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      <title>SER PROFESSOR NA CONTEMPORANEIDADE: DESAFIOS NA PROFISSÃO by gersianne martins viana</title>
      <link>https://padlet.com/gersiany/qh1iln34hm8m</link>
      <description>RESUMO</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-12-21 22:13:59 UTC</pubDate>
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         <title>Ser professor na contemporaneidade</title>
         <author>gersiany</author>
         <link>https://padlet.com/gersiany/qh1iln34hm8m/wish/316479059</link>
         <description><![CDATA[<div>        Ser professor nos dias atuais é ter que lidar todos os dias com os mais diferentes tipos de desafios. lidar com alunos, procurar sempre ter práticas inovadoras entre outros desafios A função do professor como um profissional da educação contribui para uma transformação qualitativa da sociedade, há de se considerar a presença da responsabilidade político-social na docência, haja vista que, a formação do cidadão perpassa pela dimensão da formação política, pois esta propicia formar cidadãos críticos e transformadores.</div><div>      Um dos maiores desafios é a atualização dos docentes mediante as tecnologias, Morin (2001) ressalta o papel do docente frente ao uso das tecnologias de informação e comunicação de forma apropriada e contextualizada, mantendo- se sempre em constante atualização e preparação para desempenhar sua função. Verifica-se que o processo de atualização e formação docente, não se restringe ao momento da formação inicial, pois ele se prolonga por todo o trajeto profissional do docente, mediante uma relação dialética, defendida por Freire (2008) como essencial na prática pedagógica, quando coloca que “Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender”.  Pimenta (2002) acrescenta que o saber docente, se nutre da prática e das teorias da educação, sendo estas, de fundamental importância na formação docente, pois permite aos sujeitos envolvidos, uma variedade de pontos de vista, gerando uma ação contextualizada, oferecendo novos panoramas de análise que possibilitam a compreensão dos  diversos contextos vivenciados por eles. <br>      Ser professor é ter um regaste profissional e pessoal  temos uma  concepção sobre vocação do professor, que historicamente teve o seu trabalho caracterizado como missão. Ser professor sempre foi uma tarefa difícil, que exige deste profissional ser um modelo de virtudes, capaz de mudar os comportamentos e atitudes. <br>     Outro ponto a ser considerado é a identidade desse profissional  O processo de construção da identidade é assunto na pauta de discussões de sociólogos, psicólogos e antropólogos a respeito da definição e o próprio processo de formação da identidade. Segundo esses estudiosos tal formação é um processo interno ao indivíduo, mas que ocorre de acordo com sua cultura e categoria social, e tem início na fase 5 infantil, já que as crianças assimilam traços e características de pessoas e objetos externos. Dito isto, é possível definir identidade como um conjunto de características pelas quais alguém pode ser reconhecido. <br>     Percebe-se aqui que a aquisição da identidade pessoal precede à profissional, perpassando pela social e se solidifica a partir de identificações infantis que são retomadas na adolescência. Entretanto, a identidade profissional do professor não deve ser confundida com a identidade social. <br>São grandes os desafios para desempenhar a tarefa de educar com compromisso e qualidade exige, da parte do professor, reunir um conjunto de saberes e competências que lhe permitam a construção de um ensino de qualidade. Os saberes do professor são construídos ao longo de toda uma carreira e vida do professor, razão que justifica que não sejam contemporâneos uns dos outros, uma vez que se vão adquirindo ao longo do tempo. São assim saberes temporais, em cuja construção intervêm dimensões identitárias, de socialização profissional, fases e mudanças, que se constituem num conjunto de conhecimentos, competências, habilidades e atitudes. Na ótica de Tardif (2008), o saber docente “relaciona-se com a pessoa, com a sua identidade, com a sua experiência de vida, com a sua história profissional, com as suas relações com os alunos na sala de aula e com os outros”. Diante disso, não se pode falar em aprendizagem sem falar no professor. O contexto social na contemporaneidade impõe a prática educativa um número de demandas muito grande, levando assim o educador do século XXI a repensar a sua atuação ema sala de aula e os enormes desafios profissionais que enfrenta a fim de atender as exigências do contexto atual. <br>        Para Nóvoa (2006) dilema, entre outros conceitos, são decisões que só se consegue ponderar através do conhecimento e através dos valores. Pautado nessa afirmativa, cabe ao professor reestruturar seu trabalho, perante as expectativas e pressões da condição social contemporânea, que solicita a qualidade do ensino oferecido, enfrentando os dilemas com os quais o trabalho docente se depara. <br><br><br> REFERÊNCIAS<br> ARROYO, M. G. Ofício de mestre: imagens e autoimagens. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2000.<br><br> DELORS, Jacques (Coord.). Os quatro pilares da educação. In: Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez. p. 89-102, 1996. 13 DEMO, Pedro. Revista Profissão Mestre. Curitiba, Paraná, ano 6. n° 61. p. 18- 26. Out. 2004.<br> <br>FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 37ª. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2008. <br><br>GIDDENS, A. Modernidade e Identidade. Rio de Janeiro: Zahar, 2002. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro, 3.ª ed., São Paulo, Cortez, 2001.<br><br> NÓVOA, António. “Os professores e o novo espaço público da educação”. In Educação e sociedade: perspectivas educacionais no século XXI. Santa Maria: Centro Universitário Franciscano, pp. 19-45. 2006.<br><br> PIMENTA, S. G.; GHEDIN, E. (Org.) Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2002.<br><br> SOUZA, A. N. Trajetórias de professores da Educação Profissional. Pró-posições, v. 16, n. 3 (48) – set./dez. 2005. <br><br>TARDIF, M.; LESSARD, C. (Org.). O ofício do professor: história, perspectivas e desafios internacionais. Petrópolis: Vozes, 2008. VIANNA, C. Os nós do “nós”: crise e perspectiva da ação coletiva docente em São Paulo. São Paulo: Xamã, 1999. <br><br>VILLELA, Elisabeth Caldeira. As interferências da contemporaneidade no trabalho docente. In: Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.88, nº 219. p. 229-241. Mai / Ago. 2007 </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-21 22:18:38 UTC</pubDate>
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