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      <title>G2 - Microbiota Intestinal, Desequilíbrio e Doença: Aplicando o Conhecimento by GABRIELLE BARBOSA FRACASSIO</title>
      <link>https://padlet.com/gabriellefracassio/q5648div25ycdn11</link>
      <description>Beatriz Reyes, Claudilene da Silva, Danielle Freitas, Gabrielle Fracassio, Letícia Julia de Melo e Marcelle Sena</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-12-14 23:25:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sistema Digestório: Funções e Constituição</title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div>O sistema digestório degrada o alimento em moléculas pequenas, absorvíveis pelas células, que são usadas no desenvolvimento e na manutenção do organismo e nas suas necessidades energéticas. Sendo constituído pela cavidade oral, pela faringe, pelo tubo digestório (esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso e canal anal) e seus anexos (pâncreas, fígado e vesícula biliar).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-14 23:34:00 UTC</pubDate>
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         <title>Como ocorre o processo de digestão do alimento:</title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div>A digestão começa na boca, onde os alimentos se dividem quando os mastigamos e se combinam com a saliva. A saliva possui uma enzima que ajuda a transformar o amido dos alimentos em uma massa conhecida como bolo alimentar. Posteriormente, a língua empurra o bolo através da faringe que se move em direção ao esôfago, tubo que conecta a faringe com o estômago. Já no estômago começa o processo químico da digestão, ali são produzidos diferentes ácidos que convertem o alimento em uma substância semilíquida chamada quimo, a qual é transportada para o intestino delgado. Este processo dura cerca de quatro horas, dependendo do tipo de alimento consumido. Cabe ressaltar que a maior parte do amido dos alimentos é digerido no intestino delgado através da ação de sucos digestivos como a bílis e o suco pancreático, produzidos pelo fígado e pelo pâncreas, os quais reagem à presença de proteínas, gorduras e carboidratos. A maior parte da água e dos alimentos ingeridos são absorvidos pelo intestino delgado e se incorporam à corrente sanguínea para chegar às células. O restante do quimo é enviado ao intestino grosso, onde as substâncias podem ser fermentadas pelas bactérias presentes ali. Além disso, vitaminas como a B e a K são sintetizadas neste intestino. Depois do processo de fermentação e síntese de vitaminas, é gerada uma massa de resíduos denominada matéria fecal. A matéria fecal é armazenada temporariamente no reto até ser expelida para o exterior do corpo, processo conhecido como defecação.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-14 23:56:23 UTC</pubDate>
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         <title>O que é a Microbiota Intestinal?  </title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div>É o conjunto de micro-organismos, como bactérias fungos e vírus, presentes no trato gastrointestinal que se estalam desde o nascimento do indivíduo até a hora de sua morte. Quanto maior o contato com o meio ambiente externo maior são as possibilidades de que haja uma microbiota instalada no local (no caso da microbiota intestinal este contato se dá pela passagem de alimentos e líquidos que ingerimos do meio externo).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 00:12:28 UTC</pubDate>
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         <title>Saprófitos se destam</title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div>A maior parte das bactérias presentes são saprófitos, que geralmente não causam problemas ao hospedeiro sadio, estas bactérias formam relações interespecíficas com os seres humanos, como o comensalismo (onde a bactéria utiliza o homem para se beneficiar, porém sem prejudica-lo), e também a relação simbiótica (onde ambos organismos são beneficiados). Infelizmente também podem existir patógenos que causaram desregulações no individuo sadio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 00:14:32 UTC</pubDate>
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         <title>Quais seriam as funções da microbiota intestinal?  </title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma microbiota equilibrada proporciona: &nbsp;<br><br>- Controle da proliferação de bactérias patogênicas presentes no trato intestinal&nbsp;<br><br>-Estímulo do sistema imunológico&nbsp;<br><br>-Regulação da absorção de nutrientes&nbsp;<br><br>-Participação na produção de vitaminas e enzimas, como vitamina K e biotina&nbsp;<br><br>-Produção de componentes necessários para a renovação celular</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 00:15:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Como o tipo do parto influencia na primeira microbiota do feto? </title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div>O primeiro contato do bebê com o mundo externo se dá no momento do parto, quando o parto é cesariana o feto sai pelo abdômen da mãe acarreta que sua primeira microbiota seja formada pelas bactérias&nbsp; Staphylococcus, Corynebacterium e Propionibacterium que se encontram na pele do abdômen. O parto normal, no entanto, faz com o que bebê tenha contato via canal vaginal da mãe. O canal vaginal possui várias peculiaridades, como pH próprio, secreções e microbiota própria. Dessa forma, o parto normal impacta positivamente na composição da microbiota do bebê, enquanto o parto cesariana pode levar à formação de uma microbiota desfavorável. A solução para a problemática seria a cesariana ser indicada apenas em casos de gravidez de risco ou de peculiaridades, e o parto normal ser posto em prioridade quando se é possível.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 00:16:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Você sabia? Desequilíbrios na microbiota intestinal estão associadas a uma série de doenças: autoimunes, metabólicas, neoplásicas, neurológicas, gastrointestinais/digestivas, cardiovasculares, neurológicas e infecciosas.</title>
         <author>gabriellefracassio</author>
         <link>https://padlet.com/gabriellefracassio/q5648div25ycdn11/wish/1948264737</link>
         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp;A parede intestinal abriga tanto bactérias benéficas quanto patogênicas, e para que o intestino tenha um funcionamento ótimo é preciso que haja um equilíbrio entre estas populações. (ROCHA, 2015) A disbiose está associada ao desequilíbrio da flora intestinal e as causas variam entre o uso de antibióticos ao consumo de alimentos industrializados e processados em grande quantidade. A idade também é um fator para que a disbiose aconteça. A presença da disbiose provoca um desequilíbrio no organismo levando a diversos problemas como a produção de toxinas cancerígenas.<br><br></div><div>&nbsp; A disbiose além de provocar sintomas como gases, cólicas, diarreias e prisão de ventre frequentes, também está relacionada com várias doenças como constipação intestinal, desconforto abdominal, enxaqueca, excesso na produção de gases intestinais, déficits de memória, irritabilidade, diminuição de libido, dores articulares, gripes frequentes, infecções vaginais, depressão, obesidade, diabetes, alergias alimentares, diarreia infeciosa, síndrome do cólon irritável/doença inflamatória intestinal e também câncer.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 00:23:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PROBIÓTICOS: COMO A MICROBIOTA INTESTINAL PODE INTERFERIR NA SUSCETIBILIDADE A INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS</title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 00:24:15 UTC</pubDate>
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         <title>Eixo microbiota-intestino-cérebro e doenças no/do cérebro</title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 00:24:50 UTC</pubDate>
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         <title>A microbiota intestinal e relação com doenças gastrointestinais</title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://youtu.be/9953yMzQ994">https://youtu.be/9953yMzQ994</a>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/9953yMzQ994" />
         <pubDate>2021-12-15 00:27:13 UTC</pubDate>
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         <title>Desequilíbrio da microbiota intestinal</title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div>O desequilíbrio causado pela microbiota pró-inflamatória ou pela colonização de bactérias patogênicas pode comprometer as funções metabólicas como não absorver corretamente os nutrientes e imunes, e que se não tratada pode desencadear doenças crônicas e auto imunes.&nbsp;</div><div>Mudanças podem ocorrer no trato intestinal, e podemos separar em duas causas:&nbsp;</div><div>fatores intrínsecos como, por exemplo, uma inflamação sistêmica e também fatores extrínsecos que são influenciados pelo uso de antibióticos e alimentação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 02:13:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que é microbiota pró-inflamatória?</title>
         <author>gabriellefracassio</author>
         <link>https://padlet.com/gabriellefracassio/q5648div25ycdn11/wish/1948430004</link>
         <description><![CDATA[<div>É o processo que populações de bactérias que não contribuem para a saúde crescem no intestino, o que causa a disbiose, induzindo fenômenos inflamatórios. Vale lembrar que essas bactérias não são patógenas, pois não existem, geralmente, bactérias patogênicas na microbiota e se elas fossem iriam causar doença e não disbiose.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 02:14:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mas bactérias patogênicas podem colonizar e causar problemas?</title>
         <author>gabriellefracassio</author>
         <link>https://padlet.com/gabriellefracassio/q5648div25ycdn11/wish/1948431393</link>
         <description><![CDATA[<div>Sim! Elas podem ser adquiridas pelo consumo de água ou alimentos contaminados, assim se instalando no hospedeiro e toxinas liberadas por eles são absorvidos no intestino por conta da permeabilidade do órgão.<br>Alguns exemplos: <em>Listeria monocytogenes, Campylobacter jejuni, Yersinia enterocolitica e Salmonella sp.<br></em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 02:15:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Como diagnosticar a disbiose?</title>
         <author>gabriellefracassio</author>
         <link>https://padlet.com/gabriellefracassio/q5648div25ycdn11/wish/1948433425</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da análise do médico sobre os sintomas que o paciente descreve ele também poderá encaminhar para serem feitos exames clínicos para fechar o diagnóstico. Alguns dos exames que podem ser realizados:&nbsp;</div><ul><li>Indican&nbsp;</li></ul><div>Esse exame é realizado através da análise de uma amostra da primeira urina do dia, ou quando a pessoa passa pelo menos 4 horas sem urinar, por exemplo. Como o próprio nome diz, o teste avalia a quantidade de Indican presente na amostra.<br>Indican é uma substância que nosso organismo produz naturalmente através da alimentação.<br>  &nbsp;• Microbioma intestinal<br><br>É um tipo de exame de fezes que identifica os tipos e quantidades de bactérias e outros micro organismos presentes na flora intestinal. O objetivo é justamente saber se de fato existe um desequilíbrio bacteriano que indique a disbiose.<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 02:16:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como reverter/amenizar a disbiose? </title>
         <author>gabriellefracassio</author>
         <link>https://padlet.com/gabriellefracassio/q5648div25ycdn11/wish/1948440123</link>
         <description><![CDATA[<div>Nutrientes imunomoduladores apresentam importantes efeitos na resposta inflamatória e, quando inseridos em uma dieta convencional, poderiam amenizar os agravos intercorrentes em pacientes críticos que apresentam desequilíbrio da microbiota por meio de uso prolongado de antibióticos com uso irregular ou prolongado, por exemplo.Exemplo de imunomoduladores: zinco, selênio, ferro, ácidos graxos ômega-3 e as vitaminas A, C, D3, E e β-caroteno (Antibióticos clássicos têm sido usados para diminuir as infecções gastrointestinais). A ação do zinco, por exemplo, pode abrir novas intervenções preventivas e terapêuticas com o intuito de reverter o desequilíbrio, voltando à homeostase.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 02:20:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Efeitos do zinco no organismo:</title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div>O zinco tem efeitos de ativação e inibição diretos no crescimento e na patogenicidade de certas espécies e o pode estimular certas células do hospedeiro a modular o microbioma.<br><br>&nbsp;<strong>homeostase</strong>: estabilidade fisiológica de um organismo vivo. Esse nutriente também é importante para a barreira das células epiteliais intestinais e a deficiência dele pode ser responsável por vários efeitos de fluxo (alergias alimentares, diarreia, má absorção), mas também no intestino translocação da flora e, portanto, causando infecções e sepse.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 02:23:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que é sepse?</title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div>É uma resposta desregulada a infecção levando a disfunção orgânica.<br>Portanto, o zinco é um importante regulador das comunidades do microbioma daflora intestinal e a suplementação desse fortalece a defesa contra agentes patogênicos.<br>Aumentar as bactérias benéficas (com probióticos, prebióticos e simbióticos) e<br>diminuir as bactérias prejudiciais, pode contribuir para o equilíbrio da microbiota.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 02:24:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desequilíbrio e fatores que podem desencadear a disbiose e caminhos para recuperar a microbiota</title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 02:27:20 UTC</pubDate>
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         <title>Microbriota e disbiose causada pelo consumo nocivo de álcool </title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 02:30:38 UTC</pubDate>
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         <title>O uso de antibiótico e microbiota humana.</title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div>O uso de antibiótico está extremamente relacionado a disbiose humana, uma vez que ele não irá atuar diretamente em uma espécie, mas sim em todas as espécies específicas de um determinado grupo, exemplo, antibiótico usado para combater bactérias anaeróbicas, ocasionando a resistência microbiana. Logo, o uso desses medicamentos pode levar a aparecimento de doenças, tais como: distúrbios autoimunes, gastrointestinais, alergias, infecções, artrite, diarreia, asma, câncer e obesidade.<br>Em bebês a microbiota será definida pela mãe, caso a mesma tenha feito uso de antibióticos , poderá acarretar uma série de problemas, pois irá passar verticalmente as bactérias percebidas. Além disso, em crianças ocorreu uma abundância de Collinsella , Lactobacillus e Anaerostipes e essa população foi reduzida entre as crianças tratadas com antibióticos.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 02:41:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Principais antibióticos </title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A Clindamicina</strong></div><div>É um antibiótico amplamente utilizado para o combate de bactérias anaeróbicas, atingindo alta concentrações no lúmen pode ocasionar uma disbiose, dando origem <em>a bactéria C. difficile. colocando o intestino em risco de colite pseudo-membranosa.</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div><strong>Ciprofloxacina versus clindamicina</strong></div><div>A recuperação da microbiota ocorreu cerca de 12 meses. Essas drogas tiveram impacto direto na flora intestinal, mas a clindamicina se mostrou mais forte por permitir a colonização da Clostridium difficile</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Amoxicilina</strong></div><div>Quando associada ao ácidomostrou resultados devastadores namicrobiota, tais como Uma eliminação total de cocos Gram-positivos aeróbicos, aumento das enterobactérias (são uma família de bacilos gram-negativos responsáveis por uma ampla gama de infecções em humanos e animais), antes do tratamento a microbiota intestinal era composta por Bacteriodes , Bifidobacterium e clostridium clusters IV e XIVa, após o tratamento foram encontradas as Bifidobacterium e Clostridiumo cluster XIVa, porém com o aumento de Enterobacteriaceae, os o Bacteriodes distasonis se tornaram predominantes no tratamento. No fim, ocorreu uma reversão no quadro do paciente, a bactéria que teve sua população diminuída e não restituiu foi a Bifidobacterium.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Claritromicina</strong></div><div>Claritromicina, metronidazol e omeprazol atuam negativamente microbiota intestinal ​​no tratamento de infecções por Helicobacter pylori. No final do tratamento, Firmicutes e Proteobacteria se mostraram dominantes no ambiente intestinal e reduziu as de Actinobacteria . Jakobsson et al, Bifidobacterium , Clostridium e Bacteriodes spp.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Imipenem</strong></div><div>Ele trata Escherichia coli, o tratamento para pacientes em 5 anos resultou em na perda do revestimento mucoso protetor do cólon, alterando a&nbsp; função de barreira intestinal com a expansão de <em>Akkermansia muciniphila</em> . Não afeta o número de células TREG’s e SCFAs hono. Também algumas amostras fecais de pacientes com bactérias semelhantes a <em>Sellimonas intestinalis</em> BR72T já se mostram resistente ao antibiótico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 02:42:40 UTC</pubDate>
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         <title>A mucosa intestinal</title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div>A&nbsp;mucosa intestinal humana tem uma área total de 300 m2&nbsp;dobrados em vilosidades e microvilosidades e que essa vasta superfície de contato do corpo com o meio externo é constantemente banhada por uma camada de muco contendo componentes da dieta e da microbiota. Esses estímulos (ou antígenos) naturais não são negligenciáveis. Avalia-se que nós ingerimos aproximadamente 190 gramas de proteínas por dia sendo que uma parte dessas proteínas não é digerida e chega inteira à circulação. Por outro lado, a microbiota intestinal contém 100 trilhões de bactérias comensais de 1200 espécies diferentes com uma atividade metabólica equivalente àquela do fígado e o peso de um verdadeiro órgão do corpo: 1 quilo e meio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-16 00:20:26 UTC</pubDate>
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         <title>O trato gastrointestinal e o estudo na esfera patológica</title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div>A microbiota intestinal tornou-se uma fonte de estudo&nbsp;<br>extremamente importante para o conhecimento e tratamento de determinadas patologias. O trato gastrointestinal é um órgão estéreo ao nascimento, adquirindo microrganismos logo após o parto. Dentre suas principais funções, destacam-se a imuno-modulação, contribuição nutricional e resistência à colonização por bactérias patogênicas. Sofre alterações por fatores externos e internos como meio ambiente, antibicoterápicos, alimentação, sistema imunológico, genético, probióticos e prebióticos. Novos tratamentos têm surgido de maneira promissora para&nbsp;<br>o combate de determinadas doenças entéricas, como o transplante de fezes que, apesar de ser recente, apresenta ótimos resultados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-16 00:24:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div>TANAKA, M.; NAKAYAMA, J. Development of the gut microbiota in infancy and its impact on health in later life. Allergology International, v. 66, n. 4, p. 515-522, 2017.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-16 00:25:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div>FARAH TOIMIL, Dra. Rosana. Microbiota intestinal: cada vez mais importante: As bactérias do intestino se tornaram um alvo de estudo extremamente relevante para o conhecimento e tratamento de determinadas doenças. [S. l.]: Veja saúde, 24 nov. 2021. Disponível em: https://saude.abril.com.br/blog/alimente-se-com-ciencia/microbiota-intestinal-cada-vez-mais-importante/. Acesso em: 1 dez. 2021.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-16 00:26:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Slide produzido pelos responsáveis do curso de microbiologia da UFJF que explica sobre as bactérias associadas às infecções gastrointestinais, separadas por grupos com base no método de coloração de Gram. </title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-16 00:30:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www-biome--hub-com.cdn.ampproject.org/v/s/www.biome-hub.com/amp/qual-a-rela%C3%A7%C3%A3o-entre-o-intestino-e-doen%C3%A7as-como-depress%C3%A3o-e-diabetes?amp_js_v=a6&amp;amp_gsa=1&amp;usqp=mq331AQKKAFQArABIIACAw%3D%3D#aoh=16395170695722&amp;referrer=https%3A%2F%2Fwww.google.com&amp;amp_tf=Fonte%3A%20%251%24s&amp;ampshare=https%3A%2F%2Fwww.biome-hub.com%2Fpost%2Fqual-a-rela%25C3%25A7%25C3%25A3o-entre-o-intestino-e-doen%25C3%25A7as-como-depress%25C3%25A3o-e-diabetes</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-16 00:32:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div>YANG, Lulu; BAJINKA, Ousman; JARJU, Pa Omar; <em>et al</em>. The varying effects of antibiotics on gut microbiota. <strong>AMB Express</strong>, v. 11, n. 1, 2021. Disponível em: &lt;https://link.springer.com/article/10.1186/s13568-021-01274-w#Sec6&gt;. Acesso em: 15 Dec. 2021.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-16 00:34:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gabriellefracassio</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>ALTERAÇÃO DA MICROBIOTA INTESTINAL E PATOLOGIAS ASSOCIADAS: IMPORTÂNCIA DO USO DE PREBIÓTICOS E PROBIÓTICOS NO SEU EQUILÍBRIO - Temas em saúde Volume 19, Número 4ISSN 2447-2131João Pessoa, 2019.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-16 00:35:48 UTC</pubDate>
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