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      <title>Filósofos  by Alvaro Dos Santos</title>
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      <description>Linha do tempo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-18 12:10:37 UTC</pubDate>
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         <title>Sócrates (469-399 a.C.)</title>
         <author>adosantos113</author>
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         <description><![CDATA[<div>Também conhecido como "o pai da moral". Para ele, o ser humano é essencialmente razão. É na razão, que devem ser fundamentados as normas e os costumes morais. Por isso que a ética socrática e de seus seguidores é <strong>racionalista, o indivíduo que age conforme a razão age corretamente.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-18 12:34:45 UTC</pubDate>
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         <title>Platão (428-347 a.C.)</title>
         <author>adosantos113</author>
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         <description><![CDATA[<div>Desenvolveu o racionalismo ético aprofundando a diferença entre corpo e alma. O corpo por ser a sede de desejos e paixão desvia o indivíduo do caminho para o bem.<br>Para Platão, a realidade tem duas dimensões: O mundo material e o mundo das ideias. O mundo material é enganoso ou ilusório, tudo é instável, portanto, por meio dele, não pode haver felicidade. O mundo das ideias é permanente e perfeito.<br>Para Platão, o ser humano não consegue caminhar em busca da perfeição agindo sozinho.<br>Platão considerava a política a mais nobre de todas as ciências e Idealizou a construção de uma sociedade justa, aquela que promovesse o bem comum.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-18 12:37:28 UTC</pubDate>
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         <title>Aristóteles (384-322 a.C.) </title>
         <author>adosantos113</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aristóteles desenvolveu uma reflexão ética racionalista, mas sem dualismo. Segundo a ética aristotélica, o ser humano só alcançaria seu fim e bem supremo se agisse conforme sua virtude ou característica essencial, que é a razão. Assim, a pessoa que se desenvolve no plano teórico, contemplativo, pode compreender a essência da felicidade e, de forma consciente, guiar sua conduta.<br>&nbsp;Segundo o filósofo, a pessoa comum, aquela que não pode se dedicar à atividade teórica, aprenderia a agir corretamente por meio da prática constante e reiterada de ações virtuosas.<br>A excelência moral (virtude moral, então, é uma disposição da alma relacionada com a escolha de ações e emoções, disposição esta consistente num meio termo determinado pela razão.<br>O filósofo propôs uma ética do meio-termo, na qual a virtude consistiria em procurar o ponto de equilíbrio entre o excesso e a deficiência Entretanto, observe que esse ponto de equilíbrio não é fixo, isto é, não pode ser estabelecido de antemão, pois varia de acordo com a circunstância ou ocasião (onde, quando, quanto, com quem, com o quê, como etc.).<br>&nbsp;Aristóteles refere-se à política como um meio da ética, pois, sendo o ser humano, por natureza, um ser sociopolítico, necessitaria da vida em comum para alcançar a felicidade como plenitude de seu bem-estar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-18 12:40:26 UTC</pubDate>
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         <title>Epicuro (341-271 a.C.)</title>
         <author>adosantos113</author>
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         <description><![CDATA[<div>Epicuro aparece na história como o<strong> filósofo do prazer</strong>, os mais tranquilos prazeres do pensamento. Para ele, o supremo bem está no prazer autêntico obtido mediante a prática da virtude, como o único bem supremo do homem.<br>A ética epicurista significa essencialmente que <em>“o prazer é o princípio e o fim da vida feliz”</em>, onde o prazer é critério de escolha e aversão – pois tende-se a ele para fugir da dor – e o critério com o qual avaliamos todos os bens. Há dois tipos de prazer: o estável, que consiste na privação da dor, e o prazer em movimento, que consiste no gozo e na alegria.</div><div>A felicidade epicurista é definida como ataraxia (ausência de perturbação) e aponia (ausência de dor), onde <em>“o cume do prazer é a simples e pura destruição da dor”</em>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-18 12:47:48 UTC</pubDate>
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         <title>Zenão de Cício (335-264 a.C)</title>
         <author>adosantos113</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>De acordo com seus ensinamentos, como seres sociais, o caminho para a eudaimonia (felicidade ou bem-aventurança) para os seres humanos é encontrado na aceitação do momento em que se vive, por não se deixar controlar pelo desejo de prazer ou </strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=_eSkGUDAcMk&amp;t=1154s"><strong>medo da dor</strong></a><strong>, no uso da mente para entender o mundo e fazer parte do plano da natureza, e trabalhando juntos e tratando os outros de maneira justa, </strong>“a virtude é o único bem” para os seres humanos, e que coisas externas – como saúde, riqueza e prazer – não são boas ou ruins em si (adiáfora ), mas têm valor como “material para a virtude agir “. Juntamente com a <a href="https://www.youtube.com/watch?v=k5SPdOskeGk&amp;t=132s">ética aristotélica,</a> a tradição estoica constitui uma das principais abordagens fundadoras da ética da virtude ocidental.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-18 12:52:38 UTC</pubDate>
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         <title>Santo Agostinho (354-430 d.C.)</title>
         <author>adosantos113</author>
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         <description><![CDATA[<div>Considerado o maior filósofo do período conhecido como patrística.<br>Ele se converteu ao cristianismo muito tarde. Ele acabou sendo eleito padre e depois bispo da igreja.<br>Como já era filósofo, continuou a buscar a verdade através da razão, vendo na filosofia uma forma de raciocinar ou promovendo a compreensão de certos conceitos teológicos.<br>Seus escritos são cruciais tanto para os fundamentos teológicos da Igreja Católica quanto para a filosofia moderna, que deve confrontar suas teorias.<br>A ética de Agostinho lida com o conceito de liberdade e o livre arbítrio da vontade. A proposta de Agostinho quebrou dois conceitos éticos. A primeira vem da filosofia grega, onde a liberdade se baseia em fins políticos, onde a moralidade é o cumprimento do ethos.<br>A ética de Santo Agostinho é a ética do amor. Sendo assim, as sociedades terrenas devem viver a ética do amor, ou seja, amar as coisas na devida ordem (Deus, depois os seres humanos e, por último, os demais bens) para que consigam o estado de bem-estar social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-25 02:08:15 UTC</pubDate>
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         <title>Santo Thomas de Aquino (1225-1244)</title>
         <author>adosantos113</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tomás de Aquino foi um padre católico e discípulo do grande erudito Alberto. Ele ajudou a reintroduzir a filosofia aristotélica no pensamento europeu e manteve a teologia cristã em sintonia com a filosofia medieval, escrevendo sobre o conflito entre fé e razão que existia na época.<br>Segundo Tomás de Aquino, a moralidade consiste em agir de acordo com a natureza racional.<br>Todos são dotados de livre arbítrio, guiados pela consciência e capacidade inata&nbsp; de compreender os ditames da ordem moral. primeiro postulado de ordem<br>A moralidade é: fazer o bem e evitar o mal.<br>Existe uma lei divina revelada ao homem por Deus, que consiste nos Dez Mandamentos.<br>Existe uma lei eterna, que é o plano racional de Deus para todo o universo, e um<br>Naturalmente, é conceituada como a participação da lei eterna sobre os seres racionais, ou seja,<br>O que o homem é levado a fazer por sua natureza racional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-25 02:10:00 UTC</pubDate>
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         <title>Immanuel Kant (1724-1804)</title>
         <author>adosantos113</author>
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         <description><![CDATA[<div>Kant foi um dos mais célebres filósofos modernos. Autor de uma vasta obra, o pensador operou o que chamou de “revolução copernicana na Filosofia”<br>Immanuel Kant escreveu algumas das principais obras filosóficas da Modernidade.&nbsp;<br>Kant fundou uma nova teoria do conhecimento, chamada idealismo transcendental, e a sua filosofia, como um todo, fundou o criticismo, corrente crítica do saber filosófico que visava delimitar os limites do conhecimento humano.<br>Kant acreditava que a razão humana pode definir o que é certo ou errado. Por isso defende a existência de uma ética universal. Já que é possível encontrar leis universais da natureza. A atração gravitacional é um exemplo. Tais leis são válidas em qualquer lugar e tempo. Kant acreditava que o mesmo seria possível com a ética. A razão pode definir leis morais universais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-25 02:12:19 UTC</pubDate>
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         <title>Georg Wilhelm Friedrich Hegel (1770 - 1831)</title>
         <author>adosantos113</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi um<strong> filósofo alemão idealista que abriu novos campos de estudo na História, Direito, Arte, entre outros, através dos seus postulamentos e da lógica dialética</strong>.<br><strong>O ético</strong> para Hegel é tudo o que constitui o ethos de um povo. O costume ou a moral normativa de um mundo, a identidade de sua validade. A verdade do ethos é o estado que representa o coletivo. absoluto. A ética em Hegel pressupõe conteúdo e forma. Este conteúdo é moral e a forma é ética.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-25 02:13:45 UTC</pubDate>
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         <title> Jeremy Bentham (1748-1832)</title>
         <author>adosantos113</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi um filósofo inglês e jurista teórico que chefiou um grupo de filósofos radicais, conhecidos como “utilitaristas” que pregavam reformas políticas e sociais, entre elas uma nova Constituição para o país<br>Para Jeremy Bentham, a ética utilitarista baseia-se no princípio da maior felicidade, ou seja, o ato realizado em si depende apenas da sua contribuição para a felicidade geral, contrariando assim o egoísmo ético, e dando início ao hedonismo, que por sua vez visa o prazer como meio correto para atingir o objetivo supremo do homem: a felicidade. Segundo Bentham, cada um dos diferentes prazeres e dores na vida das pessoas tem certo valor que em última análise, é determinado apenas por duas coisas: a sua durabilidade e a sua intensidade, em outras palavras, um prazer é melhor quanto maior for a sua intensidade e duração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-25 02:15:48 UTC</pubDate>
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         <title>Karl Marx (1818-1883)</title>
         <author>adosantos113</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi um filósofo e sociólogo alemão, fundador do socialismo científico e desenvolvedor de uma teoria comunista que modificou os estudos sociológicos.<br>Karl Marx Marx considera que a<strong> ética, como qualquer outra componente da superestrutura, é condicionada e determinada pelo modo de produção dominante</strong>. Em conformidade, defende que "não é a consciência dos homens que determina a sua natureza, mas, pelo contrário, é a sua natureza social que determina a sua consciência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-25 02:16:32 UTC</pubDate>
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         <title>John Stuart Mill (1806-1873)</title>
         <author>adosantos113</author>
         <link>https://padlet.com/adosantos113/qdtb9n1vkkn8kfbd/wish/2155767514</link>
         <description><![CDATA[<div>foi um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fil%C3%B3sofo">filósofo</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Economia">economista</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_Unido">britânico</a>. É considerado por muitos como o filósofo de língua inglesa mais influente do século XIX.<br>A ética de John Stuart Mill é o utilitarismo que é um tipo de ética consequencialista. O seu princípio básico, conhecido como o Princípio da Utilidade ou da Maior Felicidade, é o seguinte: a ação moralmente certa é aquela que maximiza a felicidade para o maior número. E deve fazê-lo de uma forma imparcial: a tua felicidade não conta mais do que a felicidade de qualquer outra pessoa. Saber por quem se distribui a felicidade é indiferente. O que realmente conta e não é indiferente é saber se uma determinada ação maximiza a felicidade. Saber se a avaliação moral de uma ação a partir do Princípio da Maior Felicidade depende das consequências que de facto tem ou das consequências esperadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-25 02:19:10 UTC</pubDate>
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         <title>Jürgen Habermas (1929)</title>
         <author>adosantos113</author>
         <link>https://padlet.com/adosantos113/qdtb9n1vkkn8kfbd/wish/2155770622</link>
         <description><![CDATA[<div>É um filósofo e sociólogo alemão que participa da tradição da teoria crítica e do pragmatismo, sendo membro da Escola de Frankfurt. Dedicou sua vida ao estudo da democracia, especialmente por meio de suas teorias do agir comunicativo (ou teoria da ação comunicativa), da política deliberativa e da esfera pública.<br>Na ética do discurso de Habermas, o consenso não se delimita pelo viés relativista. Para esse filósofo, o autêntico consenso, produzido no debate mobilizado pela liberdade da razão comunicativa, corresponde a verdades morais universais, cuja validade é racionalmente reconhecida pelos cidadãos. Trata-se de elementos normativos que não pertencem a uma cultura particular, mas à comunidade humana de seres racionais, em sua mais completa extensão.</div><div>Nesse sentido, a formação do consenso na esfera pública deve considerar os interesses comuns e os direitos fundamentais de todos os seres humanos, sendo que tal exercício racional e intersubjetivo de construção ética deve ponderar não apenas sobre a humanidade do tempo presente, mas também sobre a projeção dos direitos das futuras gerações humanas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-25 02:21:53 UTC</pubDate>
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         <title>John Rawls (1921-2002)</title>
         <author>adosantos113</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Foi um dos filósofos políticos mais proeminentes e influentes do século XX. Ele é mais conhecido por seu trabalho de 1971,<strong> Uma Teoria da Justiça</strong>.<br>John Rawls formula uma teoria fundamentada na tradição liberal que parte de, pelo menos, dois pressupostos relacionados a) uma ética deontológica de origem kantiana, segundo a qual o sujeito moral, através da razão prática, escolhe livremente seguir a lei moral; b) uma epistemologia relativista que, nos moldes cartesianos, concebe o objeto de conhecimento a partir do sujeito cognoscente. Em síntese, pode-se afirmar que a teoria de rawlsiana é, seguindo a tradição liberal, produto de um processo de subjetivização</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-25 02:26:44 UTC</pubDate>
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