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      <title>Biblioteca e sucesso educativo by Luis Contente</title>
      <link>https://padlet.com/luis_contente1/q8by49446k7z</link>
      <description>Diário de aprendizagem </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-02-13 22:31:29 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-03-01 23:34:12 UTC</lastBuildDate>
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         <title>1.ª sessão presencial - 13 de fevereiro e Trabalho Autónomo 1- de 14 de fereiro a 24 de março</title>
         <author>luis_contente1</author>
         <link>https://padlet.com/luis_contente1/q8by49446k7z/wish/445335762</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma sessão onde se pretendia abordar a forma como os objetivos são definidos no PAA. Foi lançado um desafio aos grupos de trabalho, preencher uma planificação de atividade a partir de um tema dado.  PATRIMÓNIO,  foi o asunto a partir do qual elaborámos essa planificação. Devo reconhecer, que antes do <em>brainstorming </em>que o meu grupo levou a cabo, intuitivamente comecei a pensar em atividades que poderia realizar sobre o "património" . Pensei em organizar uma visita ao Castelo de Beja,  ou às ruínas de Pisões, em que os alunos poderiam preencher uma ficha. Fiquei depois a pensar onde é  que a biblioteca entrava nesta intenção e cheguei a uma  conclusão que não me satisfez. Rapidamente passei para outras atividades que poderia realizar, algumas sem fundamento, como por exemplo participar no desfile de Carnaval com trajes de época  e fiquei de novo pouco satisfeito porque a biblioteca tinha apenas uma função  de animação e não pretendia nada disto. Apercebi-me, assim que o grupo começou a trabalhar no assunto, que estava a pensar de forma errada. Queria, à força, arranjar  uma atividade sobre património sem saber que objetivos pretendia alcançar. O caminho tornou-se mais evidente quando, em grupo de trabalho, definimos as diversas concepções de património e as remetemos para o currículo. Chegámos assim à conclusão que a atividade serve os objetivos e não o inverso. A atividade será a estratégia utilizada para alcançar o pretendido. Por isso, uma atividade realizada com sucesso é uma atividade que tinha, à partida, objetivos bem definidos e que não se perderam de vista ao longo de todo o processo da sua execução, podendo deste modo ser avaliados com pertinência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-13 22:37:19 UTC</pubDate>
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         <title>2ª sessão online/síncrona - 14 de outubro</title>
         <author>luis_contente1</author>
         <link>https://padlet.com/luis_contente1/q8by49446k7z/wish/829631855</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta sessão o desafio consistiu em avaliar 6 PAAs de diversas escolas de acordo com um questionário que incluía itens sobre a organização do PAA, os seus conteúdos e outros aspetos em ter em conta, nomeadamente aqueles que se prendem com as prioridades RBE, trabalho colaborativo e articulação. Para cada plano deixo as minhas observações:<br> </div><div>Não me debrucei muito sobre a qualidade dos itens porque o questionário não o permitia. Considerei algumas vezes que o parâmetro estava referido no PAA mas outras não, porque apesar de haver essa intenção, o mesmo era vago. Assim, podemos ter um público-alvo contemplado, mas que é no entanto incerto, como haver avaliação mas ser imprecisa.<br><br></div><div><strong>Plano 1:</strong></div><div>É um plano muito vago. Envolve a comunidade mas não específica quem. Os parceiros são remetidos para os recursos em vez de integrarem trabalho colaborativo.<br><br></div><div><strong>Plano 2:</strong></div><div>Contempla muitos dos itens apesar de algumas imprecisões em termos de definição dos mesmos.<br><br></div><div><strong>Plano 3:</strong></div><div>Parece-me que a calendarização, apesar de incluir alguns indicadores temporais, é genérica para o ano todo. Tenho algumas dúvidas no que concerne os instrumentos de avaliação. Não percebo o instrumento que se usa para recolher os dados (grelhas...,?).<br><br></div><div><strong>Plano 4:</strong></div><div>Em relação ao publico alvo, não se mantém uma constante. Por vezes, identificam-se os anos curriculares mas também se referem alunos do agrupamento, sem se saber quais são. Em princípio, um bom PAA deve poder ser aplicado por qualquer PB, sem dúvidas.<br><br></div><div><strong>Plano 5:</strong></div><div>Plano muito vago e muito impreciso.<br><br></div><div><strong>Plano 6:</strong></div><div>Plano demasiado centralizado em atividades que a BE pode realizar mas sem um verdadeiro enfoque nas necessidades da escola.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 17:39:55 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho Autónomo 2 - 16 a 27 de outubro</title>
         <author>luis_contente1</author>
         <link>https://padlet.com/luis_contente1/q8by49446k7z/wish/863674678</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao criar esta grelha de monitorização pareceu-me que o mais importante não era avaliar as atividades em si mas verificar se elas estavam incluídas no PAA. Para a sua execução, recorri ao documento AcBE e também aos questionários que me foram muito úteis para definir um conjunto de atividades que devem ser incluídas num PAA. Ao mesmo tempo, recorri também ao meu PAA, verificando que muitas das atividades aí inseridas se relacionavam diretamente com os parâmetros que devem constar num PAA. Ou seja, o que me parece importante não é incluir nesta grelha quem são os destinatários das atividades, mas antes verificar se tenho destinatários. Do mesmo modo, não me parece interessante definir se as atividades foram ou não realizadas, quais são os objetivos do Plano de Melhoria (PM), se o orçamento é o correto, mas sobretudo verificar se de facto inseri orçamento, se as atividades servem os propósitos do documento AcBE e se inclui o Plano de Melhoria.<br><br></div><div>Dei mais enfoque à forma do que ao conteúdo mas uma cheklist de verificação serve mesmo para isso. Olhar para um PAA e verificar se todos os parâmetros lá estão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 21:28:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luis_contente1/q8by49446k7z/wish/863674678</guid>
      </item>
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         <title>3ª sessão online/síncrona - 28 de outubro</title>
         <author>luis_contente1</author>
         <link>https://padlet.com/luis_contente1/q8by49446k7z/wish/870026159</link>
         <description><![CDATA[<div>O objetivo era apresentar uma atividade em articulação com outras áreas escolares baseada na literacia da informação ou dos média. Pediu-se a realização de uma planificação e a avaliação de 3 dos descritores de desempenho aí apresentados. A novidade prendia-se com a construção de uma rubrica de avaliação. <br>Adaptei à grelha disponibilizada, uma planificação de atividade dirigida aos alunos de 7º ano, completando-a de uma forma muito mais eficaz, uma vez que me apercebi que muitos parâmetros não tinham sido elencados. Para o efeito, vi-me na necessidade de consultar documentos que já conhecia mas que tive de vasculhar de novo. O referencial Aprender com a Biblioteca Escolar (AcBE), que permite justamente ao PB ter uma referência concreta para a elaboração de uma planificação; o documento das "Aprendizagens essenciais (AE)" que define de forma clara e objetiva os conhecimentos que devem ser adquiridos; o  "Perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória" , que eu já trabalhei numa formação exclusivamente dedicada a esse documento. Uma constatação, e ainda bem que assim é, todos esses documentos têm um elevado grau de articulação entre si, e convergência entre a teoria e a aplicação. Fica o registo e a sugestão para uma consulta aprofundada que pode inclusive passar por inventariar o currículo expresso nas AE e desenvolver atividades que o sirvam com o referencial AcBE.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-28 15:18:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luis_contente1/q8by49446k7z/wish/870026159</guid>
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         <title>Trabalho autónomo 3 - 29 outubro a 10 novembro</title>
         <author>luis_contente1</author>
         <link>https://padlet.com/luis_contente1/q8by49446k7z/wish/898242675</link>
         <description><![CDATA[<div>A questão de avaliar competências é de facto relevante para a intervenção da BE no currículo. É certo que uma grande atividade, bem planificada, com inúmeros intervenientes, e que à partida é um sucesso de operacionalização, nem sempre garante aprendizagens efetivas. Poderemos estar no domínio do que a BE quer a todo o custo evitar: avaliar com muito positivo atividades que pouco impacto tiveram nas aprendizagens dos alunos. Por isso, para evitar o fosso entre o que a BE espera atingir e aquilo que realmente os alunos desenvolvem, convém que a BE faça uma avaliação de competências adequada da sua ação. A chave para uma avaliação rigorosa passa por definir um leque alargado de instrumentos de avaliação que permitam validar a observação sob variados ângulos, e não apenas um enfoque particular em determinado método de registo.<br>Tudo se torna ainda mais complexo quando se pretende avaliar o desempenho em literacia. A literatura sobre a questão indica inquéritos ou provas de literacia como por exemplo a desenvolvida pela Porto Editora , a Literacia 3d, muito em prática nas escolas. É neste contexto que nos convém abordar a questão das rubricas. Através de uma escala, construímos assim um referencial que define determinados valores, que vão gradualmente aumentando de intensidade, partindo de um desempenho baixo até um desempenho máximo. É este sistema de avaliação, por rubrica, que se utiliza geralmente nos exames para os docentes corrigirem as provas, nomeadamente as de língua portuguesa.<br>A aplicação "rubistar" permite uma grande escolha de opções para construir uma "rubrica". É muito fácil de usar e cria todos os parâmetros de acordo com a nossas escolhas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-06 16:45:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4ª sessão online/síncrona - 11 de novembro</title>
         <author>luis_contente1</author>
         <link>https://padlet.com/luis_contente1/q8by49446k7z/wish/913271131</link>
         <description><![CDATA[<div>Apontou-se a seguinte problemática, decorrente de um diagnóstico efetuado pela RBE: as BEs do 1º ciclo não são utilizadas em pleno e os próprios docentes das escolas também descuram a sua utilização de forma autónoma. A RBE sentiu assim a necessidade de construir um roteiro com sugestões de atividades para se usar a BE durante a ausência do professor bibliotecário. O roteiro aponta pistas de reflexão, indicadores que podem ser explicitados durante uma reunião com os docentes, de modo a haver alguma formação sobre como se pode usar os recursos e espaço da BE com os alunos. O roteiro permite dar resposta a alguns problemas permanentes, não resolvê-los na sua totalidade, mas dar um contributo significativo para uma melhoria. <br>Das atividades aí elencadas, apresento a planificação relativa à que escolhi, para se conhecer melhor o fundo documental da biblioteca escolar, a sua organização, e as potencialidades que ele oferece. Passa por distribuir excertos de livros, escolhidos entre as diferentes categorias da CDU, de modo a que os alunos descubram a que livro pertence o conteúdo que vão ler. A atividade tem a seguinte designação: "o fragmento mistério".</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 15:54:46 UTC</pubDate>
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