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      <title>Grupo de Estudo do livro Mente além da Morte de Dzogchen Ponlop Rinpoche by Nalandabodhi Brasil</title>
      <link>https://padlet.com/info23825/qdqpsqhzhoven19c</link>
      <description>Este é um espaço para compartilharmos nossas reflexões, trechos do livro que tocaram nossos corações ou qualquer outro material de apoio para o nosso estudo do livro.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-16 19:32:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>info23825</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Em última análise, o que chamamos de ´'vida' é apenas uma ilusão de continuidade – uma sucessão de momentos, um fluxo de pensamentos, de emoções e de lembranças que sentimos ser de nossa posse. E, portanto, nós sentimos que também passamos a existir como possuidores dessa continuidade. Contudo, após exame, descobrimos que essa continuidade é onírica, ilusória. Não é uma realidade contínua ou substancial. Consiste em momentos únicos que surgem, se dissolvem e surgem novamente, como ondas no oceano."  <strong>Contribuição de Roberto Duarte</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-20 00:18:34 UTC</pubDate>
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         <author>info23825</author>
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         <description><![CDATA[<p>“No entanto, através da prática de métodos que cultivam a atenção plena e a consciência, desenvolvemos o insight, ou prajna, que vê diretamente esta natureza da mente. <strong>No instante em que esta natureza for plenamente  reconhecida, a nossa viagem através dos estados do bardo chega ao fim. Diz-se que a oportunidade de nos conectarmos com esse reconhecimento pleno é grandemente aumentada no momento da morte e nos estados intermediários após a morte, isto se estivermos preparados para encontrá-lo</strong>.” Contribuição de Samara Lazarini</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-20 00:24:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>info23825</author>
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         <description><![CDATA[<p>"As experiências que encontramos ao longo dos bardos da morte tornam-se simples e naturais se pudermos estar totalmente presentes. Na verdade, poderemos nos dar ao luxo de relaxar e liberarmos as sensações de esperança e medo. Podemos, agora, ser curiosos sobre essas nossas novas experiências. Podemos, também, aprender sobre nós mesmos – aprender que, em última instância, quem somos da maneira mais genuína transcende nossa noção limitada de nós mesmos. Neste ponto de transição, teremos a oportunidade de ir além dessa percepção limitada e, pelo reconhecimento da verdadeira natureza da mente, transformar o surgimento da morte em uma experiência de despertar." Contribuição de Lauro Roberto</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-20 00:27:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>info23825</author>
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         <description><![CDATA[<p>“[...] É importante perceber que todas as aparências são, em última análise, aspectos da natureza da nossa própria mente. Elas não existem de uma maneira independente de nossas mentes. É ensinado que quem reconhece isso não precisa continuar trilhando o ciclo dos seis bardos. Todos os bardos lhe são naturalmente auto-liberados.” Contribuição de Augustus</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-20 00:30:45 UTC</pubDate>
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         <author>info23825</author>
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         <description><![CDATA[<p>"A ilusão de continuidade é aquilo que chamamos de vida."</p><p>Contribuição de Lucas Machado</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-20 00:32:27 UTC</pubDate>
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         <author>info23825</author>
         <link>https://padlet.com/info23825/qdqpsqhzhoven19c/wish/2962446906</link>
         <description><![CDATA[<p>"A morte ocorre a cada momento. Cada momento cessa, e essa é a morte daquele momento. Surge outro momento e esse é o nascimento do momento seguinte."</p><p><br/></p><p>"Nesta experiência do presente, do agora, já existe uma sensação de não solidez, de dissolução. É assim que entendemos o bardo do ponto de vista tântrico. Sentimos que não estamos aqui nem lá, nem no passado nem no futuro. Neste ponto, começamos a nos deparar com a sensação de dissolução que ocorre constantemente em nossa vida atual, mas que quase nunca é percebida. </p><p>Quando o pensamento se dissolve, nós nos dissolvemos com ele. Quem quer que pensemos que somos se dissolve na consciência que está livre do conceito de si mesma. Nesse exato momento, podemos vivenciar diretamente a não solidez dos fenômenos, a realidade do vazio, ou shunyata." Contribuição de Silvia</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-20 00:35:19 UTC</pubDate>
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         <author>info23825</author>
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         <description><![CDATA[<p>“ Do mesmo modo como nos prepararíamos para qualquer viagem – arrumando as roupas e assim por diante – é altamente aconselhável fazer bons preparativos para a nossa próxima grande viagem 	– a nossa passagem desta vida para a próxima. Esses preparativos são o tema deste livro.” Contribuição de Ivana</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-20 00:39:00 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Nos estados do bardo da morte e da pós-morte somos muito suscetíveis a estados emocionais intensos, a momentos avassaladores de pânico e medo. Portanto, aprender agora a trabalhar com nossas emoções de um modo eficaz é um treinamento crucial para essas experiências posteriores do bardo. Se tivermos estudado e contemplado os ensinamentos sobre as emoções e tivermos aprendido e praticado os métodos de meditação, então, quando as emoções surgirem em nossa vida cotidiana, estaremos preparados para trabalhar com elas. Nos tornamos mais atentos e mais habilidosos e elas se tornam mais passíveis de serem trabalhadas. Elas não vão cessar imediatamente, mas quando surgirem nós as reconheceremos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 01:07:27 UTC</pubDate>
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