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      <title>Roteiros de prática  by maria victória jonas</title>
      <link>https://padlet.com/mariavictoria_/Bookmarks</link>
      <description>UNEB DCV | Bioquímica Prática P05 
Discentes: Beatriz Vitória Santos Cardoso, Beatriz Souza Muniz, Frank Santos de Jesus, Jean Augusto Moreira de Andrade Santos, Maria Victória Jonas dos Santos    e Rosália Santos Oliveira.
Docente: Acassia Pires.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-13 17:37:25 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-05-12 19:52:02 UTC</lastBuildDate>
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         <title> Roteiro prática 4 - Detecção de Proteínas nos Alimentos com o Uso do Teste do Biureto </title>
         <author>mariavictoria_</author>
         <link>https://padlet.com/mariavictoria_/Bookmarks/wish/2145655252</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Resultados e 1. Na tabela abaixo indique as concentrações de proteínas de cada alimento: <br>1. Arroz: </strong>absorbância = 975</div><blockquote><sup>Sendo, 1 colher de sopa equivalente a 12 gramas, e que, aproximadamente em 100 gramas de arroz contém 2,7 g de proteínas:<br>100g = 12g </sup><br><sup>2,7 = x</sup><br><sup>100 • x = 100x &gt; 12 • 2,7 = 32,4&nbsp; &gt; x = 0,324 g de proteínas&nbsp;</sup></blockquote><div>Com o teste de biureto foi possível detectar a presença das proteínas na solução do arroz, devido a sua coloração adquirida em tom violeta; em um tom mais fraco muito provavelmente devido a turvidez do arroz dissolvido e da pequena quantidade presente na colher de sopa do arroz, se comparado a outros alimentos do mesmo experimento, que obtiveram maior e mais intensa coloração.<br><sup>*Realizado por: Maria Victória Jonas.<br></sup><strong><sub><br></sub></strong><strong>2. Feijão:<br>3. Leite de Soja:<br>4. Pão&nbsp;<br>5. Farinha de mandioca:<br>6. Leite integral:&nbsp;<br>7. Gelatina:<br>8. Clara de ovo:<br>9. Água:</strong></div><div><br><strong><br>2. Qual o papel da água e da clara do ovo no experimento?<br></strong>Para visualizar a desnaturação da proteína, que pode ser visualizada com a presença de pedaços esbranquiçados na solução. <strong><br>3. Qual a relação da coloração da água e da clara do ovo com a quantidade de proteínas que estes alimentos contém?<br></strong>A relação é que: se houver a presença da colocarão violeta, existe uma grande quantidade de proteínas, se permanecer azul, não houve reação e o alimento não tem proteínas. <strong><br>4. Quais os alimentos ricos em proteínas?<br></strong>De forma geral, os <strong>alimentos de origem animal </strong>são os mais ricos em proteína, como frango (85g) = 28g de proteína, bife (85g) = 26g de proteína, salmão (85g) = 22g de proteína, atum (85g) = 22g de proteína, camarão (85g) = 20g de proteína e ovo (unidade) = 6g de proteína; Além de alimentos de origem animal e comuns ao dia a dia: leite, queijo, iorgute e presunto. As <strong>Leguminosas:</strong> feijão carioca (½ copo) = 11g de proteína, lentilha (½ copo) = 9g de proteína, vagem (½ copo) = 9g de proteína, feijão preto (½ copo) = 8g de proteína e quinoa (½ copo) = 4g de proteína. E os <strong>grãos: </strong>grão de soja (28g) = 12g de proteína, sementes de abóbora (28g) = 9g de proteína, amendoim (28g) = 7g de proteína, amêndoas (28g) = 6g de proteína, pistache (28g) = 6g de proteína, grão de chia (28g) = 5g de proteína, nozes (28g) = 4g de proteína;<br><strong>Dentre os alimentos utilizados no experimento:&nbsp;</strong></div><div>A principal proteína do ovo é a ovoalbumina, presente na clara do ovo, o leite, o arroz, feijão e soja.<br><br></div><div><strong>5. Qual a função das proteínas no organismo humano?</strong></div><ul><li>Construção e reparação dos tecidos e músculos;</li><li>Possuem valor nutricional e fornecem energia;</li><li><mark>Função ESTRUTURAL</mark> - Algumas proteínas constituem estruturas celulares, como as histonas nos cromossomos;&nbsp; São parte dos constituentes básicos de fibras musculares, cabelo, ossos, dentes e pele, além de fornecer elasticidade e resistência a órgãos e tecidos;</li><li><mark>Função de RESERVA</mark> de substâncias - a exemplo a ovoalbumina da clara de ovo, constituem a reserva de aminoácidos para o desenvolvimento do embrião;</li><li><mark>Função ENZIMÁTICA</mark> ou <strong>Ação catalisadora </strong>(pelas enzimas): atuam como catalisadores naturais ou biológicos, otimizando o tempo das reações químicas no metabolismo celular;</li><li><mark>Função de TRANSPORTE </mark>&nbsp;de substâncias - a exemplo, a hemoglobina, no transporte de oxigênio no sangue;</li><li><mark>Função CONTRÁTIL</mark> - a exemplo a actina e a miosina, que constituem as miofibrilas responsáveis pela contração muscular;</li><li><mark>Função de DEFESA</mark> - no sistema imunológico, como a imunoglobina;</li><li><mark>Função HORMONAL</mark> ou Função reguladora do metabolismo - alguns hormônios possuem&nbsp; natureza protéica; a exemplo, a insulina e o glucagon, os quais regulam os níveis de glicose no sangue.&nbsp;</li></ul><div><strong>6. Como funciona o teste de biureto?&nbsp;</strong></div><div>O teste de biureto é uma das formas de determinação quantitativa das moléculas de proteínas presentes e de sua concentração total, em meio distinto, como os alimentos, soro sanguíneo e urina/soluções <sup>(Almeida et al., 2012)</sup>. <br>A reação do biureto ocorre pela formação de um complexo de entre os resíduos de ligações peptídicas e o íon metálico cúprico, Cu<sup>2+ </sup>, que se encontra no reagente de biureto, ou seja a apuração da formação de Cu2+ e as proteínas ou peptídeos com mais de dois aminoácidos.&nbsp; A sua <strong>coloração modifica de azul para violeta</strong> ao estar em contato com proteínas (íons de cúpricos) e pode mudar a coloração para <strong>rosa</strong>, se estiver junto a polipeptídeo de cadeia curta.</div><div><br></div><div><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-16 20:22:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Roteiro de prática 3 - Cinética Enzimática</title>
         <author>mariavictoria_</author>
         <link>https://padlet.com/mariavictoria_/Bookmarks/wish/2145662700</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>3.1. Efeito da temperatura <br></strong>Apesar de forma geral, as enzimas perderem sua função ao serem expostas a temperaturas extremas, a atividade enzimática do experimento tem seu pico ou possível "temperatura ótima" aos 0°, quando resfriada, e que se mantém, estavél ou com pouca redução, quando em temperatura ambiente de 25° e até ser aquecida aos 37°, quando tem uma queda minima de atividade, representando diminuição entre 5mm apenas. Nota-se que ocorre a queda de atividade enzimática ao elevar a temperatura, entre os tubos 3 e 4, aquecidos a respectivamente, 37° em "banho maria", onde permanece em uma certa estabilidade, ate o 4, aquecido a 70 graus, tendo uma queda de 55mm, por fim, no quinto tubo, aquecido a 100°, decaindo entre 80 mm a 70mm, portanto, representando a queda da atividade, e uma provavél desnaturação da enzima pós exposição a temperatura extrema.</div><blockquote>altura da reação enzimática <br><strong><mark><sup>Tubo 1</sup></mark></strong><strong><sup> - 9,5 cm = 95 mm<br></sup></strong><strong><mark><sup>Tubo 2 </sup></mark></strong><strong><sup>-&nbsp; 10 = 100 mm</sup></strong><strong><mark><sup><br>Tubo 3 </sup></mark></strong><strong><sup>- 11 cm = 110 mm</sup></strong><strong><mark><sup><br>Tubo 4 </sup></mark></strong><strong><sup>- 4,5 cm = 45</sup></strong><strong><mark><sup><br>Tubo 5 </sup></mark></strong><strong><sup>- 2 cm = 20 mm</sup></strong></blockquote><div><sub>*Realizado por: Maria Victória Jonas dos Santos<br></sub><strong><sub><br></sub></strong><strong>3.2. Efeito do pH&nbsp;<br></strong><br></div><div>Cada enzima tem uma faixa ótima<br>&nbsp;de pH onde há uma atividade máxima da enzima <br><br>Pode-se observar que no tubo 1 e 5 não ouve uma ação enzimática significativa pois foram usados gotas de ácido clorídrico no tubo 1 onde se formou uma substância muito ácida pra enzima o mesmo ocorre com o tubo 5 onde possui gotas de hidróxido de sódio onde formou-se uma substância muito alcalina para a enzima impedindo sua ação.<br><br>No tubo 2 houve pouca variação de espuma&nbsp; foi observado apenas 1,5 cm&nbsp; ,isso ocorreu&nbsp; pois o pH&nbsp; usado foi o 4 , ainda muito ácido para a ação das enzimas.<br><br>Já no tubo 3 com o pH 5 houve uma ação muito maior das enzimas a espuma foi de 6,5 cm ,o que ocorre ainda mais com o tubo 4 onde se obteve 10 cm de espuma e&nbsp; foi usado o tampão de pH 7 sendo considerado o pH ótimo para a ação enzimática<br><br><strong><br>3.3. Efeito da concentração do substrato&nbsp;<br><br>3.4. Inibição pelo cianeto</strong></div><blockquote><strong><mark><sup>Tubo 2</sup></mark></strong><strong><sup>- 5 cm<br></sup></strong><strong><mark><sup>Tubo 3</sup></mark></strong><strong><sup>- 7 cm<br></sup></strong><strong><mark><sup>Tubo 4</sup></mark></strong><strong><sup>- 4cm<br></sup></strong><strong><mark><sup>Tubo 5</sup></mark></strong><strong><sup>- 7 cm<br></sup></strong><strong><mark><sup>Tubo 6</sup></mark></strong><strong><sup>- 8,7 cm<br></sup></strong><strong><mark><sup>Tubo 7</sup></mark></strong><strong><sup>- 5,5 cm<br></sup></strong><strong><mark><sup>Tubo 8</sup></mark></strong><strong><sup>- 8 cm<br></sup></strong><strong><mark><sup>Tubo 9</sup></mark></strong><strong><sup>- 12 cm<br></sup></strong><strong><mark><sup>Tubo 10</sup></mark></strong><strong><sup>- 13 cm</sup></strong></blockquote><div>Notei que até a amostra 6, onde continham gotas de vitamina c, não se formou tanta espuma, havendo pouca variação entre um e outro, mesmo tendo o aumento da quantidade de H2O2 na solução e a diminuição de H2O. A partir do tubo 7, sem a presença de vitamina c, observei que a altura da espuma aumentou à medida que iria se diminuindo a quantidade de H20 e aumentando a quantidade de H2O2. Um bom exemplo que pode ser dado é o tubo 4 e o 9, ambos possuem a mesma quantidade das substâncias colocadas no experimento, exceto que o tubo 4 possui a vitamina c e o 9 não e com isso observamos que enquanto o tubo 4 formou uma espuma de 4 cm o tubo 9 formou uma de 12 cm.<br>Isso ocorre porque o cianeto (vitamina c) inibe a ação da enzima resultando em uma diminuição acentuada na extração de oxigênio e com isso causando menos espuma.<br><sup>*Realizado em dupla por: Beatriz Muniz e Rosália Oliveira&nbsp;</sup></div><div><br><strong>4. RESULTADOS E DISCUSSÃO:&nbsp;<br>1. Identifique a enzima e o substrato e explique o mecanismo de ação desta proteína.&nbsp;<br><br>2. Construa um gráfico para cada uma das variáveis analisadas no experimento.</strong></div><pre><sup> Consultar coluna de anexos: Roteiro 3 - Cinética enzimática </sup></pre><div><br><strong>3. De acordo com os resultados obtidos, qual a melhor temperatura e pH para a enzima? <br>Este resultado é esperado? Justifique.<br><br></strong>As enzimas funcionam melhor dentro de faixas específicas de pH e temperatura, além das determinadas "temperatura ótima" e do "pH ótimo" para o bom/ideal funcionamentofuncionamento, e é na temperatura ótimaótima, dado particular de cafacada enzima, aueque ela terá o desempenho máximo <br>Temperatura: aumentar a temperatura da reação tende a aumentar a velocidade da reação, enquanto a&nbsp; diminuição de temperatura vai desacelerar a velocidade da mesma. <br>Nas faixas de temperaturas extremamente altas, as enzimas<strong> </strong>tendem a se desnaturar - perdendo sua forma e consequentemente parando de funcionar. <br>pH: cada determinada enzima possui uma faixa de pH ótimo. Alterações dessa faixa ótima de pH acarretará na queda das atividades enzimáticas. De semelhante forma, quando exposto a valores extremos de pH as enzimas também poderão ser<strong> </strong>desnaturadas.&nbsp;<br><br></div><ul><li>No procedimento, foi preparado a bateria de cinco tubos, com a mesma distribuição de: água oxigenada (1 ml), água destilada (2 ml), solução albumina (6 gotas) e água de alface (3 ml). O tubo 1 foi resfriado a 0°C, o tubo 2 permaneceu na grade, na temperatura ambiente por volta de 25°C, o terceiro tubo foi aquecido em banho maria, 37°C, e os tubos 4 e 5, foram aquecidos a respectivamente, 70°C e 100°C. Os cinco tubos, foram resfriados ou aquecidos simultanemante por cerca de 10 minutos.</li><li>Conclui-se portanto com base na altura da espuma, a atividade enzimática: no primeiro tubo, resfriado a 0°C, apesar da temperatura extremamente baixa, ocorre reação visível e consideravél, mensurada pela altura da espuma, cerca de 9,5 cm. Na temperatura ambiente, o tubo 2 consegue reagir numa altura de 10 cm; no banho maria de 37°C, está representado a possível <strong>temperatura ideal</strong> da enzima, apresentando a maior reação da atividade enzimática, de altura de 11 cm, para mais; nos tubos 4 e 5, aquecidos entre 70 e 100 graus, apesar de ainda ocorrer reação, apresenta-se de forma extremamente reduzida se comparada as demais temparaturas, quando, de forma geral, em temperaturas extremas, as enzimas começam a perder a função e capacidade pela desnaturação.</li></ul><div><br><strong>4. Explique o comportamento dos gráficos de temperatura e pH.</strong> <br><br>No<strong> efeito da temperatura </strong><sup>(3.1.)</sup>, o gráfico enfatiza a diferença da atividade enzimática sob as temperaturas expostas. Preparados os cinco tubos da mesma forma com os mesmos componentes e concentrações, os três primeiros tubos apresentam atividade semelhante, com pouca diferença na reação pela altura da espuma, nos três primeiros pontos respectivamente: <strong>tubo 1</strong>, a 0°C, 9,5 cm; <strong>tubo 2</strong>, a 25°C, 10 cm;<strong> tubo 3</strong>, a 37°C, (ou mais proximo) a temperatura ideal, 11 cm. Ocorre a diferença brusca de atividade ou altura da espuma nos últimos dois tubos: <strong>tubo 4</strong>, a 70°C, 45 cm e <strong>tubo 5</strong>, a 100°C, 20 cm, ainda resta reação, mesmo que reduzida a mais da metade quando comparada a ideal e demais.</div><div><sup>*Realizado por: Maria Victória.<br></sup>No efeito do pH<sup>(3.2)</sup> pode-se observar que no tubo 1 e 5 não ouve uma ação enzimática significativa pois foram usados gotas de ácido clorídrico no tubo 1 onde se formou uma substância muito ácida pra enzima o mesmo ocorre com o tubo 5 onde possui gotas de hidróxido de sódio onde formou-se uma substância muito alcalina para a enzima impedindo sua ação como é mostrado no gráfico.<br>No tubo 2 houve pouca variação de espuma&nbsp; foi observado apenas 1,5 cm&nbsp; ,isso ocorreu&nbsp; pois o pH&nbsp; usado foi o 4 , ainda muito ácido para a ação das enzimas.<sup><br></sup>Já no tubo 3 com o pH 5 houve uma ação muito maior das enzimas a espuma foi de 6,5 cm ,o que ocorre ainda mais com o tubo 4 onde se obteve 10 cm de espuma e&nbsp; foi usado o tampão de pH 7 sendo considerado o pH ótimo para a ação enzimática.<sup><br></sup><br></div><div><strong>5. Qual o efeito do aumento da concentração de Substrato? Os resultados obtidos são o que era esperado? Quais os resultados esperados.<br><br></strong>Uma reação química continuará acontecendo até que reste substrato suficiente para se ligar a enzima catalisadora. Portanto, a quantidade de substrato é também um fator de influência na reação: quanto maior for a quantidade e concentração do substrato numa reação, por mais tempo ela irá durar, assim como conforme o substrato for acabando a reação se sucederá, por isso, dentre as técnicas de laboratório para obter uma reação mais duradoura, é de costume adicionar mais substrato.<strong><br><br>6. Ao aumentar a quantidade de enzimas no sistema o que ocorre? Justifique. Como <br>poderíamos fazer isso neste experimento?<br><br> </strong>A quantidade de enzimas presente na reação é diretamente proporcional a atividade e continuidade da reação. Se aumentarmos a concentração de enzimas mais reações irão acontecer, bem como, se acabarem as enzimas, a reação igualmente. <strong><br><br>7. Qual seria o efeito da adição de um inibidor competitivo ao sistema? Justifique<br><br></strong>A inbição enzimática consiste na redução da velocidade de uma reação provocada por uma determinada molécula, na sua forma competitiva, a molécula inibidora é estruturalmente semelhante ao substrato da enzima que se liga para realizar a catálise.&nbsp;<br>Ela se liga ao sítio ativo da enzima, que não pode realizar o processo catalítico, pois seu sítio ativo está ocupado para poder ligar-se ao substrato correto, o inibidor então compete como substrato pelo sítio de ação. O inibidor forma com a enzima o complexo enzima-inibidor EI, que é análogo ao complexo enzima substrato ES. Portanto, a molécula do inibidor não é modificada pela enzima e o efeito da reação modifica o km, mas não altera sua velocidade.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-16 20:42:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariavictoria_/Bookmarks/wish/2145662700</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Roteiro prática 2 - Dosagem de proteínas totais e albumina</title>
         <author>mariavictoria_</author>
         <link>https://padlet.com/mariavictoria_/Bookmarks/wish/2145687221</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>3.1. Dosagem de proteínas totais&nbsp;</strong></div><blockquote><strong><em><sup>Tubo - padrão: </sup></em></strong><em><sup>0,155 absorbância e </sup></em><strong><em><sup>Tubo - teste:</sup></em></strong><em><sup> 0,254 absorbância</sup></em><sup> </sup><br><em><sup>Proteínas totais (g/dl) = Absorbância do Teste x CP/Absorbância do Padrão </sup></em><sup>&nbsp;</sup><em><sup>VALORES DE REFERÊNCIA:&nbsp; Proteínas totais: 6,0 a 8,55,0 g/dL e concentração 4,0 g/DL. </sup></em><strong><em><sup>Resultados: </sup></em></strong><em><sup>PT = AT/AP x CP = 0,254/0,155 x 4; PT = 6,52</sup></em></blockquote><div><br><em>O teste foi feito em uma repetição e apresentou o valor dentro da referência.<br></em><em><sup>*Realizado pela dupla: Beatriz souza Muniz e Rosália Santos.</sup></em><em>&nbsp;</em></div><div><br></div><div><strong>3.2. Dosagem de proteínas albumina&nbsp;<br></strong><br></div><blockquote><sup>Teste 1. Leitura 1. : </sup><strong><em><sup>Tubo - teste:</sup></em></strong><em><sup> 0,181 absorbância e </sup></em><strong><em><sup>Tubo - padrão: </sup></em></strong><em><sup>0319 absorbância.</sup></em><br><sup>Teste 1. Leitura 2.:</sup> <strong><em><sup>Tubo - teste:</sup></em></strong><em><sup> 0174 absorbância e </sup></em><strong><sup>Tubo - padrão: </sup></strong><sup>0311 absorbância.<br>Albumina (g/dl) = Absorbância do Teste x CP/Absorbância do Padrão <br>VALORES DE REFERENCIA:&nbsp; Albumina: 3,5 a 5,0 g/dL e concentração 4,2 g/DL. </sup><strong><sup>Resultados:&nbsp; </sup></strong><em><sup>PT = AT/AP x CP;&nbsp; </sup></em><strong><em><sup>1.</sup></em></strong><em><sup> PT = 0,174/0311 -&gt; PT = 1,787 x 4,2 -&gt; </sup></em><strong><em><sup>&nbsp;</sup></em></strong><em><sup>PT = 2,3498392283; e </sup></em><strong><em><sup>2. </sup></em></strong><em><sup>PT = 0,181/0,319 -&gt; 0,567 x 4,2 = 2,383.</sup></em><blockquote><sup>Aproximadamente 2,35 na leitura 1, e 2,38 na leitura 2.</sup></blockquote></blockquote><div><br>O teste de albumina foi feito com duas repetições laboratoriais, e por diferentes pessoas, onde apresentou valores discrepantes entre si. No <strong>primeiro </strong>teste houveram duas leituras com uma diferença miníma de valores da absorbância, além de apresentar um<strong> valor relativamente baixo</strong> se comparado aos valores de referência da albumina.<em><br><br></em><em><sup>*Realizado em dupla por: Maria Victória Jonas dos Santos.</sup></em><strong><em><sup><br></sup></em></strong><strong>5. DISCUSSÕES: <br>a) Como deve ser realizada a coleta e estocagem das amostras de sangue para o teste de dosagem das proteínas totais e albumina? <br><br></strong>Utilização de soros e líquidos, podendo ser pleural, sinovial e ascítico. A estabilidade das proteínas é garantida por três dias, ser for mantida em temperatura entre 2°C e 8°C, mas se for por 7 dias, deve ser mantida a 10°C. Todas as amostras devem ser consideradas como infectantes. <br><strong><br>b) Quais condições condições clínicas podem justificar o valor encontrado em sala de aula para as dosagens de proteínas totais e albumina? Justifique Bioquimicamente.&nbsp;</strong></div><div><br>Em relação ao teste da <strong>albumina</strong>, resultou em um valor consideravelmente abaixo do esperado em situações normais, conforme os valores de referência que regulam a quantidade desta proteína no organismo. Como foi abaixo, primeiramente deve-se considerar o erro laboratorial na preparação dos tubos e manipulação, tendo em vista que o teste foi realizado duas vezes por pessoas distintas, e em tese da mesma forma e preparação, mas com valores discrepantes, um para mais e outro para menos, além da realização de duas leituras de absorbância. Além disto, clinicamente, o valor abaixo é esperado de pacientes com obesidade e depressão por exemplo, e pode ser um indicativo de Hypoalbuminemia ou <strong>Hipoalbuminemia</strong> -&nbsp; o défice de albumina no sangue, que pode ser causados por diversas razões como a redução de síntese proteíca.&nbsp;</div><blockquote><sup>VALORES DE REFERENCIA Albumina: 3,5 a 5,0 g/dL e concentração 4,2 <br>g/DL. </sup><strong><sup>Resultados: </sup></strong><sup>Aproximadamente 2,35 e 2,38.</sup></blockquote><div><br><strong>c) Que medicações podem interferir na avaliação bioquímica de um paciente que realize dosagem de proteínas totais e albumina? Explique. <br></strong>Ácido acetilsalicílico, atenolol, carvedilol, clonidina, furosemida, hidroclorotiazida, propranolol, sinvastatina, prednisolona, prednisona, amoxicilina, amoxicilina + clavulanato de potássio, azitromicina, penicilina benzatina, cefalexina, nitrofurantoína, baclofeno, ibuprofeno, amitriptilina, clomipramina, fenitoína, fluoxetina, imipramina, levodopa + benserazida, levodopa + carbidopa, nortriptilina, paracetamol, prometazina, ciprofloxacino e carbamazepina. Estes remédios podem influenciar na alteração dos resultados dos exames. Esses, por exemplo, alteram a glicemia, devido à diminuição da ação da insulina. <br><strong><br>d) Como é realizada a dosagem de fibrinogênio? Qual sua importância clínica? <br></strong>A amostra de sangue deve ser coletada com EDTA 10%. Centrifuga-se de dois capilares preenchidos com sangue até ¾ de sua altura. Após a centrifugação, com um dos capilares se determina a proteína plasmática total por refratometria e o outro capilar é aquecido no banho-maria (temperatura de 56°C-57°C) por 3 minutos. A dosagem de fibrinogênio é feita como parte da investigação de um distúrbio hemorrágico, ou para esclarecer alterações do tempo de protrombina ou do tempo de tromboplastina parcial.<br><strong><br>e) Que outras técnicas de laboratório podem ser utilizadas para a dosagem desses testes? <br></strong>Enzima imunoensaio, fluorimetria, soroaglutinação, quimioluminescência e imunofluorescência.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-16 21:46:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Roteiro prática 1 - Determinação do pH de soluções, tempões biólogicos e distúrbios ácido-base</title>
         <author>mariavictoria_</author>
         <link>https://padlet.com/mariavictoria_/Bookmarks/wish/2145687667</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>RESULTADOS E DISCUSSÃO:&nbsp;</strong></li></ul><div><strong>a) O pH biológico é igual em todos os órgãos e líquidos do corpo humano? Justifique. <br><br></strong>O PH não é igual em cada órgão e isso ocorre por diversos motivos como o da pele e o da vagina que precisa ser ligeiramente ácidas para manter as bactérias nocivas afastadas e o do sangue que é ligeiramente alcalino para se ter uma boa saúde celular. <br><strong><br><br>c) O que acontece quando você sopra o tubo de ensaio? Discuta as diferenças observadas entre o tubo que contém apenas água e o tubo que contem a solução tampão comparando ao que ocorre dentro do organismo humano. <br><br></strong>Ao se assoprar no tubo, notamos que a cor da solução ficou mais clara. Isso pode ser explicado por conta de quando sopramos no tubo ocorreu uma reação com o gás carbônico existente no ar e como esse gás tem a capacidade de liberar H+, a solução tampão acabou não resistindo devido a quantidade de H+ e a mudança no PH foi notada. No organismo humano ocorre da mesma forma, quanto maior for a quantidade de substâncias com o PH ácido no organismo pode se chegar uma hora que a solução tampão não irá resistir e a mudança de PH irá ocorrer, causando diversos desequilíbrios no organismo.<br><strong><br>d) Além do sistema tampão (químico)que outros sistemas fisiológicos ajudam na regulação do pH sanguíneo?Explique<br><br></strong>O do sistema respiratório e os rins. A função respiratória se processa por meio de ventilação pulmonar, perfusão pulmonar e difusão pulmonar. Os rins cumprem as suas funções no organismo através de 3 mecanismos principais que são a filtração glomerular, reabsorção tubular e secreção tubular.&nbsp; Os rins eliminam materiais não-voláteis que o sistema respiratório não foi capaz de eliminar através das trocas gasosas e é um processo mais lento, eles regulam a concentração de íons de H+, promovendo o aumento ou diminuição dos íons de bicarbonato.&nbsp;<br><br></div><ul><li><strong>CASOS CLÍNICOS</strong></li></ul><div><strong>1. a) Qual a definição simplificada de ácidos e bases? <br></strong>Ácidos são substâncias que são capazes de liberar íons de H+ e as bases são capazes de liberar OH-. <strong><br>b) O que significa a força de um ácido ou de uma base? <br></strong>A força de um ácido é determinada pela capacidade dele em sofrer ionização na água, quanto maior a capacidade dele maior será a sua força. Já a força de uma base se dá com a capacidade dela em sofrer dissociação (liberação de íons) em água, quanto maior for essa capacidade maior será a força da base. <strong><br>c) Por que se diz que a água é ao mesmo tempo um ácido e uma base? <br></strong>Porque a água é uma substância anfótera, se combinarmos a água com uma base, ela atua como ácido e vice-versa, pois quando reage com ácidos e atua como base receptora de prótons ou quando reage com bases e atua como ácido doador de prótons. <strong><br>d) Qual a definição de pH? <br></strong>A sigla pH significa Potencial Hidrogeniônico, e consiste num índice que indica a acidez, neutralidade ou alcalinidade de um meio qualquer. O pH é uma característica de todas as substâncias determinado pela concentração de íons de Hidrogênio (H+). Quanto menor o pH de uma substância, maior a concentração de íons H+ e menor a concentração de íons OH- .<strong><br>e) Qual a definição de sistema tampão? <br></strong>Sistema tampão são substâncias que limitam a variação do PH no organismo, ao se combinarem com os ácidos e as bases presentes. É constituído com um sal e um ácido fraco no qual forma uma base forte. Agem como um sistema protetor. <strong><br>f) Qual é a faixa de pH do sangue considerada normal para humanos? <br></strong>Entre 7,35 e 7,45. <strong><br>g) Qual o principal sistema tampão de controle do pH sanguíneo? <br></strong>Tampão bicarbonato/ ácido carbônico. <strong><br>h) Qual o papel da respiração no controle do pH sanguíneo?<br>&nbsp;</strong>Manter o Ph normal no organismo através da troca gasosa de gás carbônico e oxigênio. <strong><br>i) Como alterações respiratórias causadas por doenças interferem no controle do pH sanguíneo? <br></strong>Quando a concentração de íons hidrogênio do sangue está elevada (pH baixo) o centro respiratório aumenta a frequência dos estímulos respiratórios, produzindo taquipneia. Com o aumento da frequência respiratória, aumenta a eliminação do CO2 do sangue, a redução dos níveis sanguíneos do CO2 eleva o pH e quando a concentração de íons hidrogênio (H+) está baixa (pH elevado), o centro respiratório diminui a frequência dos estímulos à respiração e ocorre bradipneia, que reduz a eliminação do CO2 tentando corrigir o pH do sangue. Na realidade, a regulação respiratória do pH, por estímulos do centro respiratório, não normaliza o pH do sangue, porque, à medida que a concentração do íon hidrogênio se aproxima do normal, o estímulo que modifica a atividade respiratória vai desaparecendo.<strong><br>j) Que outro controle de pH sanguíneo também é utilizado pelo organismo humano?</strong>&nbsp;<br>O sistema renal, no qual o controle é feito pelos rins.<br><br></div><div><strong>2)&nbsp; a) Qual é a situação ácido- base do paciente? <br></strong>O sangue do paciente está apresentando uma acidose.<strong><br>b) Qual a causa imediata do desbalanço ácido- base?<br> </strong>A overdose causou uma deficiência no sistema respiratório. <strong><br>c) Qual seria a melhor solução para corrigir o desbalanço ácido- base? <br></strong>Aplicar medicamentos com o intuito de corrigir o PH do sangue e tentar normalizar a respiração, pois como a respiração está com uma depressão está fazendo com que ocorra um aumento na quantidade de gás carbônico no sangue. <strong><br><br>3) a) Quais as causas de acidose metabólica? Explique porque acontece a acidose.<br>&nbsp;</strong>Na acidose metabólica, a acidez excessiva se dá por causa de um problema no metabolismo, que pode ser desencadeado por diversas condições de saúde, como diabetes e diarreia grave.&nbsp;</div><div>Ainda não é claro se são essas condições de saúde que causam a acidose metabólica ou vice versa, mas o fato é que uma parece piorar a outra e com certeza elas estão relacionadas. Já são conhecidas algumas formas principais de acidose metabólica, que incluem:&nbsp;</div><div><strong><mark>Acidose diabética</mark></strong><mark>&nbsp;</mark></div><div>Atinge pessoas com diabetes não controlada. Nesse caso, o corpo acumula cetonas no corpo que acabam acidificando o sangue.&nbsp;</div><div><strong><mark>Acidose hiperclorêmica</mark></strong><mark>&nbsp;</mark></div><div>Ocorre quando há uma perda de bicarbonato de sódio, que é uma base importante para manter a neutralidade do sangue. Esse tipo de acidose metabólica pode ser agravado por episódios de vômito ou diarreia intensa.&nbsp;</div><div><strong><mark>Acidose láctica</mark></strong><mark>&nbsp;</mark></div><div>A acidose láctica se dá quando existe um excesso de ácido lático no corpo que pode ser desencadeado pelo uso crônico de álcool ou pela prática frequente de exercícios intensos. Outras possíveis causas são a insuficiência cardíaca, o câncer, as convulsões, a insuficiência hepática, os baixos níveis de açúcar no sangue ou a falta de oxigênio no corpo por tempo prolongado.&nbsp;</div><div><strong><mark>Acidose tubular renal</mark></strong><mark>&nbsp;</mark></div><div>Esse tipo de acidose acontece quando os rins não são capazes de eliminar ácidos por meio da urina.&nbsp;</div><div><strong>Outras causas</strong>&nbsp;</div><div>Desidratação grave ou uso de certos medicamentos também podem aumentar a acidez do sangue.&nbsp;<br>Além das possíveis causas mencionadas acima, alguns fatores de risco para a acidose metabólica podem ser:&nbsp;</div><div><strong>Dieta rica em sal, gorduras e proteínas animais e pobre em frutas e legumes; Problemas renais; Uso descontrolado de aspirina; Obesidade; Desidratação; Condições de saúde pré-existentes como a diabetes ou a síndrome de Sjögren.</strong>&nbsp;</div><div>Sem tratamento, a acidose metabólica pode causar complicações de saúde que merecem nossa atenção. As possíveis <strong>complicações</strong> são:&nbsp;</div><div><strong><mark>Perda óssea ou osteoporose</mark></strong><mark>&nbsp;</mark></div><div>Isso acontece porque quando os rins e os pulmões não conseguem remover o excesso de ácido no corpo, o organismo começa a retirar cálcio dos ossos para neutralizar tentar neutralizar o ácido. A perda de cálcio dos ossos pode aumentar o risco de fraturas.&nbsp;</div><div><strong><mark>Progressão da doença renal</mark></strong><mark>&nbsp;</mark></div><div>Danos renais como pedras nos rins ou doença renal crônica podem ocorrer. Além disso, se você já tiver um problema renal ele pode piorar por causa da acidose metabólica.&nbsp;</div><div>Quanto mais ácido se acumular no seu organismo, mais a sua função renal é prejudicada e quanto mais a sua função renal é afetada, mais ácido se acumula. É um ciclo que se repete sem o tratamento adequado.&nbsp;</div><div><strong><mark>Perda muscular</mark></strong><mark>&nbsp;</mark></div><div>A albumina é uma proteína essencial que ajuda na construção e manutenção de músculos saudáveis. A acidose metabólica pode reduzir a quantidade de albumina sintetizada no corpo, levando à perda de massa muscular.&nbsp;</div><div><strong><mark>Distúrbios endócrinos</mark></strong>&nbsp;</div><div>Problemas no sistema endócrino causados pela acidose podem resultar em alterações hormonais que levam à resistência à insulina, à diabetes e à cetoacidose diabética. Também pode ocorrer o crescimento inadequado em crianças e adolescentes uma vez que a liberação do hormônio do crescimento também pode ser afetada.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;<strong>b) O que são corpos cetônicos? Qual a correlação entre os sintomas do paciente e a produção dessas <br>substâncias? <br></strong>Corpos cetonicos são uma substância química produzida pelo corpo quando, devido a uma falta de insulina, este não é capaz de usar a glicose como fonte de energia, e em vez disso começa a utilizar a gordura.&nbsp;</div><div>O corpo produz cetonas por utilizar a gordura quando a glicose no sangue desce. Em pessoas que não têm diabetes, um baixo nível de cetonas é normal e não prejudicial. Eles aparecem se não tiver ingerido alimentos por algum tempo e após o exercício físico prolongado. Em pessoas sem diabetes, glicose, insulina e cetonas trabalham juntos para fornecer ao corpo a energia que necessita.&nbsp;</div><div>Na diabetes, as cetonas são produzidas quando a glicemia não está bem controlada. Cetonas na urina são um sinal de que o corpo está a utilizar gordura para ter energia em vez de usar a glicose. Isto pode ser porque não há insulina disponível suficiente para levar a glicose a partir da corrente sanguínea para as células e ser usada para produzir energia.&nbsp;</div><div><strong>c) Dos testes realizados no sangue do paciente, indique quais são os resultados no exame que confirmam a acidose metabólica ? <br></strong>PH, bicarbonato, PO2 e PCO2&nbsp;</div><div><strong>d) A poliúria e os vômitos poderiam causar desidratação no paciente? Por que ? <br></strong>Podem, porque ocorre a perda de água e sais minerais no organismo. <strong><br>e) Quais os mecanismos de regulação do pH poderiam ser utilizados pelo organismo do paciente para tentar <br>corrigir a acidose observada? <br></strong>A solução tampão, pois seria o que teria o seu efeito de forma mais rápido. No entanto terá que regular os outros mecanismos também para se dar um solução final.&nbsp;</div>]]></description>
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         <title>Anexo: Roteiro 3 - Cinética enzimática</title>
         <author>mariavictoria_</author>
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         <title>Anexo: Roteiro 3 Cinética enzimática</title>
         <author>mariavictoria_</author>
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         <title>Anexos: Roteiro 3 - Cinética enzimática</title>
         <author>jeanargollo</author>
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         <title>Anexos: Roteiro 3 - Cinetica Enzimática </title>
         <author>franksanntos1207</author>
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         <title>Anexos: Roteiro 3 - Cinética enzimática</title>
         <author>mariavictoria_</author>
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         <title>Anexo: Roteiro 3 - Cinética Enzimática</title>
         <author>jeanargollo</author>
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         <title>Anexos: Roteiro 3 - Cinética enzimática </title>
         <author>mariavictoria_</author>
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         <title>Anexos: Roteiro 3 - Cinética enzimática</title>
         <author>mariavictoria_</author>
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         <title>O mural como um todo ficou ótimo. Mas é importante, quando colocamos figuras de tubos ou outros resultados, descrevermos detalhadamente a figura. No caso, teriam que dizer quem é o tubo 1, tubo 2, etc, o que tem dentro e que alteração pode ser notada na figura.Ass. Acássia</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2022-07-05 13:02:27 UTC</pubDate>
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