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      <title>2M1_ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR_SAÚDE MENTAL_DEPRESSÃO by Karina Garcia Alves Zago</title>
      <link>https://padlet.com/kagarciaalveszago/qb8r9ryshqu9yyjj</link>
      <description>Criado com amor</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-07 11:43:52 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-07-04 14:32:35 UTC</lastBuildDate>
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         <title>A saúde mental dos estudantes!</title>
         <author>Ocilene</author>
         <link>https://padlet.com/kagarciaalveszago/qb8r9ryshqu9yyjj/wish/2260424125</link>
         <description><![CDATA[<div>Saúde mental/Depressão<br><br>&nbsp; Ao analisar vários artigos sobre a temática: "saúde mental/depressão" , chegamos a um consenso e optamos pelo editorial: "A saúde mental global, a depressão, a ansiedade e os comportamentos de risco nos estudantes do ensino superior: estudo de prevalência e correlação", escrito por Jorge Salvador Pinto de Almeida.&nbsp;<br>&nbsp; O Material apresenta como objetivo: caracterizar a saúde mental global; caracterizar níveis de sintomatologia depressiva e ansiosa; identificar os padrões de comportamento de risco; analisar a relação entre a saúde mental global, depressão, ansiedade e comportamentos de risco.<br>&nbsp; &nbsp;A metodologia utilizada para tal experimento foi a de pesquisa quantitativa e correlacional, onde determinados grupos de pessoas são entrevistados individualmente (neste caso específico, estudantes do ensino superior) e os resultados obtidos por cada cidadão, são correlacionados com os do restante do grupo.<br>&nbsp; &nbsp;Partindo deste exame social, os pesquisadores adquiriram importantes informações sobre o estado mental dos estudantes do ensino superior, que é o mais precário, se comparado ao de estudantes de nível médio e fundamental.<br>&nbsp; &nbsp; Obtiveram também como resultado, que alunos de 1º e 4º ano, mulheres e alunos de cursos de Artes e letras apresentam níveis mais baixos de saúde mental. Homens estudantes de áreas complexas como a ciência foram os mais afetados pelo álcool. Além disso, observaram que curso e sexo são temas extremamente significativos para a saúde mental global.<br><br>&nbsp; &nbsp;Os dados para a formulação deste texto foram obtidos no artigo científico: "A saúde mental global, a depressão, a ansiedade e os comportamentos de risco nos estudantes do ensino superior: estudo de prevalência e correlação"&nbsp; escrito e publicado por Jorge Salvador Pinto de Almeida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-13 20:56:54 UTC</pubDate>
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         <title>Depressão na adolescência e suporte familiar.</title>
         <author>danielasantana8</author>
         <link>https://padlet.com/kagarciaalveszago/qb8r9ryshqu9yyjj/wish/2260706319</link>
         <description><![CDATA[<div>Este trabalho foi feito com base no artigo:&nbsp;</div><h1>"Estrutura e suporte familiar como fatores de risco na depressão de adolescentes", de Makilim Nunes Baptista, Adriana Said Daher Baptista e Rosana Righetto Dias.<br><br><br>&nbsp;<br>&nbsp;A depressão na adolescência é um tema que está ganhando cada vez mais relevância no âmbito atual da sociedade. Visto a necessidade de informar o público acerca do tema, neste texto será abordado a importância do suporte familiar em relação a saúde mental do adolescente, expondo juntamente os objetivos, dados e metodologias de estudo do artigo.<br><br>&nbsp;Nesse contexto, a adolescência é uma fase da vida que é muito exposta ao desenvolvimento de transtornos mentais como a depressão, isso ocorre&nbsp; devido aos novos tipos de experiências e responsabilidades adquiridas. É nesta idade que começa o desenvolvimento corpóreo, fase a qual também as emoções ficam a flor da pele, podendo gerar então boas ou más sensações.<br><br>&nbsp;Ademais, este artigo tem como objetivo, informar e ensinar acerca dos papéis da família em relação a saúde mental do adolescente. Levando em conta o tema DEPRESSÃO, vemos que no filme estadunidense "Coringa", de Todd Phillips, o personagem principal Arthur Fleck sofre de transtornos compulsivos depressivos e este artigo atende a necessidade de informações sobre prevenção a depressão.<br><br>&nbsp;Outrossim, o adolescente que apresenta problemas pessoais, distúrbios e transtornos desenvolvidos ou acentuados nessa fase tem seu comportamento influenciado em sua maior parte pela família, onde os problemas mais comuns são: abuso do álcool, suicídio, divórcio, performance escolar, dentre vários outros. Segundo estudos de James Necessary e Thomas Parish, estudantes vindos de famílias em que houve divórcio em suas famílias possuíam uma avaliação mais negativa de seus pais do que aqueles provenientes de famílias intactas. Isso mostra a importância da família no cotidiano e nas relações do adolescente.<br><br>&nbsp;O autor traz conclusões através de pesquisas com pacientes e dados estatísticos como metodologia de estudo para o artigo. Há amplas evidências de que problemas relacionados á estrutura e suporte familiar estão relacionados à desordens psiquiátricas infantis, especificamente aos transtornos de humor. As pesquisas sobre prevalência vem apontando, cada vez mais, um número relativamente alto de crianças e adolescentes com sintomas de depressão, o que leva a questionar quais os principais fatores ligados a estes dados. É claro que seria muito ingênuo pensar que somente estes fatores estariam contribuindo para isto, porém não deve ser desprezado que a família funciona como um "colchão amortecedor" para os eventos estressores, pelos quais os adolescentes enfrentam no seu cotidiano. Talvez, a medida que crescer o desenvolvimento de trabalhos psicológicos voltados para a comunidade, em seus locais de moradia e, não somente nos postos de serviços ou hospitais, diminua a probabilidade de ocorrência de sintomas de depressão nos adolescentes.<br><br></h1>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-14 19:32:35 UTC</pubDate>
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         <title>Saúde Mental e Envelhecimento</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kagarciaalveszago/qb8r9ryshqu9yyjj/wish/2261279491</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo: Rafaela Teixeira, Leandra Marques, Amanda Amor Divino, Diana Almeida e Maria Clara.<br><br>2M1<br><br><br>-Este trabalho foi feito com base no artigo:&nbsp;<br><br>"Saúde Mental e Envelhecimento", escrito por: Marineia Crosara de Resende;<br>Camilla de Paula Almeida;<br>Débora Favoreto;<br>Elizângela das Graças Miranda;<br>Gisele Pereira da Silva;<br>Joscelaine Farias Pereira Vicente;<br>Lorena Ávila Queiroz;<br>Priscylla Fonseca Duarte e<br>Silvia Cristina Pereira Galicioli.<br><br><br><br><br><br><br> A falta de atenção e cuidado que damos as pessoas idosas podem as deixar melancólicas e as fazerem ter doenças relacionadas. A depressão em pessoas idosas podem vir de uma vida ativa que por causa de sua idade tem que ser deixada de lado, ou por se sentirem um peso na vida de pessoas com quem convivem.<br>&nbsp;A identificação da depressão nas pessoas idosas é mais difícil de ser identificada, mas falta de apetite e muito sono são as principais características. As muitas doenças que chegam com a idade também podem ser gatilhos para a depressão em idosos,como a falta de audição e a perda da visão, a falta dos movimentos que estava acostumada a ter, e principalmente de perdas que teve durante a vida. Essas grandes causas os fazem ter cada vez mais a vontade de morrer. E por mais que tentamos ajudá-los, eles normalmente não querem ajuda, então como vamos ajudar alguém que não quer ser ajudado? Não podemos obrigar eles a fazerem coisas que não querem ou a tirar eles de sua pequena zona de conforto, isso talvez só piore o estado em que estão e elevando a depressão em um nível muito pior, ao ponto de os sufocarem tanto que podem tentar acabar de vez com suas vidas. Na maior parte das vezes escutar a história da vida deles (no caso de eles lembrarem) e conversar com eles sobre coisas banais ou até mesmo jogar algum jogo junto pode ser um bom remédio, pois pode distrair a mente deles de pensamentos ruins.<br> No geral, associamos a terceira idade ao mau humor e à tristeza. O problema é que essa ideia esconde um assunto sério: a depressão em idosos.depressão se apresenta por meio de tristeza excessiva por mais de duas semanas, provocando falta de interesse em viver e realizar atividades cotidianas. No entanto, em idosos, a doença pode ser confundida com “frescuras” e ainda pode se apresentar por meio de outros sintomas.&nbsp;<br> O idoso pode acabar não relatando tristeza e desânimo, no entanto, pode apresentar queixas físicas, pessimismo, falta de energia, alterações no sono e no apetite, além de dores e incômodos intestinais. Vale destacar que esses sintomas também podem estar relacionados ao envelhecimento e a outros problemas de saúde, por isso é importante estar sempre atento e realizar consultas com um especialista.<br> Dentre os diversos transtornos que afetam os idosos, o transtorno depressivo apresenta mais prevalência. A depressão é uma alteração do estado de humor. O diagnóstico da depressão é clínico, sendo investigado por um profissional de saúde mental e observado a presença de alguns sintomas e os sintomas podendo ser diminuição do sono,&nbsp;<br>perda de prazer nas atividades habituais, ruminações sobre o passado e perda de energia, entre outros.&nbsp;<br> O tratamento da depressão é essencialmente medicamentoso e é necessário a terapia. A depressão pode durar alguns meses ou ser arrastada por anos, podendo levar a complicações como, por exemplo, até o suicídio. Deve- se prestar atenção, para que não ocorra nenhum tipo de negligência com o idoso, que a "sociedade" sempre esteja disposta á ajudar e incentivar á cuidarmos dos idosos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 14:38:33 UTC</pubDate>
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         <title>Interdisciplinar </title>
         <author>erickaoliveira17</author>
         <link>https://padlet.com/kagarciaalveszago/qb8r9ryshqu9yyjj/wish/2261293926</link>
         <description><![CDATA[<div>O risco de malformação&nbsp; pode ser maior em crianças cujo as mães apresentam transtorno mental em comparação com crianças de mães com histórico de transtorno mental. O objetivo desse trabalho foi realiza uma metanálise dos estudos sobre a associação entre transtornos mentais maternais e malformação congênitas. A revisão consiste em buscar artigos nas bases MEDLINE, ISIWB, SCOPUS, LILACS, SCIELO, utilizando-se os descritores: "mental disorders" OR "mental health" OR "psychotic disorders" OR "schizophrenia" AND "congenital abnormalities" OR "birth derects". Foram feitos mais de 108 estudos, sondo selecionados cinco artigos de acordo com os critérios estabelecidos. Estes artigos foram incluidos na metanálise, envolvendo um total de 4.194 crianças de mães com transtornos mantais e 249.548 crianças de mães sem esses tais transtornos. A medida combinada revelou associação significativa entre exposição a transtornos mentais maternas de malformação.<br>Ricos - entre os fatores de risco estão certas características familiares, as crianças estão em maior risco para o desenvolvimento saudável. Tais características englobam: baixa renda, baixa escolaridade dos pais, altos níveis de discórdia marital, altos níveis de estresse familiar, baixos níveis de suporte social, depressão e doenças psiquiátrica dos pais. Assim observa-se que a presença de um transtorno psiquiátrico nos pais é considerada um fator de risco para o desenvolvimento das crianças.<br>Métodos - um dos métodos que pode ajudar nesses casos e buscar alcançar uma identificação mais fiel e aprofundada sobre a realidade das mães com transtornos mentais e seus filhos, optou-se pela utilização da abordagem qualitativa. Esse tipo de pesquisa requer como atitudes fundamentais a abertura, a flexibilidade, a capacidade de observação e de interação entre um grupo de investigadores e os sujeitos da pesquisa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 14:54:41 UTC</pubDate>
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         <title>INTERDISCIPLINAR - DEPRESSÃO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kagarciaalveszago/qb8r9ryshqu9yyjj/wish/2261481100</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalho feito com base no artigo: Saúde Mental e Ansiedade por Marinela Crosara de Resende, Erika Guimarães Soares, Larissa Ribeiro e Léa de Souza Faria<br><br>A depressão pode levar a consequências físicas, emocionais e mentais significativas, sem mencionar problemas comportamentais. Estes podem incluir o envolvimento em atividades perigosas, abuso de substâncias, problemas de saúde e até mesmo mudanças nos pensamentos de uma pessoa, interações sociais e hábitos de sono e alimentação.&nbsp;<br><br>Pode afetar pessoas de todas as idades, e pode estar relacionada às respostas físicas do corpo humano. Baixos níveis de neurotransmissores, como a serotonina, podem fazer com que uma pessoa se sinta desanimada e infeliz.<br><br>Quais são os riscos e complicações que a depressão pode causar?<br><br>A depressão causa muitos sintomas, tanto emocionais quanto intelectuais. Os sintomas incluem insegurança, sentimento de abandono, rejeição, inferioridade, baixa auto-estima, pessimismo, culpa e até pensamentos de suicídio. Além disso, a depressão pode causar sintomas relacionados ao humor, como ansiedade, irritabilidade, tristeza, letargia, anedonia (perda do prazer nas atividades) e emotividade elevada.<br><br>O sistema imunológico pode perder quedas na função.<br>Há um aumento nos processos de inflamação.<br>Muito cansaço.<br>Fraqueza;<br>As pessoas que não conseguem dormir bem ou que têm um sono de má qualidade muitas vezes sentem-se deprimidas.<br>Dificuldade em focar.<br>Problemas com sexo ou sexualidade podem afetar a vida de uma pessoa.<br>A falta consistente de tratamento para a depressão pode reduzir drasticamente a quantidade de anos que uma pessoa vive, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças. A depressão não tratada pode causar mudanças dramáticas no cérebro, levar a doenças e até aumentar a gravidade da própria depressão. Algumas das principais implicações incluem problemas cardiológicos e cerebrais e até mesmo a morte 25 anos antes da expectativa média de vida.<br><br>Depois de aprender sobre os efeitos negativos da depressão, o próximo passo é consultar um médico para determinar o melhor tratamento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 18:32:28 UTC</pubDate>
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         <title>Interdisciplinar - Ações em saúde mental infantil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kagarciaalveszago/qb8r9ryshqu9yyjj/wish/2261577496</link>
         <description><![CDATA[<div>O atendimento de problemas de saúde mental infantil menos graves muitas vezes não é acompanhado por categorias profissionais, como pediatras, psicólogos e médicos. Embora alguns estudos tenham destacado as ações dessas categorias de profissionais, em geral o cuidado com essas questões não é acompanhado de perto. Isso pode ser porque as equipes de PC têm dificuldade em receber suporte de equipes especializadas, já que o suporte geralmente se dá por meio de uma matriz.<br>As especialidades ainda são a lógica norteadora da formação desses profissionais, de modo que não consideram as questões de saúde mental como parte de seu trabalho na AB. Cabe questionar se esses serviços estão mesmo acontecendo, ou se os profissionais que atuam na AB não os reconhecem como intervenções em saúde mental.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 21:04:16 UTC</pubDate>
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         <title>Depressão materna </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kagarciaalveszago/qb8r9ryshqu9yyjj/wish/2261729044</link>
         <description><![CDATA[<div>A quantidade de pessoas com transtornos mentais na população mundial é alarmante, sendo depressão a mais comum entre eles. No Brasil os transtornos mentais atingem cerca de 30% da população adulta, porém mulheres estão mais propensas a adquirir esses transtornos.<br>Alguns estudos comprovam que a depressão materna está associada a fatores não favorecedores no desenvolvimento infantil.<br>É importante Identificar e analisar na literatura indexada artigos que abordem o impacto da depressão materna para as crianças em idade escolar.<br>Métodos:<br>Uma busca sistemática nas bases de dados de algumas plataformas, com a palavra chave “maternal depression”. Após esse procedimento reflexionou se a busca com o termo school-age. Como uma fonte de inclusão adotaram 3 idiomas e com a população de 6 a 12 anos. Com essa identificação proporcionou maiores números de estudos com estatísticas.<br>Resultados:<br>Nos 30 estudos adotados as amostras captaram de 30 a 1.106 duplas de mães e filhos e as crianças avaliadas de 4 a 17 anos de idade.<br>Ao geral, os estudos adotaram delineamentos de pesquisa quantitativa, sendo 17 estudos prospectivos longitudinais (56,7%) e 13, transversais (43,3%). Dos 30 estudos, nove longitudinais e seis<br><br>transversais realizaram confirmação diagnóstica para depressão materna (50%), enquanto oito longitudinais e sete transversais (50%) não realizaram tal confirmação. A confirmação diagnóstica de depressão materna foi realizada por meio da aplicação de entrevistas clínicas estruturadas com base no critério diagnóstico do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-IV) e, para a confirmação diagnóstica relativa às variáveis das crianças, realizada em 10 estudos (33,3%), predominou o uso do Schedule for Affective Disorders and Schizophrenia for School Age Children and Lifetime (K-SADS-PL) aplicado em quatro estudos.<br>Problemas comportamentais foram avaliados em oito estudos, e sete encontraram associação com a depressão materna. Os estudos constataram que as crianças filhas de mães com depressão apresentaram mais problemas de comportamento, tanto internalizantes como externalizados, sem distinção de gênero<br>Discussão:<br>De modo geral, constatou-se no conjunto dos estudos analisados a relação entre depressão materna e dificuldades apresentadas pelas crianças em idade escolar, tais como a presença de problemas comportamentais, de sintomas depressivos, prejuízos cognitivos e das habilidades sociais. Outro ponto a se destacar diz respeito ao período de exposição da criança à depressão materna. Observou-se que as crianças são afetadas negativamente pela depressão materna, guardando relação com o período em que foram expostas ao episódio depressivo materno, especialmente quando da ocorrência do primeiro surto<br><br>Conclusão:<br>Com base na análise sistemática da literatura recente de estudos empíricos, conclui-se que a depressão materna tem um impacto negativo para a saúde mental dos filhos na idade escolar, favorecendo a presença de problemas comportamentais, psicopatologia, rebaixamento cognitivo, prejuízos nos autoconceitos, no desempenho social e na regulação emocional, independentemente do momento de primeira exposição à depressão materna e dos delineamentos adotados (longitudinais ou transversais), configurando-se assim como um fator de risco ao desenvolvimento infantil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 01:10:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Texto referente ao artigo científico &quot;Suicídio entre médicos e estudantes de medicina&quot;.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kagarciaalveszago/qb8r9ryshqu9yyjj/wish/2261761148</link>
         <description><![CDATA[<div>Integrantes: Caroline Castro Barcena e Murilo de Oliveira Abreu<br><br><strong>Introdução<br></strong>O artigo em questão, apresenta e debate as causas de suicídios entre médicos e estudantes de medicina, com intenção de informar e, alertar sobre a negligência dos institutos (faculdades) de medicina e centros médicos em relação à saúde mental do estudante e, profissional da área. E, também, sobre a importância da família como meio de ajudar o médico e/ou estudante em questão.<br><br><strong>Taxas de suicídio são maiores entre estudantes de medicina<br></strong><br>&nbsp;Estudantes de medicina trazem consigo um sentimento onipotente, ou seja, pensam&nbsp; ter soberania em qualquer assunto, diagnóstico ou teste relacionado ao seu curso. Tendo isso em mente, faculdades de medicina negligenciam a saúde mental de seus alunos por não darem o suporte necessário para suas saúdes mental e física.<br>Um trecho do artigo fala: "Segundo trabalhos de Millan e De Marco, alunos de medicina com melhor performance escolar encontram-se em um grupo de alto risco de suicídio." Esta parte do texto, refere-se à como os estudantes de medicina se sentem pressionados com os estudos, exigem mais de si, ficam irritados quando cometem erros em diagnósticos, paralisados e/ou tristes. O sentimento de erro e impotência os põe em uma situação vulnerável quanto à saúde mental, podendo desenvolver quadros de ansiedade, depressão e num quadro mais grave, o suicídio .<br><br><strong>Suicídio e depressão em médicos<br></strong><br>"A morte passa a ser familiar para o médico, em<br>todas as suas formas, que, diante da facilidade do<br>meio ao seu alcance, além da falta de princípios<br>elevados e inibições morais, passa a adotar o suicí-<br>dio como uma maneira direta e efetiva de eliminar<br>seus problemas". <br>Pelo convívio diário com a morte e os níveis&nbsp; de extresse elevados que os médicos passam, pode tornar-se comum o comportamento distante e depressivo desses profissionais tornando mais difícil à percepção de sinais como os da depressão, é de extrema importância que os colegas de equipe, familiares e amigos se disponham a ajudar o médico em questão, para, facilitar ainda mais a percepção e diagnóstico dos sinais de depressão ou/e suicidas.<br>O alto controle exigido de um médico é extremo, justamente por lidar com situações em que tem que verbalizar diagnósticos, realizar cirurgias (às vezes sem sucesso), correria no pronto-socorro e, mortes.<br>Para fugir da sua realidade frustrante e estressante, muitos médicos abusam do álcool e drogas. Qualquer uma dessas tentativas de escape de realidade, para descontar sua frustração são motivos para se preocupar com a saúde mental do médico.<br>E como modo mais drástico e infeliz, quando o médico sente necessidade em acabar com seus problemas, acaba por se suicidar, lembrando que, por ter conhecimento e acesso a medicamentos, o médico utiliza métodos mais eficazes de acabar com a vida.<br><br><br><strong>Metodologia do artigo </strong><br>Por se tratar de um artigo científico, a linguagem utilizada é de nível jornalístico pois traz a informação e decorre sobre o assunto através de tópicos e fatos&nbsp;seguindo a metodologia científica, que traz a abordagem quati-quantitativa, a natureza aplicada, e<br>os objetivos explicativos usando métodos dedutivos.<br><strong><br>Conclusão do artigo<br><br></strong>O artigo conclui que, pensamentos onipotentes deveriam ser evitados ao máximo, estudantes não deveriam ter esses tipos de pensamento em uma situação que escapa de seu controle. Grupos de suporte ao médico em risco de suicídio deveriam ser formados, juntamente com grupos de orientação para as famílias dos pacientes se informarem sobre como ajudá-los e, dar o suporte necessário à eles, o mesmo com seus colegas de equipe. Pessoas próximas ao paciente também devem ficar atentas com os sinais dados por tal, não desvalorizar sinais e frases suicidas, não se precipitar em achar que o paciente está armando "cena" ou "chamando atenção".<br>A saúde mental dos médicos e daqueles que estudam medicina devem ser priorizadas, assim como uma pessoa normal os médicos e estudantes de medicina também devem priorizar sua saúde mental, principalmente por serem inseridos em ambientes em que lidam com mortes, diagnósticos e momentos delicados e estressantes em seu meio de trabalho.<br><br><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 01:47:24 UTC</pubDate>
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