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      <title>Política e Educação  by Giovanna Ellen</title>
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      <description>Equipe: Giovanna Ellen, Naiara Silva e Yasmin Moreira. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-25 18:23:31 UTC</pubDate>
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         <title>A mão de obra infantil na Revolução Industrial</title>
         <author>giovannaellenfeitosa</author>
         <link>https://padlet.com/giovannaellenfeitosa/qeg2fze79t79e21d/wish/2531434079</link>
         <description><![CDATA[<div>Conforme foi visto na aula do dia 20 de março de 2023, falaremos um pouco sobre o trabalho infantil no período da Revolução Industrial.<br>A Revolução Industrial começou na segunda metade do século XVIII na Inglaterra. O trabalho que antes era feito manualmente passou a usar máquinas e o trabalhador passou a ser assalariado. O trabalho infantil foi uma das características mais marcantes da Revolução Industrial, as crianças começavam a trabalhar aos seis anos de idade e eram forçadas a trabalhar em condições insalubres por até 18 horas. Os donos das fábricas viam as crianças como mão de obra barata e eficiente, elas ganhavam uma fração do que os adultos ganhavam e as meninas ganhavam ainda menos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-25 19:14:04 UTC</pubDate>
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         <title>3 Curiosidades sobre a primeira revolução industrial </title>
         <author>ymoreira931</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>1-A invenção da pilha<br>Todos nós sabemos que a Revolução Industrial trouxe muitas inovações para o mundo em todas as suas fases. Porém, você sabia que uma delas é a pilha?<br><br>Isso mesmo. A pilha, que até hoje é utilizada em todo o mundo, foi inventada pelo italiano Alessandro Volta no início do século XIX, depois da Revolução Industrial. A pilha seria importantíssima para a época e complementaria as revoluções que estavam acontecendo devido às transformações industriais.<br><br>2-A ligação direta com o colonialismo<br>Dificilmente os alunos pensam em associar a Revolução Industrial com a expansão do colonialismo europeu sobre outras partes do mundo. Porém, esse é um fato que realmente aconteceu e que estava diretamente ligado às revoluções na indústria.<br><br>A expansão do colonialismo aconteceu porque, a partir do momento em que a Primeira e a Segunda revolução industrial se consolidaram no território da Europa, os europeus passaram a precisar de um maior mercado consumidor, mais matéria-prima e mais combustíveis fósseis.<br><br>Assim, eles viram na possibilidade de conquistar novas terras em outros lugares do mundo a chance de lucrar ainda mais. Dentre as consequências dessa mentalidade, podemos citar o neocolonialismo.<br><br>3-Nem todos aceitaram o evento.<br><br>Nos dias de hoje, não passa pela nossa mente que a Primeira Revolução Industrial pudesse ter sido vista como um malefício para algumas pessoas. Entretanto, isso realmente aconteceu.<br><br>Alguns grupos, em especial aqueles que faziam parte do movimento ludista, eram contra as inovações proporcionadas pela Revolução Industrial na Inglaterra e entravam em fábricas para quebrar todas as ferramentas e máquinas como forma de protesto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-26 14:00:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Análise sobre o filme “O menino que descobriu o vento”/ houve revolução industrial em Malawi?</title>
         <author>Naiiarasilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; O filme “O menino que descobriu o vento”dirigido por Chiwetel Ejiofor, retrata a história de William Kamkwamba, a trajetória de William e sua família se passa em Malawi, sudeste da África. William é retratado no filme como um garoto que possui vários sonhos,&nbsp; e o maior de todos era conseguir&nbsp; estudar. Porém, como sua família passava por muitas dificuldades, em razão da seca e escassez de produção na terra, que era sua fonte de renda, William não podia continuar os estudos na escola na qual frequentava. Mas, ele nunca desistiu desse sonho, ele ia para as aulas escondido do diretor e também visitava a biblioteca frequentemente. Ademais, ele também mantinha o costume de ir ao ferro velho, reciclar algo que poderia servi-lo de alguma forma.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Partindo, para o os questionamentos que a professora Simone fez a turma, cabe a nós da equipe respondê-lo. A princípio, sua primeira pergunta foi: Malawi teve revolução industrial?<br>Bem, acreditamos que sim, porque com a criação do moinho de vento que William construiu a partir do dínamo de uma bicicleta e teve como objetivo possuir água durante todo o ano, para que o plantio e a colheita voltassem a acontecer, e tanto sua família, quanto as demais daquela região pudesse tirar o seu sustento.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Portanto, em razão da criação dessa máquina tecnológica e na união do povo contra a opressão do governo acreditamos que esses acontecimentos foram importantes para que houvesse um ponto de partida para uma revolução industrial.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 14:21:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Revolução industrial nos países da África e América do Sul </title>
         <author>ymoreira931</author>
         <link>https://padlet.com/giovannaellenfeitosa/qeg2fze79t79e21d/wish/2542381026</link>
         <description><![CDATA[<div>Citando as diferenças entre as revoluções do século XVIII e as revoluções na&nbsp; África e nos países da América do sul, é válido lembrar que no início da&nbsp; primeira revolução, somente os ingleses utilizavam a máquina a vapor e detinham técnicas para produção de trens e construção de ferrovias. Com o passar do tempo, outros países passaram a investir também em novas técnicas e se modernizaram. No século 16, várias sociedades africanas foram dizimadas a partir do <em>neocolonialismo</em>, para atender à demanda de mão-de-obra escrava na América, a África testemunhou, na segunda metade do século 19, a entrada, mais uma vez, dos europeus em seu território. Nessa oportunidade, no entanto, os exploradores se aliaram às elites locais, as quais passaram a desfrutar de prestígio social e econômico entre a população explorada.</div><div><br></div><div>A África passaria, então, a atender aos interesses dos países industrializados europeus, que viam no continente a possibilidade de ampliar o capital financeiro, disputando mercado consumidor, matérias-primas e mão-de-obra barata. Para os historiadores, esse neocolonialismo foi uma das consequências da Segunda Revolução Industrial.</div><div>O continente africano tornou-se, assim, uma espécie de objeto de desejo e de satisfação das potências europeias.</div><div><br></div><div><strong>Neocolonialismo:</strong> um ciclo imperialista que levou os países europeus a ocuparem a África e a Ásia, transformando esses territórios em suas colônias. A ocupação desses continentes aconteceu no processo de crescimento industrial vivenciado pela Europa após a Segunda Revolução Industrial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 15:08:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Qual a importância da ciência para o desenvolvimento? </title>
         <author>giovannaellenfeitosa</author>
         <link>https://padlet.com/giovannaellenfeitosa/qeg2fze79t79e21d/wish/2542427355</link>
         <description><![CDATA[<div>A ciência é extremamente importante porque está presente em nosso cotidiano, promove o desenvolvimento sustentável e nos ajuda a melhorar a qualidade de vida. Como foi visto no filme “O Menino que Descobriu o Vento”: William, o personagem principal da obra cinematográfica, acreditava que através do conhecimento da ciência poderia ajudar a sua família e toda comunidade da fome. E graças a ciência e muita persistência, ele utilizou a energia dos ventos para gerar eletricidade e também construiu uma bomba d’água éolica para irrigar as plantações de sua família.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 15:46:36 UTC</pubDate>
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         <title>Política de educação no Brasil</title>
         <author>Naiiarasilva</author>
         <link>https://padlet.com/giovannaellenfeitosa/qeg2fze79t79e21d/wish/2542684956</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Primeiramente, para pensarmos em inferir uma nova política de educação no ensino brasileiro, precisamos entender o conceito de políticas públicas de educação. <br>&nbsp; &nbsp; As políticas públicas de educação são programas ou ações que são criadas pelos governos para colocar em prática medidas que garantam o acesso à educação para todos os cidadãos. Além de garantir a educação para todos também é função das políticas públicas avaliar e ajudar a melhorar a qualidade do ensino do país. Outrossim, as políticas educacionais podem ser entendidas como um meio de construção de valores e conhecimentos que possibilitam o pleno desenvolvimento do educando, incluindo sua capacidade de se comunicar, compreender o mundo ao seu redor, defender suas ideias e exercer a cidadania.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Ademais, programas educacionais são essenciais para a formação do indivíduo. Iniciativas como <strong>Programa Caminho da Escola</strong>, do governo federal, além de outros projetos, auxiliam os estudantes que moram longe de suas respectivas escolas, fornecendo transporte gratuito para asseguram que cheguem até as escolas. O governo federal fornece outros programas ligados a educação no Brasil, porém, ainda se fala em evasão escolar no contexto atual. Dessa maneira, que outras políticas de educação pode ajudar a reverter essa e outras situações? Diante de algumas pesquisas feitas trouxemos alguns exemplos que achamos interessante e que poderia gerar um efeito positivo na educação brasileira.<br>1-<strong>Capacitação e valorização dos professores <br>2-Adoção de uma plataforma de ensino<br>3-Estímulo ao protagonismo dos alunos <br>4-Desenvolvimento das habilidades socioeconômicas do aluno<br>5-Inserção da tecnologia na sala de aula<br>&nbsp;</strong>Como por exemplo a aula digital que já está fazendo sucesso em alguns lugares do Brasil.<br><br>Segue abaixo o link para saberem mais sobre cada exemplo citado acima.<br><a href="https://blog.elevaplataforma.com.br/qualidade-na-educacao-escolar/">https://blog.elevaplataforma.com.br/qualidade-na-educacao-escolar/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 19:35:34 UTC</pubDate>
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         <title>Os impactos da inteligência artificial, como o CHATGPT, na ciência </title>
         <author>Naiiarasilva</author>
         <link>https://padlet.com/giovannaellenfeitosa/qeg2fze79t79e21d/wish/2552129992</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 3 de abril, todos nós da turma de pedagogia fomos assistir uma palestra sobre “Os impactos da inteligência artificial, como o CHATGPT, na ciência”. Durante a conferência foi explicado cada detalhe do CHATGPT, desde a criação do nome e sua importância como uma ferramenta artificial, apontando seus pontos positivos e negativos. Foi uma experiência e tanto, saber mais sobre algo que pode nos ajudar de forma consciente é sempre necessário. É necessário também saber os limites que devemos tomar com essa ferramenta e não pedir, por exemplo, para que o CHATGPT faça um trabalho por nós, não é assim que deve funcionar, além de ser totalmente errado. Ademais, toda informação que absorvemos nos serviu para entender o quão longe vai a inteligência artificial, o quão magnífico é toda essa nova invenção, além de que, essa nova tecnologia pode ajudar no ramo da ciência.&nbsp;Para Bill Gates, o ChatGPT vai mudar o mundo: “Até agora, a inteligência artificial podia ler e escrever, mas não conseguia entender o conteúdo. Os novos programas como o ChatGPT vão tornar muitos trabalhos de escritório mais eficientes. Isso vai mudar o nosso mundo”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-12 20:47:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3 Séries que abordam o tema: Inteligência Artificial </title>
         <author>ymoreira931</author>
         <link>https://padlet.com/giovannaellenfeitosa/qeg2fze79t79e21d/wish/2552173628</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>The Hundred</strong></div><div>A.L.I.E. é um personagem recorrente na segunda, terceira, quarta e sexta temporada, trata-se de uma inteligência artificial criada pela cientista Becca Franko. O comando principal de A.L.I.E. era tornar a vida melhor para a humanidade. Além disso, a I.A. acreditava que a raiz dos problemas da humanidade era a superpopulação e para resolver isso, iniciou uma guerra nuclear em 2052 com a intenção de salvar os humanos da extinção. Após 95 anos, A.L.I.E reinicia seu programa com o objetivo de salvar a humanidade do Segundo Apocalipse Nuclear, inserindo chips em todos que apagavam memórias dolorosas e através do controle da mente, os levavam para uma cidade "perfeita", sem dor e sem sentimentos ruins. Ademais, aqueles que não aceitassem o chip, deveriam eram mortos ou tratados como escravos.</div><div><br></div><div><strong>Black Mirror</strong></div><div>Os episódios que abordam Inteligência Artificial em "<a href="https://www.minhaserie.com.br/serie/1149-black-mirror">Black Mirror</a>" foram aclamados pela crítica. Em "Be Right Back", uma mulher utiliza um programa de IA para conversar com o "fantasma" de seu namorado, que morreu num acidente de carro. Em "San Junipero", duas mulheres se apaixonam numa realidade alternativa que pode abrigar a consciência das pessoas após a morte. Por fim, em "Hang the DJ", um casal cujo "match" tem prazo de expiração curto luta para continuar junto.</div><div><br></div><div><strong>Humans</strong></div><div>Baseada em uma série sueca chamada “Real Humans”, aborda os impactos do surgimento de robôs antropomórficos denominados “synths”, que não possuem consciência humana. Em uma realidade alternativa, os “synths” são comprados para ajudar os humanos em tarefas do cotidiano. Nesse contexto, um pai de família compra uma synth para ajudá-lo em casa sem prever os efeitos causados na sua família pela presença do robô. A série já tem duas temporadas, com uma terceira prevista para este ano. Além de Inteligência Artificial, “Humans” também trata de temas como racismo e ética.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-12 21:56:39 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sobre a música “Admirável Chip Novo” e como o ChatGPT pode prejudicar a educação. </title>
         <author>giovannaellenfeitosa</author>
         <link>https://padlet.com/giovannaellenfeitosa/qeg2fze79t79e21d/wish/2553342310</link>
         <description><![CDATA[<div>Na palestra foi abordada em um certo momento o trecho da música “Admirável Chip Novo” da cantora e compositora Pitty, que me fez refletir um pouco sobre o sistema de inteligência artificial ChatGPT e seu impacto negativo na vida das pessoas. A música diz que a internet e as mídias sociais deram aos usuários a liberdade de se expressar, mas é apenas um sistema que mantém todos viciados. Ao analisarmos a relação entre o ChatGPT e a educação, podemos perceber seu impacto na vida dos usuários dessa ferramenta, pois o uso excessivo pode afetar negativamente o desenvolvimento cognitivo dessas pessoas. Considerando que a ferramenta nos dá várias respostas para todas as perguntas que fazemos, o que fragiliza significativamente a aprendizagem do aluno.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-13 15:13:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula Digital</title>
         <author>Naiiarasilva</author>
         <link>https://padlet.com/giovannaellenfeitosa/qeg2fze79t79e21d/wish/2557162105</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;No dia 10 de abril, tivemos a honra de receber a&nbsp; professora Emilly no intuito de sabermos a respeito da aula digital. Partindo para o assunto proposto pela professora, ela nos mostra slides com as ideias, propostas e informações interessantes sobre esse projeto.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; O projeto aula digital -Profuturo- é um<br>Programa desenvolvido por governos municipais e estaduais, com parceria da <strong>Fundação Telefônica Vivo</strong> e pela <strong>Fundação laCaixa. </strong>Presente em 40 países, e chegando no estado de Sergipe em 2017, esse projeto tem o objetivo de promover inovação educativa no sistema escolar. Ademais, para dar início a esse projeto, foram disponibilizados nas escolas kits tecnológicos, que é formado por: maleta digital, notebook com roteador, tablets e um mini projetor.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; É indiscutível a importância desse programa nas escolas, uma vez que, a tecnologia está presente em tudo ao nosso redor, e torná-la nossa aliada na educação foi um passo importante na educação das crianças. Além disso, já estamos acostumados com a alienação da internet, além de que, as crianças desde muito pequenas já manuseiam o celular e navegam na internet com muita facilidade. Portanto, iniciativas como a aula digital, consequentemente aumenta o interesse das crianças em apreciar cada vez mais o hábito de estudar e visa ensiná-las que a internet é uma grande aliada na educação, usando de forma coerente.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Para concluir, professores estão sendo capacitados para o projeto e as escolas estão sendo mobilizadas.&nbsp;<br>Na cidade de Aracaju, uma quantidade significativa de escolas&nbsp; já estão adotando esse projeto. É com certeza um avanço na educação brasileira e na formação de novos cidadãos.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 15:25:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>POR UMA OUTRA GLOBALIZAÇÃO: Competitividade, consumo, confusão dos espíritos e globalitarismo</title>
         <author>ymoreira931</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na aula do dia 17 de abril tivemos os primeiros seminários, do livro ‘Por uma outra globalização’ de Milton Santos, o primeiro grupo apresentou o capítulo “Competitividade, consumo, confusão dos espíritos e globalitarismo”. De início, é interessante salientar que a apresentação foi muito esclarecedora e trouxe uma temática de discussão interessante sobre a globalização. O capítulo&nbsp; aborda a questão da globalização e suas consequências na sociedade contemporânea. O grupo apresentou&nbsp; a forma com o autor discute como o modelo econômico dominante baseado na competitividade e no consumo exacerbado gera desigualdades sociais e culturais, além de contribuir para a degradação do meio ambiente. Além disso, foi trazida a&nbsp; confusão dos espíritos que surge a partir da globalização, destacando como a homogeneização cultural desenvolvida pelo sistema globalizado afeta as identidades locais e dificulta a compreensão das diferenças culturais. Por fim, foi citado como os objetos têm um papel relevante na produção de um novo homem, tema que particularmente chamou minha atenção, pois para mim, é assustador a forma como bens materiais tornaram-se algo que implica tanto na vida e na formação dos indivíduos dessa e das futuras gerações.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 14:53:39 UTC</pubDate>
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         <title> POR UMA OUTRA GLOBALIZAÇÃO: A tirania da informação e do dinheiro e o atual sistema ideológico:</title>
         <author>giovannaellenfeitosa</author>
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         <description><![CDATA[<div>No dia 17/04/2023, tivemos dois grupos de apresentações de seminários. Neste post, falarei sobre o grupo que apresentou sobre o capítulo 7 “A tirania da informação e do dinheiro e o atual sistema ideológico” do livro “Por uma outra globalização” de Milton Santos.&nbsp;<br>O grupo apresentou os slides em forma de vídeo o que achei interessante e a abordagem sobre o capítulo do livro foi bastante proveitosa, muito significativo conhecer um pouco mais sobre a biografia e o legado de Milton Santos. Bom, o capítulo do livro discute como a concentração de conhecimento e recursos financeiros nas mãos de poucos funciona como um mecanismo de opressão, levando à desigualdade socioeconômica. O autor critica a dominação exercida pelas elites globais por meio do controle da informação e do acesso ao dinheiro, e como isso afeta os países em desenvolvimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 15:01:15 UTC</pubDate>
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         <title>POR UMA OUTRA GLOBALIZAÇÃO: Violência Estrutural e Perversidade Sistêmica</title>
         <author>ymoreira931</author>
         <link>https://padlet.com/giovannaellenfeitosa/qeg2fze79t79e21d/wish/2580856129</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dos tópicos presentes do livro de Milton Santos e apresentado em sala de aula foi o da violência estrutural e perversidade sistêmica. Tivemos a oportunidade de primeiramente entender do que se trata e quais são os seus aspectos.</div><div><em>Trata-se de formas de violência que estão enraizadas nas estruturas sociais, políticas e econômicas da sociedade, cometidas por sistemas e estruturas que perpetuam desigualdades e injustiças.&nbsp;</em></div><div>Também foi falado sobre o dinheiro em seu estado puro, no qual foi citada a forma como o dinheiro tornou-se um instrumento de poder, complexo e interconectado.</div><div>Ademais, discutiu-se sobre a capacidade dos países em seu desenvolvimento de utilizar seus próprios recursos e conhecimentos para sua autonomia. A perversidade sistêmica <em>é um fenômeno que ocorre quando o sistema econômico global impõe uma lógica de funcionamento que perpetua a desigualdade e a exclusão social.&nbsp;</em></div><div>Trata-se de uma ideologia de pensamento único que impõe uma visão hegemônica e limitada do mundo.</div><div>Essa temática mostra como o a sociedade continua regredindo em certos aspectos, o que traz a ideia de Jean-Paul Sartre, a qual diz "A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota.”&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-07 14:10:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Da política dos estados à política das empresas:</title>
         <author>giovannaellenfeitosa</author>
         <link>https://padlet.com/giovannaellenfeitosa/qeg2fze79t79e21d/wish/2580967364</link>
         <description><![CDATA[<div>O grupo apresentou de forma clara e abordou o capítulo 10: “Da política dos estados à prática das empresas.”<br>Neste capítulo, Milton Santos defende que as empresas devem ser mais responsáveis socialmente, tendo em conta as necessidades das comunidades locais e promovendo a sustentabilidade. Ao fazer isso, ele argumentou, que as empresas poderiam contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária e, ao mesmo tempo, garantir sua sobrevivência no longo prazo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-07 17:25:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>POR UMA OUTRA GLOBALIZAÇÃO Grupo 5: Definições de pobreza e o que fazer com a soberania </title>
         <author>Naiiarasilva</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp; &nbsp; Ainda citando o livro “Por uma Outra Globalização” de Milton Santos, os capítulos 11 e 12,&nbsp; o alunos discutiram sobre dois temas , as 3 definições de pobreza e o tema da soberania.<br>Segundo Milton Santos existem 3 tipos de pobreza, são eles:<br>Pobreza incluída: a qual é apresentada como acidente natural ou social, onde o dinheiro não construía um meio social obrigatório.<br>Pobreza Marginal: caracterizada quando a pobreza é identificada como uma doença da civilização, onde o consumo se impõe como um dado importante.<br>&nbsp; &nbsp; Pobreza Estrutural: uma pobreza globalizada resultante de um sistema de ações deliberadas, ou seja, é uma pobreza generalizada.<br>O livro também traz a soberania, que nada mais é do que o poder de um Estado de tomar decisões independentes e fazer valer a sua vontade&nbsp; sem estar sujeito a influencias ou pressões de outros Estados.&nbsp;<br>Milton questionava,&nbsp; de que maneira a globalização iria afetar a soberania de cada nação. Ele cita “ Com a globalização,&nbsp; o que temos é um território nacional da economia internacional.” O mesmo também afirma que a soberania não é algo natural, pois depende da forma como o governo de cada país decide fazer sua inserção no mundo da globalização.<br>&nbsp; &nbsp; Concluo dizendo que Milton Santos tinha um lugar de fala importantíssimo em relação a globalização e todo seu totalitarismo. Ademais, compreender esse assunto de forma clara nos ajuda a realmente ver o que está diante de nós, para que não sejamos vítimas do sistema. Deixo aqui meu agradecimento a cada membro do grupo por abordar muito bem sobre essa temática, vocês foram brilhantes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-07 17:44:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pedagogia da Autonomia, Grupo 1: Não há docência sem discência </title>
         <author>Naiiarasilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; O primeiro capítulo do livro Pedagogia da autonomia foi apresentado pelo nosso trio e por mais três participantes. Partindo para a análise do capítulo. Em “Não há docência sem discência” Paulo Freire faz questionamentos sobre a prática de ensino e como o próprio ensino deve ser passado entre professor e aluno. Além de defender a comunhão entre o docente e os discentes, o respeito mútuo e o ensino sobre a prática.<br>&nbsp; &nbsp;Nesse capítulo Paulo Freire pisa muito na tecla do diálogo e a sua importância em sala de aula, ele defende que o diálogo autêntico é essencial para promover uma boa relação entre aluno e professor, fazendo com que através do diálogo e de uma boa didática de ensino o educador ensine ao seus alunos a pensarem criticamente, sobre tudo. Ensinar sobre a justa raiva e a importância de tornarem públicas as suas opniões sobre o sistema, sobre a sociedade, tudo isso dentro da sala de aula, pondo em prática a educação como prática de liberdade.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Em suma, nosso capítulo faz abordagem a importância do diálogo, da crítica sobre a prática, da liberdade de expressão dentro da sala de aula, como uma educação libertadora e sempre promovendo ao pensamento crítico, a autonomia e a transformação social do indivíduo ainda como aluno, para prepará-lo para a sociedade.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Esperamos que tenhamos feito uma apresentação clara sobre essa temática e que todos tenham entendido a importância sobre a criticidade e a prática. Para que quando se perguntarem “que professor ou professora eu desejo me tornar” saibam a resposta.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/t_Ot_7xIuLQ" />
         <pubDate>2023-05-07 18:33:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> Pedagogia da Autonomia, Grupo 2: Ensinar não é transferir conhecimento </title>
         <author>ymoreira931</author>
         <link>https://padlet.com/giovannaellenfeitosa/qeg2fze79t79e21d/wish/2581011526</link>
         <description><![CDATA[<div>Dando seguimento às discussões em sala de aula, o grupo trouxe os aspectos do segundo capítulo do livro “Pedagogia da Autonomia” de Paulo Freire. O tópico é “ensinar não é transferir conhecimento”, Paulo Freire afirma que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção. Diz que o professor deve ser aberto a indagações e curiosidades, deve ser crítico e inquiridor , inquieto em face da tarefa de ensinar.<br>Ensinar exige que o educador esteja em constante busca por novas práticas de ensino, questionando e refletindo sobre suas próprias práticas, para que possam, formar cidadãos críticos e conscientes.<br>Um dos tópicos citados foi ensinar exige respeito à autonomia do ser do educando, o qual relata que o professor deve respeitar as curiosidades e inquietações dos seus alunos. O professor não deve impor limites à liberdade do aluno. Deve se ensinar respeitosamente presente à experiência formadora do educando.<br>Ensinar exige senso segundo Freire, pois devemos respeito à autonomia, dignidade e&nbsp; a identidade do educando. “De nada vale falar em democracia e liberdade, se o mestre impõe sua vontade arrogante.<br>Ensinar exige humildade, tolerância e luta, um professor deve saber lidar com as diferenças, desenvolver amorosidade aos educandos e cultivar a humildade e a tolerância. &nbsp; O educador deve lutar pelos seus direitos , respeitar o aluno, ser humilde e lutar pela educação e pelo respeito a ela.<br>Ensinar exige apreensão da realidade, toda prática educativa demanda a existência de sujeitos, um ensinando aprende, outro que aprendendo ensina.<br>Por fim, Paulo afirma que ensinar exige esperança, alegria e a convicção de que a mudança é possível,&nbsp; quem tem esperança, não cruza os braços, acredita que a mudança é possível e age em função disso<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-07 18:38:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pedagogia da Autonomia, Grupo 3: Ensinar é uma especificidade humana</title>
         <author>giovannaellenfeitosa</author>
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         <description><![CDATA[<div>O último grupo discutiu o capítulo 3: “Ensinar é uma especificidade humana” do livro “Pedagogia da Autonomia” do tão renomado Paulo Freire. O grupo apresentou o tema muito bem.&nbsp;<br>Neste capítulo, Freire enfatiza a importância do ensino como uma atividade essencialmente humana, ética e política. No último tópico mencionado na apresentação, Paulo Freire confirma a importância da ética na prática pedagógica. Ensinar exige querer bem aos educandos, ou seja, o professor deve criar uma relação de empatia e respeito com os alunos, pois todos queremos ser bem tratados. Além disso, um professor que se preocupa com os alunos entende a importância da ética na prática educacional. Por fim, deixamos aqui os nossos parabéns a todos os grupos apresentados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-07 19:15:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nossas considerações finais 👩🏻‍🏫🤍</title>
         <author>Naiiarasilva</author>
         <link>https://padlet.com/giovannaellenfeitosa/qeg2fze79t79e21d/wish/2581060416</link>
         <description><![CDATA[<div>Deixamos aqui o nosso agradecimento a professora Simone Lucena, pois além de ser uma ótima educadora, deu um show apresentando a disciplina Política e Educação para a turma. Cada aprendizado adquirido dentro e fora da sala de aula contribuíram bastante para o nosso crescimento acadêmico. Além disso professora, sua comunhão conosco fez toda a diferença. E é claro que não poderíamos deixar de agradecer ao nosso cristalzinho Cheila com “C”. Como estagiária de mestrado, Cheila teve grande importância durante as aulas, além de passar seus conhecimentos para a turma, Cheila sempre demonstrou o quanto se importa com cada um e sempre estava ali para nos ajudar e até mesmo ser nossa porta voz. E para finalizar, queríamos dizer que essa ideia de criar o Padlet foi incrível, foi uma experiência e tanto depositar nossos conhecimentos adquiridos nesse diário virtual, sentiremos saudades de tudo isso. Vocês duas foram brilhantes nessa ideia, agradecemos por isso.&nbsp;<br>Que possamos nos ver em breve, nossa eterna gratidão as docentes Simone Lucena e Cheila Raiane. Até breve! 🤍<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-07 20:17:49 UTC</pubDate>
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