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      <title>HGP by Afonso Lima</title>
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      <description>Os recenciamento e a recolha de informação </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-26 13:47:24 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho de : Afonso Lima</title>
         <author>afonsolima819</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 14:00:56 UTC</pubDate>
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         <title>A evolução da população portuguesa </title>
         <author>afonsolima819</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/9ILTYtDwR8o</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 18:17:33 UTC</pubDate>
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         <title>A evolução da população portuguesa </title>
         <author>afonsolima819</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os dados sobre a composição genética dos portugueses apontam para a sua fraca diferenciação interna e base essencialmente continental europeia paleolítica[1] É certo que houve processos démicos no Mesolítico (provável ligação ao Norte de África) e Neolítico (criando alguma ligação com o Médio Oriente, mas bastante menos do que noutras zonas da Europa), tal como as migrações das Idades do Cobre, Bronze e Ferro contribuíram para a indo-europeização da Península Ibérica (essencialmente uma «celtização»), sem apagar o forte carácter mediterrânico, particularmente a sul e leste. A romanização, as invasões germânicas, o domínio islâmico mouro, a presença judaica e a escravatura subsariana terão tido igualmente o seu impacto e a sua contribuição démica. Podem mesmo listar-se todos os povos historicamente mais importantes que por Portugal passaram e/ou ficaram: as culturas pré-indo-europeias da Ibéria (como tartessos e outras anteriores) e seus descendentes (como os cónios, posteriormente «celtizados»); os protoceltas e celtas (tais como os lusitanos, gallaici, celtici); alguns poucos fenícios e cartagineses; romanos; suevos, búrios e visigodos, bem como alguns poucos vândalos e alanos; alguns poucos bizantinos; berberes com alguns árabes e saqaliba (escravos eslavos); judeus sefarditas; africanos subsarianos; fluxos menos maciços de migrantes europeus (particularmente da Europa Ocidental). Todos estes processos populacionais terão deixado a sua marca, ora mais forte, ora só vestigial. Mas a base genética da população relativamente homogénea[2] do território português, como do resto da Península Ibérica, mantém-se a mesma nos últimos quarenta milénios: os primeiros seres humanos modernos a entrar na Europa Ocidental, os caçadores-recolectores do Paleolítico.<br><br>Portugal, incluindo os Arquipélagos dos Açores e Madeira tem uma população estimada em 10 632 482 pessoas (estimativa INE em 2009), representando uma densidade populacional de 114 pessoas por quilómetro quadrado.<br><br>O idioma oficial, utilizado pela quase totalidade da população, é o Português. O mirandês é reconhecido oficialmente e ensinado nas escolas do concelho de Miranda do Douro. O seu uso, no entanto, é bastante restrito, estando em curso acções de revitalização.<br><br>Atualmente a população portuguesa tem vindo a aumentar, mas com um crescimento natural (natalidade menos a mortalidade) cada vez menor, levando a que o país se encontre envelhecido e não exista renovação de gerações. Por outro lado, a esperança média de vida tem vindo a aumentar, tanto nos homens como nas mulheres, o que tem sido crucial para este envelhecimento populacional. O maior crescimento da população tem-se verificado nos distritos costeiros principalmente Setúbal, Porto, Aveiro e Braga, mas continua a diminuir nos distritos do interior.<br><br>Nos últimos tempos a imigração tem vindo a aumentar em consequência da entrada de africanos provenientes dos PALOP, europeus de Leste e sul americanos, principalmente brasileiros, estabelecendo-se principalmente nas grandes cidades portuguesas. A emigração permanente tem-se mantido a níveis baixos, desde a revolução do 25 de Abril de 1974 e com a entrada na União Europeia. Internamente, a migração é dominada pela atracção exercida pelas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto em relação ao resto do País.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 18:29:35 UTC</pubDate>
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         <title>Os recenciamentos e a recolha de informação </title>
         <author>afonsolima819</author>
         <link>https://padlet.com/afonsolima819/q3v5qfacgs9bxdy1/wish/2204958652</link>
         <description><![CDATA[<div>Recenseamento individualizado: os Censos implicam que cada unidade estatística seja recenseada individualmente e que as suas caraterísticas sejam registadas separadamente;<br>Universalidade dentro de um território definido: os Censos devem cobrir um território preciso, no caso, todo o país. O Censo da população deve incluir todos os indivíduos presentes e residentes no país e o Censo da habitação deverá incluir todos os edifícios e alojamentos destinados a habitação, independentemente do seu tipo;<br>Simultaneidade: cada unidade estatística deve ser recenseada, tanto quanto possível, considerando o mesmo momento de referência;<br>Periodicidade definida: os Censos devem ser realizados em intervalos de tempo regulares para que a informação possa ser comparável;<br>Disponibilidade de dados para as pequenas áreas estatísticas. Os Censos devem produzir dados sobre o número e as características da população e dos alojamentos para o nível geográfico mais desagregado e para pequenos grupos populacionais, protegendo a confidencialidade da informação individual.<br>Até hoje efetuaram-se, em Portugal, quinze recenseamentos da população e cinco recenseamentos da habitação, segundo as recomendações internacionais, iniciadas em 1853. Remonta a 1970 a primeira realização simultânea dos dois tipos de recenseamento (população e habitação).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 18:32:03 UTC</pubDate>
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