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      <title>Portifólio Sheila by SHEILA DE JESUS CARVALHO SANTOS</title>
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      <description>Atividades  desenvolvidas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-15 01:22:16 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação do padlet</title>
         <author>201620005</author>
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         <description><![CDATA[<div>Este trabalho foi proposto como atividade final da disciplina de estagio durante o ensino remoto.<br>estão aqui representadas todas as atividades desenvolvidas durante o semestre, como também reflexões e vivencias ocorridas durante esse período.<br>    </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-28 11:57:43 UTC</pubDate>
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         <title>Concepções de estágio </title>
         <author>201620005</author>
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         <description><![CDATA[<div>PIMENTA E LIMA, Selma Garrido pimenta, Maria Socorro Lucena Lima, Estágio e docência: diferentes concepções, Revista Poíesis -Volume 3, Números 3 e 4, pp.5-24, 2005/2006<br><br></div><div>Em estágio e docência diferentes concepções as autoras entendem o estágio como campo de conhecimento que produz a interação dos cursos de formação com o campo social, e poderá se constituir como atividade de pesquisa. Os currículos têm se apresentado como aglomerados de disciplinas isoladas, como se a teoria e a pratica fossem separadas, e para desfazer essa concepção elas apontam o desenvolvimento do estágio como uma atividade investigativa que envolve a reflexão e a intervenção na vida da escola.<br><br></div><div>        O texto estar dividido em quatro tópicos, nos quais as autoras apresentam as concepções de pratica como imitação de modelo, pratica como instrumentalização técnica, o que elas entendem por teoria e pratica, e como o estágio pode superar a separação teoria e pratica.<br><br></div><div> <br><br></div><div>            No primeiro tópico a pratica como imitação de modelo, a profissão docente se aprende observando, imitando e reproduzindo modelos e práticas já existentes, esse modelo apresenta algumas limitações como: a escola resume seu papel à apenas ensinar, e se o aluno não aprende culpa-se outras esferas da vida como a família, a cultura, a classe social; reduz a atividade docente a apenas um fazer, gerando conformismo. Esse tipo de estagio resume-se em observar professores e imita-los.<br><br></div><div>            No segundo tópico a pratica como instrumentalização técnica, essa perspectiva utiliza-se de técnicas para executar as operações e ações próprias, porem essas habilidades não são suficientes para resolução dos problemas encontrados pelos professores, e as técnicas não dá conta do conhecimento cientifico nem da complexidade de situações que surgem no ambiente escolar. Nesse modelo a atividade de estágio fica reduzida à hora da prática, ao como fazer, às técnicas a ser empregadas em sala de aula, ao desenvolvimento de habilidades específicas do manejo de classe, ao preenchimento de fichas de observação, diagramas, fluxogramas, afastando-se da vida e da realidade que ocorre nas escolas.<br><br></div><div>            No terceiro tópico: o que entendemos por teoria e prática, as autoras expõem a dicotomia que existe entre a teoria e a pratica, e evidencia que o estágio é teoria e pratica, e não uma coisa ou outra, elas introduzem um conceito de ação docente para explicitar que o estágio é composto pelas duas coisas. <br><br></div><div>Para Sacristán (1999), a prática é institucionalizada; são as formas de educar que ocorrem em diferentes contextos institucionalizados, e A ação refere-se aos sujeitos, seus modos de agir e pensar. <br><br></div><div>“ Denominaremos de ação pedagógica as atividades que os professores realizam no coletivo escolar, supondo o desenvolvimento de certas atividades materiais, orientadas e estruturadas. Tais atividades têm por finalidade a efetivação do ensino e da aprendizagem por parte dos professores e alunos. Esse processo de ensino e aprendizagem é composto de conteúdos educativos, habilidades e posturas científicas, sociais, afetivas, humanas, enfim, utilizando-se de certas mediações pedagógicas específicas”.(pimenta e lima pag12)<br><br></div><div>Para as autoras A prática educativa é um traço cultural compartilhado e que tem relações com o que acontece em outros âmbitos da sociedade e de suas instituições, todas as disciplinas são ao mesmo tempo teóricas e práticas, portanto devem contribuir para sua finalidade que é formar professores.<br><br></div><div>            O quarto tópico o estágio superando a separação teoria e prática está subdividido em dois. No primeiro, O estágio: aproximação da realidade e atividade teórica, as autoras consideram que a finalidade do estágio e proporcionar o aluno uma aproximação com a realidade na qual atuará. Concluindo que o estágio é uma atividade teórica instrumentalizadora da práxis docente, entendido como atividade teórica de conhecimento, fundamentação, e intervenção na realidade, portanto e no contexto da escola, da sala de aula, do sistema de ensino que a práxis se da.<br><br></div><div>O segundo: o estágio como pesquisa e a pesquisa no estágio, elas apresentam um método que permite que os estagiários desenvolvam habilidades de pesquisadores, compreendendo e problematizando as situações que surgem.<br><br></div><div>Essa visão mais abrangente e contextualizada do estágio indica, para além da instrumentalização técnica da função docente, um profissional pensante, que vive num determinado espaço e num certo tempo histórico, capaz de vislumbrar o caráter coletivo e social de sua profissão (cf. Lima, 2001).<br><br></div><div>Schön propõe uma formação profissional baseada numa epistemologia da prática, ou seja, na valorização da prática profissional como momento de construção de conhecimento, por meio de reflexão, análise e problematização desta e o reconhecimento do conhecimento tácito, presente nas soluções que os profissionais encontram em ato.  Com isso, abre perspectivas para a valorização da pesquisa na ação dos profissionais, colocando as bases para o que se convencionou denominar o professor–pesquisador de sua prática.<br><br></div><div>Percebe-se que as autoras defendem esse tipo de estágio, mas ressalta que deve se constituir um projeto bem articulado para que ele ocorra de maneira satisfatória, aliando teorias, praticas, experiências, e analise de situações. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-28 11:58:55 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre pesquisa no estágio</title>
         <author>201620005</author>
         <link>https://padlet.com/201620005/qfcskp7cplnrum06/wish/966965452</link>
         <description><![CDATA[<div>MARTUCCI, Elisabeth Márcia. Estudo de caso Etnográfico. Revista de Biblioteconomia de Brasília. V. 25, n2,p. 167-180, 2001. Disponível em:  &lt; http://www.brapci.inf.br/_repositorio/2010/03/pdf_1e9bd793d3_0008783.pdf &gt;<br><br></div><div>            A autora traz uma abordagem sobre a pesquisa etnográfica, focando no estudo de caso etnográfico.  O texto está dividido em três partes que são: alguns princípios da pesquisa interpretativa, as microculturas e a pesquisa etnográfica, e o estudo de caso etnográfico.<br><br></div><div>            Na primeira parte a autora traz os estudos de alguns autores a respeito da pesquisa interpretativa. Ressalta que a pesquisa envolve pressupostos da sociedade humana, que a sociedade é vista como pessoas em ação, e que a vida de um grupo é um processo de formação que se modifica, que a realidade é o significado das experiências e essas, são socialmente construídas. Ainda na primeira parte ela traz o pensamento de Erickson que afirma que os atores sociais constroem significados diferente, abertos a reinterpretação e mudanças; traz nesse paragrafo uma citação de Chizzotti que diz que o “objeto da ciência social é ir buscar o significado que as pessoas dão ao seu mundo e suas práticas”. Dos estudos de Erickson destaca ainda, o interesse central da pesquisa no significado humano da vida social e sua elucidação e exposição pelo pesquisador. Traz o estudo de Minayo explicando que a pesquisa qualitativa preocupa-se em explicar os meandros das relações sociais e que a tarefa do pesquisador é ir buscar a compreensão da realidade humana; de Sanches Gambor que diz que os objetos de pesquisa precisam ser compreendidos; e fecha a com pensamento de Bogdan; Biklen que esclarece que a pesquisa é naturalista ou de campo, é descritiva, é indutiva e de significações.<br><br></div><div>            Na segunda parte as microculturas e a pesquisa etnográfica a autora explica que as microculturas são grupos que possuem uma forma particular de organização, interação, normas culturais, são dinâmicos e estão em constante mudança. A pesquisa se interessa pela particularidade, pela especificidade desse grupo, e precisa responder a três questões básicas: 1) O que está acontecendo, especificamente, na ação social que ocorre neste campo particular? 2)Que significados essas ações têm para os atores envolvidos no momento em que ocorrem? 3)Como os acontecimentos estão organizados em padrões de organização social, e quais são os princípios culturais que conduzem a vida cotidiana?. A autora destaca que a pesquisa do tipo etnográfico possui duas características essenciais: 1 envolve um trabalho prolongado de campo, o pesquisador aproxima-se de pessoas, situações, locais, eventos, mantendo com eles um contato direto e prolongado que permite reconstruir os processos e as relações que configuram a experiência diária; e 2. Utiliza um conjunto de técnicas para coletar dados sobre os valores, os hábitos, as crenças, as práticas e os comportamentos de um grupo social especialmente a observação participante, a entrevista intensiva e a análise de documentos.<br><br></div><div>            Na terceira parte a autora trata do que é um estudo de caso etnográfico explicando que é: um estudo descritivo exaustivo para fins de tratamento, intervenção e ilustração à resolução de uma situação problema. Ela aponta as principais características desse tipo de pesquisa: visam à descoberta: a compreensão de um caso exige que o pesquisador fique sempre atento a novos elementos; enfatizam a “interpretação em contexto”; buscam retratar a realidade de forma completa; usam uma variedade de fontes de informação; permitem generalizações naturalísticas: os resultados de um estudo de caso podem ser estendidos naturalmente a outras situações similares; procuram representar os diferentes pontos de vista presentes numa situação social; utilizam uma linguagem científica mais acessível: os relatórios possuem um estilo informal, narrativo, ilustrado por figuras de linguagem, citações, exemplos e descrições. <br><br></div><div> Ela destaca também que o estudo de caso possui três etapas, o planejamento, coleta de dados, e sistematização, e que para coleta de dados existe três técnicas:  1observação participante O trabalho de campo deve ser desenvolvido por um longo tempo, com muitos encontros com os sujeitos, em seu ambiente natural, acompanhando e participando de suas atividades cotidianas, buscando descrever a situação, compreendê-la, revelar os seus múltiplos significados (ibid., p.37-38), atentando-se para o princípio da relativização, isto é, colocando-se o eixo de referência do olhar no universo pesquisado, nos significados culturais dos atores, ao mesmo tempo distanciando-se do universo de significados culturais do pesquisador;<br><br></div><div>2 Entrevista: uma conversa intencional entre duas pessoas, dirigida por uma das pessoas, com o objetivo de obter informações, utilizada para recolher dados descritivos na linguagem do próprio sujeito, permitindo ao investigador desenvolver intuitivamente uma idéia sobre a maneira como os sujeitos interpretam aspectos do mundo;<br><br></div><div>3 Textos escritos pelos sujeitos: os textos produzidos pelos sujeitos também constituem fontes naturais de informação para o pesquisador, referindo-se a cartas, redações, depoimentos, diários e outros registros escritos pelos sujeitos: qualquer narrativa feita na primeira pessoa que descreva ações, experiências e crenças dos indivíduos. <br><br></div><div>Por fim ela ressalta as vantagens do estudo de caso por que fornece uma visão profunda, ampla e articulada de uma unidade social complexa, possui a capacidade de retratar situações vivas do dia-a-dia, clarifica os vários sentidos do fenômeno estudado e, com isto, é considerado relevante na construção de novas teorias e no avanço do conhecimento. É um tipo de estudo qualitativo que gratifica tanto os pesquisadores experientes quanto os iniciantes, pois pode ter graus de dificuldade variável. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-28 11:59:48 UTC</pubDate>
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         <title>Jornada pedagógica na rede municipal</title>
         <author>201620005</author>
         <link>https://padlet.com/201620005/qfcskp7cplnrum06/wish/966965736</link>
         <description><![CDATA[<div>A jornada pedagógica na rede municipal ocorreu nos dia 02 e 03 de março de 2020 no Centro de cultura Antônio Carlos Magalhães e teve como tema "o currículo e suas interfaces na educação.<br>A jornada pedagógica contou com a excelente palestra da professora Alda  Pepe. a principal discursão da jornada era a nova BNCC, as politicas publicas de ensino, e o plano municipal de educação,  porem o destaque ficou por conta da luta dos professores representados pelo seu sindicato, que protestavam contra o corte de seus direitos e o descaso com a educação publica por parte do governo municipal, publicando inclusive um manifesto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-28 12:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>Jornada pedagógica na escola</title>
         <author>201620005</author>
         <link>https://padlet.com/201620005/qfcskp7cplnrum06/wish/966966277</link>
         <description><![CDATA[<div>A jornada pedagógica na escola municipal Dr Joel coelho Sá ocooreu entre os dias 04 e 06 de março de 2020.  durante estes dias os professores se dedicaram a construir o plano de curso da escola.<br>o trabalho se iniciou com o acolhimento e apresentação da equipe escolar, depois o planejamento das ações pedagógicas do ano,  construção do plano de curso por disciplinas, e  os professores junto com a coordenação dedicaram-se a aprender e entender a nova BNCC, que era uma novidade para todos e que teria que ser implementada.  a equipe do CAIC também organizou a rotina da escola desde os horários ate a utilização dos recursos que a escola possui, e planejaram também a primeira semana de aula e o diagnostico das turmas, trabalho este que seria feito com a colaboração dos estagiários da UESB.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-28 12:00:59 UTC</pubDate>
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         <title>Investigando a cultura escolar</title>
         <author>201620005</author>
         <link>https://padlet.com/201620005/qfcskp7cplnrum06/wish/966966770</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A Escola Dr Joel Coelho Sá, localiza-se na Avenida Antônio tourinho, s/n, no bairro do Jequiezinho na cidade de Jequié-BA. Contém aproximadamente 377 alunos, é uma escola de anos iniciais e possui um núcleo de educação infantil. A escola está localizada em um bairro carente, os alunos em sua maioria são de baixa renda, e chegam na escola através do transporte escolar, vindos da comunidade do jardim tropical e da cachoeirinha, dois locais com sérios problemas sociais. Ao chegar na escola alguns alunos adentram a unidade, geralmente os que vão tomar café da manhã, outros ficam espalhados brincando na parte externa, uma pequena parte chega a pé, acompanhado de algum responsável ou às vezes sozinhos, após o chamado eles formam filas, fazem uma oração e seguem para as salas de aula de maneira ordenada. São as pessoas que estão na escola que moldam o lugar, cada indivíduo que à adentra é um sujeito sócio-cultural, frutos de várias experiências e espaços sociais. “São essas experiências, entre outras que constituem os alunos como indivíduos concretos, expressões de um gênero, raça, lugar e papéis sociais, de escalas de valores, de padrões de normalidade. [...]  “Portanto, os alunos que chegam à escola são sujeitos socioculturais, com um saber, uma cultura, e também com um projeto, mais amplo ou mais restrito, mais ou menos consciente, mas sempre existente, fruto das experiências vivenciadas dentro do campo de possibilidades de cada um. A  escola é parte do projeto dos alunos.” (pag9)<br><br></div><div>O espaço escolar é composto por salas de aula, sala de coordenação, sala da direção, secretaria escolar, um auditório, uma sala de reuniões, sala de informática, porém está desativada, sala de recursos, sala da secretaria, sala de mecanografia, almoxarifado, refeitório e cozinha que são bem organizados e limpo. Uma biblioteca, uma quadra de esportes coberta. Essa é a visão geral da escola, as pessoas tem um pensamento comum em relação a esse espaço Dayrell traz essa visão “A escola é vista como uma instituição única, com os mesmos sentidos e objetivos, tendo como função garantir a todos o acesso ao conjunto de conhecimentos socialmente acumulados pela sociedade”(, ou seja as pessoas à veem como um lugar homogêneo.<br><br></div><div>A estrutura da escola é modelo padrão, os espaços são bem amplos e podem contribuir no desenvolvimento das crianças através do lúdico, porém o uso do espaço é inadequado, principalmente a área externa. “ Nesse sentido, a arquitetura escolar interfere na forma da circulação das pessoas, na definição das funções para cada local. [...] O espaço arquitetônico da escola expressa uma determinada concepção educativa.” (pag12)<br><br></div><div>A escola em si é escura, falta iluminação adequada nos corredores, e também faltam muitas lâmpadas no lado de fora, obras inacabadas; apesar do esforço em colocar painéis novos, a pintura é antiga que comprometem a estética do ambiente escolar. Dayreel afirma: “ a pobreza estética, a falta de cor, de vida, de estímulos visuais, deixa entrever a concepção educativa estreita, confinada à sala de aula e à instrução” (pag 13)<br><br></div><div>A escola tem salas fechadas que se houvesse   investimento dariam em ótimas salas de recursos propícios para o desenvolvimento dos alunos através da criatividade, não tem um espaço adequado para deficientes físicos, as salas ficam no primeiro andar, as escadas são íngremes, não possui rampa de acesso e o elevador nao foi instalado. O espaço deve estar preparado para receber todos os alunos e sua diversidades, para se garantir o direito de todos ao acesso à educação “os alunos chegam à escola marcados pela diversidade, reflexo dos desenvolvimentos cognitivo, afetivo e social, evidentemente desiguais, em virtude da quantidade e qualidade de suas experiências e relações sociais, prévias e paralelas à escola. O tratamento uniforme dado pela escola só vem consagrar a desigualdade e as injustiças das origens sociais dos alunos.” (pág 5) a escola deve ser inclusiva.<br><br></div><div>As salas de aula não tem climatizadores, apenas um ventilador, mas são iluminadas e frescas devido às janelas; os banheiros são limpos organizados mas também não são adaptados; possui uma biblioteca ampla, organizada, limpa e pode ser utilizada por todos os professores e alunos em um sistema de escala;  o  refeitório e a cozinha são espaço bem adequado, com mesas e cadeira, pia para lavar as mãos, são separados por uma espécie de balcão onde são colocados os pratos para as crianças em fila pegarem, o ambiente é  limpo, organizado e iluminado. possui um auditório climatizado onde ocorrem os principais eventos da escola. a parte externa da escola tem muito espaço porém não é aproveitado, tem quadra de esportes coberta que não é utilizada frequentemente, está com a estrutura bem desgastada, e não é limpa adequadamente, podemos observar que a escola também possui uma pequena estação de coleta seletiva de lixo, mas os resíduos estavam misturados e descartados de forma errada.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-28 12:01:41 UTC</pubDate>
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         <title>reflexões sobre o método sociolinguístico  </title>
         <author>201620005</author>
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         <description><![CDATA[<div>Contribuições da psicogênese da língua escrita para a alfabetização: interpretação e consequências, Onaide Schwartz Mendonça e Olympio Correa de Mendonça<br><br></div><div><br></div><div>Os autores abordam através de sua pesquisa os resultados e equívocos advindo da interpretação da teoria da psicogênese da língua escrita. O texto está dividido em três partes que são:  CONTRIBUIÇÕES DA PSICOGÊNESE DA LÍNGUA ESCRITA, A INTERPRETAÇÃO DA PSICOGÊNESE DA LÍNGUA ESCRITA E SUAS CONSEQUÊNCIAS, IMPLICAÇÕES DA INTERPRETAÇÃO DA PSICOGÊNESE<br><br></div><div>            Ferreiro e Teberosky percceberam com sua pesquisa que as crianças antes de chegar a escola já tem ideias sobre a escrita e que percorrem estágios ate a aquisição da leitura e escrita, as pesquisadoras buscaram na psicolinguística fundamentos para a investigação da psicogênese, durante as pesquisas perceberam que tanto as crianças como os analfabetos adultos percorrem o mesmo caminho ate se tornarem um leitor, uma linha regular em três períodos:  ”1º) o da distinção entre o modo de representação icônica (imagens) ou não icônica (letras, números, sinais); 2º) o da construção de formas de diferenciação, controle progressivo das variações sobre o eixo qualitativo (variedade de grafias) e o eixo quantitativo (quantidade de grafias). Esses dois períodos configuram a fase pré-linguística ou pré-silábica; 3º) o da fonetização da escrita, quando aparecem suas atribuições de sonorização, iniciado pelo período silábico e terminando no alfabético.” (pag.4). Assim a psicogênese descreve como o aprendiz se apropria dos conceitos, no nível pre-silabico ele toma consciência que a palavra representa o nome das coisas, percebe que letras são diferentes de desenhos, o nível silábico a princípio sem valor sonoro e posteriormente fara a correspondência som/letra e o nível alfabético o aprendiz analisa na palavra vogais e consoantes da correspondência absoluta som e letra.<br><br></div><div>            A maior contribuição da psicogênese da língua foi revelar os níveis de escrita, assim a elaboração das atividades seria de acordo com a necessidade de quem estava aprendendo, porem por um equívoco gestores da educação introduziram materiais que levava o aluno a descobrir por si só, através de “pistas” a função do sistema de escrita, abandonando assim o ensino sistematizado retardando a aprendizagem.<br><br></div><div>            O próprio referencial teórico da psicogênese da língua escrita nos leva a pensar que as crianças aprendem a ler e escrever do mesmo modo que aprendem a falar e a ouvir, ou seja bastaria estar em contato com a linguagem escrita que aprenderiam, porem os humanos nascem com a capacidade inata de falar e ouvir enquanto a escita e uma criação cultural. Com essa concepção de alfabetização ma interpretada não há necessidade dde ensino sistematizado o que deu margem a equívocos teóricos/práticos. E alguns dos principais foram:<br><br></div><div>1 A definição de alfabetização: alfabetização ou letramento? Estes ssao dois processos distintos porem indissociáveis. Alfabetizar significa ensinar uma técnica, a de ler e escrever quando o aluno le ele realiza a decifração e quando escreve realiza a decodificação.  Já o letramento refere-se ao uso de competências de leitura e escrita por um indivíduo já alfabetizado, letramento e uma tarefa ampla que envolve habilidades de ler, interpretar e produzir textos adequados a exigências sócias. 2 Os alunos aprendem a ler e escrever só de ver o professor escrevendo na lousa: outra orientação afirma que o professor deve contar histórias, em seguida, pedir aos alunos que as recontem e, assumindo o papel de “escriba” da sala, reescreva o texto recontado na lousa, sob a justificativa de que só de ver o professor à lousa, aprenderiam. 3 não precisa ensinar, a criança aprende sozinha: um outro equívoco é o de que o professor não precisa ensinar explicitamente, mas deve dar pistas para que a criança descubra sozinha o funcionamento do SEA. Diz-se, também, que o professor não precisa desenvolver um trabalho sistemático de alfabetização, pois deve exercer a função de “mediador” do conhecimento. 4 alfabetizar por meio de campo semântico, da forma desordenada como vem sendo proposto, supõe a escrita de listas de palavras pertencentes a um mesmo grupo semântico. 5 O professor não pode corrigir o aluno. 6 O salto entre atividades de nível pré-silábico para as de nível alfabético 7 As atividades de escrita predominam sobre as de leitura: Verifica-se também que, a exemplo das cartilhas, as atividades de escrita, para não dizer cópia, têm predominado sobre as atividades de leitura nas salas de alfabetização. 8 A partir do preconceito linguístico criado contra a sílaba, sem a qual é impossível pronunciar palavra alguma da língua portuguesa, a escola tem deixado de trabalhar esse aspecto, que é específico da alfabetização<br><br></div><div>            A psicogênese da língua escrita foi um avanço para o processo de alfabetização das crianças, a descoberta dos níveis de escrita auxilia muito na aprendizagem, porem foi interpretada de maneira errônea pois é uma teoria e não um método. Antes na época das cartilhas havia um método, mas não havia teoria e agora usam a teoria e abandonaram o método, o que ocasionou equívocos. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-28 12:10:08 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre a roda de conversa </title>
         <author>201620005</author>
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         <description><![CDATA[<div>No dia 5 de novembro tivemos a oportunidade de participar de uma roda de conversa com a professora Onaide Mendonça, estávamos ansiosos por esse momento por ser uma autora referencia para nosso curso principalmente na disciplina de estagio. <br>Apesar das dificuldades com a tecnologia, já que é um contexto novo para todos, conseguimos realizar o encontro virtual depois do esforço de uma equipe de professores. durante a roda de conversa a professora Onaide Mendonça explicou o funcionamento e a importância de cada  passo do método sociolinguístico, um momento enriquecedor na nossa formação ela foi extremamente atenciosa em responder os questionamentos feito pela turma, apesar de todo renome podemos perceber o quanto ela é uma pessoa simples, que carrega o sonho de todo professor a esperança em ter uma educação de qualidade e libertadora no nosso país, enfim terminamos a roda de conversa com sentimento de gratidão e de esperança. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-28 12:11:26 UTC</pubDate>
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         <title>Resenha sobre o filme</title>
         <author>201620005</author>
         <link>https://padlet.com/201620005/qfcskp7cplnrum06/wish/966974536</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme Uma Liçao de vida é baseado em fatos reais, retrata  a historia de senhor de 84 anos que vê uma oportunidade de aprender a ler, anisando por conhecimento ele não mede esforços para  realizar seu sonho, ele ingressa em uma turma de alunos de seis anos e submetesse a usar ate o uniforme colegial, ele passa por muitas dificuldades desde o preconceito por sua idade avançada, ate os traumas que carrega devido a guerra da qual foi sobrevivente, apesar das dificuldades   ele encontra apoio principalmente na figura da professora.<br>A mensagem mais importante do filme é o quanto a educação é revolucionaria na vida de uma pessoa, outro destaque e a respeito do papel do professor, como essa figura pode ser transformadora apesar de estar em um sistema que não lhe oferece nenhuma condição de trabalho especialmente na área de educação de jovens e adultos.    </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-28 12:12:20 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto de estágio</title>
         <author>201620005</author>
         <link>https://padlet.com/201620005/qfcskp7cplnrum06/wish/966976635</link>
         <description><![CDATA[<div>O presente projeto faz parte da disciplina Estágio nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, como componente curricular obrigatório do curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB, para obtenção de crédito parcial, sob a orientação da Profª Socorro Aparecida Cabral Pereira. Para tanto construímos a seguinte projeto de intervenção pedagógica nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental com o intuito de abordar a leitura e a escrita por meio da temática “Família: do cuidar ao amar”, de modo a ser estudado dentro da perspectiva de alfabetização e letramento. O tema foi escolhido pela escola devido a proximidade com o dia das mães, e por conta de um projeto já existente na unidade escolar com o objetivo de aproximar a família com a escola. No momento da realização do estágio os saberes teóricos e os saberes das práticas percorrem juntos. O estágio abre a possibilidade de relação com o cotidiano escolar, é o momento de formulação de novas práticas, experiências e ver a escola como espaço de aprendizagem isso contribuirá para o futuro profissional dos estagiários.  <br><br>A temática sobre família é de grande relevância para ser tratada na escola, podemos articular com a alfabetização mostrando aos alunos a importância da família; do cuidado da família com a saúde, alimentação e afeto com seus membros, através das leituras e atividades propostas. O método sociolinguístico que usaremos durante o estágio, nos possibilitará alinhar o tema (família) com o processo de alfabetização porque propõe uma sistematização do trabalho docente, que parte da realidade do aluno através de um tema ou uma palavra geradora, traz a leitura de diferentes textos para sala de aula, desenvolve o diálogo e atividades linguística, e adequar as atividades por níveis. Assim a alfabetização sociolinguística ajudará na organização do pensamento do aluno, por oferecer um trabalho sistematizado, e ainda torna possível as crianças refletirem sobre seu contexto e se conscientizar do cotidiano no qual estão inseridas. Segundo a reportagem do site gazeta do povo a “A taxa de analfabetização mais atual no Brasil foi divulgada pelo IBGE em junho de 2019 na última Pesquisa por Amostra de Domicílios Contínua. O Brasil tem pelo menos 11,3 milhões de pessoas com mais de 15 anos analfabetas (6,8% de analfabetismo). No mundo, mais de 750 milhões permanecem nessa situação.” e que “Mais de 50% dos brasileiros com 25 anos ou mais não terminaram a educação básica.”  e apenas 16,5% têm ensino superior completo. <br><br></div><div>  Os dados descritos são muito preocupantes, e enquanto não mudarmos a alfabetização das crianças não vamos dar conta de mudar essa realidade. o método sociolinguístico onde aplicado tem se mostrado eficaz na alfabetização das crianças e também de adultos, contribuindo para formação do cidadão consciente e crítico.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-28 12:15:08 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivos do projeto de estagio</title>
         <author>201620005</author>
         <link>https://padlet.com/201620005/qfcskp7cplnrum06/wish/966976875</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>OBJETIVO GERAL:<br></strong><br></div><div><br>Este projeto tem como objetivo geral despertar nas crianças a consciência de que pertencem a um grupo (a família) que é responsável pelo seu cuidado e educação. E iniciar com elas uma base no respeito às diferenças, já que nenhuma família é igual. <br><br></div><div><strong><br>OBJETIVOS ESPECÍFICOS:<br></strong><br></div><ul><li><br>Refletir sobre a importância da família na educação dos indivíduos;</li><li>Conscientizar os alunos sobre o respeito às diferenças,através de textos e rodas de conversas relacionados a família. </li><li>Experienciar o método sociolinguístico para  contribuição na aquisição da leitura e escrita;</li><li>Utilizar a palavra geradora<strong> </strong> para apresentar diferentes gêneros textuais.</li><li>Estabelecer a relação entre grafemas e fonemas através textos e escritas</li><li>Promover através da leitura  e escrita  a fixação de novas palavras ,frases ,textos e poesias. <br><br></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-28 12:15:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Intervenção didática para com o método sociolinguistico</title>
         <author>201620005</author>
         <link>https://padlet.com/201620005/qfcskp7cplnrum06/wish/966977460</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>TEMA DA INTERVENÇÃO:</strong>  FAMILIA<br><br></div><div><strong>PALAVRA GERADORA:</strong> CUIDADO<br><br></div><div><strong>OBJETIVOS:<br></strong><br></div><div>●       Refletir sobre a importância da família;</div><div>●       Aprender sobre as diferenças;</div><div>●       Aprender a escrita da palavra CUIDADO</div><div>●       Fazer a análise linguística da palavra;</div><div>●       Identificar a quantidade de sílabas nas palavras estudadas;<br><br></div><div> </div><div><strong>PRIMEIRO MOMENTO – CODIFICAÇÃO<br></strong><br></div><div>→    Contação da história “ Um amor de família”, por meio de imagens impressas.</div><div>→    Discussão sobre a história, fazendo os seguintes os questionamentos:</div><div>●       Quem eram os membros da família?</div><div>●        Como eles eram?</div><div>●       O que a tia ensinou para ele?</div><div>●       Tinha algum membro da família que ele não gostava?</div><div> <br><br></div><div><strong>SEGUNDO MOMENTO - DESCODIFICAÇÃO  <br></strong><br></div><div>●       Apresentar a história <strong>“o livro da família” </strong></div><div> </div><div>●       Criar o espaço da família:</div><div>Cada aluno com a autorização dos pais irá levar uma foto dele com a sua família, vamos montar um cartaz com suas fotos características e o que mais gosta de fazer em família.</div><div> </div><div>→    Dialogar sobre as diferenças e que devemos respeitar a individualidade de cada pessoa; </div><div>→    Explicar a função da família sobre cuidado e educação das crianças;</div><div>→     Expor a parceria da escola com a família.</div><div><strong> <br></strong><br></div><div><strong>TERCEIRO MOMENTO – ANÁLISE LINGUÍSTICA<br></strong><br></div><div>→    Leitura do alfabeto de (letras bastão, maiúsculas e minúsculas);</div><div>→    Apresentação da palavra geradora <em>família</em>;</div><div>→    Perguntar quantas vezes abrimos a boca para falar a palavra <em>CUIDADO</em>;</div><div>→    Fazer o reconhecimento das letras que formam a palavra <em>;</em></div><div>→    Fazer a separação das sílabas, mostrando quantas vezes abrimos a boca para falar família;</div><div>→    Apresentação das famílias silábicas: </div><div>                                                         CUI-DA-DO<br>                                                       CAI- CEI- COI- CUI- - CÃO<br><br></div><div>DA- DE- DI- DO – DU- DÃO<br><br></div><div>A- E- I- O- U- ÃO<br><br></div><div>→    Leitura e formação de novas palavras (no quadro) com as famílias silábicas da palavra geradora;</div><div>→    Socialização das palavras formadas pelas crianças;<br><br><strong>QUARTO MOMENTO –  JOGO PEDAGOGICO<br></strong><br></div><div><strong> QUINTO MOMENTO ATIVIDADES POR NIVEIS DE ESCRITA<br></strong><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-28 12:16:16 UTC</pubDate>
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         <title>Atividades para alunos pré-silábicos</title>
         <author>201620005</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div><div><strong> <br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-28 12:20:06 UTC</pubDate>
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         <title>Atividades para alunos silábicos</title>
         <author>201620005</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-28 12:23:14 UTC</pubDate>
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         <title>Atividades para alunos alfabéticos</title>
         <author>201620005</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-28 12:24:13 UTC</pubDate>
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         <title>jogo pedagógico</title>
         <author>201620005</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>F</strong>ormando palavras: <br><br></div><div><br>Materiais: <br>folhas de EVA <br>cola<br>velcro<br>cartolina <br><br></div><div><strong><br> </strong>como construir:<br><br></div><div><br>nas folhas de eva a professor fará um painel colocando o nome do jogo, depois ira cortar três pedaços do velcro com dois centímetros colar um em baixo do outro com espaços entre eles, vai dar um espaço de mais ou menos dez centímetro e formar mais quatro colunas, na primeira ficará a figura que o professor vai escolher de acordo com o tema e nas demais as sílabas que os alunos vão formar as palavras.  será construído também fichas com várias sílabas, elas serão de cartolina  corte pedaços de cartolina de tamanhos iguais e escreva ou cole impresso as sílabas que formam os nomes das figuras escolhidas, atrás das fichas cole a outra parte do velcro para que as crianças grudem as sílabas no painel.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 01:01:11 UTC</pubDate>
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         <title>Galeria</title>
         <author>201620005</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 02:45:43 UTC</pubDate>
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