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      <title>GRUPO 8: EAC - dia 26/08. by Marcellys Carvalho Evaldt</title>
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      <description>Crie seu texto colaborativo aqui &lt;3</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-26 11:10:00 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-08-26 12:52:30 UTC</lastBuildDate>
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         <title>BOM DIA!!!!!</title>
         <author>marcellysramoscarvalho2013</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 11:34:45 UTC</pubDate>
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         <title>Vocês são capazes de muito!</title>
         <author>grnneto</author>
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         <description><![CDATA[<p>Vocês são responsáveis pelo próprio sucesso! Se certifiquem de que vão entregar o seu melhor!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 12:07:27 UTC</pubDate>
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         <title>Gênero Textual: Conto (Narrativo)</title>
         <author>livya6513439</author>
         <link>https://padlet.com/marcellysramoscarvalho2013/q4bdof6p97vm07ox/wish/3555428306</link>
         <description><![CDATA[<p><strong> CONTO :</strong></p><p><br/></p><p><strong>Rua do medo </strong></p><p>Era quase meia-noite quando Stefany e Livya dobraram a esquina errada.</p><p>— Tem certeza que é por aqui? — Livya perguntou, enrugando  a testa ao ver a rua estreita e mal iluminada à frente.</p><p>— Não mas o GPS parou. E não tem sinal desde a praça — respondeu Stefany, segurando o celular como se fosse uma arma.</p><p>A rua era estranhamente silenciosa. Não havia casas acesas, carros passando, nada. Só o som dos próprios passos ecoando no asfalto  molhado </p><p>— Isso aqui... parece vazio demais — falou lLivya. Ela sentia a sensação incômoda de estar sendo observada.</p><p>As luzes dos postes piscavam, uma a uma. Conforme elas caminhavam , a luz ia se apagando atrás delas  Como se algo não quisesse que voltassem.</p><p>— Stef... — Livya parou de andar. — Olha ali.</p><p>Do outro lado da rua, uma figura parada. sem se mexer de costas. Parecia um homem, mas o corpo era torto, como se estivesse dobrado num ângulo errado. Um algo pontudo  arrastando no chão os alcançou.</p><p>— Anda. Agora — Stefany sussurrou, puxando Livya pela mão.</p><p>Elas apressaram o passo, tentando não correr, mas a figura começou a se mover também. Não andava — deslizava. Como uma cobra em noite úmida.</p><p>De repente, a rua se alongou. O fim dela parecia se afastar a cada passo que davam. O mesmo poste passava duas, três vezes.</p><p>— Isso não é possível — Stefany disse, os olhos arregalados.</p><p>Livya então se virou e gritou:</p><p>— O que você quer da gente?!</p><p>A figura parou. Silêncio total.</p><p>Então ela virou lentamente o rosto. Era como olhar para um espelho quebrado: o rosto parecia ser de Livya… mas sem expressão, sem alma.</p><p>— Stefany… — a verdadeira Livya recuou, os olhos marejando.</p><p>— Corre! — Stefany gritou.</p><p>E elas correram. Correram até os pulmões queimarem, até os olhos lacrimejarem com o vento frio. Até que, sem perceber, saíram da rua.</p><p>Quando olharam para trás, não havia mais nada. Nem rua, nem luz, nem figura alguma. Só um beco sem saída com muro de tijolos, como se aquela rua nunca tivesse existido.</p><p>Stefany ainda tremia. Livya, em silêncio, passou a mão pelo rosto… e engasgou com o próprio reflexo no vidro de um carro próximo.</p><p>Por um segundo, o reflexo <strong>não era o dela</strong>.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>ass: livya e stefany</p><p>turma:9A</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 12:36:07 UTC</pubDate>
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         <title>Gênero textual: poema</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marcellysramoscarvalho2013/q4bdof6p97vm07ox/wish/3555430082</link>
         <description><![CDATA[<p>Na esquina da vida um olhar se cruzou</p><p>Dois corações tímidos,o tempo parou.</p><p>Ela trazia nos olhos um mar de esperança,</p><p>Ele sorria com a leveza da criança.</p><p><br></p><p>Caminharam juntos primeiro devagar,</p><p>Descobrindo o mundo em cada lugar.</p><p>As mãos se tocaram, nasceu o arrepio,</p><p>Um fogo suave,um calor sem frio.</p><p><br></p><p>As tardes ganharam cores de verão, </p><p>As noites guardavam segredos no chão.</p><p>Cartas trocadas, palavras sinceras,</p><p>Promessas de amor que duravam eras.</p><p><br></p><p>Mas veio a distância, cruel separação,</p><p>Doía no peito , doía na canção.</p><p>Ainda assim, fortes, não desistiram,</p><p>Pois na lembrança sempre se uniram.</p><p><br></p><p>E quando o destino voltou a sorrir,</p><p>No mesmo abraço voltaram a existir.</p><p>Amor verdadeiro, que nunca se apaga,</p><p>História infinita, chama que embala.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 12:37:47 UTC</pubDate>
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         <title>A última luz de Bella</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marcellysramoscarvalho2013/q4bdof6p97vm07ox/wish/3555432111</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>No coração da antiga Floresta de Lótus, onde os ventos sussurravam segredos antigos e as árvores trocavam palavras com suaves estalos, morava Bella, a fada protetora. Seus cabelos eram como fios de luz da lua, e suas asas brilhavam com o orvalho das manhãs. Desde tempos muito antigos, Bella cuidava de cada raiz, de cada riacho e de cada criatura que vivia naquele santuário verde.</p><p>Por muitos séculos, a floresta cresceu e floresceu sob sua proteção. Mas, aos poucos, uma sombra começou a se espalhar pelos limites de Lótus. Homens de ferro e fogo chegaram com máquinas que rugiam como feras. Eles queriam cortar árvores, queimar partes da floresta e construir coisas novas. Para esses homens, a floresta era só uma terra cheia de dinheiro.</p><p>Bella tentou impedir tudo isso usando neblina e ilusões, mas os humanos vinham com mapas e muita determinação. Ela percebeu que magia sozinha não seria suficiente. E foi nesse momento que um antigo mal despertou.</p><p>No fundo de Lótus, escondido e esquecido, dormia Grinch, um espírito sombrio de corrupção que havia sido selado há muitos anos por druidas e fadas. A floresta, que antes era equilibrada, tinha se desestabilizado, e isso acabou despertando o espírito. Grinch se alimentava do medo, da destruição e da ganância dos humanos, e aos poucos foi ficando mais forte. Onde ele passava, as plantas ficavam murchas, os animais fugiam e o céu escurecia. Bella estava desesperada. Ela decidiu procurar ajuda com o velho carvalho, Louis, que lhe disse: — O poder da luz não está só em você, Bella. Ele existe em tudo aquilo em que você acredita. Se quiser salvar Lótus, vai precisar confiar. Então, Bella tomou uma decisão arriscada: ela se revelou para Rafaela, uma jovem humana filha de um dos engenheiros responsáveis pelo projeto que ameaçava a floresta. Rafaela sempre amou a natureza e costumava desenhar flores nos cantos de seus cadernos. Quando viu Bella, não sentiu medo — sentiu esperança.</p><p>Juntas, começaram a reunir forças: animais, espíritos da floresta, e até alguns humanos que ainda lembravam o valor da vida selvagem. Com cada criatura que se unia, Bella ficava mais forte. Sua luz brilhava como nunca antes.</p><p>Na noite mais escura, Grinch emergiu como uma tempestade viva. Mas Bella o enfrentou com tudo que tinha. Não com fúria, mas com compaixão. Ela não o atacou — ela o lembrou da beleza da floresta, do som das folhas, do calor do sol, do ciclo da vida. E algo extraordinário aconteceu.</p><p>Grinch hesitou. Ele começou a se dissipar, como uma lembrança triste esquecida ao nascer do dia. Porque até a escuridão pode ser tocada pela luz, se essa luz for verdadeira.</p><p>A ameaça passou,os humanos, tocados pela magia e pela coragem de Rafaela, decidiram preservar Lótus. A floresta foi protegida, e Bella, embora cansada, sorriu pela primeira vez em muito tempo.</p><p>E assim, a guardiã de Lótus voltou a dançar entre as folhas, agora não sozinha, mas com novos aliados e uma esperança renovada.</p><p>E assim, a guardiã de Lótus voltou a dançar entre as folhas, agora não sozinha, mas com novos aliados e uma esperança renovada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 12:39:27 UTC</pubDate>
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         <title>Entre Rosas e Espinhos</title>
         <author>alanagmborba</author>
         <link>https://padlet.com/marcellysramoscarvalho2013/q4bdof6p97vm07ox/wish/3555432172</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE"><strong>Capítulo 1 — O Cara do Jardim</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Helena Andrade tinha de tudo: casa de filme, roupas caras, viagens todo verão e uma vida que parecia perfeita. Parecia. Porque por dentro, ela estava sufocando. Era como se vivesse numa gaiola dourada — linda por fora, mas ainda uma prisão.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Foi num dia qualquer que ele apareceu.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Miguel. O novo jardineiro.<br>Chegou calado, com as mãos sujas de terra e o olhar sério de quem já tinha visto muita coisa na vida. Helena viu ele da varanda, cortando as rosas com cuidado, como se as flores tivessem alma. E naquele instante, alguma coisa dentro dela despertou.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">“Quem é aquele?”, perguntou pra mãe dela.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">“É só o jardineiro novo, filha. Filho da Dona Teresa, lá do bairro do Campo.”</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Mas pra Helena, ele nunca seria só um jardineiro.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE"><strong>Capítulo 2 — Entre Flores e Segredos</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">No começo, era só troca de olhares. Ela descia pro jardim com um livro na mão, mas não lia uma linha. Observava ele trabalhar, o jeito como ele falava com as plantas, como sorria de canto quando achava uma flor bonita.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Um dia, choveu forte. Ela ficou presa na estufa. Ele também.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">“Tá tudo bem?”, ele perguntou, meio sem jeito.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Ela deu risada. “Tá melhor agora.”</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">A conversa foi engatando. Descobriram que gostavam das mesmas músicas, dos mesmos filmes antigos. E quando a chuva parou, alguma coisa mudou. Eles não disseram nada, mas os olhos disseram tudo.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Na semana seguinte, rolou o primeiro beijo. Foi rápido, meio desesperado, como se o mundo pudesse acabar dali a pouco.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">E, de certa forma, acabou mesmo.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE"><strong>Capítulo 3 — O Mundo Não Gosta de Amor Assim</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">O pai dela descobriu.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Foi o caos.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">“Você tá louca? Ele é um empregado! Você vai manchar o nome da família!”</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Helena tentou argumentar, mas não adiantou. Miguel foi demitido no mesmo dia, sem nem poder se despedir. Ela foi praticamente trancada em casa. Celular cortado, vigia na porta do quarto. E o coração dela? Em pedaços.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Mas onde tem amor, tem jeito.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Eles continuaram se falando por cartas, com a ajuda de Pedro, um dos funcionários da casa que era amigo de Miguel.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">“Me espera. Eu vou fugir. A gente vai ser livre.”</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Era isso que ela escrevia.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">E Miguel respondia: “Eu te espero até o fim do mundo.”</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE"><strong>Capítulo 4 — A Noite da Fuga</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">A lua estava cheia. A cidade dormia.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Helena pulou a janela do quarto com uma mochila nas costas e o coração a mil. Correu até a estrada onde Miguel a esperava com uma moto velha e um sorriso nervoso.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Ela subiu na garupa e abraçou ele como se fosse o último abraço da vida.<br>E talvez fosse.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">O que eles não sabiam era que o pai dela tinha mandado alguém atrás. Um dos seguranças seguiu Helena, achando que era só mais uma birra de menina mimada.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Mas quando viu os dois juntos, fugindo como se estivessem roubando o céu, perdeu a cabeça.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">“Desce da moto, Helena!”</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Miguel ficou na frente. “Ela tá comigo agora. Deixa a gente ir.”</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Um empurrão. Um grito.<br>Um tiro.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Miguel caiu no chão. Sem som, sem ar.<br>Helena gritou o nome dele, abraçada a ele, implorando que ele ficasse. Mas ele já tava longe. Longe demais.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE"><strong>Último Capítulo — Onde Nasce a Tristeza</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Dizem que Helena nunca mais foi a mesma.<br>O pai dela tentou esconder tudo. Disse que foi um acidente. Que ela tava confusa. Mandou ela pra uma clínica, longe de todo mundo.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Ninguém mais viu Helena.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Só uma coisa ficou pra trás.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">Na estufa da mansão, entre as plantas que Miguel cuidava, nasceu uma rosa nova. Ninguém plantou.<br>Mas ela cresceu, linda e solitária, sempre na mesma data: a noite da lua cheia.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">E até hoje, quem passa por lá diz que dá pra ouvir uma voz baixinha, como se o vento sussurrasse:</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/3gRVuQpyluqocvknE">“Eu te espero… até o fim do mundo.”</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 12:39:32 UTC</pubDate>
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         <title>Tão bons que parecem IA</title>
         <author>grnneto</author>
         <link>https://padlet.com/marcellysramoscarvalho2013/q4bdof6p97vm07ox/wish/3555434664</link>
         <description><![CDATA[<p>Cuidem para não usar IA demais e ficar artificial...</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 12:41:59 UTC</pubDate>
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         <title>CARTA: INSPIRADO NO LIVRO DE CLARICE LISPECTOR, ´A DESCOBERTA DO MUNDO´. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Caro leitor, hoje pela manhã acordei não entendendo como isso é tão vasto, que ultrapassa qualquer entender. Por que entender é sempre tão complicado? Mas pensando pelo lado bom, não entender pode não nos limitar de ultrapassar barreiras. </p><p> </p><p>Me sinto mais viva quando não entendo, pois quem entende se limita a entender. Mas será que entender é uma dádiva ou uma maldição?</p><p><br/></p><p>Caro leitor, de vez em quando me vem um sentimento estranho, as vezes acho que quero entender mas logo essa sensação passa.</p><p><br/></p><p>E por fim me despeço, com um único pedido, me ajude a entender o por que de entender é tão ruim.</p><p><br/></p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 12:52:29 UTC</pubDate>
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