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      <title>ONDE SURGEM OS MEDOS ? by Jéssica Santiago</title>
      <link>https://padlet.com/jessicasantiago007/q7w56hacy40pvckw</link>
      <description>O medo é uma emoção intensa e instintiva, que surge diante de uma ameaça real ou imaginária. Ele paralisa, alerta, protege e, ao mesmo tempo, limita. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-21 23:26:03 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-11 00:12:16 UTC</lastBuildDate>
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         <title>o medo do escuro causa uma sensação de agonia na hora até de dormir !</title>
         <author>jessicasantiago007</author>
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         <description><![CDATA[<p> </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3875825411/c6c9cc022ec7763773b7284f5874f624/Imagem_do_WhatsApp_de_2025_05_21___s__20_27_48_bb5005d4.jpg" />
         <pubDate>2025-05-21 23:36:30 UTC</pubDate>
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         <title>O QUE CAUSA O MEDO DE ESCURO ?</title>
         <author>jessicasantiago007</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><sub>Nictofobia  esse nome se da pra quem tem medo irracional do escuro, hoje vemos muitas crianças com esse medo que levam até a vida adulta vamos ver o que gera isso e como tratar de uma forma saudável .</sub></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-22 01:47:59 UTC</pubDate>
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         <title>ROTEIRO</title>
         <author>jessicasantiago007</author>
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         <description><![CDATA[<p><br>GRUPO : ELISANGELA CAVALCANTE DE MORAIS DE SOUSA CASTRO, FABIANA RODRIGUES DE COSTA , JÉSSICA FERNANDES SANTIAGO, MARLENE OLIVEIRA . POLO : PARACAMBI .</p><p><br></p><p>a) O que queremos (nós do grupo) saber?</p><p><br></p><p>Queremos entender de onde vem o medo, como ele funciona no nosso corpo e mente, por que sentimos medo, e como ele influencia nosso comportamento.</p><p><br></p><p>b) O que já sabemos sobre o assunto? E você, especificamente, o que sabe?</p><p><br></p><p>Já sabemos que o medo é uma emoção natural, ligada à nossa sobrevivência, e que é controlado por regiões do cérebro como a amígdala.</p><p>Eu, especificamente, quero saber por que algumas pessoas sentem mais medo que outras, e como podemos superar medos irracionais ou exagerados.</p><p>c) Qual o contexto do assunto que vamos investigar?</p><p><br></p><p>Vamos investigar o medo tanto do ponto de vista científico (biológico e psicológico) quanto social e emocional, para entender como ele afeta nossas decisões, relacionamentos e qualidade de vida.</p><p><br></p><p>&nbsp;d) O que precisamos fazer para investigar o que queremos saber? Como eu posso contribuir?</p><p><br></p><p>&nbsp;Precisamos ler textos e assistir vídeos sobre o medo no cérebro e na psicologia;</p><p>Ouvir relatos de pessoas sobre seus medos e como lidam com eles;</p><p>Refletir sobre nossos próprios medos.</p><p>Eu posso contribuir pesquisando fontes confiáveis, fazendo perguntas durante os debates e compartilhando minhas experiências pessoais.</p><p><br></p><p>&nbsp;e) Que áreas de conhecimento me ajudam a saber mais o que eu e o grupo queremos saber?</p><p><br></p><p>Biologia – para entender como o medo funciona no corpo;</p><p>Psicologia – para explorar como o medo afeta o comportamento e as emoções;</p><p>Filosofia – para pensar sobre o medo do ponto de vista existencial;</p><p>Sociologia – para entender como a sociedade e a cultura influenciam nossos medos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-22 01:54:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Superar o medo!</title>
         <author>jessicasantiago007</author>
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         <description><![CDATA[<p>Orion (Tremblay) é um garoto de oito anos que tem medo de muitas coisas, incluindo cachorros, abelhas, o mar e até mesmo uma interação social. No entanto, o escuro o assusta mais. Orion fica ansioso e nervoso quando inesperadamente conhece a Escuridão (Hauser), que é justamente é o motivo de seus problemas.</p><p>Créditos:</p><p>Filme - Orion 2024</p><p>Música - [FREE FOR PROFIT] Shiloh Dynasty x Powfu lofi type beat - ＂Counting Stars＂</p><p>Autor Music - @rx808</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=5FaOlg0Ll1k" />
         <pubDate>2025-05-22 02:28:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Como superar o medo.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Psicologos explicam que a ansiedade tem forte ligação com medo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.psicologo.com.br/blog/medo-como-superar/" />
         <pubDate>2025-05-22 21:05:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fiquei muito curiosa para saber o que a ciência diz sobre o medo.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicasantiago007/q7w56hacy40pvckw/wish/3463779830</link>
         <description><![CDATA[<p>Ciência por traz do medo.</p><p>A ciência explica o medo como uma resposta complexa que envolve múltiplos sistemas do corpo. Aqui estão os principais componentes:</p><p><br></p><p>Sistema Nervoso</p><p>1. Sistema nervoso central: O cérebro processa informações sensoriais e identifica ameaças ou perigos.</p><p>2. Sistema nervoso simpático: O sistema nervoso simpático é ativado, preparando o corpo para a "fuga ou luta".</p><p><br></p><p>Hormônios e Neurotransmissores</p><p>1. Adrenalina: A adrenalina é liberada em resposta ao estresse, aumentando a frequência cardíaca, a pressão arterial e a respiração.</p><p>2. Cortisol: O cortisol é liberado em resposta ao estresse crônico, afetando o metabolismo, a resposta imune e a função cerebral.</p><p><br></p><p>Resposta Física</p><p>1. Aumento da frequência cardíaca: A frequência cardíaca aumenta para fornecer mais oxigênio e nutrientes aos músculos.</p><p>2. Aumento da pressão arterial: A pressão arterial aumenta para garantir o fluxo sanguíneo adequado aos músculos e órgãos vitais.</p><p>3. Respiração rápida: A respiração rápida ajuda a fornecer mais oxigênio ao corpo.</p><p><br></p><p>Regulação do Medo</p><p>1. Amígdala: A amígdala é uma estrutura cerebral que desempenha um papel fundamental na detecção e processamento do medo.</p><p>2. Córtex pré-frontal: O córtex pré-frontal ajuda a regular a resposta ao medo, permitindo que o indivíduo avalie a ameaça e responda de forma apropriada.</p><p><br></p><p>Achei muito interessante que a ciência continua a estudar o medo para entender melhor como ele funciona e como podemos desenvolver estratégias eficazes para gerenciar o medo e reduzir seu impacto na saúde.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-22 22:55:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como dominar o medo que habita em nós.</title>
         <author>jessicasantiago007</author>
         <link>https://padlet.com/jessicasantiago007/q7w56hacy40pvckw/wish/3463792198</link>
         <description><![CDATA[<p> <strong>Os nossos medos estão muito vinculados a situações&nbsp;negativas do passado.   A questão da religiosidade e o que se passa a nossa volta que não vemos o tempo todo, tem pontos a ver com os medos que carregamos da infância a vida adulta por meio das nossa emoções contidas em nós mesmos ?</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://vidaemsintonia.com.br/espiritualidade/energia-do-medo/" />
         <pubDate>2025-05-22 23:17:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Por que as crianças sentem medo?
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicasantiago007/q7w56hacy40pvckw/wish/3465231026</link>
         <description><![CDATA[<p>A criança precisa reconhecer, por exemplo, o medo que protege, ou seja, aquele que a ajudará a se desviar de situações de risco. Paralelamente, precisa reconhecer o medo exagerado que a congela, aquele que impede o movimento da vida e que exige superação.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://wklinik.com.br/e-normal-a-crianca-sentir-medo/" />
         <pubDate>2025-05-23 19:48:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Neurobiologia do medo e da ansiedade</title>
         <author>fabianacederjuerj</author>
         <link>https://padlet.com/jessicasantiago007/q7w56hacy40pvckw/wish/3465364822</link>
         <description><![CDATA[<p>Pelo olhar da <strong>neurobiologia</strong>, o medo e a ansiedade são sentimentos comuns nos seres humanos, ligados a reação evolutiva para a sobrevivência, ao estimularem a luta e a fuga em situações necessárias, como ameaças de ataques, guerras, etc. Porém esses sentimentos surgem em locais diferentes do cérebro.<br><br>O <strong>medo</strong> está relacionado à amigdala (corpo amigdaloide), que é o&nbsp;principal componente do sistema límbico, responsável pelo processamento das emoções e&nbsp;desencadeadora do comportamento emocional&nbsp;(determina se haverá ou não resposta de medo). Está situada na porção medial do lobo temporal, anterior a cauda do núcleo caudado. Desta forma, o medo está relacionado a uma resposta emocional a uma&nbsp;<strong>ameaça iminente&nbsp;real ou percebida</strong>. Existe um aumento do<strong>&nbsp;sistema nervoso autonômico&nbsp;simpático</strong>, responsável pelas reações de luta e fuga. <br>&nbsp;<br>Já a&nbsp;<strong>ansiedade</strong>&nbsp;está relacionada ao&nbsp;eixo <strong>córtico-estriado-tálamo-cortical (CETC)</strong>. Esse circuito se origina e termina no córtex pré-frontal dorsolateral, e é um circuito neural fundamental no cérebro, envolvido na regulação de comportamentos, pensamentos e emoções.&nbsp;Ele desempenha um papel crucial no controle motor, no planejamento e na execução de movimentos, bem como em processos cognitivos e emocionais.&nbsp;Em resumo, o CETC é um importante sistema de comunicação entre diferentes áreas do cérebro, essencial para a função cerebral normal.&nbsp; Assim a ansiedade refere-se a uma&nbsp;<strong>ameaça futura.</strong> Caracterizada pela tensão musculares, hipervigilância. É um sentimento&nbsp;vago, difuso e desagradável de apreensão.</p><p><br></p><p><strong>Fonte: </strong><br>Medo e ansiedade: Como diferenciar em sua fisiopatologia. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sanarmed.com/medo-e-ansiedade-pospsq/">https://sanarmed.com/medo-e-ansiedade-pospsq/</a>, acessado em 19 de maio de 2025.<br><br>Alterações Neurobiológicas no TOC: uma revisão das bases cerebrais do transtorno obsessivo-compulsivo. Disponível em:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistaft.com.br/alteracoes-neurobiologicas-no-toc-uma-revisao-integrativa-das-bases-cerebrais-do-transtorno-obsessivo-compulsivo/#:~:text=O%20circuito%20c%C3%B3rtico%2Destriado%2Dt%C3%A1lamo,Obsessivo%2DCompulsivo%20(TOC)">https://revistaft.com.br/alteracoes-neurobiologicas-no-toc-uma-revisao-integrativa-das-bases-cerebrais-do-transtorno-obsessivo-compulsivo/#:~:text=O%20circuito%20c%C3%B3rtico%2Destriado%2Dt%C3%A1lamo,Obsessivo%2DCompulsivo%20(TOC)</a>., acessado em 19 de maio de 2025.</p><p><br></p><p><mark>&gt;&gt;&gt; Biologia e o medo &lt;&lt;&lt;</mark></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-24 01:52:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O medo e a Cultura Protetiva</title>
         <author>fabianacederjuerj</author>
         <link>https://padlet.com/jessicasantiago007/q7w56hacy40pvckw/wish/3465852690</link>
         <description><![CDATA[<p>Christian Dunker  aponta como diante da  grande variedade de ofertas psicopedagógicas, o<strong> medo</strong> é utilizado como uma garantia fixa de controle contra os riscos comuns dos diferentes processos de aprendizagem humana (como cair ao aprender andar de skate, sair sozinho, conhecer novas pessoas, ...), criando uma <strong>cultura protetiva</strong>. </p><p><br/></p><p>Segundo o psicanalista, essa cultura tem uma versão <strong>objetiva</strong>, que tem início no processo de educação das crianças, onde os responsáveis utilizam do medo para evitar que, por exemplo, a criança se machuque fisicamente ao brincar ou realizar qualquer outra atividade, o que acaba evoluindo para uma versão  <strong>subjetiva</strong> <strong>e mais profunda</strong> no indivíduo adulto, levando a limitações e frustrações emocionais que dificultam o <strong>processo de vivencia e convivência humana</strong>.</p><p><br/></p><p>É apenas um pequeno corte de uma aula inteira, mas que é muito válido assistir.</p><p><br/></p><p><mark>&gt;&gt;&gt; Sociologia e o medo &lt;&lt;&lt;</mark></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/BJ2I9hJCFEQ?si=sJAzJcv3BHI77G1w" />
         <pubDate>2025-05-25 00:14:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicasantiago007/q7w56hacy40pvckw/wish/3466299210</link>
         <description><![CDATA[<p>Nossos questionamentos! </p>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.quora.com/Porque-algumas-pessoas-s%C3%A3o-mais-suscet%C3%ADveis-a-terem-medos-e-fobias-do-que-outras-Al%C3%A9m-do-fator-social-e-cultural-e-com-base-nas-gen%C3%A9ticas-e-fun%C3%A7%C3%B5es-cerebrais" />
         <pubDate>2025-05-25 18:05:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A CULTURA DO MEDO E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A PROLIFERAÇÃO DA CRIMINALIDADE </title>
         <author>fabianacederjuerj</author>
         <link>https://padlet.com/jessicasantiago007/q7w56hacy40pvckw/wish/3468268506</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Neste artigo, o advogado criminalista e membro do Serviço de Assessoria Jurídica Universitária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – SAJU/UFGRS,<strong> Felipe Lazzari da Silveira</strong> aborda como a<strong> cultura do medo</strong> existente na sociedade e disseminada pela <strong>grande mídia</strong> aumenta o sentimento de insegurança e, por consequência,  o desejo de vingança direcionado a grupos já comumente marginalizados socialmente, acarretando no surgimento de políticas punitivistas que aumentam o encarceramento em massa em locais desumanos, o que contribui para o aumento da criminalidade.</p><p><br></p><p>No material, Silveira aponta como as <strong>grandes empresas de mídia, principalmente as de televisão</strong>, por questões econômicas, passam a se dedicar a <strong>matérias sensacionalistas</strong>, que atraem o grande público, na maioria das vezes notícias violentas, incitando a <strong>cultura do medo</strong>.</p><p><br></p><p><em>"... uma sociedade dominada pelo </em><strong><em>medo coletivo</em></strong><em>, </em><strong><em>naturalmente passa a fabricar seus próprios inimigos</em></strong><em>, na medida em que elege algumas classes como sendo perigosas, tratando seus membros (pobres, condenados, viciados, prostitutas e etc.) como inimigos em potencial, problema que agrava ainda mais a segregação social, dentre outros reflexos."</em></p><p><br></p><p><mark>&gt;&gt;&gt; sociologia e o medo &lt;&lt;&lt;</mark></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/563/2019/09/3-1.pdf" />
         <pubDate>2025-05-27 01:55:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>elisadonai3</author>
         <link>https://padlet.com/jessicasantiago007/q7w56hacy40pvckw/wish/3469777789</link>
         <description><![CDATA[<p>É imprescindível que a pessoa, introspectivamente, analise o grau de intensidade do medo sentido: "É um medo normal do ponto de vista orgânico, que faz parte do instinto de autopreservação do ser humano?" Ou "É um medo irreal, incapacitante, ilógico, que extravasa, rompe, sem que esta consiga conter-se, desencadeando uma situação terrível de pânico? São perguntas importantes, reflexivas e que podem "salvar uma vida". Quando a pessoa reflete sobre isto e constata que precisa de ajuda médica e suporte clínico - buscando este apoio - a principal beneficiada é ela mesma; terá qualidade de vida, saúde mental; terá sua "vida de volta". E, quando o sofrimento não é externado, e ela sofre sozinha, com o seu âmago "açoitado" (sim, comparo isto, metaforicamente, a um açoite, pois tamanha é a dor imposta e causada a esta pessoa pelo medo doentio), constantemente? Cabem às pessoas próximas, com um olhar apurado e atento oferecerem apoio, orientação e direção. Infelizmente, muitos não procuram ajuda clínica por desconhecimento (ignoram a sua condição) ou preconceito por terem que tomar alguma medicação específica caso o médico a prescreva, porque, às vezes, a terapia medicamentosa é necessária, porém, somente a avaliação médica pode determinar isto. Reitero, uma orientação pode "salvar uma vida".<br><br>Em suma, infelizmente, muitos não aceitam serem tratados, cuidados e amparados. Preferem, continuar (conscientemente ou inconscientemente) nesta situação. Todavia, mesmo assim, cabe a nós insistirmos, mesmo diante destes que resistem à ajuda. Com amor, empatia, resiliência e solidariedade podemos ser canais de ajuda e suporte para estas pessoas. O amor destrói sofismas e transpõe barreiras. O amor "salva vidas".</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-27 22:14:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Medo ou Fobia? Entenda a diferença.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicasantiago007/q7w56hacy40pvckw/wish/3469778318</link>
         <description><![CDATA[<p>Medo é um sentimento inerente a quase todos os seres vivos evoluídos e é fundamental para a preservação das espécies, pois faz com que os indivíduos se protejam e evitem situações de risco.</p><p>Já a fobia caracteriza-se por uma sensação de medo muito intensa, muitas vezes acompanhada de sintomas físicos (tremor, taquicardia e sudorese, entre outros), e que é gerada diante de algum fator ou situação não necessariamente ameaçador à vida.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://nossaclinicapsicologia.com.br/medo-e-fobia-qual-a-diferenca/" />
         <pubDate>2025-05-27 22:15:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>elisadonai3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Por ser um tema amplo, podemos abordá-lo através de diferentes panoramas, na qual a perspectiva literária é uma delas. Como foi dito pela Fabiana é "um ótimo campo de pesquisa." Em virtude disto, tive a curiosidade de saber se havia alguma produção, na Literatura, sobre o assunto. No decorrer da minha verificação, deparei-me com diversos escritos sobre o medo. Citarei, dois trechos que encontrei.<br><br>"O medo vem da incerteza." [Pedrinho]<br>Monteiro Lobato. /Trecho retirado do livro "Viagem ao céu e o Saci. Obras completas de Monteiro Lobato, 2ªSérie, Literatura Infantil. Vol.2. São Paulo: Editora Brasilienese Ltda, 1956"<br><br>"Quem tem medo , não tem tempo para ter mais nada."<br>Olavo Bilac / Trecho retirado do livro "Bilac, O jornalista crônicas: Volume 1/. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Editora da Universidade de São Paulo. Editora da Unicamp, 2006"<br><br>Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.migalhas.com.br/literarias/termo/medo">https://www.migalhas.com.br/literarias/termo/medo</a><br><br>Na fala de Pedrinho, personagem da obra de Monteiro Lobato, podemos constatar que uma das causas possíveis do medo é a incerteza. Esta, pode ser causada por alguma situação, nunca vivenciada, sentida, presenciada e pode gerar, em algumas pessoas, (ou quem sabe, muitas...) patologicamente, socialmente (citando alguns exemplos) uma sensação de desconforto, vulnerabilidade, insegurança, medo... E, isto pode "escalar" para uma situação incapacitante, enclausurante, de pânico, e como diz Olavo Bilac:   "Quem tem medo não tem tempo para ter mais nada", ou seja, caso a pessoa não procure ajuda terapêutica, médica, ela, literalmente, "não terá tempo para mais nada" pois, o pânico (na minha concepção, um estágio evoluído do medo) a deixará prostrada, inerte e aprisionada diante de um sentimento angustiante de pavor.<br><br>Nota-se por outro lado que com o advento da tecnologia e o acesso a diversas fontes de informação, muito se tem discutido e debatido sobre o assunto trazendo amplo conhecimento sobre este. O que, outrora, era um tabu (sim, pois muitos se sentiam constrangidos em falar que estavam passando por esta situação de pânico), atualmente, são incentivados a procurarem ajuda. Sim, há tratamento para isto, basta que a pessoa "consiga" procurar esta ajuda.<br><br>Em suma, reitero que estes dois autores, abordaram, há muitos anos atrás, através de suas obras literárias, o que, contemporaneamente, é um dos grandes males que assolam a sociedade. Concluo, parafraseando os autores: " O medo, vem da incerteza, e quem o tem não tem tempo para ter mais nada..."</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 22:24:20 UTC</pubDate>
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         <title>  Como funciona o cérebro perante o sentimento do medo .</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Onde se origina o medo? as partes do cérebro responsáveis por essa reação são, principalmente, a amígdala – que faz parte do sistema límbico, onde, por exemplo, processamos as emoções – e o córtex frontal – a parte do cérebro que trabalha, entre outras coisas, com a resolução de problemas e com o controle de impulsos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 22:37:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>elisadonai3</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 22:55:13 UTC</pubDate>
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         <title>Como os adultos lidam com o medo.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Uma história divertida que nos permite visualizar nossos processos internos, mesmo que seja por meio de <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="focusIndicatorReducedWidth bbc-n8oauk e1p3sufg0" href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjez2qyvr44o">desenhos animados</a>.</p><p>Essa ideia faz parte do sucesso de um dos <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="focusIndicatorReducedWidth bbc-n8oauk e1p3sufg0" href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cr50y51ywpyt">lançamentos</a> mais populares de <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="focusIndicatorReducedWidth bbc-n8oauk e1p3sufg0" href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cr50y51yx77t">Hollywood</a> neste verão, o filme de animação <em>Divertida Mente 2</em>.</p><p>Produzido pela gigante Pixar, e dirigido por Kelsey Mann, é também uma peça educativa que abre portas para compreender melhor como as emoções impactam – positiva ou negativamente – a vida dos adolescentes (embora também de pessoas de outras faixas etárias).</p><p>O filme é uma continuação de<em> Divertida Mente</em> (2015), que conta a história de Riley, de 11 anos, que precisa enfrentar a mudança para uma nova cidade enquanto suas emoções, transformadas em seres antropomórficos, lutam para manter o equilíbrio em sua mente.</p><p>Já no segundo filme, voltamos à vida de Riley em São Francisco, na Califórnia, onde ela faz novos amigos e passa o tempo na pista de hóquei no gelo. Suas emoções são uma equipe que, de uma forma ou de outra, funciona bem.</p><p>Até que o alarme da puberdade dispara.</p><p>Nesse período, novas emoções chegam à sua "sala de controle" ou cérebro: Ansiedade, Vergonha, Inveja e Tédio.A maior parte da história se passa no acampamento de hóquei, um microcosmo do mundo social dos jovens. Lá, a personagem principal está prestes a fazer a transição para o ensino médio, onde espera ingressar na equipe esportiva.</p><p>As mudanças que Riley enfrenta podem muito bem ser situações da vida real e, como ela, observar nossas emoções pode nos ajudar a enfrentá-las.</p><p>Por isso, reunimos a visão de especialistas sobre o que podemos aprender com os novos personagens da animação.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 23:08:25 UTC</pubDate>
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         <title>Consequências do Medo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O medo é uma emoção natural que pode ter consequências significativas em nossas vidas. Aqui estão algumas das principais consequências do medo:</p><p>Consequências do Medo</p><p> Ansiedade e Estresse: O medo pode levar a sentimentos de ansiedade e estresse, que podem afetar a saúde mental e física.</p><p> Limitações: O medo pode limitar nossas ações e decisões, impedindo-nos de alcançar nossos objetivos e realizar nossos sonhos.</p><p> Fobias: O medo pode se tornar uma fobia, que é um medo irracional e excessivo de algo.</p><p> Impacto nas Relações: O medo pode afetar nossas relações com os outros, levando a conflitos e problemas de comunicação.</p><p> Saúde Física:  medo crônico pode ter consequências negativas para a saúde física, incluindo problemas cardíacos, digestivos e imunológicos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-28 00:58:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>fabianacederjuerj</author>
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         <description><![CDATA[<p>No artigo <strong><em>O Papel do Medo na História: A heterofobia e a paranoia coletiva na produção da violência racista</em>, </strong>o mestre em Sociologia<strong> Lucas Voigt</strong> e o PhD em Sociologia<strong> Karl Monsma</strong> fazem uma análise de como o <strong>medo</strong> foi historicamente utilizado para produção e reprodução do racismo e das relações de dominação entre grupos étnicos. Partindo da perspectiva da <strong>Sociologia Histórica</strong>, os autores apresentam considerações sobre o papel e os impactos da experiência do <strong>medo no processo histórico</strong> da formação de racismos e produção de violências físicas, através da disseminação de <strong>paranoias</strong> e <strong>ilusões coletivas</strong> sobre <strong><em>o outro.</em></strong></p><p><br></p><p>Segundo a definição de Memmi (1993) utilizada no texto, o termo heterofobia, presente no título do trabalho, se define como toda forma de recusa do outro com base não biológica, ou seja, <strong>o racismo não é algo presente no DNA humano mas algo culturalmente produzido e aprendido</strong>. E neste sentido, o racismo que conhecemos hoje teve foco inicial na religião quando começou a ser difundido nos séculos XII e XIII, em atitudes hostis de europeus cristãos contra os <strong>judeus</strong> e, num processo de “evolução”, os processos de hostilidades deram espaço a demonização deste povo, que, num processo de paranoia coletiva, passou a ser acusado, por exemplo, de males como as mortes provocadas pela Peste Negra, no século XIV o que ocasionou o massacre de vários judeus neste período. Séculos depois, a mesma abordagem foi utilizada contra a <strong>população negra</strong> em Ruanda, onde ocorreu o genocídio mais rápido da história, onde a minoria tutsi foi dizimada pelos hutus, num contexto de rivalidade étnica desenvolvido pela Bélgica durante seus anos de colonização.</p><p><br></p><p>Além desses casos, o artigo também aborda a questão do estuprador negro difundida nos Estados Unidos que ocasionou o linchamento de vários <strong>homens negros</strong> após a difusão de que esses seriam dominados por pulsões animais que os fariam estuprar mulheres brancas, ideia que foi utilizada para realização de denúncias falsas e mortes. O estudo também pontua que a mesma visão animalesca foi utilizada contra os<strong> indígenas nativos americanos</strong> durante o processo de colonização estadunidense, com o objetivo de justificar o domínio de seus territórios e suas mortes.</p><p><br></p><p>É um material bastante interessante e que vale a leitura.</p><p><br><mark>&gt;&gt;&gt; Sociologia e o medo &lt;&lt;&lt;</mark></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;opi=89978449&amp;url=https://periodicos.unb.br/index.php/repam/article/download/28541/26254/73910&amp;ved=2ahUKEwjlws7TjsWNAxVQQ7gEHUQjM9wQFnoECBYQAQ&amp;usg=AOvVaw2jbZa0if6dk6ZrTPdWken-" />
         <pubDate>2025-05-28 02:29:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Superando o Medo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicasantiago007/q7w56hacy40pvckw/wish/3471711102</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p> Confrontar o Medo: Enfrentar o medo pode ser uma forma eficaz de superá-lo.</p><p> Educação e Conhecimento: Aprender sobre o que nos causa medo pode ajudar a reduzir a ansiedade e o estresse.</p><p>Técnicas de Relaxamento: Práticas como meditação, respiração profunda e yoga podem ajudar a gerenciar o medo e a ansiedade.</p><p> Apoio: Buscar apoio de amigos, familiares ou profissionais pode ser fundamental para superar o medo.                                         Publicado por Marlene de Oliveira</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 01:38:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Etnocentrismo, Xenofobia e Medo: Pulsão, Repressão e Recalque como Medo oculto do outro, do desconhecido, do diferente e do diverso</title>
         <author>fabianacederjuerj</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Neste trabalho, Marcelo Barboza Duarte expõe as interconexões entre o <strong>etnocentrismo</strong>, a<strong> xenofobia</strong> e o <strong>medo</strong>, a partir de teorias da Antropologia e com suporte da Psicologia, História, Psicanálise e Sociologia. Segundo o autor, quando dois indivíduos distintos se encontram é o encontro de <strong>duas culturas diferentes</strong>, o que desencadeia emoções e sentimentos fundamentados em estruturas e formações culturais que gera o <strong>medo pelo outro, pelo diferente e pelo desconhecido, dando início de conflitos de repúdio e negação do outro, evidenciando o etnocentrismo e a xenofobia</strong>.</p><p><br>Vale a pena ler.</p><p><br></p><p><mark>&gt;&gt;&gt; Sociologia, Antropologia, Filosofia e o Medo &lt;&lt;&lt;</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 13:41:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>elisadonai3</author>
         <link>https://padlet.com/jessicasantiago007/q7w56hacy40pvckw/wish/3485224944</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 13:06:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>QUANDO A CRIANÇA SENTIR MEDO...</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Publicado por Marlene de Oliveira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 00:00:53 UTC</pubDate>
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         <title>Importância da Pesquisa e entendimento sobre o medo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Benefícios para as Pessoas</p><p>1. Redução da ansiedade: A pesquisa sobre o medo pode ajudar as pessoas a reduzir sua ansiedade e estresse.</p><p>2. Melhoria da qualidade de vida: Ao superar seus medos, as pessoas podem melhorar sua qualidade de vida e alcançar seus objetivos.</p><p>3. Aumento da confiança: A pesquisa pode ajudar as pessoas a desenvolver confiança em si mesmas e em suas habilidades para lidar com situações desafiadoras.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 00:12:15 UTC</pubDate>
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