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      <title>Meu mural glorioso by Mikaela Souza</title>
      <link>https://padlet.com/mikaelas40/qdg0n0m16mlu</link>
      <description>Feito com a melhor das intenções</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-11-29 21:20:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mikaelas40</author>
         <link>https://padlet.com/mikaelas40/qdg0n0m16mlu/wish/211650032</link>
         <description><![CDATA[<div>Doenças infecciosas (DI) e&nbsp; Doenças não infecciosas (DNI)<br><br></div><div>&nbsp;Conceito e características DI<br><br></div><div>&nbsp;Uma doença infecciosa é caracterizada pelos sinais, sintomas e as alterações fisiológicas, bioquímicas e histopatológicas decorrentes das lesões causadas pelo agente infeccioso e pela resposta imune do hospedeiro. Ocorre destruição de tecidos e manifestações clínicas e patológicas. As doenças infecciosas podem ser causadas por fungos, vírus, bactérias, protozoários e vermes. As doenças infecciosas emergentes são aquelas novas ou que estão sofrendo um processo de mudança, com aumento de incidência em um passado recente ou potencial aumento em um futuro próximo.<br><br></div><div>&nbsp;Conceito e caracteristícas DNI<br><br></div><div>São agravos decorrentes da evolução de processos orgânicos em cujo quadro epidemiológico geral se faz sentir a presença de apenas uma população, a HUMANA; Todas aquelas que não resultarem de infecção: doença coronariana, diabetes e outras – chamadas também de doenças não transmissíveis.<br><br></div><div>&nbsp;1 - Malária;<br><br></div><div>Conceito e caracteristícas:<br><br></div><div>Malária é uma doença prevalente nos países de clima tropical e subtropical. Também conhecida como sezão, paludismo, maleita, febre terçã e febre quartã, o vetor da doença é o anofelino (Anopheles), um mosquito parecido com o pernilongo que pica as pessoas, principalmente ao entardecer e à noite.<br><br></div><div>O ciclo da malária humana é homem-anofelino-homem. Geralmente é a fêmea que ataca porque precisa de sangue para garantir o amadurecimento e a postura dos ovos. Depois de picar um indivíduo infectado, o parasita desenvolve parte de seu ciclo no mosquito e, quando alcança as glândulas salivares do inseto, está pronto para ser transmitido para outra pessoa.<br><br></div><div>Agente transmissor:<br><br></div><div>Existem mais de cem tipos de plasmódio, o parasita da malária. Dos que infectam o homem, quatro são os mais importantes: Plasmodium vivax, Plasmodium falciparum, Plasmodium malariae e Plasmodium ovale. A doença provocada pelo vivax é a mais comum e a provocada pelo malariae, a menos grave. Já a provocada pelo ovale é típica da África.<br><br></div><div>Ciclo de vida do patógeno:<br><br></div><div>O plasmódio desenvolve um ciclo sexuado dentro do organismo do mosquito e um assexuado no organismo humano. Depois de 30 minutos que entrou na circulação sanguínea do homem, alcança o fígado e vai-se multiplicando dentro das células hepáticas até que elas arrebentam. Então, eles se espalham no sangue e invadem os glóbulos vermelhos, onde se reproduzem a tal ponto que eles se rompem também.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Prevalência no Brasil/ Área endêmica: Amazônia é a região do Brasil onde ocorrem 98% dos casos de malária.<br><br></div><div>Prevenção:<br><br></div><div>Use repelente no corpo todo, camisa de mangas compridas e mosquiteiro, quando estiver em zonas endêmicas; Evite banhos em igarapés e lagoas ou expor-se a águas paradas ao anoitecer e ao amanhecer, horários em que os mosquitos mais atacam, se estiver numa região endêmica; Procure um serviço especializado se for viajar para regiões onde a transmissão da doença é alta, para tomar medicamentos antes, durante e depois da viagem; Não faça prevenção por conta própria e, mesmo que tenha feito a quimioprofilaxia, se tiver febre, procure atendimento médico; Nunca se automedique.<br><br></div><div>Diagnóstico:<br><br></div><div>O período de incubação depende do tipo de malária, mas varia de 7 a 28 dias a partir do momento da picada.<br><br></div><div>Caso a pessoa tenha febre depois de ter visitado áreas de risco, a possibilidade de ter contraído malária deve ser levada em consideração. Para confirmar o diagnóstico, existe um exame de lâmina, também chamado de gota espessa ou esfregaço, que consiste em puncionar a ponta de um dedo para obter uma gota de sangue e analisá-lo.<br><br></div><div>Tratamento:<br><br></div><div>Não existe vacina contra a malária, uma doença autolimitada, mas que pode levar à morte se não for tratada em determinados casos. O tratamento padronizado pelo Ministério da Saúde é feito por via oral e não deve ser interrompido para evitar o risco de recaídas.<br><br></div><div>O medicamento indicado para a malária vivax é bem tolerado e não provoca efeitos colaterais. O mesmo não acontece com os indicados para a malária falciparum, o que dificulta seu uso nesse caso.<br><br></div><div>&nbsp;2 – Leishmaniose<br><br></div><div>Conceito e caracteristícas:&nbsp;<br><br></div><div>Há duas formas de leishmaniose: a tegumentar, ou cutânea, e a visceral. A tegumentar é uma doença infecciosa, não contagiosa, transmitida por diversas espécies de protozoários do gênero Leishmania, que acometem o homem e provocam úlceras na pele e nas mucosas das vias aéreas superiores.<br><br></div><div>Agente transmissor do protozoário:<br><br></div><div>É a fêmea infectada do mosquito Lutzomyia, conhecido popularmente por mosquito-palha, birigui, tatuquira ou cangalha, um inseto bem pequeno que permanece com as asas levantadas durante o pouso.<br><br></div><div>Ciclo de vida do patógeno:&nbsp;<br><br></div><div>Leishmania – O mosquito palha fémea, da familia dos flebotomíneos, é o vetor transmissor do protozoário Leishmania chagasi para os hospedeiros, dentre eles destacam-se os cães e o homem. Através da picada, são inoculados parasitas na forma Promastigota os quais invadem os macrófagos. No ambiente intracelular, o parasita assume a forma amastigota (sem flagelo) e inicia uma replicação binária (assexuada). Quando as células rompem, são liberados promastigotas os quais podem jnfectar novos macrófagos ou inocular um mosquito palha, fechando o ciclo. No interior do mosquito palha, o Leishmania também realiza reprodução assexuada, alternando entre amastigota e promastigota.<br><br></div><div>Prevalência/ Áreas endêmicas:&nbsp;<br><br></div><div>O Brasil é o país de maior prevalência, com registros de casos em todas as regiões brasileiras, com destaque para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste como regiões endêmicas.<br><br></div><div>Prevenção:&nbsp;<br><br></div><div>Lembre-se de usar produtos repelentes de insetos nos ambientes que favorecem o desenvolvimento de mosquitos vetores do protozoário; Evite a exposição nos horários em que os mosquitos estão mais ativos, ou seja, ao amanhecer e no final da tarde; Coloque mosquiteiros ao redor das camas, e telas na portas e janelas;&nbsp; Conserve limpos quintais e terrenos baldios próximos das casas a fim de evitar criadouros de insetos; Dê destino adequado ao lixo doméstico. Isso ajuda a manter afastados roedores que podem servir reservatório dos parasitas; Mantenha a distância de pelo menos 400 ou 500 metros entre as residencias e a mata nas áreas de maior risco; Cuide da saúde do seu cão. Existem serviços veterinários públicos voltados para o atendimento dos animais domésticos de maneira geral.<br><br></div><div>Diagnóstico:<br><br></div><div>Baseia-se no aspecto clínico das feridas e no achado dos seguintes testes laboratoriais:<br><br></div><div>1) exame parasitológico direto e biopsia que determinam a presença, ou não, do parasita em amostra de tecido retirada das bordas das lesões;<br><br></div><div>2) reação intradérmica de Montenegro, de caráter imunológico, que registra se a pessoa entrou em contato com a Leishmania. Resultado positivo, porém, não indica necessariamente que ela seja portadora da doença.<br><br></div><div>O diagnóstico diferencial com outras doenças de pele é indispensável para a eficácia do tratamento.<br><br></div><div>Tratamento<br><br></div><div>Em alguns casos, lesões da leihmaniose tegumentar podem regredir espontaneamente ou com o uso de medicamentos convencionais. No entanto, qualquer ferida na pele que custe a cicatrizar exige avaliação médica especializada.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;3 – Hanseníase&nbsp;<br><br></div><div>Conceito e características:<br><br></div><div>Hanseníase (também conhecida com lepra, morfeia, mal de Hansen ou mal de Lázaro) é uma doença infecciosa e contagiosa que afeta principalmente a pele, os olhos e os nervos. Possui alta infectividade e baixa patogenicidade – isto é, infecta muitas pessoas, no entanto, poucas adoecem. É uma das doenças conhecidas há mais tempo, havendo menções a ela na China, no Egito e na Índia, 1350 anos antes de Cristo. Em virtude de ter sido incurável durante longo tempo e das deformações corporais que causava, a lepra foi tida durante séculos como uma doença repugnante. Considerada na Antiguidade como castigo dos deuses, os doentes eram recolhidos em leprosários, onde ficavam em completo isolamento, até morrerem. Até hoje, embora agora injustificadamente, a hanseníase é cercada de tabus e preconceitos, sobretudo em meios sociais menos esclarecidos. O nome da doença foi dado em homenagem a um cientista chamado Gerhard Hansen, que a descreveu cientificamente em 1873. Além do homem, a lepra pode afetar também outros animais, como macacos, coelhos, ratos e tatus.<br><br></div><div>Agente transmissor:<br><br></div><div>A hanseníase é causada pelo bacilo Mycobacterium leprae, um parasita intracelular que tem uma afinidade especial pelas células da pele e células nervosas. Os pacientes infectados eliminam os bacilos através das secreções nasais, gotículas da fala, da tosse ou do espirro. Os pacientes já tratados e que receberam alta não transmitem mais o bacilo e aqueles em tratamento regular já não o fazem desde as primeiras doses da medicação.<br><br></div><div>Embora transmissível, a hanseníase não é uma doença de alta contagiosidade.<br><br></div><div>Prevalencia no Brasil&nbsp;<br><br></div><div>A manifestação da hanseníase depende muito do sistema imunológico do indivíduo que entra em contato com a bactéria. Más condições nutricionais, sociais e de higiene interferem na resposta e eficiência desse sistema. Por isso, a doença é mais prevalente na população de baixa renda.<br><br></div><div>Areas endêmicas<br><br></div><div>Encontram-se sob clima tropical, elevadas temperaturas e precipitações pluviométricas. Em regiões de clima temperado e frio, entretanto, a hanseníase também já apresentou incidências altas, não obstante fosse eliminada sem uma explicação definitiva. Atualmente, 80% dos casos novos concentram-se em países localizados na faixa intertropical: Índia; Brasil.<br><br></div><div>Prevenção:<br><br></div><div>Não desista do tratamento, que é longo, mas eficaz se não for interrompido. A primeira dose do medicamento é quase uma garantia de que a doença não será mais transmitida; Convença os familiares e pessoas próximas ao doente a procurarem uma Unidade Básica de Saúde para avaliação, quando for diagnosticado um caso de hanseníase na família; Não fuja dos portadores de hanseníase, uma doença estigmatizante, mas que tem cura, desde que devidamente tratada.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Diagnostico:&nbsp; Manchas na pele de cor parda, esbranquiçadas ou eritematosas, às vezes pouco visíveis e com limites imprecisos; Alteração da temperatura no local afetado pelas manchas; Comprometimento dos nervos periféricos; Dormência em algumas regiões do corpo causada pelo comprometimento da enervação. A perda da sensibilidade local pode levar a feridas e à perda dos dedos ou de outras partes do organismo; Aparecimento de caroços ou inchaço nas partes mais frias do corpo, como orelhas, mãos e cotovelos; Alteração da musculatura esquelética principalmente a das mãos, que resulta nas chamadas “mãos de garra”; Infiltrações na face que caracterizam a face leonina característica da forma virchowiana da doença.<br><br></div><div>Tratamento:<br><br></div><div>Ambos os tipos (paucibacilar e multibacilar) são tratados com o antibiótico rifampicina, durante seis meses no tipo paucibacilar e um ano no tipo multibacilar. A medicação é fornecida gratuitamente pelo Ministério da Saúde e administrada em doses vigiadas nas Unidades Básicas de Saúde sob a supervisão de médicos ou enfermeiros de acordo com normas da OMS. A rifampicina elimina 90% dos bacilos. Por isso, é necessário complementar o tratamento com outra droga (DDS), que pode ser tomada em casa diariamente, até o final do tratamento.<br><br></div><div>Nos casos multibacilares, esse tratamento é acrescido de uma dose diária e de outra vigiada de clofazimina.<br><br></div><div>4 – Tétano<br><br></div><div>Conceito e características:<br><br></div><div>O tétano é uma doença infecciosa grave causada por uma&nbsp; O tétano, uma doença&nbsp; imunoprevenível, pode acometer indivíduos de qualquer idade e não é transmissível de uma pessoa para outra. A ocorrência da doença é mais freqüente em regiões onde a cobertura vacinal da população é baixa e o acesso á assistência médica é limitado.<br><br></div><div>Agente transmissor:&nbsp; Por toxina produzida pela bactéria Clostridium tetani.<br><br></div><div>Ciclo de vida do patógeno:&nbsp;<br><br></div><div>Durante seu crescimento, os bacilos possuem flagelos abundantes com movimentos lentos. Duas principais toxinas, a Tetanospasmina (vulgarmente chamada toxina do tétano) e tetanolisina são produzidas durante esta fase. Tetanospasmina é codificada em um plasmídeo, que está presente em todas as cepas toxigênicas. Já a tetanolisina tem a importância incerta na patogênese do tétano.[2] Quando já maduros, o C. tetani perde seus flagelos, desenvolve um esporo terminal e se assemelha a uma “raquete de squash” (como visto na figura).[3] Os esporos são extremamente estáveis no ambiente, mantendo a capacidade para germinar e causar doença indefinidamente. Eles suportam a exposição ao etanol, ao fenol ou à formalina, entretanto, ao ser exposto ao iodo, ao glutaraldeído, ao peróxido de hidrogênio ou à autoclavagem a 121 ºC e 103 kPa (15 psi) durante 15 minutos o esporo perde sua capacidade infecciosa . Crescimento adequado em cultura se dá a 37 ° C e sob condições estritamente anaeróbicas. A sensibilidade in vitro do C. tetani inclui metronidazol, penicilinas, cefalosporinas, imipenem, macrolídeos e tetraciclina.<br><br></div><div>Prevalencia no Brasil: No Brasil, segundo GOUVEIA (2009, p.54), “o coeficiente de incidência [de tétano] por 100.000 habitantes caiu de 1,8 na década de 1980 para 0,32 em 2000, talvez pela maior eficiência das campanhas de vacinação principalmente em menores e gestantes”. A partir desse quadro, percebe-se a importância da prevenção do tétano e das campanhas de atenção básica para que nosso país se aproxime dos índices de países desenvolvidos, que quase erradicaram a doença. Os números citados por GOUVEIA (op. cit.), no entanto, podem enganar sobre a gravidade da doença. Segundo o próprio autor, o avanço na queda da incidência não reflete na diminuição da letalidade, a qual continua em 30%; ou seja, um terço dos casos de tétano no Brasil terminam em óbito. Se a distribuição da Clostridium tetani se faz presente em todos os locais do mundo, o risco de transmissão do tétano é universal em qualquer país para pessoas não imunizadas. Como reflexo da cobertura vacinal, principalmente infantil, MARTINS e CASTIÑEIRAS (2006) observaram a redução de prevalência do tétano em território brasileiro. Para os autores, tal como exposto nas tabelas abaixo, A Secretaria da Vigilância em Saúde detectou índices decrescentes em todas as regiões do país para os tétanos acidental e neonatal.<br><br></div><div>Prevenção: Limpe cuidadosamente com água e sabão todos os ferimentos para evitar a penetração da bactéria; Não pense que apenas pregos e cercas enferrujados podem provocar a doença. A bactéria do tétano pode ser encontrada nos ais diversos ambientes; Mantenha o esquema de vacinação em dia. Muitos adultos jamais tomaram a vacina dupla contra tétano e difteria e, mesmo os que já tomaram, costumam esquecer-se das doses de reforço; Saiba que o tétano é uma doença grave, às vezes, fatal, se a pessoa não for atendida prontamente num hospital. Não hesite diante de sintomas que possam sugerir que ela tem a doença.&nbsp;<br><br></div><div>Diagnostico: É feito clinicamente, ou seja, de acordo com os sintomas e lesões de pele pelas quais a bactéria possa ter entrado no organismo do paciente.<br><br></div><div>Tratamento: Antibióticos, relaxantes musculares, sedativos, imunoglobulina antitetânica e, na falta dela, soro antitetânico são usados para o tratamento da doença.<br><br></div><div>O tratamento do tétano, necessariamente, é feito com o doente internado em hospital para administração de imunoglobulina ou, quando não disponivel, soro antitetânico, além de antibiótico venoso e limpeza cirúrgica do ferimento. Como a doença não produz imunidade, o doente deve também receber o esquema vacinal completo contra o tétano. Em geral são utilizados miorrelaxantes potentes, incluindo, eventualmente, o curare, aplicados por via venosa. Pode ser necessário o emprego de próteses respiratórias (“respiradores”). Os doentes devem ser mantidos sob vigilância constante, de preferência em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).&nbsp;<br><br></div><div>O período internação de uma pessoa com tétano é prolongado, e geralmente fica entre três e quinze semanas. Os custos do tratamento são extremamente elevados e equivalentes a algumas dezenas de milhares de doses da vacina. A letalidade média do tétano, que depende de fatores como acesso á assistência médica e disponibilidade de recursos terapêuticos, é de cerca de 30% e pode atingir a 80% em neonatos e em pessoas com mais de 60 anos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 21:54:19 UTC</pubDate>
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