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      <title>Nanotecnologia by jamilly Gonçalves Souza</title>
      <link>https://padlet.com/jamillysouza20075/q4hudor0wawcuk4i</link>
      <description>Alunos: Jamilly, Marlon, Jhennifer, João Miguel, Michele </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-02 19:36:58 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-09-16 18:50:22 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Nanotecnologia </title>
         <author>jamillysouza20075</author>
         <link>https://padlet.com/jamillysouza20075/q4hudor0wawcuk4i/wish/3575769575</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Resumo Nanotecnologia (págs. 23–29)</p><p><br/></p><p>Métodos:</p><p>Top-down: parte do grande → pequeno.</p><p><br/></p><p>Bottom-up: átomos → nanoestruturas.</p><p><br/></p><p>Multidisciplinar: química, física, biologia, engenharia.</p><p><br/></p><p>Integrações: nanotecnologia + biotecnologia + infotenologia.</p><p><br/></p><p>Aplicações:</p><p>Energia: baterias, painéis solares.</p><p><br/></p><p>Iluminação: LEDs, quantum dots.</p><p><br/></p><p>Automóveis: tintas, catalisadores.</p><p><br/></p><p>Esportes: raquetes, roupas.</p><p><br/></p><p>Tecidos: antibacterianos, repelentes.</p><p><br/></p><p>Embalagens: conservação de alimentos.</p><p><br/></p><p>Cosméticos: protetor solar, pele.</p><p><br/></p><p>Saúde: drug-delivery, câncer, implantes.</p><p><br/></p><p>Gerações (Roco):</p><p>1. Estruturas passivas.</p><p>2. Estruturas ativas.</p><p>3. Sistemas complexos.</p><p>4. Dispositivos moleculares.</p><p><br/></p><p>Mercado:</p><p>US$ 146 bi (2007).</p><p>US$ 1 a 3,5 tri (2015 – previsão).</p><p>Investimento global: US$ 18 bi (2005)</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 09:48:13 UTC</pubDate>
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         <title>Nanotecnologia (pág. 9 a 13)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jamillysouza20075/q4hudor0wawcuk4i/wish/3576530625</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Entendendo o tamanho:</strong></p><p>Para entender a nanotecnologia, é preciso mudar a escala e a maneira como o cérebro trabalha, pois essa é a melhor forma de entrar nesse pequeno grande mundo.</p><p><br/></p><p><strong>Como é possível?:</strong></p><p>No mundo cotidiano, coisas como elefante, pulga, casa e tijolo estão na mesma escala, com poucas ordens de magnitude de diferença. A ordem de magnitude é expressa em potências de 10. A maior distância observável é de 10¹⁸ centímetros, enquanto a menor coisa é o comprimento de Planck, 4 x 10⁻³⁵ centímetros. A diferença entre elas é de 53 ordens de grandeza.</p><p>A diferença entre tijolo e casa é de duas ordens de grandeza. Entre pulga e elefante, são cinco ou seis.</p><p>Uma pulga tem cerca de 5 x x 10-2 m;</p><p>Um elefante tem cerca de 3 m.</p><p> No dia a dia, o tamanho das coisas vai da pulga até a linha do horizonte, cerca de sete ordens de grandeza.</p><p>Muitas coisas importantes do mundo estão fora dessa faixa e pertencem ao mundo da micro ou da nanoescala.</p><p><br/></p><p><strong>O que vem a ser a escala nano?</strong></p><p>Os prefixos micro, nano, mili e centi indicam potências de 10. Na escala nano, 1 nanômetro é 10⁻⁹ metro, ou 0,000 000 001 m. Esse tamanho é muito menor que um fio de cabelo, um fio de teia de aranha ou um glóbulo vermelho. A nanotecnologia trabalha nessa escala, onde estão átomos e moléculas.</p><p>No Box 1, os tamanhos variam de 0,1 nm (átomo) até 10 000 nm (células brancas). Vírus e células brancas são pequenas, mas, na escala nanométrica, as células brancas são enormes. Átomo (H)- 0,1 nm;</p><p>DNA- 2 nm;</p><p>Proteínas - 5-50 nm;</p><p>Vírus - 75-100 nm;</p><p>Bactérias - 1000-10000 nm.</p><p>A nanotecnologia lida com entidades entre 1 e 100 nm, como as do Box 2: nanopartículas, fulereno, quantum dot e dendrímeros.</p><p>Nanopartículas - 1-100 nm;</p><p>Fulereno (C60) - 1 nm;</p><p>Quantum dot (CdSe) - 8 nm;</p><p>Dendrímeros - 10 nm.</p><p><br/></p><p><strong>Efeitos e escala de tamanho:</strong></p><p>Efeitos como gravidade, fricção, combustão, eletrostática, Van der Waals e movimentos brownianos estão ligados à escala de tamanho. O Box 3 mostra que, ao entrar na escala nanométrica, muitos efeitos passam a ter relação com aspectos quânticos.</p><p><strong>Centímetro</strong> - Gravidade, fricção, combustão;</p><p><strong>Milímetro</strong>- Gravidade, fricção, combustão, eletrostática;</p><p><strong>Micrômetro</strong> - Eletrostática, Van der Waals, browniano;</p><p><strong>Nanômetro</strong> Eletrostática, Van der Waals, browniano, quântico;</p><p><strong>Angström</strong> - Mecânica quântica.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 17:39:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Nano tecnologia 30 a 36.  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jamillysouza20075/q4hudor0wawcuk4i/wish/3576652147</link>
         <description><![CDATA[<p>A nanotecnologia já está presente em muitos produtos, como roupas, cosméticos, tintas, artigos esportivos e até sistemas de tratamento de água.</p><p>O mundo inteiro investe nela, mas ainda existem preocupações com a segurança e regulamentação, principalmente na Europa e nos EUA.</p><p>No Brasil, a nanotecnologia aparece em setores variados: fármacos, plásticos, cerâmicas, calçados e meio ambiente.</p><p>Ela pode ajudar a resolver grandes desafios, como saúde, energia, saneamento, transporte e construção.</p><p>Além disso, minerais estratégicos (como lítio, índio e nióbio) são fundamentais, dando origem ao conceito de nanogeopolítica, que relaciona tecnologia com recursos naturais e poder mundial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 19:07:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grafeno</title>
         <author>jhenniferpompermaier</author>
         <link>https://padlet.com/jamillysouza20075/q4hudor0wawcuk4i/wish/3587839975</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Grafeno: o que é?</strong></p><p>Estrutura bidimensional de carbono, com apenas um átomo de espessura, ele possui propriedades excepcionais: alta resistência mecânica, leveza, flexibilidade, condutividade elétrica e térmica, além de ser quase transparente. Tem potencial para substituir diversos materiais e originar tecnologias disruptivas.</p><p><strong>Áreas de aplicação:</strong></p><ul><li><p>Eletrônicos: chips, transistores, supercapacitores, dispositivos sem fio.</p></li><li><p>Energia: baterias mais duráveis, supercapacitores ultrarrápidos, dessalinização de água.</p></li><li><p>Saúde: biossensores, retinas artificiais, diagnósticos de doenças.</p></li><li><p>Engenharia e indústria: tecidos resistentes ao fogo, materiais ultraleves, impressão 3D, colchões inteligentes.</p></li><li><p>Transporte: baterias e componentes para veículos elétricos e aviação.</p></li></ul><p><strong>Empresas e pesquisas internacionais:</strong></p><ul><li><p>Europa: uso em tecidos protetores, retinas artificiais, carregadores ultrarrápidos.</p></li><li><p>América (EUA e Reino Unido): IBM (chips de grafeno), Lockheed Martin (dessalinização), Applied Graphene Materials (produção em larga escala).</p></li><li><p>Ásia: supercapacitores para carros elétricos, biossensores para diabetes, produção industrial na China.</p></li><li><p>Oceania: colchões com grafeno (Nova Zelândia), mineração e exploração de grafite/grafeno (Austrália, África).</p></li><li><p>África: ainda sem empresas locais; exploração feita por empresas estrangeiras.</p></li></ul><p><strong>Brasil:</strong></p><ul><li><p>Pesquisas ainda focadas no desenvolvimento do material, não em produtos.</p></li><li><p>MackGrafe (Universidade Presbiteriana Mackenzie): centro avançado para síntese e aplicações em fotônica.</p></li><li><p>UFMG: evento internacional, pesquisas em produção por CVD e métodos inovadores.</p></li><li><p>Parcerias com universidades internacionais (ex.: Singapura e Rice/EUA).</p></li><li><p>Necessidade de maior interação entre universidades e empresas para transformar descobertas em produtos.</p></li></ul><p><strong>Desafios:</strong></p><ul><li><p>Produção em larga escala ainda limitada e cara.</p></li><li><p>Falta de métodos eficientes de caracterização e manipulação.</p></li><li><p>No Brasil, falta de investimentos privados e integração entre pesquisa e mercado.</p></li></ul><p><strong>Concluindo:</strong></p><p>O grafeno pode revolucionar setores diversos (saúde, energia, eletrônica, transporte, defesa). Os países desenvolvidos já estão investindo pesado em aplicações comerciais.</p><p>O Brasil precisa investir mais em inovação, parcerias de universidade-empresa e produção em grande escala para não ficar para trás.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-16 14:37:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nanotecnologia 15-21</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jamillysouza20075/q4hudor0wawcuk4i/wish/3588252034</link>
         <description><![CDATA[<p>Nano na História</p><ul><li><p><strong>Antiguidade</strong>:</p><ul><li><p>Leucipo e Demócrito (séc. V a.C.) → ideia dos átomos indivisíveis.</p></li><li><p>Dalton (1803) → modelo da bola de bilhar e leis ponderais.</p></li><li><p>Rutherford (1908) → modelo nuclear.</p></li><li><p>Bohr (1915) → elétrons em órbitas permitidas.</p></li></ul></li><li><p><strong>Artesanato e metalurgia</strong>:</p><ul><li><p><strong>Vitrais medievais</strong> (pigmentos com nanopartículas metálicas).</p></li><li><p><strong>Aço de Damasco (Wootz)</strong> → contém estruturas semelhantes a nanotubos de carbono.</p></li></ul></li></ul><p>História Recente da Nanotecnologia</p><ul><li><p><strong>1957</strong>: termo “nanotecnologia” criado por <strong>Norio Taniguchi</strong>.</p></li><li><p><strong>1959</strong>: Feynman fala sobre trabalhar no nível atômico.</p></li><li><p><strong>1981</strong>: Binning e Rohrer criam o <strong>microscópio de tunelamento</strong>.</p></li><li><p><strong>1985</strong>: descoberta dos <strong>fulerenos</strong>.</p></li><li><p><strong>1989</strong>: Donald Eigler escreve “IBM” com átomos de xenônio.</p></li><li><p><strong>1991</strong>: descoberta dos <strong>nanotubos de carbono</strong>.</p></li><li><p><strong>2000</strong>: governo Clinton lança a <strong>Iniciativa Nacional de Nanotecnologia (EUA)</strong>.</p><p> Novas Propriedades na Escala Nano</p></li><li><p>Materiais adquirem <strong>novas características</strong> quando reduzidos a escala nanométrica.</p></li><li><p><strong>Exemplo</strong>: partículas de ouro → mudam de cor dependendo do tamanho (efeito quântico de tamanho).</p></li><li><p><strong>Quantum dots</strong>: nanopartículas semicondutoras que brilham em cores diferentes de acordo com seu tamanho.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-16 18:50:21 UTC</pubDate>
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