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      <title>O século do Ego by Eduarda mafra de araujo</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-22 19:17:35 UTC</pubDate>
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         <title>Eduarda Mafra </title>
         <author>eduardamafraa</author>
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         <description><![CDATA[<div>30342791<br>Publicidade e propaganda - noturno</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 02:33:28 UTC</pubDate>
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         <title>O SÉCULO DO EGO + MOBILIDADE - Aplicativo de Transporte Privado Inclusivo</title>
         <author>eduardamafraa</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Século do Ego é uma série documental que discute sobre os fundamentos de Sigmund Freud, o fundador da psicanálise que mudou a percepção da mente humana e seu funcionamento. Assim como seu sobrinho, Edward Bernays, que foi o fundador de relações públicas e o&nbsp;<br>primeiro a utilizar técnicas psicológicas nesse meio, além da filha de Freud, Ana Freud, pioneira da psicologia infantil.<br>&nbsp; &nbsp;O documentário retrata criticamente aspectos políticos, sociais, as mudanças culturais e comportamentais desde o início do século 19 até a década de 80. Ele é essencial para analisar e para quem pretende entender como somos afetados pela manipulação realizada a partir do uso da psicanálise, marketing e propaganda, e seu uso pelos meios de comunicação, partidos políticos, governos e empresas para controlar e manipular massas, conseguindo os seus objetivos. E não só produtos eram alvo da propaganda, mas também ideologias e estilos de vida, por exemplo: o feminismo e o nacionalismo.<br>&nbsp; &nbsp;Se baseando nos conhecimentos de psicanálise do seu tio, Bernays desenvolveu ao longo do século passado as mais variadas técnicas de manipulação e de como usar o inconsciente humano de uma forma irracional. Essas ideias eram introduzidas na sociedade e, indiretamente, promoviam aumento de vendas de determinado bem - como o caso que ficou conhecido como Tochas da Liberdade, onde ele persuadiu mulheres a fumar cigarros que foram vendidos como símbolo de independência, assim, quebrando o tabu sobre tabagismo feminino. Isso mostrou como as corporações americanas poderiam fazer com que as pessoas quisessem coisas que elas não precisavam, dando início a era do consumismo sem limites que veio a dominar o mundo de hoje.<br>&nbsp; &nbsp;Políticos e empresários concordavam com a ideia de que Freud estava certo ao sugerir que no interior dos seres humanos estão escondidos desejos obscuros, medos perigosos e irracionais, e que foi a libertação desses instintos que levou as atrocidades cometidas da Alemanha nazista. Para impedir que isso voltasse a acontecer e para criar uma sociedade estável, eles procuraram formas de controlar esse "inimigo" oculto na mente humana. Intimamente ligados e preocupados com a manutenção da democracia, achavam que estavam criando as condições para a sobrevivência da mesma no futuro.<br>&nbsp; &nbsp;As ideias de Freud sobre o funcionamento da mente humana hoje são aceitas e aplicadas pela sociedade, assim como a psicanálise. No entanto, um grupo radical de psicoterapeutas na década de 60 desafiou a influência das ideias Freudianas. Inspirados pelas ideias do discipulo de Freud, Wilhelm Reich (que já havia falecido), que se voltou contra ele e passou a ser odiado pela família Freud, motivo no qual levou Anna Freud a conseguir manipular para que o mesmo fosse expulso da Sociedade Internacional de Psicanálise. Ele acreditava que seu eu interior não precisava ser reprimido e controlado, mas sim encorajado a se expressar. A partir daí, nasceu um movimento político de individualismo, procurando criar novos seres livres da conformidade psicológica que havia sido implantada na mente das pessoas por parte das empresas e da política.<br>&nbsp; &nbsp;Esse pensamento se desenvolveu rapidamente pelos Estados Unidos e logo as corporações norte americanas perceberam que esse novo Eu não era uma ameaça, e sim uma oportunidade de gerar mais lucros. Pois incentivando as pessoas a se sentirem que eram indivíduos com desejos únicos, elas conseguiriam vender-lhes maneiras de expressar as suas individualidades. Isso se consolidou ainda mais com o governo da primeira ministra Tratcher, que também acreditava que a sociedade deveria manifestar suas diferenças em um mundo conformista, até por que sem mudar as pessoas, você não tem como mudar a política.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 02:34:11 UTC</pubDate>
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         <title>PI</title>
         <author>eduardamafraa</author>
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         <description><![CDATA[<div>E é justamente esse pensamento que faz o link com o nosso Projeto Integrador, onde trazemos uma solução nova para ajudar pessoas em situações com dificuldade de mobilidade, seja temporária ou não. "Se você se identifica com um produto, ele pode ter um valor terapêutico. Isto melhora sua auto-imagem e você se torna uma pessoa mais segura e tem mais confiança para sair ao mundo e fazer o que quiser, com sucesso". Trecho citado durante o documentário O Século do Ego, cujo se aplica perfeitamente ao nosso trabalho. Todos possuem o direito de serem diferentes, mas para nós, todos os seres humanos são igualmente importantes. Fazer produtos para pessoas que queiram se expressar e serem ouvidas, significa criar variedades e fugir da produção de inúmeras marcas que são no fundo sempre as mesmas, e foi o que tentamos entregar com o nosso projeto. Tanto de atender as necessidades, quanto dar as pessoas uma identidade em comum com os que cercam. Por isso, a nossa maior prioridade não é somente vender e lucrar com essa ideia, mas trazer&nbsp; uma solução que esse grupo precisa para resolver dificuldades específicas, além de responder a anseios emocionais e físicos, trazendo realização individual ao se sentirem inclusos na sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 02:35:32 UTC</pubDate>
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