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      <title>diário de bordo - Curso: Por um currículo decolonial e antirracista by Carolina Mancini</title>
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      <description>Diário de bordo do curso: Por um currículo decolonial e antirracista </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-01-19 13:13:41 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 18/01</title>
         <author>carolmancini</author>
         <link>https://padlet.com/carolmancini/qa1bx1bz8zlkpram/wish/1101060991</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Como e onde percebo manifestações da colonialidade no meu cotidiano? E no cotidiano da escola?</strong> <br><br>A colonialidade está presente nas minhas referências profissionais e teóricas, que são, em sua maioria ocidentais. Está presente no meu desconhecimento sobre a produção de conhecimento no continente africano. Também percebo na minha biblioteca repleta de autores europeus e estadunidenses. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-19 13:16:39 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 19/01</title>
         <author>carolmancini</author>
         <link>https://padlet.com/carolmancini/qa1bx1bz8zlkpram/wish/1105256161</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Qual lugar o mundo narrou e narra para mim? Ocupo (ocupei) esse lugar? Qual o meu lugar? Como eu reproduzo o racismo e a colonialidade no meu universo particular? E como educador(a) / profissional?  Como a capoeira dialoga com tudo isso?</strong> <br><br>O mundo narra um mundo centrado na Europa, sendo ali a fonte das referências epistemológicas que usamos, a referência de cultura, de valores e de beleza. Apesar de branca não ocupo totalmente esse lugar, pois não faço parte da cultura europeia, ao mesmo tempo que tento emular essa forma de vida tenho que conviver com a realidade de ter nascido em um continente vítima da colonização. A colonialidade está presente nos meus referenciais teóricos, culturais e estéticos. Como profissional busco questionar minhas referências como forma de   não propagar de forma inconsciente meus referenciais colonizados. A capoeira, como expressão cultural valoriza saberes ancestrais afro-brasileiros que desconstroem os referenciais colonizados. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-20 11:24:53 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 20/01</title>
         <author>carolmancini</author>
         <link>https://padlet.com/carolmancini/qa1bx1bz8zlkpram/wish/1109694790</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Ao desenvolver minhas práticas, eu levo referências contra-hegemônicas?<br>Eu conheço o território em que eu trabalho?<br>Meu trabalho circunda quais centros? Quais referências fundamentam meu trabalho?<br><br></strong>Como trabalho na confecção de materiais didáticos, acabo ficando presa às referências hegemônicas, porém tenho buscado, inclusive por conta da Lei 10639, referências contra-hegemônicas para o meu trabalho. <br>Por trabalhar com materiais didáticos para o PNLD entendo que esses materiais atingem realidades diversas e que eles servem apenas como apoio ao processo de ensino-aprendizagem, porém com consciência que em muitos locais esse, talvez, seja a única fonte impressa, de conhecimento que crianças e jovens podem ter acesso, por isso a preocupação em, nos materiais, tentar refletir a diversidade étnica e cultural do país. Porém, reconheço que a maior parte do meu trabalho se fundamenta no conhecimento produzido nos centros hegemônicos. <strong><br></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-21 12:05:19 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 21/01</title>
         <author>carolmancini</author>
         <link>https://padlet.com/carolmancini/qa1bx1bz8zlkpram/wish/1113629187</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Quais valores embasam minhas práticas? A transgressão, a fissura, o corpo, a ludicidade, o movimento, a quebra da lógica e do padrão, a dimensão do sensível, a arte e a cultura fazem parte de mim? E do meu trabalho? A capoeira pode ser incorporada na minha prática? Como?<br><br></strong>Minha prática é norteada pelo respeito às culturas ancestrais, ao conhecimento não-ocidentalizado, e pelo reconhecimento de privilégios. <br>No meu trabalho tento trazer o questionamento, provocar a fissura, mas acredito que nem sempre consigo. <br>A capoeira, através de seus valores pode ser incorporada sim, pois através dele sou capaz de buscar mais brechas para atuar de forma menos colonizadora.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-22 11:29:05 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 22/01</title>
         <author>carolmancini</author>
         <link>https://padlet.com/carolmancini/qa1bx1bz8zlkpram/wish/1131265742</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>E agora, o que penso em fazer com isso, concretamente? O que já posso vislumbrar em meu horizonte? <br></strong><br>Agora compreendo que um material didático antirracista deve estar comprometido com esse fim desde sua concepção, que não são projetos isolados que resolverão o problema, e sim estruturar o material de forma que os conhecimentos ancestrais e que a ciência e cultura africana estejam tão presentes quanto os saberes ocidentais estão. <br>Meu objetivo é atuar de forma e decolonizar os materiais que produzo, e para isso pretendo construir um conhecimento mais sólido sobre a ciência africana e formas de trabalhar esse conteúdo nos livros didáticos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-27 12:39:08 UTC</pubDate>
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