<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Caracóis by Ana Julia Rodrigues</title>
      <link>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e</link>
      <description>Padlet do grupo caracóis - seminário 4</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-15 22:49:33 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-16 01:29:55 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/8.0/png/1f40c.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Roteiro Inicial</title>
         <author>anajulia17rodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3453151866</link>
         <description><![CDATA[<p>O objetivo do nosso grupo é aprofundar os conhecimentos sobre os caracóis. Sabemos, até o momento, que se trata de animais de pequeno porte, com locomoção lenta, que possuem uma concha em espiral e produzem uma substância viscosa ao se moverem. Pretendemos iniciar a investigação abordando suas principais características e espécies, com a possibilidade de expandir para outros aspectos relacionados. Para isso, será necessário realizar pesquisas em fontes confiáveis, como a internet e artigos científicos, além de compartilhar entre os integrantes informações, curiosidades e dados relevantes. As áreas do conhecimento que mais contribuem para esse estudo são as Ciências da Natureza, especialmente a Biologia, podendo incluir também noções de Física e Química, conforme a direção da pesquisa. Cada membro do grupo terá um papel importante na construção coletiva do conhecimento.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3845845590/9ee8ada343fb8988d2b2a1e4a751cf86/caracol_terrestre_cubano_polymita_picta_ou_caracol_pintado_o_caracol_terrestre_mais_colorido_do_mundo_de_cuba_especies_ameacadas_e_protegidas_foco_seletivo_700_149749289.jpg" />
         <pubDate>2025-05-15 23:34:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3453151866</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Esquema Corporal&quot; dos Caracóis - Parte I: Anatomia</title>
         <author>anajulia17rodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3463981916</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante os estudos da disciplina de Corpo e Movimento fomos apresentados ao termo "Esquema Corporal", um termo da psicomotricidade que refere-se ao corpo físico como ele é (semelhante a anatomia) e a consciência do mesmo em relação ao mundo. Mesmo os estudos dessa área sendo voltados aos seres humanos achei interessante traze-lo e tentar aplica-lo aos caracóis, mas nessa postagem irei me focar somente na anatomia.</p><p><br></p><p>Caracóis são animais invertebrados e possuem três partes do corpo que os caracterizam, são eles: o pé, a concha e a rádula.</p><p><br></p><p>O pé do caracol é uma estrutura muscular achatada localizada na parte ventral do corpo. É por meio da contração e distensão desse músculo, associado à secreção de muco, que o animal se desloca, deslizando suavemente sobre as superfícies. Essas contrações rítmicas são chamadas de <em>ondas pedais</em>.</p><p>A concha, composta principalmente por cálcio é composta por três camadas:</p><ul><li><p><strong>Nácar</strong> (interna),</p></li><li><p><strong>Mesostraco</strong> (intermediária, com carbonato de cálcio), e</p></li><li><p><strong>Periostraco</strong> (externa, feita de conchiolina).</p></li></ul><p>Ela funciona como uma estrutura de proteção. Cada espécie de caracol possui um padrão característico em sua concha. Além de proteger os órgãos internos, ela ajuda a evitar a desidratação e oferece certa defesa contra predadores. Em alguns casos, os padrões e a coloração da concha também auxiliam na camuflagem do animal no ambiente. Além disso, algumas espécies possuem uma estrutura chamada opérculo, uma "tampa" que fecha a abertura da concha quando o animal se retrai, oferecendo proteção adicional. Durante o desenvolvimento embrionário, o corpo do caracol sofre um processo exclusivo chamado <strong>torção</strong>, que gira sua massa visceral em até 180°, fazendo com que a concha fique sobre o dorso.</p><p>A rádula é uma estrutura localizada na boca dos caracóis, semelhante a uma língua coberta por múltiplas filas de pequenos dentes quitinosos. Essa estrutura é utilizada para raspar e triturar o alimento antes da ingestão. A rádula é apoiada por uma base cartilaginosa chamada odontóforo, que, juntamente com músculos específicos, permite seu movimento para frente e para trás durante a alimentação.</p><p><br></p><p>Referências: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gastropoda">Gastropoda – Wikipédia, a enciclopédia livre</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://knoow.net/ciencterravida/biologia/caracol/">Caracol | - Knoow</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cpahjournal.com/cpah/article/download/139/144/321">https://cpahjournal.com/cpah/article/download/139/144/321</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3845845590/5459572074c9fc7e33a9c4789bf12b85/anatomia_caracol.jpg" />
         <pubDate>2025-05-23 01:25:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3463981916</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Classificação Científica dos Caracóis</title>
         <author>emanuellemorett28</author>
         <link>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3470924339</link>
         <description><![CDATA[<p>Os caracóis desempenham um papel importante em diferentes ecossistemas de variadas formas. Sua classificação científica se expressa da seguinte maneira:</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Reino</strong>: Animalia </p><p>Os caracóis pertencem ao Reino Animalia, o que significa que são eucariontes onde suas células possuem núcleo verdadeiro e outras organelas membranosas, além disso, são multicelulares, heterotróficos onde dependem da ingestão de outros organismos ou matéria orgânica e, mesmo com sua locomoção lenta, possuem capacidade de se deslocar.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Filo</strong>: Mollusca (moluscos) </p><p>Neste filo inclui-se uma gama diversificada de animais com corpo mole, como lulas, polvos, mexilhões, ostras, lesmas, caracóis e dentre outros.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Classe</strong>: Gastropoda (gastrópodes) Essa é a maior e mais diversificada classe de animais moluscos, caracterizando-se geralmente pela presença de uma concha em espiral e se movendo por meio de um "pé" musculoso. Dentro da classe dos gastrópodes, podemos encontrar tanto espécies aquáticas (os caramujos) quanto terrestres (os caracóis).</p><p><br></p></li><li><p><strong>Ordem</strong>: Pulmonata </p><p>Esta ordem é fundamental para os caracóis e lesmas terrestres e algumas espécies de água doce. O nome "Pulmonata" se refere à sua principal característica a respiração por um "pulmão" sendo uma cavidade paleal vascularizada que funciona como um pulmão primitivo. Assim, permite a troca gasosa com o ar atmosférico, essencial para a vida no ambiente terrestre.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Subordem</strong>: Stylommatophora </p><p>Agrupa os caracóis terrestres de concha espiralada calcária, incluindo também as lesmas, que são caracóis que perderam suas conchas ou a têm de forma interna e reduzida.</p><p><br></p></li></ul><p>Vale ressaltar que existem milhares de espécies de caracóis, e a classificação se aprofunda ainda mais em família, gênero e espécie. Como exemplo temos, o caracol-de-jardim muito comum na Europa e em outras partes do mundo pertencendo à família Helicidae, gênero Helix e espécie Helix aspersa. Já o caracol gigante africano, é considerado uma espécie invasora em muitas regiões, fazendo parte da família Achatinidae, gênero Achatina e espécie Achatina fulica.</p><p><br></p><p>Referências:</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/biologia/moluscos2.htm">https://brasilescola.uol.com.br/biologia/moluscos2.htm</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/biologia/classificacao-dos-moluscos.htm">https://brasilescola.uol.com.br/biologia/classificacao-dos-moluscos.htm</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3845924041/cd32f6751f10fadd563968a75d017f89/os_gastropodes_representam_maior_classe_moluscos_59525a2713f06.webp" />
         <pubDate>2025-05-28 12:07:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3470924339</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Esquema Corporal&quot; dos Caracóis - Parte II: Consciência</title>
         <author>anajulia17rodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3479241587</link>
         <description><![CDATA[<p>Dando continuidade a minha ultima pesquisa, venho tentar responder a pergunta que se passa pela minha cabeça nos últimos dias: Como funciona o cérebro de um caracol? E quais são os níveis de compreensão que eles tem deles mesmos em relação ao mundo?</p><p>(Obs.: Esse tema é tão complexo e ao mesmo tempo tão especifico que tive que colocar meu inglês para jogo e ainda não decidi o quão satisfatórias são as minhas respostas.)</p><p><br></p><p>Os caracóis possuem um sistema nervoso que consiste em um aglomerado de neurônios conectados por um cordão nervoso, esse molde de sistema nervoso é bem simples, porém funcional, principalmente se comparado à de um ser humano. O sistema nervoso central dos humanos consiste em aproximadamente 86 bilhões de neurônios enquanto o sistema nervoso central dos caracóis consiste de 20 mil, apesar do número ser tão inferior os neurônios dos caracóis são maiores, tornando-os criaturas notoriamente inteligentes.</p><p><br></p><p>Como um animal selvagem, que aparentemente eles são, a maior parte do uso de seus cérebros é para tomar decisões cruciais de custo-benefício, como quando comer e como evitar predadores, além disso apesar de muitas pessoas mantenham caracóis como animais de estimação, sua compreensão da senciência dos gastrópodes permanece limitada. Muito disso de dá pela falta de interesse neste campo o que resultou em evidências limitadas sobre se os caracóis podem experimentar emoções.</p><p><br></p><p>Referências: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://snailpedia.com/do-snails-have-brains/">Do Snails Have Brains? Unmasking Snails' Neural Marvel | SnailPedia</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3845845590/4b27da4cca5b48a24f79cb4f4e10b310/14171.png" />
         <pubDate>2025-06-04 19:13:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3479241587</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Enciclopédia Caracol - Parte I: Introdução</title>
         <author>anajulia17rodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3486999368</link>
         <description><![CDATA[<p>Comentamos bastante sobre os caracóis no geral, mas eu gostaria de abrir o leque e citar algumas espécies.</p><p> </p><p>A classe Gastropoda é a mais diversa do filo Mollusca, com cerca de 65.000 a 80.000 espécies conhecidas, das quais 756 são encontradas no Brasil. Claramente é impossível falar sobre tudo, mesmo assim reuni algumas espécies que tinham mais informações disponíveis.</p><p><br></p><p>Eles estarão divididos nos seguintes tópicos: Caracóis Terrestres; Caracóis Marinhos e Caracóis de Água Doce.</p><p>Obs.: Pesquisei varias vezes a diferença entre caracol e caramujo. Todas as fontes dizem que o caramujo vive na água e o caracol vive na terra, ao mesmo tempo vi fontes citando espécies de caracóis marinhas e de água doce sem deixar claro se de fato são caracóis ou caramujos, por via das dúvidas decidir citar todos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-06-11 18:41:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3486999368</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Enciclopédia Caracol - Parte II: Caracóis Terrestres</title>
         <author>anajulia17rodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3487005135</link>
         <description><![CDATA[<p>Achatina fulica (Caramujo-gigante-africano)</p><p>O <strong>caramujo-gigante-africano</strong> (Lissachatina&nbsp;fulica, com Achatina&nbsp;fulica sendo um sinônimo científico comum) é nativo da <strong>África Oriental</strong> (incluindo Moçambique, Quênia, Tanzânia e Somália), e não apenas da África Ocidental como mencionado inicialmente. Sua concha cônica, de até 20 cm de comprimento, possui geralmente 7 a 9 voltas. A coloração da concha pode variar com as condições ambientais, mas é tipicamente marrom clara a escura com listras verticais mais escuras.</p><p><strong>Curiosidades:</strong></p><ul><li><p>Apesar do nome "Caramujo" ele é um dos pouco que pude confirmar ser considerado um caracol terrestre.</p></li><li><p>Sua distribuição não-endêmica é um grande problema. Eles foram introduzidos propositalmente para fins medicinais, alimentares (escargot) e pesquisa, mas escaparam do cultivo. Em seus novos territórios, muitas vezes não possuem predadores naturais, o que contribui para seu status de praga. Além de competir com caracóis nativos e transmitir parasitas como o verme pulmonar de rato (Angiostrongylus&nbsp;cantonensis), que causa meningite em humanos, eles também podem danificar reboco e estuque de edifícios devido à busca por cálcio. São capazes de sobreviver a baixas temperaturas em um estado de semi-hibernação.</p></li></ul><p><br></p><p>Cornu aspersum (Caracol-de-jardim)</p><p>O <strong>caracol-de-jardim</strong> (Cornu&nbsp;aspersum) tem uma concha com 4,5 a 5 voltas. Sua coloração é muito variável, mas sempre apresenta um padrão reticulado de marrom escuro, marrom-dourado ou castanho com listras, manchas ou veios amarelos. A abertura da concha é grande e oblíqua, e a borda em adultos é esbranquiçada e refletida.</p><p><strong>Curiosidade:</strong></p><ul><li><p>Quando inativo ou ameaçado, o corpo mole e pegajoso (marrom-acinzentado com uma linha pálida ao longo do dorso) pode ser completamente retraído na concha. Em caso de irritação, produzem uma espuma defensiva de muco. O epifragma, uma membrana fina de muco seco, é crucial para reter umidade e protegê-los de pequenos predadores durante a estivação (período de quiescência no calor e seca) e a hibernação (quiescência no inverno). Durante a hibernação, eles alteram os componentes osmóticos de sua hemolinfa para evitar a formação de gelo nos tecidos, sobrevivendo a temperaturas de até -5 °C. Podem suportar até -10 °C.</p><p><br></p></li></ul><p>Helix pomatia (Caracol-de-Borgonha)</p><p>O <strong>caracol-de-Borgonha</strong> (Helix&nbsp;pomatia) é um dos maiores caracóis terrestres da Europa, com concha globosa que varia de creme a marrom claro, frequentemente com faixas marrons indistintas, embora às vezes sejam bem desenvolvidas. Possui 5 a 6 voltas na concha.</p><p><strong>Curiosidade:</strong></p><ul><li><p>É uma espécie comestível muito apreciada (escargot).</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-06-11 18:50:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3487005135</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Enciclopédia Caracol - Parte III: Caracóis Marinhos</title>
         <author>anajulia17rodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3487008075</link>
         <description><![CDATA[<p>Conus geographus (Caracol-cone-geográfico)</p><p>O <strong>caracol-cone-geográfico</strong> (Conus&nbsp;geographus) é um predador marinho do Indo-Pacífico, conhecido por seu veneno potente. A concha cônica achatada atinge de 43 a 166 mm de comprimento, com uma cor de fundo que varia de rosa ou branco-violáceo a ocasionalmente avermelhado. Apresenta padrões mosqueados e reticulados de castanho ou chocolate, geralmente formando duas faixas irregulares.</p><p><strong>Curiosidade:</strong></p><ul><li><p>É uma das espécies de Conus mais venenosas, com cerca de três dezenas de fatalidades humanas registradas em 300 anos. A toxicidade do veneno (LD50​) varia de 0,012 a 0,030 mg/kg.</p><p><br></p></li></ul><p>Aliger gigas (Caracol-rosa-do-Caribe)</p><p>O <strong>caracol-rosa-do-Caribe</strong> (Aliger&nbsp;gigas, anteriormente Strombus&nbsp;gigas) é uma espécie icônica do Caribe. Sua concha robusta mede de 15 a 31 cm, podendo chegar a 35,2 cm. A concha é muito sólida e pesada, com 9 a 11 voltas, e o lábio externo é amplamente expandido e espessado em adultos. A coloração interna do lábio é tipicamente rosada ou avermelhada, mas pode variar para creme, pêssego ou amarela, e ocasionalmente magenta profundo, quase vermelho. A espessura da concha aumenta constantemente com a idade, sendo um indicador importante da longevidade.</p><p><strong>Curiosidades:</strong></p><ul><li><p>Além de humanos, são predados por equinodermos (como a estrela-do-mar Oreaster&nbsp;reticulatus), peixes (como Trachinotus&nbsp;falcatus e Diodon&nbsp;hystrix) e tartarugas marinhas (Caretta&nbsp;caretta).</p></li><li><p>A superexploração para alimentação e para o comércio de conchas tem levado ao declínio das populações. É uma iguaria na culinária caribenha e tem nomes populares como caracol rosado, cobo, botuto, guarura e lambi.</p><p><br></p></li></ul><p>Haliotis tuberculata (Orelha-do-mar)</p><p>A <strong>orelha-do-mar</strong> (Haliotis&nbsp;tuberculata), também conhecida como abalone europeu, possui uma concha achatada, oval e em forma de "orelha", com 4 a 7 furos respiratórios lineares, dos quais os 5 a 7 maiores e externos são abertos, enquanto os restantes são fechados. Atinge até 9 cm de comprimento e 6,5 cm de largura, com cerca de 2 cm de altura. A cor externa varia de marrom-esverdeado a vermelho, frequentemente mosqueada, e o interior é de madrepérola iridescente.</p><p><strong>Curiosidade:</strong></p><ul><li><p>É altamente valorizado por sua carne e pela nacre interior da concha, utilizada em joalheria. Essa demanda levou à sobrepesca. Embora tenha havido interesse em aquacultura, o baixo valor de mercado e o crescimento lento na década de 1970 tornaram-na inviável economicamente. No entanto, o interesse ressurgiu nos anos 90 devido ao aumento do valor nos mercados asiáticos e à melhoria das oportunidades de transporte, com a indústria se desenvolvendo principalmente na Irlanda, e perspectivas de desenvolvimento na França, Inglaterra, Espanha e Escócia.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-06-11 18:55:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3487008075</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Enciclopédia Caracol - Parte IV: Caracóis de Água Doce</title>
         <author>anajulia17rodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3487012347</link>
         <description><![CDATA[<p>Pomacea canaliculata (Caramujo-de-pompa-dourada)</p><p>O <strong>caramujo-de-pompa-dourada</strong> (Pomacea&nbsp;canaliculata) é um grande caramujo de água doce nativo da América do Sul tropical e subtropical, especificamente das bacias do baixo Paraná, Uruguai e La Plata, no sul do Brasil, Uruguai e norte da Argentina. Sua concha globosa e espessa é dextrogira (enrola-se para a direita), com uma espira baixa e de 5 a 6 voltas, separadas por uma sutura profunda. A coloração varia de verde-amarelado a marrom-esverdeado ou castanho escuro, frequentemente com um padrão de faixas escuras. O nome comum "caramujo-de-pompa-dourada" ou "caramujo-maçã-canalizado" refere-se aos sulcos profundos entre as voltas de sua concha.</p><p><strong>Curiosidade:</strong></p><ul><li><p>Considerado uma das 100 espécies invasoras mais nocivas do mundo devido ao seu grande apetite e alta fecundidade. É uma praga agrícola severa, especialmente em plantações de arroz e taro no Sudeste Asiático e Havaí. Foi introduzido mundialmente como espécie de aquário e potencial alimento. Medidas preventivas e quarentena rigorosa são essenciais para conter sua disseminação, além da coleta manual de caramujos e ovos.</p><p><br></p></li></ul><p>Physella acuta (Caramujo-de-água-doce)</p><p>Physella&nbsp;acuta (também conhecido como Physa&nbsp;acuta ou Haitia&nbsp;acuta) é um pulmonado pequeno (1 a 2 cm) com concha fina e translúcida. A concha é sinstral (enrola-se para a esquerda) e não possui opérculo.</p><p><strong>Curiosidade:</strong></p><ul><li><p>Comum em aquários, onde muitas vezes é considerado uma praga. É um hospedeiro intermediário para vários trematódeos, incluindo Echinostoma spp. e Trichobilharzia&nbsp;physellae. Sua capacidade de adaptação e proliferação, juntamente com sua plasticidade reprodutiva e maior capacidade de forrageamento em comparação com espécies nativas, explicam seu sucesso como espécie invasora. Sua expansão pode ser restrita pela salinidade crescente das águas doces devido às mudanças climáticas, sendo sensível a condutividade elétrica acima de 400 <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://%C2%B5s.cm">µs.cm</a>⁻¹.</p><p><br></p></li></ul><p>Planorbarius corneus (Caramujo-de-chifre)</p><p>O <strong>caramujo-de-chifre</strong> (Planorbarius&nbsp;corneus) é o maior caramujo pulmonado da Europa, com uma casca achatada em espiral plana (tipo “ram’s horn”), atingindo cerca de 3,5 cm de diâmetro. A concha é marrom-avermelhada, sem opérculo. A parte superior é levemente deprimida e a parte inferior é profundamente deprimida.</p><p><strong>Curiosidade:</strong></p><ul><li><p>Funciona como hospedeiro intermediário para diversas espécies de parasitas, incluindo Prosthogonimus&nbsp;ovatus, Apatemon&nbsp;gracilis, Hypoderaeum&nbsp;conoideum, Syngamus&nbsp;trachea e Typhlocoelum&nbsp;sisowi. Sua presença pode ser um indicador da qualidade natural de águas calmas. É uma espécie pacífica, podendo coexistir com peixes e outros invertebrados em aquários, onde é apreciado por consumir algas e resíduos orgânicos.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-06-11 19:03:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3487012347</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Enciclopédia Caracol - Parte V: Referências</title>
         <author>anajulia17rodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3487023520</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Cornu_aspersum#:~:text=The%20adult%20bears%20a%20hard%2C,adults%20is%20whitish%20and%20reflected">https://en.wikipedia.org/wiki/Cornu_aspersum#:~:text=The%20adult%20bears%20a%20hard%2C,adults%20is%20whitish%20and%20reflected</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Caramujo-gigante-africano#:~:text=O%20caramujo,32">https://pt.wikipedia.org/wiki/Caramujo-gigante-africano#:~:text=O%20caramujo,32</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://animaldiversity.org/accounts/Helix_pomatia/#:~:text=Helix%20pomatia%20is%20indigenous%20to,2007">https://animaldiversity.org/accounts/Helix_pomatia/#:~:text=Helix%20pomatia%20is%20indigenous%20to,2007</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://animaldiversity.org/accounts/Conus_geographus/#:~:text=coloration%20ranges%20from%20ground%20colors,the%20cone%20a%20roughened%20appearance">https://animaldiversity.org/accounts/Conus_geographus/#:~:text=coloration%20ranges%20from%20ground%20colors,the%20cone%20a%20roughened%20appearance</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Aliger_gigas#:~:text=A%20concha%20%20adulta%20de,36">https://pt.wikipedia.org/wiki/Aliger_gigas#:~:text=A%20concha%20%20adulta%20de,36</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Haliotis_tuberculata#:~:text=Concha%20%20com%20at%C3%A9%208,12">https://pt.wikipedia.org/wiki/Haliotis_tuberculata#:~:text=Concha%20%20com%20at%C3%A9%208,12</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Pomacea_canaliculata#:~:text=Pomacea%20canaliculata%2C%20commonly%20known%20as,40th%20worst%20alien%20species%20in">https://en.wikipedia.org/wiki/Pomacea_canaliculata#:~:text=Pomacea%20canaliculata%2C%20commonly%20known%20as,40th%20worst%20alien%20species%20in</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Physella_acuta#:~:text=Snails%20in%20the%20family%20Physidae,hand%20side">https://en.wikipedia.org/wiki/Physella_acuta#:~:text=Snails%20in%20the%20family%20Physidae,hand%20side</a></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-06-11 19:20:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3487023520</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Habitat dos Caracóis Terrestres</title>
         <author>emanuellemorett28</author>
         <link>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3490169046</link>
         <description><![CDATA[<p>Os caracóis estão presentes em todo o mundo, em diferentes regiões, e podem viver em diversos tipos de habitat, dependendo de cada espécie. Eles habitam tanto em ambientes terrestres quanto aquáticos (em água doce ou salgada), mas a maioria das espécies conhecidas tem seu habitat em espaços terrestres. Os caracóis possuem uma incrível capacidade de adaptação, podendo viver do Ártico à Antártida, das florestas úmidas aos desertos áridos.</p><p><br/></p><p>Os caracóis terrestres se destacam como os invertebrados com a maior distribuição global. Podendo ser encontrados em locais bastante inesperados, como desertos, valas e montanhas. Essa característica os torna únicos entre os moluscos terrestres, graças à sua versatilidade e habilidade de colonizar em quase todos os ecossistemas do planeta.</p><p><br/></p><p>As espécies terrestres podem ser encontradas tanto no quintal de casa quanto em florestas, jardins, campos, plantações e até áreas urbanas. Em sua maioria, vivem em locais úmidos, com sombra e vegetação. Nos jardins e em zonas urbanas, costumam se abrigar entre pedras e plantas; já em ambientes florestais, estão presentes entre a vegetação, especialmente em selvas, margens de lagos e córregos sendo esses, espaços que oferecem as condições ideais para muitas espécies.</p><p><br/></p><p>Algumas espécies podem ser encontradas em locais ainda mais improváveis, como paredes, tetos, folhas finas e pedras. Isso é possível graças ao muco que secretam, o que lhes permite se locomover por praticamente qualquer superfície, sempre em busca de proteção e hidratação.</p><p>Existem ainda os chamados “Super Caracóis”, que se destacam por sobreviver em ambientes com condições extremas. Entre eles estão a Sphincterochila boissieri, encontrada em desertos do Egito e Israel, e a Xerocrassa seetzeni, do deserto de Negev. Por outro lado, a espécie Notodiscus hookeri habita em ilhas subantárticas como Kerguelen, enfrentando climas de frio extremo. Ou seja, embora a maioria das espécies prefira ambientes úmidos, outras desafiam essa regra, demonstrando sua impressionante adaptabilidade a condições de extremo calor ou frio.</p><p><br/></p><p>As condições essenciais para a sobrevivência dos caracóis em sua totalidade incluem fatores como temperatura, umidade, alimentação e proteção. Além disso, esses animais se mostram verdadeiros mestres em encontrar seus lares e em se propagar nos mais diversos ambientes do planeta.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Referências bibliográficas:</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://snail-world.com/where-do-snails-live/">https://snail-world.com/where-do-snails-live/</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.britannica.com/animal/land-snail">https://www.britannica.com/animal/land-snail</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3845924041/8b5153d52b5e9d5c0e8f639d4d8f6971/images.jpg" />
         <pubDate>2025-06-14 12:07:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3490169046</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Habitat dos Caracóis Marinhos</title>
         <author>emanuellemorett28</author>
         <link>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3490189841</link>
         <description><![CDATA[<p>Os caracóis marinhos, também conhecidos como caramujos marinhos, são um grupo diverso de moluscos gastrópodes que habitam, em grande parte, as extremidades dos oceanos. Mesmo com sua predominância em ambientes marinhos, algumas dessas espécies possuem adaptação em habitats de água doce, mostrando sua capacidade de ajuste aos diferentes contextos ecológicos no mundo.</p><p><br/></p><p>A distribuição dos caracóis marinhos abrange desde áreas costeiras até as profundezas oceânicas, com adaptações específicas para cada ambiente. As áreas costeiras são locais onde o oceano se encontra com a terra, com exposição ao ar durante a maré baixa, sendo comum encontrar os caracóis agarrados a rochas, algas e outros componentes. Eles também podem ser encontrados em pântanos salgados, vivendo em solo lamacento e nas raízes das plantas.</p><p><br/></p><p>O recife de corais é outro ambiente predominante desses animais, onde se fixam entre os corais e rochas, alimentando-se de esponjas, algas e outros invertebrados, sendo esse um lar ideal para muitas de suas espécies.</p><p><br/></p><p>Sua presença também é vista em fundos arenosos, onde muitas espécies preferem se enterrar nesses locais enquanto se alimentam, encontrando proteção e alimento nesse espaço macio. Em águas profundas, esses animais enfrentam baixas temperaturas, alta pressão e limitação de alimentos. Eles podem ser encontrados em profundidades que variam entre 200 a 1.000 metros, podendo chegar até 4.000 metros.</p><p><br/></p><p>Dentro do habitat desses moluscos marinhos, as condições ideais se constroem entre a disponibilidade de alimento, temperatura, salinidade, proteção e a força das correntes, fatores que influenciam no local onde se estabelecem e se propagam.</p><p><br/></p><p>Referência bibliográfica:</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.worldatlas.com/animals/sea-snail.html">https://www.worldatlas.com/animals/sea-snail.html</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3845924041/62c5322b91a6ef008396967a13c0d045/shutterstock_90503221.webp" />
         <pubDate>2025-06-14 13:08:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3490189841</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reprodução Dos Caracóis</title>
         <author>emanuellemorett28</author>
         <link>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3490770401</link>
         <description><![CDATA[<p>A reprodução dos caracóis é um processo curioso e bastante diverso entre as espécies, sendo para alguns fascinante, pois possui características únicas.</p><p><br/></p><p>A maioria dos caracóis terrestres é hermafrodita, ou seja, cada um possui órgãos reprodutores masculinos e femininos, podendo produzir tanto óvulos quanto espermatozoides. No entanto, geralmente necessitam de um parceiro para acasalar e fertilizar os óvulos. Há também espécies de caracóis que são sexualmente dimórficas, ou seja, os indivíduos são machos ou fêmeas.</p><p><br/></p><p>Mesmo sendo hermafroditas, os caracóis necessitam de outro caracol para acasalar e fertilizar seus óvulos. O acasalamento é um processo que pode durar horas  em algumas espécies, pode chegar até 10 horas, durante esse período os dois animais trocam esperma. Em algumas espécies terrestres, ocorre o uso dos chamados "dardos do amor", que são estruturas calcárias que estimulam a transferência de esperma. Logo após a cópula, ambos podem ser fertilizados e depositar seus ovos.</p><p><br/></p><p>Depois do processo de fertilização, a gestação dura em torno de 16 dias. Eles depositam seus ovos em locais úmidos onde muitas vezes, cavam com a cabeça buracos no solo com profundidade entre 5 a 10 cm. Quanto à quantidade, eles podem depositar, em média de 100 a 300 ovos por postura. Em algumas espécies, pode-se realizar várias posturas durante o ano até mesmo uma ou duas vezes ao mês, em condições ideais.</p><p><br/></p><p>Em relação aos ovos, eles são bem pequenos. Quando os filhotes eclodem, são minúsculos e frágeis, nascendo com uma pequena concha transparente e macia. Uma das primeiras coisas que um caracol recém-nascido faz é comer o invólucro do próprio ovo, que contém cálcio em sua estrutura sendo um componente essencial para o fortalecimento da concha espiral. À medida que a concha vai crescendo, torna-se mais espessa e resistente durante o processo de desenvolvimento do caracol.</p><p><br/></p><p>A reprodução dos caracóis marinhos ou aquáticos pode ocorrer através da fertilização externa, onde a fêmea libera seus gametas em superfícies úmidas ou na água, e estes são fecundados pelo esperma. Algumas espécies têm desenvolvimento indireto, apresentando uma larva ciliada que passa por um processo de amadurecimento até se tornar juvenil e se fixar em locais adequados. Outras espécies já possuem desenvolvimento direto, com os filhotes nascendo parecidos com os adultos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Referências bibliográficas:</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://meusanimais.com.br/reproducao-do-caracol/#google_vignette">https://meusanimais.com.br/reproducao-do-caracol/#google_vignette</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://study.com/academy/lesson/freshwater-snails-life-cycle-mating.html">https://study.com/academy/lesson/freshwater-snails-life-cycle-mating.html</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://aquarioeencantado.com/glossario/o-que-e-caracol-marinho/">https://aquarioeencantado.com/glossario/o-que-e-caracol-marinho/</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3845924041/f4b951d8dfa183ab3b0ae68930820a54/download.jpg" />
         <pubDate>2025-06-15 18:48:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3490770401</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alimentação dos Caracóis</title>
         <author>emanuellemorett28</author>
         <link>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3491004352</link>
         <description><![CDATA[<p>A alimentação dos caracóis varia bastante de acordo com o habitat em que estão inseridos, mas em sua maioria eles são herbívoros, seguindo uma dieta equilibrada de alimentos. No entanto, outros são onívoros e alguns até carnívoros. Para raspar e triturar o alimento, os caracóis utilizam uma rádula, que funciona como uma língua áspera com dentes.</p><p>Eles geralmente consomem:</p><p><br/></p><ul><li><p>Vegetais: Folhas verdes como alface, couve, espinafre, brócolis, repolho, agrião, pepino, ervilhas, couve-de-bruxelas, e até mesmo folhas de dente-de-leão e de tomate. </p></li></ul><ul><li><p>Frutas: Maçã, banana, uvas, peras, morangos e melancia. Eles preferem as partes mais tenras das frutas. </p></li><li><p>Plantas em decomposição: Matéria orgânica em decomposição, como folhas e plantas mortas.</p></li><li><p>Algas: Algumas espécies também se alimentam de algas.</p></li><li><p>Cálcio: Essencial para o desenvolvimento e fortalecimento de suas conchas, obtido de fontes naturais ou suplementado em cativeiro (como cascas de ovos trituradas ou ossos de sépia).</p></li></ul><p>Já as espécies carnívoras costumam se alimentar de minhocas, outros caracóis e lesmas, insetos (como larvas de mosquito) e carniça. As espécies onívoras costumam compor sua alimentação com uma mistura de plantas e pequenos animais.</p><p><br/></p><p>Referência bibliográfica:</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tiendanimal.pt/blog/comem-os-caracois/#:~:text=Os%20alimentos%20preferidos%20que%20comem%20os%20carac%C3%B3is,assim%20que%20se%20ro">https://www.tiendanimal.pt/blog/comem-os-caracois/#:~:text=Os%20alimentos%20preferidos%20que%20comem%20os%20carac%C3%B3is,assim%20que%20se%20ro</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://snail-world.com/what-do-snails-eat/">https://snail-world.com/what-do-snails-eat/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3845924041/8ef025cd9d08a8ff1e0182e52942c6e0/download__1_.jpg" />
         <pubDate>2025-06-16 01:29:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anajulia17rodrigues/q9tugtzdnl9q7n4e/wish/3491004352</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
