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      <title>Casimiro de Abreu by Amandha Manhães</title>
      <link>https://padlet.com/amandha_manhaes/q3oresia8vzi</link>
      <description>Breve apresentação de vida e obra do escritor romântico Casimiro de Abreu.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-06-01 00:19:12 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução sobre o autor</title>
         <author>amandha_manhaes</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Casimiro José Marques de Abreu</strong> (Barra de São João, 4 de janeiro de 1839 - Nova Friburgo, 18 de outubro de 1860) foi um poeta brasileiro da segunda geração do romantismo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-01 00:28:19 UTC</pubDate>
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         <title>O que foi a segunda geração do romantismo ?</title>
         <author>amandha_manhaes</author>
         <link>https://padlet.com/amandha_manhaes/q3oresia8vzi/wish/174722971</link>
         <description><![CDATA[<div>Seu marco inicial é a publicação de Poesia, em 1853, de Álvares de Azevedo. Esta fase vai até o ano de 1869, ano da publicação do poema O Navio Negreiro de Castro Alves. Características principais da <strong>segunda geração </strong>romântica: - Presença, nas obras, de forte egocentrismo, melancolia, pessimismo e negativismo</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-01 00:35:43 UTC</pubDate>
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         <title>Características de Casimiro de Abreu </title>
         <author>amandha_manhaes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sua obra é quase toda tomada pelo tormentoso conflito entre o desejo e o medo, a realidade perturbadora e a pureza da infância, da natureza e dos sonhos, gerando a tristeza, a melancolia e o depressivo desejo de morte. A saudade também é largamente cantada em seus versos, acentuando desde as dores da distância da pátria e da família, até a distância da infância, onde o poeta lamenta a pureza e os sonhos perdidos. A obra de Casimiro de Abreu, no entanto, carece de uma linguagem mais rica e um estilo mais criativo, aprofundado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-01 00:37:13 UTC</pubDate>
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         <title>Meus oito anos</title>
         <author>amandha_manhaes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Oh ! que saudades que eu tenho<br>Da aurora da minha vida,<br>Da minha infância querida<br>Que os anos não trazem mais !<br>Que amor, que sonhos, que flores,<br>Naquelas tardes fagueiras<br>À sombra das bananeiras,<br>Debaixo dos laranjais !</div><div>Como são belos os dias<br>Do despontar da existência !<br>– Respira a alma inocência<br>Como perfumes a flor;<br>O mar é – lago sereno,<br>O céu – um manto azulado,<br>O mundo – um sonho dourado,<br>A vida – um hino d’amor !</div><div>Que auroras, que sol, que vida,<br>Que noites de melodia<br>Naquela doce alegria,<br>Naquele ingênuo folgar !<br>O céu bordado d’estrelas,<br>A terra de aromas cheia,<br>As ondas beijando a areia<br>E a lua beijando o mar !<br> (...)</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-01 00:42:25 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre o poema</title>
         <author>amandha_manhaes</author>
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         <description><![CDATA[<div>O poema retrata a infância o eu-lírico, uma infância desejada e idealizada. Por sua vez, é um poema extenso, que poderá ser encontrado no link a seguir</div>]]></description>
         <enclosure url="https://poemasdomundo.wordpress.com/2006/06/14/meus-oito-anos/" />
         <pubDate>2017-06-01 00:44:10 UTC</pubDate>
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         <title>As Primaveras </title>
         <author>amandha_manhaes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1859 editou as suas poesias reunidas sob o título de As Primaveras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-01 00:49:51 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo</title>
         <author>amandha_manhaes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Casimiro de Abreu morreu aos 23 anos, mas deixou um poema maravilhoso, aqui declamado por José Márcio Castro Alves.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=fR9LtsxBWCs" />
         <pubDate>2017-06-01 00:59:46 UTC</pubDate>
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         <title>Palavras do autor</title>
         <author>amandha_manhaes</author>
         <link>https://padlet.com/amandha_manhaes/q3oresia8vzi/wish/174724867</link>
         <description><![CDATA[<div>"&nbsp; De certo, tudo isto são ensaios; a mocidade palpita, e na sede que a devora decepa os louros inda verdes e antes de tempo quer ajustar as cordas do instrumento, que só a madureza da idade e o trato dos mestres poderão temperar. O filho dos trópicos deve escrever numa linguagem – propriamente sua – lânguida como ele, quente como o sol que o abrasa, grande e misteriosa como as suas matas seculares; o beijo apaixonado das Celutas deve inspirar epopéias como a dos – Timbiras – e acordar os Renés enfastiados do desalento que os mata. Até então, até seguirmos o vôo arrojado do poeta de – I-Juca-Pirama 2 – nós, cantores novéis, somos as vozes secundárias que se perdem no conjunto duma grande orquestra: há o único mérito de não ficarmos calados. Assim, as minhas – Primaveras – não passam de um ramalhete das flores próprias da estação, – flores que o vento esfolhará amanhã, e que apenas valem como promessa dos frutos do outono."<br>Rio – 20 de Agosto – 1859.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-01 01:01:56 UTC</pubDate>
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