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      <title>Remake of Fátima Travanca turma 13 E1T13184 by Fátima de Lurdes Travanca</title>
      <link>https://padlet.com/fatimalurdestravanca/q6phw40zyhqj</link>
      <description>O meu padlet da turma</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-19 21:10:37 UTC</pubDate>
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         <author>fatimalurdestravanca</author>
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         <description><![CDATA[<div>Este é o meu trabalho Relativo ao Auto conhecimento  módulo 1 Trabalho 2 (opção B)<br><br></div>]]></description>
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         <author>fatimalurdestravanca</author>
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         <description><![CDATA[<div>ESTE É O MEU TRABALHO RELATIVO À TUTORIA MÓDULO1 TRABALHO 1 (OPÇÃO A)</div>]]></description>
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         <title>Formanda:
Fátima de Lurdes Travanca&amp;nbsp; 

Turma 13 - nº de formanda E1T13184

MÓDULO
1

&amp;nbsp;

ATIVIDADE RELATIVA À TUTORIA - MÓDULO 1

&amp;nbsp;

(trabalho
1) &amp;nbsp;OPÇÃO&amp;nbsp; A -&amp;nbsp; Comente
a &amp;nbsp;afirmação de Topping

No contexto da formação
recebida no módulo 1 vou tentar fazer um pequeno comentário à afirmação de Topping referenciada na proposta de
trabalho.

&amp;nbsp;Esta afirmação vai ser analisada à luz da bibliografia
sugerida, das aprendizagens adquiridas através do diálogo estabelecido na
sessão síncrona, na legislação que estabelece as regras de aplicação do
processo tutorial (Despacho normativo 4/A/2016 de 16&amp;nbsp; de Junho) e da experiência adquirida ao longo
dos anos, como professora em vários graus de ensino, professora de Educação
Especial, e por várias leituras e conhecimentos adquiridos noutras formações: Curso
de Desenvolvimento Pessoal e Social; Licenciatura e pôs Graduação em Ciências da
Educação) e pelos documentos de apoio fornecidos direcionados para a temática
em estudo. 

Várias têm sido as
tentativas de resolver os problemas de insucesso dos alunos do 2º e 3º ciclo.
Vários normativos foram publicados e postos em prática na tentativa de
solucionar estes problemas. Foi criada a disciplina de Estudo Acompanhado que
foi implementado durante vários anos e que não surtiu os efeitos desejados.
Criaram-se, em algumas escolas, as tutorias que mais não serviam do que para tirar
dúvidas, aos alunos, tentando orienta-los para colmatarem as suas dificuldades académicas
e de orientação do estudo. Estas têm tido algum sucesso, no entanto, não havia
legislação precisa sobre esta temática e a sua implementação. 

&amp;nbsp;Como todos sabemos este ano tornou-se prática comum
e obrigatória, em todas as escolas, através do Despacho normativo, supra
citada, que se baseia num trabalho reflexivo e na metacognição ligada às
aprendizagens do aluno e nos processos auto regulatórios da aprendizagem.

&amp;nbsp;Colocam-se
as questões: Como pode o tutor ajudar no processo de aprendizagem? Como pode estar orientado o trabalho de um
professor tutor eficaz? Qual o papel do Tutorando?

O tutorando deve assumir a responsabilidade,
o controle do seu processo de aprendizagem e deve ser ajudado a construir um
conjunto de atividades que lhe permitam atingir os seus objetivos

&amp;nbsp;As fases de autorregulação, análise,
planificação, e execução são muito importantes para que todo este processo
resulte. As formas de apresentar os caminhos para os alunos obterem o sucesso
podem ser variadas, mas a colocação de dúvidas e a reflexão são muito
importantes neste processo.

É neste sentido que estamos
a frequentar esta formação que tem como tema “Tutorias Auto Regulatórias “.

Começamos por abordar o
papel do tutor na escola e as relação que, deve estabelecer com os alunos. Para
poder implementar com os alunos um processo tutorial temos que ter
conhecimentos e formas de alterar comportamentos, maneiras de estar do público
alvo, que são os alunos do 2º e 3º ciclo do ensino básico com duas ou mais retenções.
Sem uma base teórica que suporte a prática é impossível implementar estratégias
de superação de problemas e tentar acabar com o insucesso. 

Várias são as metodologias
que podem ser implementadas. “O metoring”
é uma prática muito antiga, surgiu na Grécia e tem objetivos amplos educacionais,
tendo em conta, o desenvolvimento do individuo como um todo. O Coaching, como um método de ensino menos
diretivo, com objetivos diferentes, pretende melhorar determinadas competências
especificas, centrando-se na prática e na resolução de problemas ao nível do
desempenho e do desenvolvimento pessoal. É uma ferramenta que complementa o
ensino tradicional. Promove a aprendizagem e o desenvolvimento individual,
através de competências chave. Esta não dá respostas, coloca questões tentando resolver
os problemas do momento apenas a um ou a um pequeno grupo de alunos.

&amp;nbsp;O
processo tutorial é o que parece mais consistente, coloca a enfase no tutor
e no tutorando. O processo de tutoria tem que ser bem aplicado para o aluno ter
sucesso. Topping ao referir que este
processo pode não ser automático e eficaz, está a referir-se à forma como é
aplicado. Para ser eficaz o tutor tem que estar disposto a partilhar os seus
conhecimentos saberes numa relação de confiança com o tutorando sendo
espontâneo, deve educar para os valores criando empatia, deve saber ouvir sem
recriminar, não deve ser muito rígido. Este programa baseia-se em vários
estudos atuais e destina-se a jovens considerados em risco relativamente às
suas caraterísticas (baixas competência sociais, baixa resistência à
frustração, fraco aproveitamento escolar). Muitas vezes, estes jovens atribuem
os seus fracassos e sucessos a causas exteriores e não têm controlo do seu
processo de aprendizagem.

&amp;nbsp;O processo tutorial não é automático porque há
um longo caminho a percorrer para atingir a sua eficácia e para se automatizar.
Conhecer o aluno, criar condições para que ele se disponha a falar das suas
preocupações, das sua forma de ver e encarar a aprendizagem e a escola e saber
as razões que o levam a ter determinadas atitudes e reações demora tempo. 

O tutor tem que conhecer o(s)
tutorando(os) &amp;nbsp;para &amp;nbsp;ajudar a traçar um percurso de vida. Para
conseguir, deve assumir o cargo de forma voluntária (eu ofereci-me de forma voluntaria para
trabalhar com estes alunos e para fazer a formação). Durante vários anos de
vida profissional tive esta função, além de outras, quando trabalhei com jovens
de NEE (Necessidades Educativas Especiais). Muitas vezes elaborei planos de orientação
para alunos com problemas de aprendizagem, com problemas comportamentais graves
trabalhando com eles, ouvindo os seus problemas, as suas angústias, as suas
aflições tentando sempre fazer a ponte com os professores diretores de turma e
família, sendo mais tutora do que professora de Educação especial.

&amp;nbsp;Se o Mentor (tutor) não assumir de forma
voluntária o cargo, se não revelar vontade intrínseca de ajudar e apoiar os
alunos partilhando os seus conhecimentos, as suas práticas e estratégias de remediação
e resolução de problemas, podem surgir várias contingências na aplicação do
processo tutorial em meio escolar. Muitas vezes este processo não é eficaz
porque o próprio aluno pode inviabiliza-lo devido à diferenciação social à
discrepância entre os valores do tutor e tutorando; à falta de treino e
inexperiência do mentor; ao desfasamento entre os objetivos que o tutor
estipula e as necessidades reais do aluno. Pode acontecer que os objetivos
estipulados pelo de despacho normativo, que há que ter em conta, e as funções
atribuídas ao tutor não correspondam ás reais necessidades do aluno, por isso
se afirma, que a tutoria deve ser bem planificada e monitorizada. Para que tal
aconteça o tutor deve ter um conhecimento bastante grande do aluno (tutorando)
para saber como &amp;nbsp;ajudá-lo e para poder
identificar, “quando
não o está a fazer e ter consciência quando a sua atuação não resulta”.

&amp;nbsp; Muito mais haveria que dizer sobre as funções
do tutor e sobre a sua atuação para tornar o processo eficaz mas vou terminar
citando Paulo Freire

&amp;nbsp;“ Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo

&amp;nbsp;Todos sabemos alguma coisa.

&amp;nbsp;Todos ignoramos algumas coisas, por isso
aprendemos sempre”

&amp;nbsp;e acrescento o proverbio
Chinês&amp;nbsp; que me parece fundamental para
que&amp;nbsp; as tutorias sejam eficazes e
que&amp;nbsp; aponta para o papel do tutor e do&amp;nbsp; tutorando.&amp;nbsp;


&amp;nbsp;Eu gosto muito, deste proverbio e costumo
apresenta-lo aos meus alunos no início de cada ano escolar como “o nosso lema”. Que me parece ser
também o lema desta formação. 



&amp;nbsp;

&amp;nbsp; Fátima de Lurdes Travanca&amp;nbsp; 

19 /10/2016

&amp;nbsp;

&amp;nbsp;</title>
         <author>fatimalurdestravanca</author>
         <link>https://padlet.com/fatimalurdestravanca/q6phw40zyhqj/wish/131931096</link>
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