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      <title>Magistério  by Paolla Santos Do Nascimento</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-06-14 01:40:03 UTC</pubDate>
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         <title>Universidade Federal Fluminense                                                       Discentes: Letícia Cunha e Paolla Santos   Docente: Gelta Xavier                                        Disciplia: Magistério - A1                                 Período: 2023.1        </title>
         <author>paollasantos</author>
         <link>https://padlet.com/paollasantos/q4lsi15keqn1opkt/wish/2622846247</link>
         <description><![CDATA[<div>Diário reflexivo da disciplina de Magistério - A1, realizado a partir da ementa, das discussões realizadas em sala de aula, dos textos disponibilizados e dos filmes que foram indicados pela professora e alunos.&nbsp;<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 01:55:27 UTC</pubDate>
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         <title>EMENTA DA DISCIPLINA: O ensino normal no Brasil e a docência na perspectiva histórica. Processos formativos, seletivos, avaliativos e de controle do magistério. A mulher e o magistério. O currículo da escola normal. Fundamentos teóricos e epistemológicos e sua articulação com o ensino fundamental.</title>
         <author>paollasantos</author>
         <link>https://padlet.com/paollasantos/q4lsi15keqn1opkt/wish/2622852682</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 02:01:18 UTC</pubDate>
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         <title>  Base Nacional Comum Curricular (BNCC) - Crítica</title>
         <author>cunhaleticia</author>
         <link>https://padlet.com/paollasantos/q4lsi15keqn1opkt/wish/2622858269</link>
         <description><![CDATA[<div>Considerando o debate realizado no primeiro dia de aula, percebe-se que ideologicamente a BNCC é um retrocesso, pois nos induz a seguir algo pronto, que já fora moldado. Nesse contexto, por ser um padrão para todos, não respeitam as diferenças existentes em cada região. Além disso, nota-se um descompromisso com a classe trabalhadora, visando apenas o interesse dos empresários, e dos que estão interessados em controlar os meios educacionais. Nós, como docentes, almejamos sim que textos sejam redigidos, mas por nós. Por isso, devemos repensar o currículo e se de fato ele realmente nos atende.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 02:05:58 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Professor: protagonista e obstáculo da reforma&quot; - Olinda Evangelista e Eneida Oto Shiroma</title>
         <author>cunhaleticia</author>
         <link>https://padlet.com/paollasantos/q4lsi15keqn1opkt/wish/2622861855</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesse artigo, as autoras discorrem sobre o modo pelo qual as organizações passaram a construir o professor como protagonista e, ao mesmo tempo, como obstáculo à reforma educacional.&nbsp;<br>Nesse contexto, relata também sobre a conjuntura, a respeito de que formação vem sendo visada no conjunto das reformas. "...destaca-se a política de profissionalização, não por seu potencial de elevar a qualificação dos professores, mas pela possibilidade objetiva de instituir novas formas de controle sobre os docentes." (Ozga, 2007)&nbsp;<br>Assim, a formação que vem sendo visada no conjunto das reformas é a formação do professor não crítico (profissionalização do professor/tecnicista). Como citado anteriormente, essa profissionalização não é para maior qualificação, e sim no sentido de que seja aceito o novo modelo imposto pela parte dos docentes, sem questionamentos, a fim de favorecer os agentes por trás, que controlam esses materiais e também os professores, mantendo, dessa forma, condições objetivas de controle, silenciamento e desprofissionalização. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 02:09:00 UTC</pubDate>
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         <title> &quot;História da Formação de Professores&quot; - Leonor Maria Tanuri </title>
         <author>paollasantos</author>
         <link>https://padlet.com/paollasantos/q4lsi15keqn1opkt/wish/2622892331</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 02:33:00 UTC</pubDate>
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         <title>Filme: “Eu, Daniel Blake” (2016, diretor Ken Loach)</title>
         <author>cunhaleticia</author>
         <link>https://padlet.com/paollasantos/q4lsi15keqn1opkt/wish/2622929963</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme “Eu, Daniel Blake” retrata a história de um homem que sofreu um ataque cardíaco e, por isso, o seu médico recomenda que ele não volte ao trabalho. Então, Daniel tenta um auxílio para que consiga sobreviver nesse tempo em que não pode trabalhar. Porém, mesmo tendo provas médicas de que não está apto para o trabalho, após uma avaliação, que é narrada logo no início do filme, na qual foram feitas diversas perguntas que na maioria das vezes não se atentava ao real problema, o auxílio dele foi negado. E assim, a história do filme começa a ser contada, quando Daniel tenta entrar com um pedido de recurso para reaver a decisão de havia sido tomada.<br>No decorrer da história, Daniel Blake enfrenta muitos obstáculos impostos pelo capitalismo. Um fato que deveria ser simples e de fácil esclarecimento tornou-se explicitamente dificultado e interrompido, a fim de fazer com que Daniel, e outros milhares que passam por isso simplesmente desistam, ou morram tentando. O personagem foi induzido ao trabalho, mesmo apresentando condições de impossibilidade. Nesse sistema, decisões são estrategicamente tomadas para afetar a vida de milhões de pessoas, sem qualquer participação ou conhecimento dessas. Daniel Blake enfrentou esse sistema, porém, não teve êxito. E ele finaliza dizendo: “Eu, Daniel Blake, sou um cidadão, nada mais, nada menos”, revelando que a única coisa que ele queria era ter seus direitos assegurados por um sistema que o levou a morte.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 03:03:58 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;A Nova Morfologia do Trabalho e o desenho multifacetado das ações coletivas&quot; -Ricardo Antunes</title>
         <author>paollasantos</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 03:10:04 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;A ambiguidade da docência: entre o profissionalismo e a proletarização&quot; - Mariano F. Enguita</title>
         <author>cunhaleticia</author>
         <link>https://padlet.com/paollasantos/q4lsi15keqn1opkt/wish/2622951696</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos observar no texto lido que existe uma ambivalência, como dito pelo autor, na posição do docente, que encontra-se em um lugar intermediário e instável entre a profissionalização e a proletarização. Nesse&nbsp; contexto, a “profissionalização” é descrita não como sinônimo de qualificação, mas sim como a expressão de uma posição social e ocupacional. O termo “proletarização” também não deve ser associado a conotações superficiais como o entendimento de que trata-se apenas do trabalho fabril. Assim, o autor explica o que é um grupo profissional: “...um grupo profissional é uma categoria auto-regulada de pessoas que trabalham diretamente para o mercado numa situação de privilégio monopolista” (pág 42). Discorre também sobre o que é um proletário: “Um proletário é uma pessoa que se vê obrigada a vender sua força de trabalho” (pág 46) Continuando, nesse mesmo parágrafo, destaca-se o conceito de “mais valia” que foi descrito também pelo autor quando diz: “Posto que nenhum capitalista a comprará&nbsp; por nada, um proletário é também um trabalhador que produz mais do que recebe, seu salário, e mais do que o necessário para a reposição dos meios de trabalho que emprega; vale dizer que produz um sobretrabalho, um excedente ou, para ser mais exato, uma mais valia”. Desse modo, a proletarização é um processo prolongado e desigual, no qual os docentes encontram-se submetidos. Ao mesmo tempo, encontram-se submetidos à profissionalização ao passo que “não se presta facilmente à padronização, à fragmentação extrema de tarefas, nem a substituição da atividade humana pela das máquinas” (pág 50). Além disso outros fatores relevantes são “a igualdade de nível de formação entre os docentes e as profissões liberais, a crescente atenção social dada à problemática da educação - ao menos a longo prazo - e a enorme importância do setor público frente ao privado” (pág 50). </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 03:23:04 UTC</pubDate>
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