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      <title>Proposta de atividade utilizando o Padlet para abordar o tema &quot;Artistas que lutaram contra a ditadura militar no Brasil&quot;. Título da Atividade no Padlet: Resistência Artística na Ditadura Militar. Esses artistas e outros tiveram papel fundamental na resistência cultural contra o regime militar no Brasil. Suas obras continuam sendo símbolos da luta por liberdade e democracia. A função social da música deixava de ser o mero entretenimento. As canções eram concebidas para fazer pensar e contaminavam as demais esferas da vida cultural: a moda, o comportamento, a atitude! by FRANCISCA MARCIA COSTA DE SOUZA</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-13 15:04:04 UTC</pubDate>
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         <title>Chico Buarque</title>
         <author>franciscamarcia1</author>
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         <pubDate>2025-01-13 15:19:59 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Betânia ✨</title>
         <author>franciscamarcia1</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>EQUIPE</strong> <strong>FÊNIX</strong>: Isnária, Lara, Cinara e Ingrid.</p><p><br></p><p><strong>BIOGRAFIA</strong>: Maria Bethânia nasceu na Bahia, em Santo Amaro da Purificação, no dia 18 de junho de 1946.</p><p>Iniciou sua carreira musical no dia 13 de Janeiro de 1965, quando recebeu o convite de Nara Leão para se apresentar no show “Opinião”, no Rio de Janeiro. Teve seu primeiro sucesso com “Carcará”, sua música de protesto e, no mesmo ano, gravou seu primeiro disco “Maria Betânia”, após ser contratada pela RCA.</p><p><br></p><p><strong>CONTRIBUIÇÕES</strong>: Maria Bethânia participou de vários eventos e produções que se destacaram durante a ditadura militar, como o show Opinião, o espetáculo Rosa Dos Ventos – O Show Encantado e o livro Maria Bethânia Guerreira Guerrilha: </p><p>Show Opinião</p><p>O show Opinião, dirigido por Augusto Boal, foi um grande sucesso em 1965, no segundo ano da ditadura. O espetáculo contava com canções de protesto, como "Carcará", "Opinião" e "Deus e o Diabo na Terra do Sol", que retratavam a problemática social do país. </p><p>Rosa Dos Ventos – O Show Encantado</p><p>Em 1971, Maria Bethânia apresentou o espetáculo Rosa Dos Ventos – O Show Encantado, que pedia, de forma velada, o retorno de artistas exilados, como o seu irmão Caetano Veloso. </p><p>Maria Bethânia Guerreira Guerrilha</p><p>O livro Maria Bethânia Guerreira Guerrilha, escrito por Reynaldo Jardim, foi publicado em 1968, mas foi considerado subversivo pela ditadura militar. As cópias foram apreendidas e incineradas. Bethânia foi levada para depor no DOPS por causa do livro.</p><p><br></p><p><strong>NA DITADURA</strong>:</p><p><br></p><p><strong>MÚSICA</strong>:</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://open.spotify.com/track/3qNERYCjkBFyhYUNh4Hl9K?si=qlgLcegmTkeA--kcmukRIw">https://youtu.be/T3Dfd3KHI30?si=ugN5fQ77KMxAmG2Q</a></p><ul><li><p>Maria Betânia compôs diversas outras músicas, porém a canção que deu início à sua trajetória profissional foi "Carcará".</p></li></ul><p><br></p><p><strong>ENTREVISTA:</strong></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/PTYMj-YsmR8?si=epnwkUiJe9UfRiTj">https://youtu.be/PTYMj-YsmR8?si=epnwkUiJe9UfRiTj</a><strong> </strong></p><ul><li><p>Programa Cara a Cara 1992 - Trecho sobre Política e Ditadura Militar.</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 15:20:05 UTC</pubDate>
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         <title>Gal Costa</title>
         <author>franciscamarcia1</author>
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         <pubDate>2025-01-13 15:20:11 UTC</pubDate>
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         <title>Gilberto Gil </title>
         <author>franciscamarcia1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Gilberto Gil, entrevista em 1974. Foto: Sidney Corralo/AE</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Biografia</strong></p><p><br></p><p>Gilberto Gil é um músico brasileiro. Cantor, compositor e instrumentista, foi um dos criadores do Movimento Tropicalista nos anos 60. É autor de músicas consagradas como “Procissão”, “Domingo no Parque” e “Aquele Abraço”.</p><p><br></p><p>Gilberto Gil foi Ministro da Cultura entre os anos 2003 e 2008. Em abril de 2022 tomou posse na Academia Brasileira de Letras.</p><p><br></p><p>Gilberto Gil nasceu em Salvador, Bahia, no dia 26 de junho de 1942. &nbsp;Filho de um médico e uma professora, com menos de um mês de nascido&nbsp;a família mudou-se para Ituaçu, cidade no sudeste da Bahia, onde passou parte de sua infância.</p><p><br></p><p>Desde cedo, mostrou interesse por música. Cresceu ouvindo os intérpretes da época, entre eles&nbsp;Sílvio Caldas, Orlando Silva e Francisco Alves.</p><p><br></p><p>Em 1960, Gilberto Gil ingressou na Universidade Federal da Bahia para cursar administração de empresas. No ano seguinte, ganhou um violão de presente de sua mãe.</p><p><br></p><p><strong>Tropicalismo</strong></p><p>Em 1967, a música “Domingo no Parque”, que Gilberto Gil cantou com a participação dos Mutantes, ficou em 2.º lugar no III FMPB. O festival foi o ponto de partida para o movimento artístico chamado “Tropicalismo”, que Gilberto Gil participou junto com Caetano Veloso, Torquato Neto, Tom Zé, Rogério Duprat, entre outros artistas.</p><p><br></p><p>O Movimento Tropicalista foi considerado subversivo pela ditadura militar e Gilberto Gil foi preso, junto com Caetano Veloso. Em 1969, Gil se exilou na Inglaterra. Nesse mesmo ano, foi lançado o disco “Gilberto Gil” (1969), no qual se destacou a música “Aquele Abraço”.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Sites:</strong></p><p><strong>Biografía</strong></p><p>FRAZÃO, Dilva. Gilberto Gil. O Globo, 17 mai. 2024. Opinião. Disponível em: https://www.ebiografia.com/gilberto_gil/. Acesso em: 13 jan. 2024.</p><p><br></p><p><strong>Música:</strong></p><p><strong>Aquele Abraço </strong></p><p>GIL, Gilberto. Aquele Abraço: Gilberto Gil. YouTube, 10 de março de 2015. 5min46s. Disponível em &lt;https://youtu.be/zFGMLQ3q15c?si=Z6ryB6OS9c6qH4Bk&gt;. Acesso em 14 de janeiro de 2025.</p><p><br></p><p><strong>Vídeo:</strong></p><p>Gilberto Gil participa de entrevista no Roda Viva em 1987: </p><p>RODA, Viva. Viva Roda Retrô: Gilberto Gil | 1987. YouTube, 8 de março de 2018. 1h57min04s. Disponível em &lt;https://youtu.be/LLOybLvuaPo?si=HkQGRbyefofaUTLG&gt;. Acesso em 14 de janeiro de 2025.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 15:20:21 UTC</pubDate>
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         <title>Geraldo Vandré</title>
         <author>franciscamarcia1</author>
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         <pubDate>2025-01-13 15:20:29 UTC</pubDate>
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         <title>Belchior</title>
         <author>franciscamarcia1</author>
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         <pubDate>2025-01-13 15:20:35 UTC</pubDate>
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         <title>Fernanda Montenegro </title>
         <author>franciscamarcia1</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Equipe</strong>: Os Scanners - Antonio Pereira, Carol Morais, Herica Larisse, Kassiany Ramos, Ryan Silva, Wendy Gomes</p><p><br></p><p><strong>Biografia breve</strong>: Fernanda Montenegro (1929) é uma importante atriz brasileira, considerada a primeira-dama do teatro. Sua carreira, que já ultrapassa sete décadas, está marcada pela atuação no rádio, no teatro, no cinema e na televisão.</p><p>O nome de batismo de Fernanda Montenegro é, na verdade, Arlette Pinheiro Esteves da Silva.</p><p>Fernanda Montenegro nasceu no Rio de Janeiro no dia 16 de outubro de 1929.</p><p><br></p><p><strong>Contribuições durante a ditadura</strong>:</p><ul><li><p>Impacto político e cultural</p></li></ul><p>Fernanda Montenegro transcende a atuação com um forte posicionamento sobre questões políticas e sociais. Sempre discreta, mas firme em suas convicções, a atriz tem se mostrado uma voz ativa em defesa da democracia, da liberdade de expressão e da cultura. Ao longo dos anos, posicionou-se contra censuras, apoiou movimentos em prol da valorização das artes e do teatro, e criticou retrocessos no financiamento de projetos culturais. Sua figura pública não se limita à atuação artística; ela se tornou um símbolo de resistência cultural em tempos de adversidade.</p><ul><li><p>Posicionamento político</p></li></ul><p>Durante os períodos mais sombrios da ditadura militar no Brasil, Fernanda não hesitou em apoiar a produção de peças e filmes que desafiavam o regime e suas incompreensíveis regras de censura, participando de obras críticas que defendiam a liberdade de pensamento.</p><p><br></p><p>Ainda que Fernanda se mantenha discreta sobre sua vida pessoal, sua postura política ao longo das décadas nunca foi passiva. Durante o regime militar, nos anos 1960 e 1970, Fernanda Montenegro foi uma das artistas que ousaram atuar em espetáculos que desafiavam a censura. Na peça <em>Cristo Proclamado</em>, por exemplo, a companhia <em>Teatro dos Sete</em> abordou questões religiosas e existenciais, tratando temas considerados sensíveis para o regime da época.</p><p><br></p><p>Mais informações em:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://vermelho.org.br/2024/10/16/fernanda-montenegro-95-anos-de-compromisso-etico-e-80-de-defesa-da-arte-e-da-cultura/#:~:text=Ainda%20que%20Fernanda%20se%20mantenha,espet%C3%A1culos%20que%20desafiavam%20a%20censura.">https://vermelho.org.br/2024/10/16/fernanda-montenegro-95-anos-de-compromisso-etico-e-80-de-defesa-da-arte-e-da-cultura/#:~:text=Ainda%20que%20Fernanda%20se%20mantenha,espet%C3%A1culos%20que%20desafiavam%20a%20censura.</a></p><p><br></p><p><strong>Filme</strong>:</p><p>Confira o trailer de “Ainda Estou Aqui”:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/_NzqP0jmk3o?si=3AvT57B49DGCGp9W">https://youtu.be/_NzqP0jmk3o?si=3AvT57B49DGCGp9W</a></p><p><br></p><p>Fernanda Montenegro participa do filme "Ainda Estou Aqui". A atriz interpreta a personagem Eunice Paiva, a versão mais velha da personagem, que é interpretada por sua filha, Fernanda Torres. </p><p><br></p><p>“Ainda Estou Aqui” trata-se da adaptação do livro homônimo escrito por Marcelo Rubens Paiva. A história se passa na década de 1970, no período mais intenso da ditadura militar no Brasil, e acompanha a trajetória da família Paiva, composta por Rubens, Eunice e seus filhos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 15:20:51 UTC</pubDate>
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         <title>Milton Nascimento </title>
         <author>franciscamarcia1</author>
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         <pubDate>2025-01-13 15:21:01 UTC</pubDate>
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         <title>Elis Regina </title>
         <author>franciscamarcia1</author>
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         <pubDate>2025-01-13 15:21:11 UTC</pubDate>
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         <title>Rita Lee</title>
         <author>franciscamarcia1</author>
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         <pubDate>2025-01-13 15:21:33 UTC</pubDate>
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         <title>Nara Leão </title>
         <author>franciscamarcia1</author>
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         <description><![CDATA[<p>EQUIPE MENINAS EM AÇÃO:</p><p>CLARISSA,ERLANE,MARIA FERNANDA, RENATA </p><p><br></p><p>BIOGRAFIA:</p><p>Nara Leão foi uma cantora e compositora brasileira, nascida em 19 de janeiro de 1942, no Rio de Janeiro, e falecida em 7 de julho de 1989.</p><p> </p><p>Ela é considerada uma das figuras mais importantes da música popular brasileira e um ícone do movimento da Bossa Nova, além de ter desempenhado um papel fundamental na Tropicália e na MPB (Música Popular Brasileira).</p><p> Nara Leão foi uma artista que se destacou na crítica à ditadura militar, na defesa da liberdade de expressão e da inovação artística</p><p>&nbsp;A cantora, compositora e instrumentista brasileira contribuiu para a luta contra o regime militar de diversas formas</p><p>sempre com um viés político evidente, se contrapondo ao momento protagonizado pela ditadura militar.&nbsp;</p><p><br></p><p>MUSICA:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/a-6MBY-7kp8?si=AUT5yg6IPN-moOBN"><strong>1°   </strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/a-6MBY-7kp8?si=AUT5yg6IPN-moOBN"><strong>https://youtu.be/a-6MBY-7kp8?</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/a-6MBY-7kp8?si=AUT5yg6IPN-moOBN"><strong>si=AUT5yg6IPN-moOBN</strong></a></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 15:21:39 UTC</pubDate>
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         <title>Tônia Carrero </title>
         <author>franciscamarcia1</author>
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         <pubDate>2025-01-13 15:21:52 UTC</pubDate>
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         <title>Marieta Severo </title>
         <author>franciscamarcia1</author>
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         <pubDate>2025-01-13 15:22:04 UTC</pubDate>
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         <title>Glauber Rocha </title>
         <author>franciscamarcia1</author>
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         <description><![CDATA[<p>EQUIPE: ACAD / Acadêmicos - Apenas Eu José Carlos</p><p><br></p><p>Biografia / Glauber Rocha</p><p><br></p><p>Primeiros Anos (1939-1964):</p><p>Glauber de Andrade Rocha nasceu em 14 de março de 1939, em Vitória da Conquista, Bahia. Desde jovem, demonstrou interesse por artes, literatura e cinema. Mudou-se para Salvador na adolescência, onde começou a frequentar a cena cultural efervescente da cidade. Enquanto cursava Direito na Universidade Federal da Bahia, Glauber se envolveu profundamente com o teatro, a crítica cultural e o cineclubismo.</p><p>Sua estreia no cinema foi com o curta-metragem Pátio (1959), seguido pelo longa Barravento (1962), um marco inicial de sua carreira. Nesse filme, Glauber começou a explorar questões sociais, culturais e políticas que caracterizariam toda a sua obra, como a opressão das classes populares e os conflitos entre tradição e modernidade.</p><p>Durante a Ditadura Militar (1964-1985):</p><p>O golpe militar de 1964 aconteceu no auge da carreira de Glauber Rocha. Nessa época, ele já havia lançado Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), obra que se tornaria um ícone do Cinema Novo, movimento que Glauber ajudou a consolidar. O Cinema Novo propunha a criação de filmes que refletissem a realidade social brasileira e fossem instrumentos de transformação política.</p><p>Seus filmes eram carregados de metáforas e símbolos que denunciavam as desigualdades e os abusos do regime militar. Em Terra em Transe (1967), Glauber criticou abertamente o autoritarismo, a corrupção e as contradições do poder político no Brasil, o que gerou reações negativas do governo. Apesar das ameaças de censura, o filme foi reconhecido internacionalmente e premiado no Festival de Cannes.</p><p>Durante esse período, Glauber viveu sob constante vigilância e pressão do regime militar. Mesmo assim, lançou O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro (1969), no qual reafirmou seu compromisso com a crítica ao autoritarismo.</p><p>Exílio (1970-1976):</p><p>Devido à intensificação da repressão, Glauber foi forçado ao exílio em 1971. Viveu na Europa, América Latina e África, onde continuou a produzir filmes e a escrever. Durante esse período, dirigiu Cabeças Cortadas (1970) e O Leão de Sete Cabeças (1970), obras que expandiram suas críticas aos contextos de opressão global.</p><p>Apesar de estar fora do Brasil, Glauber manteve viva a luta pela democracia, utilizando o cinema como uma forma de resistência cultural. Ele também escreveu manifestos que influenciaram cineastas e intelectuais ao redor do mundo.</p><p>Retorno e Últimos Anos (1976-1981):</p><p>Glauber voltou ao Brasil em 1976, mas enfrentou dificuldades devido à censura e à falta de financiamento para seus projetos. Mesmo assim, continuou a trabalhar e lançou seu último filme, A Idade da Terra (1980), uma obra experimental que sintetizou suas ideias sobre o Brasil e o mundo.</p><p>Ele morreu precocemente em 22 de agosto de 1981, no Rio de Janeiro, aos 42 anos, devido a complicações relacionadas à saúde.</p><p>Contribuições Culturais e Legado:</p><p>1. Cinema Novo: Glauber Rocha foi um dos maiores expoentes do movimento, que defendia a produção de filmes politicamente engajados e esteticamente inovadores.</p><p>2. Crítica ao Autoritarismo: Suas obras são um testemunho da resistência cultural durante a Ditadura Militar, trazendo reflexões profundas sobre poder, desigualdade e luta por liberdade.</p><p>3. Influência Internacional: Ele colocou o cinema brasileiro no mapa mundial, ganhando prêmios importantes e influenciando gerações de cineastas.</p><p>4. Arte como Resistência: Glauber mostrou como o cinema poderia ser uma ferramenta poderosa para combater a opressão e promover a conscientização política.</p><p>Relação com a Atividade Proposta no Padlet:</p><p>Glauber Rocha encarnou a resistência cultural no Brasil durante um dos períodos mais sombrios de sua história. Sua obra é um exemplo claro de como a arte pode transcender o entretenimento e se tornar um instrumento de transformação social e política. Além disso, sua filmografia e vida pessoal mostram a relevância de conectar passado e presente, incentivando reflexões sobre as lutas democráticas atuais.</p><p><br></p>]]></description>
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         <title>Augusto Boal </title>
         <author>franciscamarcia1</author>
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         <pubDate>2025-01-13 15:22:51 UTC</pubDate>
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         <title>Henfil </title>
         <author>franciscamarcia1</author>
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         <title>Paulo José </title>
         <author>franciscamarcia1</author>
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         <pubDate>2025-01-13 15:23:35 UTC</pubDate>
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         <title>Cacá Diegues</title>
         <author>franciscamarcia1</author>
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         <pubDate>2025-01-13 15:31:49 UTC</pubDate>
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         <title>Ney Matogrosso </title>
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         <description><![CDATA[<p>Equipe: Raí Raimundo, Franciel Roseno e Lauriane Adrielly </p><p><br></p><p><br></p><p>Ney Matogrosso, nascido em 1º de agosto de 1941, em Bela Vista (MS), Ney Matogrosso é um cantor, intérprete e diretor brasileiro conhecido por sua voz marcante e performances cênicas únicas. Iniciou sua trajetória com o grupo Secos &amp; Molhados (1973-1974) e, após o sucesso, lançou sua carreira solo com o álbum Água do Céu - Pássaro (1975).  </p><p><br></p><p>Considerado pela Rolling Stone a terceira maior voz brasileira, Ney é reconhecido por sua versatilidade, transitando por gêneros como MPB, samba, rock e bossa nova, além de interpretar grandes compositores como Chico Buarque e Cartola.  </p><p><br></p><p>Sua ousadia estética, com figurinos exóticos e maquiagem cênica, desafiou padrões de gênero no Brasil e o consolidou como um ícone cultural. Com mais de cinco décadas de carreira, Ney Matogrosso segue como referência artística e símbolo de inovação na música brasileira.</p><p><br></p><p>Em plena ditadura, Ney foi visceral e revolucionário.</p><p><br></p><p><strong>Grupo musical:</strong> Secos &amp; Molhados (1973 – 1974)</p><p>Altura: 1,7 m</p><p><br></p><p><strong>Livros: </strong>Vira-lata de raça, memórias e ousar ser</p><p><br></p><p><strong>Pais: </strong>Antônio Matogrosso Pereira, Beita de Souza Pereira</p><p><br></p><p><strong>Prêmios: </strong>Prêmio da Música Brasileira - Pop / Rock / Reggae / Hiphop / Funk</p><p><br></p><p><strong>Ney Matogrosso - Yolanda (DVD Bloco na Rua):</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/YO3RW38tf94?si=oiux5DXkZDrYNS89">https://youtu.be/YO3RW38tf94?si=oiux5DXkZDrYNS89.</a></p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Ney matogrosso sobre a política no Brasil:</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/PDFnIA1m4vM?si=-1S-nuL-ChTkUWNF">https://youtu.be/PDFnIA1m4vM?si=-1S-nuL-ChTkUWNF</a></p><p><br></p><p><strong>Ney Matogrosso lembra beijo no quartel e diz que Brasil está mais 'careta' do que na ditadura: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/pop-arte/musica/noticia/2018/11/20/ney-matogrosso-lembra-beijo-no-quartel-e-diz-que-brasil-esta-mais-careta-do-que-na-ditadura.ghtml">https://g1.globo.com/pop-arte/musica/noticia/2018/11/20/ney-matogrosso-lembra-beijo-no-quartel-e-diz-que-brasil-esta-mais-careta-do-que-na-ditadura.ghtml</a></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 17:01:43 UTC</pubDate>
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