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      <title>Custos do transporte de carga no Brasil: rodoviário x ferroviário by Pamella Mendes</title>
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      <description>Pamella Mendes e Julio Restelatto </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-06 11:16:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pamellamendes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>• O transporte de carga no Brasil é exclusivamente dependente do modo rodoviário. As condições insatisfatórias do sistema têm onerado os produtos brasileiros com custos elevados de frete e manutenção de veículos, reduzindo sua competitividade.<br><br>•&nbsp; A alternativa mais próxima do modo rodoviário para o transporte de cargas é o transporte ferroviário. No entanto, dados comparativos do sistema de transportes de países selecionados indicam que a participação do modo ferroviário no Brasil é pouco expressiva.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 11:18:15 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 1: Participação dos modos de transporte rodoviário e ferroviário nos sistemas de transporte de países selecionados</title>
         <author>pamellamendes1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 11:20:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pamellamendes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>• No Brasil grande parte do transporte de mercadorias concentra-se no modal rodoviário. A extensão e a infraestrutura da malha rodoviária sempre influenciaram os fluxos e os direcionamentos adotados por transportadores entre os estados brasileiros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 11:22:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pamellamendes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>• Em 2003, a situação da malha rodoviária mostrava: 18,2% das vias em bom estado; 35,4% em estado regular e 46,4% em mau estado de conservação. (DNIT, 2009).</div><div><br></div><div>• Uma característica importante das rodovias, contrariamente às ferrovias, é que as primeiras descentralizam as atividades econômicas do país, permitindo a integração do território nacional com o desenvolvimento de pólos econômicos em diversas regiões.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 11:30:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pamellamendes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>• A falta de investimentos no setor ferroviário no Brasil pode explicar o fato que a malha ferroviária não seja muito expressiva em comparação a outros países, conforme mostrado na tabela abaixo:</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 11:31:53 UTC</pubDate>
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         <title>Tabela 1 - Razão entre km de linha de ferrovias para cada 1.000 km de área</title>
         <author>pamellamendes1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 11:33:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pamellamendes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>• O processo de desestatização do sistema ferroviário teve início com a inclusão da Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA) no PND (Programa Nacional de Desestatização), em 1992. Até o momento foram concedidos à iniciativa privada 25.599 km de linhas ferroviárias.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 11:36:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pamellamendes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>• A avaliação de custos de transportes depende fundamentalmente de três aspectos: <br>- Natureza da região onde é implantada;<br>- &nbsp;Obra; <br>- Quantidade de carga a ser transportado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 11:40:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pamellamendes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>• Assim, para estimar os custos de implantação, operação e manutenção de uma rodovia e de uma ferrovia, definiu-se, primeiramente, a extensão da via, já que os custos podem ser alterados de acordo com esse parâmetro.&nbsp;<br><br>• Todos os valores foram obtidos para uma via de 1.000 km de extensão. A unidade de medida utilizada foi de 1.000 toneladas-quilômetro úteis. Ainda, para efeito de&nbsp;cálculo dos custos de implantação, considerou-se uma carga anual de projeto de 20.000.000 de toneladas úteis, transportadas anualmente por um período de 20 anos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 11:42:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pamellamendes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Custos ambientais para os modos rodoviário e ferroviário, em reais por ano:</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 11:44:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pamellamendes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Custos comparados dos modais rodoviário e ferroviário no Brasil, por tonelada-quilômetro útil, em 2009:</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>pamellamendes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>• Este trabalho apresentou a análise comparativa dos custos de implantação, operação e manutenção dos modos rodoviário e ferroviário para o transporte de carga no Brasil, em valores de 2009. O modo rodoviário tem sido privilegiado nas decisões de política pública, provavelmente pela ausência de análises de custos de longo prazo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 11:48:24 UTC</pubDate>
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         <author>pamellamendes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>• Os resultados obtidos mostram que o modal ferroviário apresenta custos fixos elevados, em decorrência de grandes investimentos em trilhos, locomotivas e vagões.<br>• &nbsp;No modal rodoviário, os custos variáveis é que são elevados, especialmente quando se considera os custos ambientais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 11:50:11 UTC</pubDate>
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         <author>pamellamendes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao final do estudo, verifica-se que os investimentos no modal ferroviário se mostram mais benéficos em relação ao modal rodoviário, quando se considera os custos de médio e longo prazos. Contudo, é preciso observar que os valores de serviços ecossistêmicos necessitam ser melhor avaliados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 11:51:05 UTC</pubDate>
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         <author>pamellamendes1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 11:52:09 UTC</pubDate>
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         <author>pamellamendes1</author>
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