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      <title>Exercício 1A by LMC</title>
      <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/q7b4rffhfb7l</link>
      <description>Literacia das Notícias</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-03-31 10:26:07 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2017-05-25 13:46:28 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Exercício 1A</title>
         <author>carinateixeiracc</author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/q7b4rffhfb7l/wish/165006417</link>
         <description><![CDATA[<div>Carina Teixeira, a75329<br>João Braga, a70941<br>Renata Cunha, a75534<br>Sara Fernandes, a74719<br>Sara Ferreira, a74693<br>Sara Viana, a75552<br><br><strong>Porque razão terão tido as noticias falsas uma circulação mais ampla que as noticias publicidades em meios de referencias?</strong><br>Algumas das fake news tendem a ser escandalosas, sensacionalistas, noticias tendenciosas. Este tipo de noticias cativam facilmente o espectador. As redes sociais acabam por proliferar muito facilmente este tipo de noticias.<br><br></div><div><strong>Qual o papel do publico/audiência?</strong><br><br></div><div>O publico/audiência acaba por fazer uma partilha constante sem verificação da veracidade. As pessoas nem sequer pensam em contestar a verdades do que lêem. Os espectadores tem uma confiança cega na noticia, acreditando que esta é 100% verdade. A audiência não tem um uso dos media com pensamento critico. Nem sequer consideram que uma noticia pode ser falsa<br><br></div><div><strong>Como saber distinguir uma noticia falsa de uma noticia verdadeira?<br></strong>Um dos primeiros passos para ver se uma noticia é falsa ou não é verificar o domínio (.com | .pt | .co), verificar o nome dos sites, verificar fontes utilizadas, verificar a mesmo informação em meios de comunicação mais credíveis; ver se os textos tem frases mais tendenciosos ( área-chave: linguagem)<br><strong>Instituição + categoria</strong>: ter em atenção o meio onde é publicado e o tipo de artigo é (opinião ou noticia)<br><br><strong>Que papel podem ter os meios/profissionais da comunicação na literacia para as noticias? Que papel podem ter na (in)formação dos públicos sobre esta matéria?</strong><br>Os media podem ter uma influencia negativa. 4.Os media tem interesses comerciais e 5.Os media contem mensagens de teor ideológico e de valores. Portanto podem transmitir tendências (interesses comerciais e ideológicos)<br><br></div><div>Mas também podem ter uma influencia positiva. <strong>2.Os media constroem a realidade</strong> e <strong>6.Os media tem implicaçoes sociais e politicas</strong>. Os media podem ter esta influencia positiva através da pratica de noticias “corretas” e imparciais. Podem cativar o publico para noticias verdadeiras. Podem abordar os problemas das fake news (voz do cidadão, reportagem SIC)<br><br></div><div><strong>Enquadrar este trabalho nas áreas-chave da EpM: que vertentes poderiam ser trabalhadas?</strong><br><strong>Instituições:</strong> media tem de dar a conhecer os problemas associados às fake news.<br><strong>Tecnologias:</strong> cada vez mais as pessoas consomem noticias pelas redes sociais, logo esta educação deve passar por aí, pela educação através das redes sociais<br><strong>Linguagens:</strong> forma como se expoe as coisas; ex: Sócrates na prisão, deve-se contextualizar o porquê para as pessoas poderem formar a sua opinião.<br><strong>Representações</strong>: os media podem perpetuar estereótipos (uso de termos racistas por exemplo)<br><strong>Audiências:</strong> trabalhar o publico para estas realidades (escolas, etc); estimular a interação da audiência com os conteúdos.<br><br></div><div><strong>Que competências de literacia mediática se podem desenvolver a partir desta analise?</strong><br><strong>Use: Balaced and active use of media; Enhanced internet use</strong><br>Podemos desenvolver capacidades a nível pessoal, no sentido em que passamos a perceber que existe este uso abusivo dos media. Ex: uso da net que já é algo intrínseco a nós e que temos de ter uma consciencialização do seu uso e seus perigos<br>A nível social influencia a relação com outros na medida em que influencia aquilo que partilha. Ao termos estas competências (de avaliação) para que nas nossas relações/conversas/comunicações possamos partilhar as noticias mais certas.<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-05 21:08:11 UTC</pubDate>
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         <title>EXERCÍCIO 1A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/q7b4rffhfb7l/wish/165333423</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Eduardo Miranda (A74198)<br>João Quesado (A76484)<br><br></strong>1. Uma primeira razão pela qual as notícias "falsas" suplantaram (assumimos que de facto suplantaram porque temos como base o gráfico do BuzzFeed News) as "verdadeiras" deve-se ao facto de os media se terem afastado do "país real". Este afastamento explica-se pela forma como é retratado um determinado assuntos, questão central esta enquadrada na vertente das representações de Bazalgette. O autor refere "realidades nunca ou pouco representadas ou abordadas" no seio dos media. A esta consequência pode estar inerente a causa dos media se prenderem a fontes oficiais no processo de escrita dos seus textos jornalísticos, fenómeno este que académicos denominam como indexing. isto vai influenciar a forma como o assunto é retratado, o que não agradará ao cidadão comum, porque se sentirá excluído do discurso mediático.</div><div><br></div><div>O discurso quase sempre presente nas notícias falsas vai de encontro aos sentimentos, crenças e formas de pensar, de sentir e de agir das pessoas que as lêem. Um exemplo: se um conjunto de pessoas (vulneráveis de um ponto de vista da literacia mediática) tiver a crença, falsa, de que beber sumo de laranja natural não traz rigorosamente nenhum benefício à saúde e esse grupo encontrar uma notícia falsa que diga isso mesmo, esse grupo de pessoas aceitará sem questionamento ou dúvida a alegada veracidade do texto. Por conseguinte, há a grande probabilidade de partilharem esse texto tanto quanto puder, porque se revêem em enorme medida no que lá se diz.</div><div><br>2. As pessoas tendem a consumir a informação sendo cépticas e acríticas aquando desse consumo, quer a montante quer a jusante.</div><div>A montante porque, na vertente das instituições (de Bazalgette), muitas vezes não questionam a origem nem a natureza das empresas. A jusante porque não analisam sequer o texto noticioso (vertente das linguagens, de Bazalgette): forma como o texto está construído, fontes a que reporta ou autores de fotografias, por exemplo.</div><div><br>3. Muita da informação que hoje consumimos é veiculada através da internet. Importa saber analisar, por exemplo, o URL de um site (muitas vezes, há pessoas que se apropriam de um nome real de uma agência noticiosa e criam um URL muitíssimo próximo desse, que passará despercebido aos mais incautos), na forma jornalística como o texto está escrito, na questão das fontes e, naturalmente, e provavelmente logo em primeira análise, no órgão de comunicação social que escreveu o texto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-07 09:04:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/literaciamediacidadania/q7b4rffhfb7l/wish/165333423</guid>
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         <title>Exercício 1A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/q7b4rffhfb7l/wish/165334845</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Agostinho Silva – <strong>A73938</strong></div><div>Bruno Carvalho – <strong>A73821</strong></div><div>Diana Santos – <strong>A73850</strong></div><div>José Rafael Vieira - <strong>A74974</strong></div><div>Paulo Fernandes –<strong> A73986</strong><br><br></div><div><strong> </strong></div><div>1-      <strong>Por que razão terão tido as notícias falsas uma circulação mais ampla do que as notícias publicadas em meios de referência?</strong><br><br></div><div>A internet faz com que todos tenham acesso a todo o tipo de informação, seja esta verdadeira ou não. Muitas pessoas, por não saberem filtrar informação e, também, por não terem como o fazer acabam por partilhar notícias falsas. <br><br></div><div>As notícias falsas, uma vez que existem em maior quantidade do que as verdadeiras são, consequentemente mais partilhadas. Outro dos motivos para essa partilha em massa é o título desse tipo de notícias, ou seja, a notícia até pode não ser verdadeira e não ter mesmo conteúdo nenhum, mas se tiver um título chamativo muita gente irá partilhar. As agências de comunicação também tentam sempre defender a sua posição e se algumas dessas falsas notícias forem de encontro ao objetivo e se forem mostrando valorativas, a agência nunca irá pôr de parte a sua partilha, não olhando para a realidade ou não dos factos. <br><br></div><div> </div><div>2-     <strong> Qual o papel do público/audiência?</strong><br><br></div><div>O público/audiência deve ter cuidado e atenção, porque pode consumir algo como se fosse informação, quando é propaganda ou boatos. O desafio é superar a manipulação e ter mais olhos e mais ouvidos. Por exemplo, nos EUA alguns acreditam que a imprensa tem orientações políticas e que esta não é imparcial, mas a maior parte sabe que as informações espalhadas por Donald Trump não são credíveis.<br><br></div><div>O jornalismo, hoje em dia, está cada vez mais descredibilizado devido às fake news, mas cabe à audiência assumir o jornalismo como sendo indispensável de forma a que isto não aconteça. Os jornalistas pretendem ser a voz da audiência, e deverão fazer os possíveis para passar as informações certas. Neste sentido, o público deve tentar distinguir a origem das notícias como credíveis ou não, assumindo que, a partir daí, saberão distinguir notícias válidas de não válidas, contribuindo para a qualidade do jornalismo. <br><br></div><div> </div><div>3-     <strong> Como saber distinguir uma noticia falsa de uma noticia verdadeira?</strong><br><br></div><div>A partilha de notícias falsas ou factos alternativos é algo inevitável que sempre existiu. <br><br></div><div>Os jornalistas devem ter mais olhos e mais ouvidos de forma a superar a manipulação. Cabe a eles serem profissionais e terem cuidado no seu uso das redes sociais, isto é, serem mais autocríticos nas suas ações. Por exemplo, fazendo o seu papel de supervisionar todas as declarações e informações. <br><br></div><div>No entanto, a distinção de notícias falsas de verdadeira é de uma dificuldade tremenda, porque, por vezes, a notícia falsa é partilhada tantas vezes que acaba por ser tomada como certa pelos órgãos de comunicação. Mas se não formos capazes de distinguir notícias válidas de não válidas é o fim do jornalismo. Portanto, temos de ter em atenção as fontes da notícia, o meio e por quem foi publicada, de forma a estarmos mais protegidos. <br><br></div><div> </div><div>4-      <strong>Que papel podem ter os meios/profissionais da comunicação na literacia para as notícias? Que papel podem ter na (in)formação dos públicos sobre esta matéria?</strong><br><br></div><div>Os meios de comunicação, bem como os seus profissionais, podem e devem desempenhar um papel importante na literacia para as notícias, bem como na informação e formação dos públicos nessa área. <br><br></div><div>Primeiro, os órgãos de comunicação e os seus profissionais devem procurar ser credíveis em todos os trabalhos que desenvolvem, e confirmar a veracidade das informações que publicam; só assim garantem que “validam” as notícias que divulgam. O mesmo é dizer que os órgãos de comunicação devem agir em conformidade com os princípios da literacia mediática. Um jornalista só fará um bom trabalho se tiver conhecimentos a nível da literacia mediática.<br><br></div><div>No caso de um meio de comunicação partilhar uma notícia falsa, deve retificar e admitir o erro assim que se aperceba dele. Esta postura adotada pelos meios de comunicação ajuda na perceção do erro e educação do público para a facilidade de ser enganado por notícias falaciosas que circulem.<br><br></div><div>Por último, os media podem discutir o assunto das notícias falsas e alertar o público para o risco de ser enganado por uma “verdade alternativa” que não corresponde à realidade. Este tipo de serviço público deveria ser prestado por todos os envolvidos no mundo da informação. No entanto, é de realçar que os órgãos de comunicação orientados ao lucro não procuram este tipo de programas na sua programação.<br><br></div><div><br></div><div>5-      <strong>Enquadrar este trabalho nas áreas-chave da EPM: que vertentes poderiam ser trabalhadas?</strong><br><br></div><div>Relacionando este trabalho com as áreas chave da educação para os média, podemos dizer que todas as vertentes se relacionam, direta ou indiretamente, com o presente exercício (1A). <br><br></div><div>Das seis vertentes, analisando e comparando a devida importância de cada uma delas, optamos por destacar duas delas: Tecnologias e Audiências. A primeira por se relacionar diretamente com uma fácil divulgação de conteúdos, proveniente da internet e por permitir um fácil, mas descontrolado, acesso e partilha para qualquer parte do mundo. A segunda, audiência,  que se relaciona com a necessidade de uma maior literacia por parte da população em saber distinguir o falso do verdadeiro, em ter capacidade de fazer um filtro no que é noticiado de forma a perceber em que notícias se basear para que possa construir uma opinião verdadeira com total conhecimento dos factos. <br><br></div><div> </div><div>6-      <strong>Que competências de literacia mediática se podem desenvolver a partir desta análise?</strong><br><br></div><div>As competências de literacia mediática que podem ser desenvolvidas na sequência desta análise são, sobretudo, as de pensamento crítico e de uso, intimamente ligadas às competências pessoais. <br><br></div><div>Consideramos que a preparação para uma leitura profunda e analítica de conteúdo por parte do leitor, com vista à distinção entre notícias e notícias falsas, é revelador das competências de literacia mediática supracitadas. Nesse sentido, o leitor estaria habilitado a uma melhor seleção dos media acedidos – bem como às capacidades técnicas necessárias para o fazer. Ao domínio do uso acresce o pensamento crítico, absolutamente determinante para garantir a perceção, por sua vez, do modo de funcionamento dos media. A conjugação dos skills de uso com o questionamento do conteúdo mediático, numa relação profundamente simbiótica, são a base para uma participação mediática ativa, consciente e plena.   <br><br></div><div>O reforço e estímulo destas competências são, portanto, essenciais para manter uma democracia funcional e estável numa era predominantemente digital, em que o exercício da cidadania ativa se manifesta intensivamente no espaço público.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-07 09:15:10 UTC</pubDate>
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