<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Para além da teoria - Retrato das doenças negligenciadas by LAIS SANTOS</title>
      <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88</link>
      <description>A partir do conhecimento de vocês, escolher uma das doenças negligenciadas, 1) buscar uma imagem representativa. 2.) Pesquisar sobre a doença escolhida: apresentar a doença, dados epidemiológicos, características do território.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-02-17 16:11:43 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-02-24 15:48:38 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/8.0/png/1f4da.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Emilly; Dglye; Thaynara Luiza</title>
         <author>laisvasconcelos094</author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3331683899</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-17 18:13:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3331683899</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Eliel; Maria Eduarda Pereira; Livia</title>
         <author>laisvasconcelos094</author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3331684331</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-17 18:13:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3331684331</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Thaynara; Ewerton</title>
         <author>laisvasconcelos094</author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3331684943</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-17 18:14:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3331684943</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Gislayne; Mariana; Andriele Calisto</title>
         <author>laisvasconcelos094</author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3331685761</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-17 18:15:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3331685761</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Raiane; Júlia</title>
         <author>laisvasconcelos094</author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3331685998</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-17 18:15:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3331685998</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aurelia; Bianka; Andriele Moreira</title>
         <author>laisvasconcelos094</author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3331686916</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-17 18:16:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3331686916</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Karolayne; Maria Eduarda Alves; Gabrielli</title>
         <author>laisvasconcelos094</author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3331688084</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-17 18:18:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3331688084</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Kauã; Anna Beatriz; Jaciene</title>
         <author>laisvasconcelos094</author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3331690555</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-17 18:21:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3331690555</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>emillyjoana</author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3335035545</link>
         <description><![CDATA[<p>A Doença de Chagas é uma infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e transmitida principalmente pelo barbeiro, um inseto que se abriga em casas de barro, madeira e palha, também conhecidas como casas de taipa, comuns em áreas rurais. Descoberta em 1909 pelo médico Carlos Chagas, uma doença ainda afetando entre 6 e 7 milhões de pessoas no mundo, segundo a OMS, sendo um grande problema de saúde pública, especialmente na América Latina.</p><p>A transmissão pode ocorrer pela picada do barbeiro, transfusão de sangue, de mãe para filho, transplante de órgãos e ingestão de alimentos contaminados . Com os avanços no controle, a transmissão vetorial tem se tornado cada vez mais progressiva, mas outras formas de contágio ainda são desafios.</p><p>O maior problema é o diagnóstico tardio, já que muitas pessoas só descobrem a infecção anos depois, quando já apresentam problemas cardíacos e digestivos graves. Na fase inicial, a doença pode ser assintomática ou apresentar sintomas leves, como febre e cansaço, dificultando a detecção precoce.</p><p>No contexto da saúde coletiva, a doença está ligada às condições socioeconômicas , afetando o assentamento com moradias precárias e sem acesso adequado à informação e ao diagnóstico. Além do impacto na saúde, a Doença de Chagas compromete a qualidade de vida de muitas pessoas, limitando sua capacidade produtiva e sobrecarregando o sistema de saúde</p><p>Embora a transmissão pelo barbeiro tenha sido controlada, ainda são realizadas ações contínuas na atenção primária  como triagem em bancos de sangue, testagem de gestantes, diagnóstico precoce e acesso ao tratamento . Além disso, a melhoria habitacional, a vigilância epidemiológica e a ampliação dos serviços de saúde são essenciais para reduzir o impacto da doença e melhorar a qualidade de vida das populações afetadas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3429842427/258766a6974966b1fd20a212411ea1d5/cora__o.jpg" />
         <pubDate>2025-02-20 00:36:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3335035545</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Presença do parasita nos olhos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3335162550</link>
         <description><![CDATA[<p> A oncocercose, também conhecida como "cegueira dos rios", é uma doença parasitária causada pelo nematódeo <em>Onchocerca volvulus</em> e transmitida pela picada de mosquitos do gênero <em>Simulium</em>, popularmente chamados de borrachudos. A infecção ocorre principalmente em regiões tropicais, especialmente na África Subsaariana, mas também pode ser encontrada em partes da América Latina, como na Amazônia brasileira, e em alguns países do Oriente Médio.  </p><p>O ciclo de vida do parasita envolve duas fases: uma no hospedeiro humano e outra no vetor. Após a picada do mosquito infectado, as larvas do parasita penetram na pele e se desenvolvem em vermes adultos, que formam nódulos subcutâneos e liberam microfilárias na corrente sanguínea. Essas microfilárias migram para diferentes tecidos, incluindo os olhos e a pele, desencadeando inflamações severas que podem levar à cegueira e a problemas dermatológicos crônicos. Quando um mosquito pica uma pessoa infectada, ele ingere essas microfilárias, que completam seu desenvolvimento no inseto e tornam-se capazes de infectar outros indivíduos, perpetuando o ciclo da doença.  </p><p>A oncocercose é considerada uma doença negligenciada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) devido à sua relação direta com condições de extrema pobreza e à falta de investimentos significativos em pesquisa, prevenção e tratamento. O impacto da doença na saúde coletiva é profundo, pois afeta a qualidade de vida, a capacidade produtiva e a inclusão social das populações atingidas, perpetuando o ciclo de pobreza nessas regiões. Os programas de controle baseiam-se na administração de ivermectina, um medicamento que reduz a carga parasitária e previne complicações, mas a eliminação completa da doença exige estratégias abrangentes de controle do vetor e melhorias nas condições sanitárias. </p><p>No contexto da saúde coletiva e do curso de enfermagem, a oncocercose ilustra a importância da abordagem integral no cuidado e na prevenção de doenças tropicais negligenciadas. O enfermeiro desempenha um papel fundamental na promoção da saúde, na educação da população sobre medidas preventivas, como o uso de repelentes e mosquiteiros, e na identificação precoce dos casos para minimizar complicações. Além disso, a enfermagem comunitária tem um papel essencial na implementação de políticas públicas e no fortalecimento do sistema de saúde para garantir o acesso ao tratamento e à vigilância epidemiológica, reduzindo o impacto social e econômico da doença. Dessa forma, a oncocercose exemplifica como enfermagem e saúde coletiva se entrelaçam no enfrentamento de enfermidades que atingem populações vulneráveis, reforçando a necessidade de uma abordagem intersetorial e global para a eliminação dessas doenças.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3430304940/88d220fa52decfaf6a1e0a637131c1cb/IMG_6093.jpeg" />
         <pubDate>2025-02-20 02:20:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3335162550</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3335272921</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Leishmaniose visceral</strong></p><p>A leishmaniose visceral (LV) ocorre em áreas tropicais e subtropicais. É uma doença sistêmica que afeta principalmente as faixas etárias mais vulneráveis, como crianças menores de cinco anos e adultos maiores de 50 anos, bem como adultos com comorbidades ou doenças que suprimem a imunidade, como <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.paho.org/pt/topicos/hivaids"><strong>HIV/aids</strong></a>. Se não for tratada prontamente, pode evoluir para óbito em mais de 90% dos casos.</p><p>A leishmaniose visceral foi registrada em 13 países (Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Paraguai, Uruguai e Venezuela), porém 94% dos casos ocorrem no Brasil. Apesar da tendência de redução dos casos de LV na região, observa-se uma expansão geográfica da doença.</p><p>A LV é causada por parasitas protozoários intracelulares do gênero Leishmania. Nas Américas, a Leishmania infantum (sinônimo: L. chagasi) é a espécie causadora da LV.</p><p>Os principais reservatórios silvestres identificados são as raposas e cachorros-do-mato (Cerdocyon thous e Lycalopex vetulus) e os gambás (Didelphis spp.), também conhecidos como saruês, timbus e mucuras, entre outros nomes. Em áreas urbanas, o cão doméstico (Canis familiaris) é o principal reservatório; porém, reservatórios silvestres também podem estar presentes neste ciclo de transmissão.</p><p>Transmissão congênita e parenteral (por meio do compartilhamento de agulhas por pessoas que usam drogas) já foram relatadas. Não há transmissão direta de pessoa para pessoa.O período de incubação pode variar de 10 dias a 24 meses, porém geralmente é de 2 semanas a 2 meses. A infecção é caracterizada por um amplo espectro clínico, que pode variar desde manifestações clínicas leves até as mais graves.</p><p>As manifestações clássicas da LV são: febre, que pode ser constante ou irregular; esplenomegalia (aumento do baço), que se manifesta na grande maioria dos pacientes; hepatomegalia (aumento do fígado), que pode ou não estar presente; palidez causada por anemia grave; leucopenia; trombocitopenia; e perda de peso que ocorre lenta e progressivamente.</p><p>Outros sinais e sintomas secundários incluem distúrbios respiratórios ou gastrointestinais, como vômitos e diarreia. Em casos graves, pode ocorrer desnutrição e edema de membros inferiores, podendo evoluir para anasarca. Outros sinais importantes de gravidade são sangramento, petéquias, icterícia e ascite. Nesses pacientes, a morte ocorre geralmente por infecção bacteriana ou hemorragia.</p><p>Diagnóstico clínico: deve ser considerado em pessoas que vivem em áreas endêmicas com doença persistente, febre persistente e inexplicável acompanhada de sinais e sintomas sugestivos.</p><p>Diagnóstico laboratorial: exames imunológicos e parasitológicos. O teste imunológico atualmente disponível é o teste rápido imunocromatográfico, baseado no antígeno recombinante rK39, que pode ser utilizado na atenção primária. Os testes de imunofluorescência indireta (IFI) ou ensaio imunoenzimático (ELISA) também são utilizados em alguns países, em outros níveis de atenção. Os testes parasitológicos consistem na detecção do parasita em tecidos infectados, principalmente na medula óssea, por exame direto ou isolamento em cultura (in vitro). Os testes moleculares detectam DNA de Leishmania pelo método de PCR.</p><p>Prevenção e controle: não existem vacinas nem medicamentos disponíveis para prevenir a infecção. </p><p>Medidas de prevenção: roupas de proteção e repelentes de insetos, limpeza de descampados e terrenos, uso de controle químico com inseticidas de efeito residual, telagem de canis e, como proteção individual, o uso de coleiras impregnadas com inseticida nos cães, etc..</p><p>Em áreas de transmissão com importância epidemiológica, recomenda-se a realização de inquéritos sorológicos nos cães – quando positivos, indica-se a eutanásia.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-20 03:41:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3335272921</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>dudinhapereiraa14</author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336071317</link>
         <description><![CDATA[<p>A esquistossomose, também conhecida como barriga d’água, é causada por parasitas do gênero Schistosoma, sendo Schistosoma mansoni a principal espécie no Brasil. A doença foi descrita pela primeira vez em 1851 pelo médico alemão Theodor Bilharz, ao identificar o Schistosoma haematobium em autópsias no Egito. Posteriormente, em 1907, o pesquisador francês Louis Théodore Jules Mansoni identificou a espécie Schistosoma mansoni. Atualmente, a esquistossomose afeta cerca de 240 milhões de pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), e no Brasil estima-se que entre 1,5 e 2 milhões de pessoas sejam infectadas, especialmente em regiões do Nordeste, Minas Gerais e áreas ribeirinhas. A doença está fortemente associada à pobreza, à falta de saneamento básico e ao contato com águas contaminadas.</p><p>A transmissão ocorre por meio de um ciclo indireto que envolve um hospedeiro intermediário, os caramujos do gênero Biomphalaria. Os ovos do parasita são eliminados nas fezes humanas em ambientes aquáticos, e as larvas (miracídios) eclodem e infectam os caramujos, onde se desenvolvem até a fase infectante. As cercárias, que são as larvas infectantes, são liberadas na água e penetram na pele das pessoas em contato com ambientes contaminados, dando início à infecção. O diagnóstico pode ser realizado por exames parasitológicos de fezes, como o método de Kato-Katz, que identifica os ovos do parasita. Testes sorológicos e moleculares podem ser usados para detecção em estágios iniciais, enquanto exames de imagem, como ultrassonografia e tomografia, ajudam a avaliar complicações hepatoesplênicas em casos mais avançados.</p><p>No contexto da saúde coletiva, a esquistossomose é considerada uma doença negligenciada pela OMS, pois está diretamente ligada a fatores sociais e ambientais. O controle da doença envolve a melhoria do saneamento básico, a educação sanitária, o tratamento de infectados com praziquantel e o controle da população de caramujos vetores. Embora tenham ocorrido avanços em infraestrutura sanitária e melhoria habitacional em algumas regiões, muitas áreas endêmicas ainda carecem de acesso adequado a água potável e redes de esgoto, o que mantém a transmissão da doença.</p><p>A vigilância epidemiológica tem sido fortalecida nos últimos anos, permitindo a identificação de áreas de maior risco e a implementação de ações de controle, como o monitoramento de caramujos vetores e a testagem de populações vulneráveis. Além disso, houve uma ampliação dos serviços de saúde voltados para o diagnóstico e tratamento da esquistossomose, com a distribuição do medicamento praziquantel pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, o impacto dessas ações na redução da doença varia de acordo com a região. Em áreas onde houve investimentos significativos em saneamento básico, educação em saúde e acesso ao tratamento, observou-se uma diminuição da incidência da esquistossomose. Por outro lado, em localidades onde essas melhorias foram insuficientes ou inconsistentes, a doença persiste como um problema de saúde pública. Isso evidencia que, para uma redução mais significativa da esquistossomose, é essencial a implementação contínua e integrada de políticas públicas que garantam melhorias estruturais e acesso universal à saúde, assegurando melhores condições de vida para as populações mais vulneráveis.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3432725258/560210f6a656830a354fa79921157c66/Imagem_do_WhatsApp_de_2025_02_20___s__11_02_53_21459d79.jpg" />
         <pubDate>2025-02-20 14:15:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336071317</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336081828</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma curiosidade interessante sobre a leishmaniose visceral é que a forma como ela se expressa no corpo pode variar bastante, e muitos dos sintomas podem ser confundidos com outras doenças. Quando o <em>Leishmania</em> infecta o organismo, ele se concentra principalmente no sistema reticuloendotelial, afetando órgãos como o baço, fígado e medula óssea.</p><p>A principal característica visível é o <strong>aumento do baço (esplenomegalia)</strong> e do <strong>fígado (hepatomegalia)</strong>, o que é frequentemente acompanhado por <strong>febre persistente</strong>, <strong>perda de peso</strong>, <strong>fraqueza</strong> e <strong>anemia</strong>. Em estágios mais avançados, a <strong>hiperpigmentação da pele</strong>, conhecida como "pele de leão", pode ocorrer, o que é uma manifestação característica, embora não sempre presente.</p><p>Além disso, o <strong>sistema imunológico</strong> é severamente afetado, levando a uma imunossupressão, o que torna os pacientes mais vulneráveis a infecções secundárias. O comportamento do parasita também é curioso: ele se multiplica dentro de células do sistema imunológico, como os macrófagos, e se esconde do sistema imunológico do corpo, dificultando o diagnóstico inicial.</p><p>Uma peculiaridade da doença é que pode haver <strong>formas subclínicas</strong>, ou seja, a pessoa pode ser portadora do parasita sem apresentar sintomas visíveis, o que contribui para a disseminação da doença em áreas endêmicas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3432870726/c71f6d70e9e65819b65885dd762a3e30/IMG_5458.jpeg" />
         <pubDate>2025-02-20 14:21:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336081828</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336097231</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3432927311/e057c2d2b247925e6a86eb61c0acb7e3/images.jpg" />
         <pubDate>2025-02-20 14:29:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336097231</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Arboviroses- Dengue, Zika e Chikunguya</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336110938</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.</p><ul><li><p>A dengue faz parte de um grupo de doenças denominadas arboviroses, que se caracterizam por serem causadas por vírus transmitidos por vetores artrópodes. No Brasil, o vetor da dengue é a fêmea do mosquito Aedes aegypti. A dengue é uma doença febril aguda, sistêmica, dinâmica, debilitante e autolimitada. A maioria dos doentes se recupera, porém, parte deles podem progredir para formas graves, inclusive virem a óbito. A quase totalidade dos óbitos por dengue é evitável e depende, na maioria das vezes, da qualidade da assistência prestada e organização da rede de serviços de saúde. Alguns sintomas incluem: Febre alta, dores pelo corpo, dor atrás dos olhos e fraqueza. Os casos de dengue são mais comuns em áreas urbanas de climas tropicais e subtropicais. O Brasil registrou 6,5 milhões de casos prováveis de dengue até 7 de outubro de 2024, de acordo com o Painel de Monitoramento das Arboviroses do Ministério da Saúde. O coeficiente de incidência é de 3.221,7 por 100 mil habitantes, enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que taxas acima de 300 por 100 mil já indicam epidemia. No período, 5.536 pessoas morreram em decorrência da dengue, e outros 1.591 óbitos estão em investigação.</p></li></ul><ul><li><p><strong>O vírus Zika</strong> é um arbovírus transmitido principalmente pelo mosquito <em>Aedes aegypti</em>, o mesmo vetor da dengue e da chikungunya. Ele foi identificado pela primeira vez em macacos na Uganda, em 1947, e posteriormente em humanos na década de 1950. A infecção pelo vírus Zika geralmente causa sintomas leves, como febre baixa, erupções cutâneas, dor nas articulações, conjuntivite e mal-estar, mas pode ser assintomática em grande parte dos casos. No entanto, a preocupação global com o Zika aumentou após surtos no Brasil em 2015, quando foi associado a complicações neurológicas graves, como a síndrome de Guillain-Barré e, especialmente, à microcefalia em bebês cujas mães foram infectadas durante a gestação. A transmissão ocorre principalmente pela picada do mosquito infectado, mas também pode acontecer por via sexual, transfusão de sangue e transmissão vertical (de mãe para filho durante a gravidez). O diagnóstico da infecção pode ser feito por exames laboratoriais, como testes sorológicos e PCR. Até o momento, não há vacina ou tratamento específico para o Zika, sendo recomendado o alívio dos sintomas e a prevenção da picada do mosquito. Em relação à epidemiologia, entre as Semanas Epidemiológicas 1 a 3 de 2024, foram notificados 105 casos provavéis de Zika no Brasil, com coeficiente de incidência de 0,1 casos por 100 mil habitantes.</p></li><li><p>A chikungunya é uma aborvirose transmitida pela picada de fêmeas infectadas do gênero Aedes. No Brasil, o vetor responsável pela transmissão é o Aedes aegypti. O ambiente mais propício para a sua proliferação são áreas urbanas, com clima quente e úmido.</p><p>É uma doença febril que causa dores fortes, especialmente nas articulações. Destaca-se, também, que ela pode evoluir em três fases: aguda, pós-aguda e crônica, onde em mais de 50% dos casos, a artralgia pode persistir por anos. Seu tratamento consiste em diminuir os sintomas nas pessoas infectadas. Além disso, a principal forma de prevenção observada é a se proteger contra a picada do mosquito, visto que, até o presente momento, não temos uma vacina que proteja contra o vírus. </p><p>Em relação a epidemiologia, foi observado, por meio do Painel de Minitoramento das Arboviroses, que em 2024 houveram 265.976 casos prováveis, e 225 óbitos por Chikungunya. Dentre os casos, a maior incidência é na população feminina, de 40 a 49 anos, e afeta mais as pessoas de cor parda.</p></li><li><p>CUIDADO DO ENFERMEIRO EM RELAÇÃO ÀS ARBOVIROSES:  </p><p>   O enfermeiro pode atuar junto da secretaria de saúde por meio de campanhas de conscientização na comunidade, criando eventos em escolas, nas Unidades Básicas de Saúde e em pontos estratégicos com grande movimento. Nestes encontros, deve ser discutido sobre como cuidar do ambiente coletivo e individual, a forma de transmissão e o que pode ser feito para evitar a picada do mosquito. Além disso, pode ser desenvolvido um material educativo com uma tabela de principais sintomas das doenças, bem como suas principais diferenças, já que isso causa confusão por parte de alguns usuários.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3432965644/ed90a492e61c28c6ae0236deb701dd6e/VASO_COM_AGUA_PARADA.jpg" />
         <pubDate>2025-02-20 14:36:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336110938</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336117637</link>
         <description><![CDATA[<p>O que é o Tracoma?:</p><p><br/></p><p>O tracoma é uma infecção ocular crônica causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, sendo a principal causa de cegueira evitável no mundo. A doença é caracterizada por episódios repetidos de conjuntivite crônica, que podem levar a cicatrizes na conjuntiva, inversão dos cílios (triquíase) e danos à córnea, resultando em perda progressiva da visão.</p><p><br/></p><p>Sintomas:</p><p><br/></p><p>Os sinais e sintomas do tracoma variam conforme a fase da doença:</p><p>Fase inicial: Coceira, irritação ocular, lacrimejamento e secreção purulenta.</p><p>Fase crônica: Formação de cicatrizes na conjuntiva, levando à triquíase (cílios voltados para dentro), dor intensa e opacificação da córnea, podendo causar cegueira.</p><p><br/></p><p>Diagnóstico:</p><p><br/></p><p>O diagnóstico do tracoma é feito principalmente por exame clínico, observando sinais característicos da doença. Em alguns casos, pode-se utilizar exames laboratoriais, como a detecção do DNA da Chlamydia trachomatis por PCR ou a coloração de Giemsa em raspados conjuntivais.</p><p><br/></p><p>Tratamento:</p><p><br/></p><p>O tratamento do tracoma segue a estratégia SAFE, recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS):</p><p>S (Surgery): Cirurgia para correção de triquíase e evitar danos à córnea.</p><p>A (Antibiotics): Uso de antibióticos, como azitromicina oral em dose única ou tetraciclina oftálmica, para eliminar a infecção.</p><p>F (Facial cleanliness): Promoção da higiene facial para reduzir a transmissão da bactéria.</p><p>E (Environmental improvements): Melhorias no saneamento básico e acesso à água potável para reduzir a disseminação da doença.</p><p><br/></p><p>Dados Epidemiológicos:</p><p><br/></p><p>O tracoma é um problema de saúde pública em regiões com condições precárias de higiene e saneamento, especialmente na África, Ásia e América Latina. Segundo a OMS, cerca de 125 milhões de pessoas vivem em áreas endêmicas, e aproximadamente 1,9 milhão de pessoas já sofreram perda de visão devido à doença. No Brasil, a doença é mais prevalente em comunidades rurais e indígenas, com programas de vigilância e controle implementados pelo Ministério da Saúde.</p><p>A eliminação do tracoma como causa de cegueira é um dos objetivos globais da OMS, com esforços voltados para a ampliação do acesso ao tratamento e melhorias nas condições sanitárias das populações vulneráveis.</p><p><br/></p><p>O tracoma está fortemente associado a condições socioeconômicas precárias e é endêmico em regiões com baixa infraestrutura sanitária, falta de acesso à água potável e higiene deficiente. As áreas mais afetadas são:</p><ul><li><p><strong>Regiões áridas e semiáridas</strong>, onde a escassez de água dificulta a higiene pessoal.</p></li><li><p><strong>Comunidades rurais e isoladas</strong>, com acesso limitado a serviços de saúde.</p></li><li><p><strong>Populações indígenas e de baixa renda</strong>, que frequentemente enfrentam condições de moradia inadequadas.</p></li><li><p><strong>Locais com alta densidade populacional</strong>, favorecendo a transmissão da doença.</p></li></ul><p>No Brasil, o tracoma é mais prevalente em comunidades indígenas, quilombolas e em áreas do semiárido nordestino, onde as condições ambientais e sanitárias favorecem a disseminação da bactéria.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-20 14:40:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336117637</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336130722</link>
         <description><![CDATA[<p>Antes da atividade eu nunca tinha ouvido falar dessa doença, o que mostra que realmente existe uma negligencia acerca do tema e do manejo dessa enfermidade. Já tinha visto olhos contaminados com gonorreia, mas por clamidia nunca, e uma curiosidade que encontrei é que antigamente quando nao existiam antibióticos, algumas culturas "tratavam" as lesões cicatriciais (que causam a inversão dos cílios) com facas ou espinhos, raspando a palpébra, o que causava ainda mais problemas de infecção e acelerava a cegueira.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-20 14:47:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336130722</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Curiosidades sobre o Tracoma</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336139700</link>
         <description><![CDATA[<p>Mulheres tem de 2 a 3 vezes mais chances de serem acometidas do que homens, por causa do contato com crianças infectadas;</p><p>As moscas domésticas são vetores importantes na transmissão do tracoma;</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-20 14:51:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336139700</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estimativa pessoas acometidas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336150368</link>
         <description><![CDATA[<p>No Brasil, 1,9 milhões de pessoas apresentam problemas visuais em decorrência do Tracoma, sendo 450 mil pessoas com cegueira irreversível </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-20 14:57:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336150368</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Para atingir a meta de eliminação do tracoma como um problema de saúde pública, foram definidos pela OMS os seguintes indicadores:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336162760</link>
         <description><![CDATA[<p>Prevalência de TF menor que 5% em crianças de 1 a 9 anos sustentada por ao menos dois anos na ausência de administração massiva de antibióticos em distritos previamente endêmicos;</p><p>Prevalência de TT desconhecida pelo sistema de saúde inferior a 0,2% em pessoas de 15 anos ou mais de idade ou menos de 1 caso por cada 1.000 habitantes, em distritos previamente endêmicos;(*)</p><p>Adicionalmente, foi incluído, descrever a evidência por escrito de que o sistema de saúde tem condições de garantir a identificação e manejo de casos incidentes de TT.</p><p>Nos anos de 2018 e 2019, visando verificar a situação da doença no país, foi realizado pelo Ministério da Saúde o Inquérito Nacional para Validação da Eliminação do Tracoma como Problema de Saúde Pública, em áreas endêmicas (risco epidemiológico) e áreas com grande precariedade das condições de saneamento (risco social). A metodologia utilizada para realizar o referido inquérito seguiu as recomendações da Organização Mundial da Saúde/OMS, por meio das orientações definidas no Projeto de Mapeamento Global de Tracoma (GTMP).</p><p><br/></p><p>O objetivo do inquérito foi estimar a prevalência de tracoma inflamatório folicular (TF) em crianças de 1 a 9 anos de idade e descrever a proporção de casos de triquíase tracomatosa (TT) em indivíduos com 15 anos ou mais de idade, em áreas de risco ao tracoma e propor medidas de intervenção e encaminhamentos com vistas a eliminação da doença enquanto problema de saúde pública no país</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-20 15:04:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336162760</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336201629</link>
         <description><![CDATA[<p>A Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA) afeta principalmente a pele e mucosas, causando úlceras que podem ser dolorosas e deixar cicatrizes. &nbsp;É transmitida pela picada do mosquito-palha (flebotomíneo), que se infecta ao picar um animal ou humano contaminado e depois transmite o parasita a outras pessoas. A transmissão ocorre principalmente em áreas rurais e de mata. &nbsp;</p><p>O diagnóstico da LTA pode ser clínico e laboratorial, o clínico envolve a análise de diversos aspectos, como a avaliação das lesões na pele ou mucosas e o laboratorial envolve exames parasitológicos, como a identificação do parasita em amostras de tecido ou fluido das lesões. O diagnóstico da LTA é essencial para iniciar o tratamento adequado e prevenir complicações.</p><p>A prevenção da leishmaniose tegumentar envolve combater o vetor, como manter os locais limpos, evitar entulhos, usar repelentes, instalar mosquiteiros e telas nas janelas e portas. É importante também evitar áreas de mata e rios, usar roupas compridas e proteger animais domésticos com coleiras repelentes e exames periódicos. Além disso, a conscientização pública sobre as medidas preventivas é essencial para reduzir a disseminação da doença.</p><p>Uma curiosidade sobre a leishmaniose tegumentar no Brasil é que, em algumas regiões, ela é conhecida como "úlcera de Bauru". Esse nome surgiu devido à cidade de Bauru, onde a doença foi bastante registrada no passado. A doença causa feridas profundas na pele, que podem gerar sequelas visíveis e estigmatizantes. O nome ficou popular, mas a leishmaniose é encontrada em várias partes do país, especialmente em áreas rurais e florestais, onde o mosquito transmissor é comum.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3433186703/806a0054632535daca7a86891c28f0fb/lesao2_294x300.jpg" />
         <pubDate>2025-02-20 15:28:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336201629</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336209539</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma curiosidade interessante sobre a doença de Chagas é que ela pode permanecer assintomática por anos, até mesmo décadas.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-20 15:32:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336209539</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336217958</link>
         <description><![CDATA[<p>A filariose linfática é uma parasitose causada pelos nematódeos <em>Wuchereria bancrofti</em>, <em>Brugia malayi</em> e <em>Brugia timori</em>. Descrita no século XVI, sua transmissão foi elucidada em 1877 pelo médico britânico Patrick Manson. Atualmente, afeta cerca de 51 milhões de pessoas, com maior prevalência em regiões tropicais e subtropicais da África, do Sudeste Asiático, do Pacífico Ocidental e das Américas.</p><p>A transmissão ocorre por mosquitos dos gêneros <em>Culex</em>, <em>Anopheles</em>, <em>Aedes</em> e <em>Mansonia</em>, que depositam larvas infecciosas (<em>L3</em>) na pele do hospedeiro. As larvas migram para o sistema linfático, onde se tornam vermes adultos, podendo causar linfedema, hidrocele e elefantíase.</p><p>O diagnóstico pode ser feito por esfregaço sanguíneo, testes imunocromatográficos ou PCR, dependendo dos recursos disponíveis na área endêmica.</p><p>Na saúde coletiva, o Programa Global para a Eliminação da Filariose Linfática (GPELF), lançado pela OMS em 2000, priorizou a quimioprofilaxia em massa com dietilcarbamazina (DEC) e albendazol. Melhorias habitacionais, controle vetorial e ampliação dos serviços de saúde ajudaram a reduzir a transmissão.</p><p>A melhora do saneamento básico e o controle dos vetores reduziram a incidência da doença. O acesso ampliado ao diagnóstico permitiu tratamento precoce, diminuindo complicações. Em algumas áreas, essas medidas levaram à eliminação da filariose como problema de saúde pública.</p><p>Entretanto, a erradicação ainda enfrenta desafios, especialmente onde a infraestrutura sanitária é precária e a cobertura da quimioprofilaxia é irregular. O fortalecimento da vigilância epidemiológica e os investimentos contínuos são essenciais para a eliminação sustentável da doença.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3433216434/93f4e253fa8b036cd37947c3abf10fd2/download.jpeg" />
         <pubDate>2025-02-20 15:38:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3336217958</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3340077413</link>
         <description><![CDATA[<p>A oncocercose não afeta apenas a visão, mas também provoca sérias manifestações dermatológicas, que podem comprometer significativamente a qualidade de vida dos pacientes. Entre essas manifestações, destaca-se a <strong>dermatite oncocercótica</strong>, caracterizada por prurido intenso, descamação e hiperpigmentação da pele. Em estágios avançados, podem surgir alterações como a <strong>"pele de lagarto"</strong> (liquenificação) e a <strong>"pele de leopardo"</strong> (hipopigmentação), resultando em sofrimento físico e contribuindo para o estigma social e a exclusão econômica das populações afetadas.</p><p>Outro aspecto relevante na fisiopatologia da oncocercose é o papel da bactéria <strong>Wolbachia</strong>, que vive em simbiose com o parasita <em>Onchocerca volvulus</em>. A presença dessa bactéria influencia a inflamação e a resposta imunológica do hospedeiro, tornando-se um alvo importante no tratamento. Por essa razão, além da <strong>ivermectina</strong>, utilizada para reduzir a carga de microfilárias, a <strong>doxiciclina</strong> tem sido empregada como estratégia terapêutica complementar, pois age eliminando a <em>Wolbachia</em>, o que contribui para a redução da fertilidade dos vermes adultos e melhora a resposta ao tratamento.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-24 11:18:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laisvasconcelos094/q8f7d5korxz09g88/wish/3340077413</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
