sismicos-sera-implantado-na-lua-em-2026-anuncia-nasa.ghtml"><strong> Nasa</strong></a> premiará com 3 milhões de dólares (quase R$ 17 milhões) os autores de um projeto para solucionar um problema que afeta<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2023/04/nasa-divulga-novas-imagens-da-lua-para-estudar-pouso-da-missao-artemis-3.ghtml"><strong> futuras missões à Lua</strong></a>: o descarte de lixo especial, como embalagens de alimentos consumidos por astronautas e materiais de experimentos científicos.</p><p>A ideia do desafio "<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nasa.gov/prizes-challenges-and-crowdsourcing/centennial-challenges/lunarecycle/"><strong>LunaRecycle</strong></a>" é encontrar tecnologias para reciclar o resíduo inorgânico usado em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2022/05/longas-viagens-espaciais-afetam-cerebros-de-astronautas.html"><strong>viagens espaciais</strong></a> de longa duração. A competição está buscando soluções que maximizem a quantidade de resíduos que podem ser reciclados de uma lista de categorias de lixo e itens relevantes para uma hipotética missão lunar de 365 dias.</p><p><br/></p><p>A fase 1 do concurso premiará com US$ 1 milhão os vencedores ($ 400 mil e US$ 600 mil divididos entre duas categorias). Já a fase 2 terá um prêmio de US$ 2 milhões (US$ 600 mil e US$ 1,4 milhões para cada categoria).</p><p><br/></p><p><strong>Regras da competição</strong></p><p><br/></p><p>As duas categorias do desafio são: a "Construção de Protótipo" (<em>Prototype Build Track</em>) e a "Trilha Gêmea Digital" (<em>Digital Twin Track</em>). Uma consiste no desenvolvimento de componentes e sistemas de <em>hardware </em>para reciclar resíduos sólidos na superfície lunar. A outra, em um projeto de réplica virtual de um sistema de reciclagem, bem como a fabricação de produtos finais.</p><p><br/></p><p>“Com esse desafio, estamos buscando abordagens inovadoras do público para a gestão de resíduos na Lua e pretendemos levar as lições aprendidas de volta à Terra para o benefício de todos", afirmou Amy Kaminski, executiva do programa de Prêmios, Desafios e Crowdsourcing da Nasa,<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nasa.gov/news-release/nasa-seeks-innovators-for-lunar-waste-competition/"><strong> em comunicado</strong></a>.</p><p><br/></p><p>De acordo com a agência espacial norte-americana, esforços anteriores se concentraram em reduzir a massa e o volume do lixo. Agora, o objetivo é reciclar resíduos em produtos que poderão ser utilizados para atividades de exploração fora do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/um-so-planeta/"><strong>planeta</strong></a>, de forma que "pouco ou nenhum resíduo precise ser devolvido à Terra".</p><p><br/></p><p>Um painel de especialistas analisará as inscrições e fará avaliações com base em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lunarecyclechallenge.ua.edu/wp-content/uploads/2024/09/NASAs-LunaRecycle-Phase-1-Rules-1.pdf"><strong>regras disponibilizadas neste link. </strong></a>Os projetos podem ser enviados até 31 de março de 2025<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lunarecyclechallenge.ua.edu/registration/"><strong> através de um formulário.</strong></a> Os vencedores serão divulgados a partir de maio do que vem.</p><p><br/></p><p>ARTHUR DANIEL</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 10:49:07 UTC</pubDate>
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         <title>FAUNA E RODOVIA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/shirleyydouro/qhjr2a2ozjpugjhm/wish/3174135806</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Sem dúvida, rodovias trazem progresso, por escoarem parte das riquezas de um país. Mas as estradas têm reconhecidamente efeitos nocivos sobre o meio ambiente. Por exemplo, causam poluição atmosférica, levam à perda de vegetação nativa e funcionam como direcionadoras de desmatamento. Há outro problema (talvez, ainda mais preocupante) que, felizmente, tem ganhado a atenção de autoridades, da iniciativa privada e dos próprios pesquisadores: a morte de animais por colisão com veículos.</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>By DIEGO.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 10:50:12 UTC</pubDate>
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         <title>Pela 1ª vez no mundo, nascimento de búfalo-anão é registrado em zoológico</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/shirleyydouro/qhjr2a2ozjpugjhm/wish/3174136054</link>
         <description><![CDATA[<p>Anna victorya</p><p><br></p><p>O Zoológico de Chester (Chester Zoo), no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2024/10/reino-unido-teve-milhares-de-vitimas-de-sangue-contaminado-com-hiv-nos-anos-70-e-80.ghtml"><strong>Reino Unido</strong></a>, registrou pela primeira vez no mundo o raro nascimento de um bufalo-anão-das-planícies (<em>Bubalus depressicornis</em>). Uma fêmea adulta, chamada Darcy, deu à luz o bebê após 10 meses de gestação.</p><p>Agora, o filhote, nomeado de Kasimbar, está sendo limpo e alimentado com leite pela mãe. O tratador do zoológico, Callum Garner, disse ao site <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.iflscience.com/watch-first-ever-footage-of-worlds-smallest-type-of-wild-cattle-giving-birth-76375"><strong><em>IFLScience </em></strong></a>que é uma raridade ver um animal desses parir: “Poucas pessoas, se houver, já viram um búfalo-anão-das-planícies dar à luz”, ele afirma.Garner explica que a espécie, considerada o menor gado selvagem do mundo, costuma ser tímida e esquiva. "Poder testemunhar o nascimento de um filhote e então ver aqueles primeiros momentos mágicos entre a mãe e o bebê é realmente muito especial", diz o cuidador."Kasimbar recebeu o nome de uma cidade em Sulawesi [ilha na Indonésia] onde nossas equipes estão trabalhando com o governo indonésio e a comunidade conservacionista global para ajudar os bufalos-anões a prosperar", afirma a publicação do Chester Zoo.Segundo o cuidador do zoológico, a mamãe Darcy e o seu novo bebê estão indo muito bem. "Tendo passado as primeiras semanas de vida se unindo [com a mãe] em sua toca, o pequeno agora ganhou confiança e está explodindo de energia”, afirma Garner.</p><p><br></p><p><strong>Ameaçado de extinção</strong></p><p><br></p><p>Os búfalos-anões-das-planícies são considerados ameaçados de extinção, segundo a<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.iucnredlist.org/species/3126/46364222"><strong> Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN)</strong></a>. A espécie endêmica da ilha indonésia de Sulawesi está em declínio devido à caça, perda de habitat e outros impactos ambientais causados pelo homem.A estimativa é de que apenas 2.500 desses búfalos permaneçam nos pântanos e florestas da ilha. “Os búfalos-anões estão em sérios apuros na natureza, por serem amplamente mal compreendidos e terem desenvolvido uma reputação entre os moradores locais de Sulawesi que os leva a serem perseguidos e alvos de fazendeiros”, conta Garner.</p><p>“Não apenas isso, mas seu habitat está sempre encolhendo e eles são caçados por sua carne”, acrescenta.                        </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 10:50:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como catástrofe climática há 1500 anos pode ter criado mito nórdico do Ragnarok</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/shirleyydouro/qhjr2a2ozjpugjhm/wish/3174136370</link>
         <description><![CDATA[<p>Pela análise dos anéis de árvores, cientistas da Dinamarca conseguiram demonstrar que o inverno rigoroso que marca o início do “fim do mundo” na mitologia pode ter sido inspirado por eventos reais do século 6.</p><p>Um novo estudo feito por pesquisadores do Museu Nacional da Dinamarca sugere que o mito do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Historia/noticia/2017/10/ragnarok-entenda-o-episodio-que-e-o-apocalipse-da-mitologia-nordica.html"><strong><em>Ragnarok</em></strong></a>, que marca o fim do mundo, com a destruição dos seres humanos, pode ter sido criado baseado em um <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meio-ambiente/noticia/2024/10/quais-foram-os-impactos-do-furacao-milton-veja-o-que-se-sabe-ate-agora.ghtml"><strong>desastre climático </strong></a>que aconteceu há cerca de 1500 anos. A teoria aparece em um artigo publicado na revista<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2352409X24003171?dgcid=coauthor"><strong> <em>Journal of Archeological Science Reports</em></strong></a>.</p><p>Segundo a mitologia nórdica, a destruição da vida como a conhecemos seria iniciada por um estado permanente de inverno rigoroso (<em>Fimbulwinter</em>), que perduraria por cerca de três anos. Como indica a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.britannica.com/event/Ragnarok"><strong>Enciclopédia Britannica</strong></a>, justamente durante esse período que as pessoas enfrentariam uma grave escassez de recursos que as levariam a um estado de quase extinção.</p><p>“Muitos já especulavam que o <em>Ragnarok </em>tinha raízes na vida real”, afirma Morten Fischer Mortensen, investigador sénior do Museu Nacional, em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://natmus.dk/nyhed/danmark-blev-ramt-af-menneskehedens-stoerste-klimakatastrofe-viser-ny-forskning/"><strong>comunicado</strong></a>. “Mas, agora, pela primeira vez, podemos demonstrar com evidências práticas que talvez o maior desastre climático da história da humanidade tenha de fato afetado a Dinamarca – e em níveis catastróficos”.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 10:50:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cientistas combinam espécies para criar coral mais resistente ao calor</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/shirleyydouro/qhjr2a2ozjpugjhm/wish/3174136500</link>
         <description><![CDATA[<p>Welligton .S. Brabosa</p><p><br/></p><p>A tentativa dos pesquisadores deu certo: a prole adulta conseguiu obter uma maior capacidade de sobreviver a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/um-so-planeta/noticia/2024/08/mortes-de-europeus-por-ondas-de-calor-podem-triplicar-ate-2100-diz-estudo.ghtml"><strong>ondas de calor </strong></a>no mar, pelo menos até a geração seguinte. A pesquisa foi liderada por cientistas da Universidade de Newcastle, na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2024/07/sandalia-romana-e-restos-de-armaduras-sao-achados-em-forte-na-inglaterra.ghtml"><strong>Inglaterra</strong></a>.</p><p>Para os testes, os pesquisadores analisar o comportamento dos corais de duas formas. Primeiro, eles foram expostos ao calor intenso, mas por períodos curtos, durante 10 dias – o que aumentou sua tolerância em 3,5°C graus. Por outro lado, com uma exposição menos intensa, durante 1 mês, os corais atingiram um aumento de apenas 2,5°C graus.</p><p>Considerando o desempenho dos testes, teoricamente seria possível aumentar a tolerância de calor em 1°C por semana dentro de uma geração de corais. Os resultados ainda não se mostraram suficientemente eficazes para que os corais suportem as ondas de calor do futuro, pois existe a tendência das mudanças climáticas piorem.</p><p>Os cientistas também fizeram testes para analisar a tolerância de corais a estresses curto, ou seja, a capacidade da prole de sobreviver à intensa exposição ao estresse térmico. Porém, a reprodução seletiva não conseguiu melhorar essa capacidade. A equipe não identificou correlação genética a essas características, o que pode significar que elas estão atreladas a controles genéticos independentes.</p><p>"Ainda há muito trabalho a ser feito antes que a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/ciencia/biologia/noticia/2023/12/se-humanos-desaparecessem-o-que-aconteceria-com-cachorros-de-estimacao.ghtml"><strong>reprodução seletiva</strong></a> possa ser implementada com sucesso. É preciso entender de forma mais profunda quais características priorizar e como essas características são geneticamente correlacionadas", afirma Adriana Humanes, pesquisadora da Universidade Newcastle que liderou o estudo, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://phys.org/news/2024-10-scientists-successfully-corals-tolerance.html"><strong>em comunicado</strong></a>.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 10:50:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Nasa premiará com 3 milhões de dólares (quase R$ 17 milhões) os autores de um projeto para solucionar um problema que afeta futuras missões à Lua.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/shirleyydouro/qhjr2a2ozjpugjhm/wish/3174138074</link>
         <description><![CDATA[<p>A ideia do desafio "<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nasa.gov/prizes-challenges-and-crowdsourcing/centennial-challenges/lunarecycle/"><strong>LunaRecycle</strong></a>" é encontrar tecnologias para reciclar o resíduo inorgânico usado em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2022/05/longas-viagens-espaciais-afetam-cerebros-de-astronautas.html"><strong>viagens espaciais</strong></a> de longa duração. A competição está buscando soluções que maximizem a quantidade de resíduos que podem ser reciclados de uma lista de categorias de lixo e itens relevantes para uma hipotética missão lunar de 365 dias.</p><p>A fase 1 do concurso premiará com US$ 1 milhão os vencedores ($ 400 mil e US$ 600 mil divididos entre duas categorias). Já a fase 2 terá um prêmio de US$ 2 milhões (US$ 600 mil e US$ 1,4 milhões para cada categoria).</p><p><br></p><p><strong>Regras da competição</strong></p><p><br></p><p>As duas categorias do desafio são: a "Construção de Protótipo" (<em>Prototype Build Track</em>) e a "Trilha Gêmea Digital" (<em>Digital Twin Track</em>). Uma consiste no desenvolvimento de componentes e sistemas de <em>hardware </em>para reciclar resíduos sólidos na superfície lunar. A outra, em um projeto de réplica virtual de um sistema de reciclagem, bem como a fabricação de produtos finais.</p><p>“Com esse desafio, estamos buscando abordagens inovadoras do público para a gestão de resíduos na Lua e pretendemos levar as lições aprendidas de volta à Terra para o benefício de todos", afirmou Amy Kaminski, executiva do programa de Prêmios, Desafios e Crowdsourcing da Nasa,<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nasa.gov/news-release/nasa-seeks-innovators-for-lunar-waste-competition/"><strong> em comunicado</strong></a>.</p><p>De acordo com a agência espacial norte-americana, esforços anteriores se concentraram em reduzir a massa e o volume do lixo. Agora, o objetivo é reciclar resíduos em produtos que poderão ser utilizados para atividades de exploração fora do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/um-so-planeta/"><strong>planeta</strong></a>, de forma que "pouco ou nenhum resíduo precise ser devolvido à Terra".</p><p>Um painel de especialistas analisará as inscrições e fará avaliações com base em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lunarecyclechallenge.ua.edu/wp-content/uploads/2024/09/NASAs-LunaRecycle-Phase-1-Rules-1.pdf"><strong>regras disponibilizadas neste link. </strong></a>Os projetos podem ser enviados até 31 de março de 2025<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lunarecyclechallenge.ua.edu/registration/"><strong> através de um formulário.</strong></a> Os vencedores serão divulgados a partir de maio do que vem.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 10:52:20 UTC</pubDate>
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         <title>Mercúrio o metal líquido que passou da magia à calamidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/shirleyydouro/qhjr2a2ozjpugjhm/wish/3174393816</link>
         <description><![CDATA[<p>Anna Luísa Ap. Vieira </p><p><br/></p><p><strong>O mercúrio – por seu aspecto brilhante e, principalmente, por sua forma líquida – sempre despertou a curiosidade de quem teve contato com esse metal. Usado em rituais religiosos e na preservação de restos mortais, passou a ser empregado na medicina. Depois, ganhou aplicações industriais e tecnológicas importantes. Mas, nos últimos dois séculos, a ciência mostrou seus efeitos nocivos. Mesmo assim, esse elemento químico segue até hoje como protagonista de poluição ambiental e intoxicações humanas – inclusive no Brasil.</strong></p><p><strong>Conhecido pela humanidade desde os tempos antigos e com data de descobrimento perdida no tempo, o mercúrio é um elemento químico bastante peculiar. Com 80 prótons no núcleo de seus átomos, é um metal denso, com o típico brilho apresentado por essa classe de materiais. Mas é líquido em temperatura e pressão ambientes e tem grande tendência a vaporizar.&nbsp;</strong></p><p><strong>Do ponto de vista químico, o mercúrio é bem menos reativo do que o cádmio e o zinco, os dois outros elementos de seu grupo na Tabela Periódica. Quanto à sua abundância na crosta terrestre, ele é o 66º colocado, sendo o cinábrio – ou sulfeto de mercúrio (HgS) – seu mineral mais comum, encontrado frequentemente em locais de atividade vulcânica ou geotérmica, como fontes termais e lagos alcalinos.&nbsp;</strong></p><p><strong>O nome do elemento tem origens alquímicas e se refere ao deus Mercúrio, associado à comunicação e ao movimento – possível referência ao ‘movimento’ desse metal líquido (figura 1). Seu símbolo químico (Hg) é derivado da palavra <em>hydrargyros</em>, seu antigo nome grego, o qual se tornou <em>hydrargyrum</em>, em latim, cujo significado é ‘prata líquida’.</strong></p><p><strong>O nome do elemento tem origens alquímicas e se refere ao deus Mercúrio, associado à comunicação e ao movimento – possível referência ao ‘movimento’ desse metal líquido</strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 13:40:52 UTC</pubDate>
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         <title>Qual será o trajeto do furacão Milton após deixar Flórida?                                          Em sua passagem pelos Estados Unidos, o fenômeno climático causou destruição e inundação por diversos condados centrais da Flórida.                                Por Arthur Almeida  10/10/2024  11h37  Atualizado há 6 dias </title>
         <author>spidertec2008</author>
         <link>https://padlet.com/shirleyydouro/qhjr2a2ozjpugjhm/wish/3174778040</link>
         <description><![CDATA[<p>O <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meio-ambiente/noticia/2024/10/furacao-milton-fecha-zona-arqueologica-de-chichen-itza-no-mexico.ghtml"><strong>furacão Milton</strong></a>, que, durante toda a semana, causou fortes <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2024/10/cientistas-usam-aviao-espiao-da-guerra-fria-para-estudar-tempestades-de-raios.ghtml"><strong>tempestades </strong></a>no Golfo do México, chegou à Flórida, nos Estados Unidos, na noite de quarta-feira (9). Segundo as autoridades, em seu trajeto com destino ao Oceano Atlântico, o<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2022/06/temperatura-do-atlantico-norte-ajuda-prever-evento-climatico-no-nordeste.html"><strong> evento climático </strong></a>destruiu construções, inundou cidades e deixou milhões de pessoas sem energia elétrica.</p><p><br></p><p>De acordo com o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.usatoday.com/story/news/weather/2024/10/09/hurricane-milton-tracker-path-spaghetti-models/75580886007/"><strong>Centro Nacional de Furacões </strong></a>do país, a tempestade atingiu a costa oeste à noite, perto de Siesta Key. Embora o fenômeno tenha passado boa parte do dia classificado como de categoria 4, quando ele chegou ao território americano, seus ventos haviam enfraquecido para rajadas de 200 km/h, um valor suficiente para colocá-lo na categoria 3. Agora, ele já está na categoria 1, mas ainda causa preocupações.</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Passagem de Milton pelos EUA</strong></p></li></ul><p><br></p><p>Com o passar da madrugada, o olho do furacão atravessou o estado, passando por condados centrais da Flórida, como Tampa e Orlando. Ele também provocou chuvas fortes em regiões próximas, tal qual Miami.</p><p><br></p><p>O<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.usatoday.com/story/news/weather/2024/10/10/hurricane-milton-tracker-path-florida-landfall/75600783007/"><strong> jornal <em>USA Today</em></strong></a> indica que Milton derrubou semáforos, arrancou placas do chão e fez barricadas de construção voarem pelo pavimento molhado. Os seus ventos também destruíram compensados que deveriam manter a tempestade longe e atrapalharam a resposta dos socorristas a emergências.</p><p><br></p><p>Duas pessoas morreram em Fort Pierce, segundo apurou a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2024-10/furacao-milton-deixa-destruicao-e-pelo-menos-dois-mortos-na-florida"><strong><em>RTP</em></strong></a>. Outras 3 milhões ficaram sem energia depois que a tempestade comprometeu o sistema elétrico de 50% dos condados da Flórida, revela a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://PowerOutage.us"><strong><em>PowerOutage.us</em></strong></a>.</p><p><br></p><p>Foi confirmado ainda pelo Serviço Nacional de Meteorologia que sete tornados se formaram ontem em conexão com Milton. Desses, pelo menos cinco foram confirmados por meio de fotos e vídeos, disse o NWS Miami em uma publicação no X (antigo Twitter) esta manhã.</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Trajeto pós-Flórida</strong></p></li></ul><p><br></p><p>Apesar das graves ocorrências, a velocidade das rajadas de Milton diminuiu com o tempo. Na manhã desta quinta-feira (10), o furacão já era classificado na categoria 1, com ventos de cerca de 144 km/h, como destaca o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/mundo/ao-vivo/furacao-milton-se-aproxima-da-florida-e-autoridades-alertam-para-risco-de-mortes-acompanhe.ghtml"><strong><em>G1</em></strong></a>.</p><p><br></p><p>Como você pode ver no infográfico abaixo, feito pela NOAA (Administração Oceânica e Atmosférica dos EUA) mostra que, agora, o furacão se afasta do território americano em direção ao oceano atlântico. Veja as posições estimadas do evento atmosférico na próxima sexta, sábado e domingo.</p><p><br></p><p>Algumas regiões, no entanto, ainda correm risco de sofrer com chuvas fortes.</p><p><br></p><p>Tendo o seu olho passado pela Flórida, o fenômeno climático agora segue caminho para leste, com destino ao Oceano Atlântico, em direção a Bermuda. A previsão é que, nas próximas horas, ele vire uma tormenta tropical.</p><p><br></p><p>Milton é a 13ª tempestade nomeada a se formar no Oceano Atlântico em 2024, lembra o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.metropoles.com/mundo/veja-mapa-que-mostra-a-trajetoria-do-furacao-milton-na-florida"><strong>jornal Metrópoles</strong></a>. No fim do mês de maio, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) previu que haveria de 17 a 25 tempestades com potencial destrutivo este ano.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 17:35:42 UTC</pubDate>
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         <title>Novo modelo pode prever melhor o estágio da doença de Alzheimer pesquisadores holandeses desenvolvem ferramenta que personaliza previsões de declínio cognitivo para melhorar o cuidado dos pacientes </title>
         <author>giovannamartins2_2</author>
         <link>https://padlet.com/shirleyydouro/qhjr2a2ozjpugjhm/wish/3176535487</link>
         <description><![CDATA[<p>Pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Amsterdã desenvolveram um modelo capaz de prever o declínio cognitivo em indivíduos com comprometimento cognitivo leve ou demência leve devido à doença de Alzheimer.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Publicado na revista científica Neurology, o estudo utilizou dados de 961 participantes para criar previsões personalizadas, que podem futuramente ser incorporadas em um aplicativo para criar previsões personalizadas, que podem futuramente ser incorporadas em um aplicativo para ajudar os médicos a oferecer tratamentos mais precisos e individualizados.</p><p><br/></p><p>O trabalho representa um passo significativo para aprimorar o cuidado e a previsão da progressão da doença de Alzheimer, que afeta cerca de 1,2 milhão de pessoas no Brasil.&nbsp; </p><p><br/></p><p>Como o modelo foi desenvolvido</p><p>Os pesquisadores recrutaram os participantes do Amsterdam Dementia Cohort, um grupo de estudo que acompanha pessoas com sintomas de Alzheimer ao longo do tempo. Entre eles, 310 tinham comprometimento cognitivo leve e 651 tinham demência leve. A idade média dos participantes era de 65 anos, e quase metade deles eram mulheres.</p><p> </p><p>Para avaliar os participantes, os especialistas usaram o Mini-Mental State Examination (MMSE), um teste curto e usado em consultório que mede a capacidade cognitiva geral das pessoas, como memória e habilidades de pensamento. </p><p><br/></p><p>A pontuação máxima nesse teste é 30, e pontuações mais baixas indicam maior comprometimento cognitivo. Durante o estudo, as pontuações do MMSE de todos os participantes diminuíram, refletindo um declínio nas habilidades cerebrais. Para aqueles com comprometimento cognitivo, as pontuações caíram de uma média de 26,4 no início para 21 após cinco anos. Já os participantes com demência leve apresentaram uma queda mais acentuada, de uma média de 22,4 para 7,8 no mesmo período. </p><p><br/></p><p>Utilizando esses resultados, juntamente com exames de imagem cerebral e outras análises laboratoriais, os pesquisadores criaram um modelo estatístico que prevê como as pontuações do MMSE mudarão ao longo do tempo para cada indivíduo. Esse modelo permite prever a progressão do declínio cognitivo de maneira personalizada, proporcionando uma ferramenta valiosa para o manejo clínico da doença.</p><p><br/></p><p>Importância para pacientes e cuidadores</p><p><br/></p><p>Os autores do estudo destacam que o modelo pode um dia ser usado para adaptar o cuidado de pacientes com Alzheimer, pois oferece uma primeira tentativa de prever os sintomas que poderão ser sentidos pelos pacientes, o que proporcionaria uma previsão do declínio cognitivo de maneira individualizada. </p><p><br/></p><p>Os especialistas também argumentam que&nbsp; prever como os sintomas de comprometimento cognitivo leve ou Alzheimer precoce podem mudar ao longo do tempo é vital para que as pessoas com demência e seus cuidadores possam se preparar para o futuro, levando a um melhor cuidado. </p><p><br/></p><p>Desenvolvimentos futuros e aplicação clínica</p><p><br/></p><p>Os cientistas já desenvolveram um protótipo de aplicativo para médicos, que inclui uma folha de comunicação destinada a compartilhar previsões com pacientes e cuidadores, além de fornecer informações sobre a doença, diagnóstico e prognóstico.&nbsp;Segundo os autores, as previsões também podem ser usadas por um clínico para discutir com o paciente o potencial efeito de um tratamento.</p><p><br/></p><p>Embora ainda seja um modelo inicial, este avanço estabelece as bases para ferramentas prognósticas que não apenas fornecerão uma visão do que pode ser esperado ao longo da jornada da doença, mas também como alterar esse curso abordando diversos fatores de risco modificáveis, visando melhorar a saúde e a função cognitiva por mais tempo. </p><p><br/></p><p><br/></p><p> </p><p><br/></p><p><br/></p><p> </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-18 17:50:46 UTC</pubDate>
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         <title>A Revolução dos Microbiomas: Entendendo a Vida Invisível ao Nosso Redor </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/shirleyydouro/qhjr2a2ozjpugjhm/wish/3176796937</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Você sabia que trilhões de microrganismos habitam o nosso corpo e o ambiente ao nosso redor? Esses pequenos seres, invisíveis a olho nu, desempenham papéis cruciais na nossa saúde e no funcionamento do planeta. A pesquisa sobre microbiomas — conjuntos de microrganismos que vivem em um determinado ambiente — está em ascensão, revelando como essas comunidades microbianas afetam tudo, desde a digestão até a regulação do clima.</p><p><strong>O que são microbiomas?</strong></p><p>Microbiomas são populações de bactérias, fungos, vírus e outros microrganismos que coexistem em ambientes específicos, como o intestino humano, solo, oceanos e até mesmo na pele. Cada microbioma é único e pode influenciar nosso bem-estar físico e mental, além de ter um impacto significativo nos ecossistemas.</p><p><strong>A importância da pesquisa</strong></p><p>Estudos recentes mostram que um microbioma saudável pode melhorar a digestão, fortalecer o sistema imunológico e até mesmo afetar o humor. No entanto, desequilíbrios nesse ecossistema podem levar a doenças, como obesidade, diabetes e distúrbios intestinais.</p><p>Além disso, os microbiomas ambientais são essenciais para a agricultura sustentável e a conservação do meio ambiente. Eles ajudam na decomposição de matéria orgânica, na fertilização do solo e na purificação da água.</p><p><strong>O futuro da ciência dos microbiomas</strong></p><p>Com o avanço das tecnologias de sequenciamento genético, estamos apenas começando a entender a complexidade e a diversidade dos microbiomas. Essa pesquisa não apenas pode nos ajudar a desenvolver novos tratamentos para doenças, mas também a criar práticas agrícolas mais sustentáveis e a proteger a biodiversidade do nosso planeta.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-19 01:16:42 UTC</pubDate>
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         <title>Ciclista dá &quot;grau&quot; de bicicleta por mais de 800 metros para quebrar recorde</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/shirleyydouro/qhjr2a2ozjpugjhm/wish/3183772708</link>
         <description><![CDATA[<p>Também chamada de "manual", a manobra demanda que o piloto use apenas a roda traseira para se locomover. Trata-se de um "grau" mais sofisticado: não é o mesmo que apenas empinar a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/10/de-bicicleta-astronauta-percorre-rodovia-transamazonica.html"><strong>bicicleta</strong></a>, uma vez que, na técnica feita pelo recordista, não se <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2024/10/pedalar-organiza-a-atividade-cerebral-e-beneficia-pessoas-com-parkinson.ghtml"><strong>pedala</strong></a> durante o trajeto.</p><p>Ou seja, Piwowarczyk teve que pedalar com a bicicleta até ganhar impulso e continuar o percurso. E, daí, continuar com a energia adquirida com o embalo inicial. A velocidade máxima atingida pelo ciclista foi de 53,51 km/h.</p><p>O recorde anterior era de 648,27 metros, mas Piwowarczyk conseguiu superar a marca por larga margem. “Eu ando de bicicleta há cerca de 20 anos, treino calistenia há cerca de 13 anos. Para mim, a disciplina de rua significa basicamente o estilo”, disse, para o site do Guinness.</p><p>A bicicleta usada por Piwowarczyk durante a façanha era personalizada, e não tinha freios. “Não é só fazer o máximo de truques possível, é uma forma de me expressar e evoluir. Com a ajuda dos profissionais, conseguimos preparar esta bicicleta para ser – provavelmente – a bicicleta<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/sociedade/curiosidade/noticia/2024/06/pai-e-filho-desenvolvem-o-drone-mais-rapido-do-mundo-que-chega-a-480-kmh.ghtml"><strong> mais rápida do mundo</strong></a> nesta modalidade”, afirma.</p><p>Além da retirada de freios, a bicicleta do polonês também tinha uma traseira personalizada e um mais pesado — é uma forma de prolongar o tempo de rotação e assim, dar mais giro. Apesar da importância do equipamento, a dedicação nos treinamentos foi fundamental para quebrar o recorde.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-23 13:57:54 UTC</pubDate>
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         <title>Os 115 anos das Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, reflexões sobre o modelo atual e o futuro dos periódicos científicos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/shirleyydouro/qhjr2a2ozjpugjhm/wish/3183782508</link>
         <description><![CDATA[<p>As Memórias do Instituto Oswaldo Cruz comemoram 115 anos de publicação científica e seus editores refletem, por um lado, sobre orgulho de pertencer a um diminuto e “altamente seletivo” grupo de revistas científicas internacionais que comemora mais de um século de atividade editorial; e de outro, sobre como sobreviver diante de um cenário de grandes editoras,&nbsp;do aparecimento de editoras “caçadoras de dinheiro”, e que fomentam uma prática de destruição da credibilidade da ciência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-23 14:02:39 UTC</pubDate>
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         <title>Submarino da 2ª Guerra que afundou com 64 tripulantes é achado 81 anos depois</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Descoberta dos escombros da embarcação HMS Trooper mostram que o veículo subaquático foi destruído por minas explosivas na região do mar Egeu</p><p><br/></p><p>Quando a comunicação com a embarcação foi interrompida e o submarino não chegou ao seu destino, todos os seus 64 tripulantes foram dados como mortos. Eles possivelmente foram vítimas de um ataque das <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2024/05/restos-de-18-mortos-por-nazistas-na-2a-guerra-sao-identificados-na-grecia.ghtml"><strong>forças alemãs</strong></a>.</p><p>Kostas Thoctarides, fundador da Planet Blue, empresa que liderou as buscas pelo submarino, conta, em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.facebook.com/kostas.thoctarides/posts/pfbid02uB7HmX6HAuVYbDKchB6ntBmwUppEz1b8yR5BGuADBjNw5zwqXmevur3dxBQCUVeTl"><strong>publicação no Facebook</strong></a>, que o submarino teve os seus destroços localizados no último dia 3 de outubro. HMS Trooper se encontra em águas territoriais internacionais, ao norte da ilha de Donoussa, em uma região conhecida como mar Icário.</p><p>“O mar Icariano é um dos mais difíceis de se navegar. Ele é assolado por ventos fortes, grandes ondas e rápidas correntes subaquáticas", descreve Thoctarides ao site <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.livescience.com/archaeology/wwii-british-sub-that-sank-with-64-on-board-finally-found-off-greek-island"><strong><em>Live Science</em></strong></a>. “Apesar dos desafios, nossa persistência na pesquisa valeu a pena quando finalmente encontramos o naufrágio”. Assista ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/Y73oRkyKXv0"><strong>vídeo</strong></a> da descoberta:</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-23 14:05:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/shirleyydouro/qhjr2a2ozjpugjhm/wish/3236851305</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-27 14:24:53 UTC</pubDate>
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