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      <title>Portfólio do curso Educação Especial e Inovação Tecnológica. by Marisa Reis</title>
      <link>https://padlet.com/mreis14/q33eytoxl1xi0sw4</link>
      <description>Aluna Marisa Rodrigues dos Reis.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-14 03:41:19 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Brincar e Aprender</title>
         <author>mreis14</author>
         <link>https://padlet.com/mreis14/q33eytoxl1xi0sw4/wish/2589833863</link>
         <description><![CDATA[<div>Re: Brincar</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=92">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - sexta, 9 set 2022, 23:43</div><div>Número de respostas: 1</div><div><br></div><div>Em minha infância, eu e minha família morávamos em apartamento, então não tenho lembranças de muitas brincadeiras ao ar livre. Uma brincadeira que marcou minha infância foi algo bem particular: eu gostava de brincar com vidros de remédios, vidros de esmaltes e embalagem de acetona. Eu criava famílias com os frascos. Tinha o pai (o vidro de xarope), a mãe (o vidro de acetona) as filhas (os vidros de esmaltes) e o filho (a embalagem de Novalgina). Sei que parece estranho e engraçado, mas era assim mesmo. Inclusive essa é a primeira vez que relato essa lembrança por escrito. Minha brincadeira tinha alguns detalhes, era como se eu pudesse “ver” personalidade naqueles vidros. Eu imaginava a mãe, o pai, as filhas, tias, filhos, criava toda uma família. Nesse meu mundo de faz de conta eu brincava sozinha. Ficava horas dentro daquele mundo, onde eu criava várias histórias. Brincava na sala mesmo, espalhando meus vidrinhos pelo chão. Ao brincar com meus vidrinhos eu me sentia muito bem e feliz. Minha mãe chegou a contar ao pediatra dessa minha mania de brincar com as embalagens. Nessa fase eu tinha 7 anos. Aos poucos fui parando de brincar só com as embalagens e comecei a entrar no mundo das bonecas de papel. Eram bonecas que vinham em revistas, com roupinhas para trocar. Quem nasceu na década de 60 deve se lembrar. As revistas vinham com as bonecas e as roupinhas para serem destacadas. Depois eu comecei a fazer minhas próprias bonecas de papelão (usando as tampas das caixas de sapato). Um pouco mais velha comecei a fazer bonecas de pano e a costurar roupinhas. Aqui eu já estava com uns 11 anos e minha mãe me ensinava a costurar. São lembranças que guardo com muito carinho e relatá-las aqui foi um exercício muito afetivo.</div><div>Avaliação máxima: 100 (1)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 03:48:47 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Brincar e Aprender</title>
         <author>mreis14</author>
         <link>https://padlet.com/mreis14/q33eytoxl1xi0sw4/wish/2589834336</link>
         <description><![CDATA[<div>Re: Educação inclusiva na prática</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=92">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - quinta, 15 set 2022, 08:50</div><div>Número de respostas: 1</div><div><br></div><div>Curso de Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica – UFRRJ<br><br><br>Disciplina: Brincar e Aprender<br><br>Professora Tutora: Débora Lembi Neves.<br>Aluna: Marisa Rodrigues dos Reis.<br><br>Grupo: 27<br><br>Data: 15 de setembro de 2022<br><br><br>Atividade 2<br><br>Meu nome é Marisa, sou professora pela SEEDUC RJ, atuo em sala de aula regular e hoje relato uma experiência observada na plataforma Diversa. O relato que me chamou a atenção foi a organização do grêmio estudantil da escola E.E. Professor Sebastião de Castro, localizada em Mogi das Cruzes (SP). A escola incentivou que novos membros fossem agregados ao Grêmio Estudantil. Dois estudantes com deficiência ficaram interessados em fazer parte da chapa. A professora de educação especial foi articuladora e incentivadora dos alunos com deficiência.<br><br>Acredito que possamos levar o exemplo dessa experiência para uma das escolas em que trabalho. Hoje, nosso grêmio conta com muitos alunos e nenhum com deficiência. Na verdade, até esse momento, não havíamos pensado o quanto nosso grêmio não está sendo inclusivo realmente.<br><br>Durante essa semana conversamos com um dos alunos responsáveis pelo Grêmio e com o orientador pedagógico. Eles também concordam que o Grêmio está sem representação desse segmento e o quanto essa ação seria necessária. Precisamos observar quais alunos seriam elegíveis e organizarmos as ações para que eles possam participar das reuniões do Grêmio.<br><br>Algumas adaptações seriam necessárias para aplicarmos a iniciativa em nossa escola. Precisaríamos observar quais alunos poderiam participar, pois temos alunos que são de outra escola e somente utilizam a sala de recursos. Observar também qual professor poderia ser o mediador, uma vez que esse aluno precisaria de orientação nas reuniões e talvez não tivéssemos um professor disponível nos dias e horários das reuniões. Teríamos que elaborar uma etapa para ouvirmos os alunos envolvidos juntamente com seus responsáveis e acompanhantes. A movimentação no sentido de organizarmos a escola para recepção desses alunos no Grêmio já resulta numa ação inclusiva e participativa.<br><br>Referência:<br>https://diversa.org.br/relatos-de-experiencia/escola-estadual-incentiva-participacao-ativa-com-gremio-estudantil/</div><div>Avaliação máxima: 100 (1)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 03:50:33 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Brincar e Aprender</title>
         <author>mreis14</author>
         <link>https://padlet.com/mreis14/q33eytoxl1xi0sw4/wish/2589835041</link>
         <description><![CDATA[<div>Re: Postando uma brincadeira</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=92">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - sexta, 23 set 2022, 21:51</div><div>Número de respostas: 4</div><div><br></div><div>Curso de Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica – UFRRJ<br>Disciplina: Brincar e Aprender.<br>Professora Tutora: Débora Lembi Neves.<br>Cursista: Marisa Rodrigues dos Reis.<br>Grupo 27.<br>Rio de Janeiro, 23 de setembro de 2022.<br>Atividade 3<br>Brincadeira: Hora da Conversa.<br>Objetivo socioemocional: proporcionar aos alunos um espaço de escuta ativa e participativa. O objetivo é fazer com que o aluno partilhe um pouco de si mesmo para o grupo e escute os colegas também.<br>Detalhamento: desenvolvi com meus alunos uma brincadeira/jogo no formato roda de conversa. É uma atividade de escuta ativa e participativa. A regra da brincadeira é quando um estiver falando, todos os demais precisam escutar. Ela nasceu da necessidade que eu sentia de conhecer um pouco mais sobre meus alunos, ouvir um pouco sobre suas vidas e fazer com que eles se ouvissem também. Para isso eu precisava criar um modo de fazer com que eles falassem um pouco sobre suas próprias vidas.<br>Recursos necessários:<br>* Pequenos pedaços de papel com palavras, com frases que deverão ser completadas por eles, iniciando assim o diálogo daquele aluno com os demais alunos da roda.<br>* Saco para o sorteio.<br>*Nos sentamos em roda e eu distribuo esses pequenos pedaços de papel que são sorteados. Em cada pedacinho escrevo sobre o que eles deverão falar: um sonho, uma felicidade, uma tristeza, uma saudade, eu acredito em..., uma lembrança boa, uma lembrança triste, um amor, um desejo, um medo, uma esperança. Conforme o aluno sorteia o papel, precisa falar sobre o que está escrito. Ele começa a falar e eu vou tentando conduzir a reflexão com outras perguntas.<br>Tempo: um dia com 3 tempos de aulas seguidos, para não ocorrer interrupção no fluxo das interações.<br>Público: grupo de alunos do Ensino Fundamental, Médio e NEJA.<br>Avaliação: nesse momento da fala, do registro oral do aluno, procuro perceber se atingi o objetivo de fazer com que ele se integrasse e fosse acolhido pelo restante do grupo. Na maioria das vezes que organizamos a brincadeira da roda de conversa, percebo que a turma ao final se sente mais unida e que eles se sentem respeitados por terem tido um momento de escuta sem uma cobrança no âmbito educacional.<br>Conclusão: no começo, quando eu aviso que todos irão falar, eles ficam envergonhados e dizem que não irão participar. Depois, quando eles notam que os colegas estão se abrindo, começam ficar ansiosos por participar. Conforme os anos foram passando, fui aprendendo com a brincadeira. Hoje, procuro iniciar o sorteio com o aluno mais animado, o mais falante da sala, para servir de estímulo. Outra adaptação que precisei fazer foi mudar o sorteio para números com o sexto ano, pois alguns ainda têm dificuldades para ler. Em todos os anos do Ensino Fundamental e Médio consegui desenvolver a proposta. Percebi que os alunos em geral gostam e precisam ser ouvidos. Noto também que eles às vezes não têm abertura para falar sobre sentimentos em outros espaços. Nessa troca, nessa abertura, sinto que nos tornamos mais próximos, mais amigos, pensando na educação baseada na troca, no afeto e na cumplicidade. Com esses princípios da amorosidade e do diálogo, busco brincar com os alunos, proporcionando espaço de reflexão.</div><div>Avaliação máxima: 100 (1)</div><div><a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/mod/forum/discuss.php?d=5964#p163852">Link direto</a></div><div><a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/mod/forum/discuss.php?d=5964#p161830">Mostrar principal</a></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 03:53:19 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Corpo, movimento e relações de ensino.</title>
         <author>mreis14</author>
         <link>https://padlet.com/mreis14/q33eytoxl1xi0sw4/wish/2589836254</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Escola de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)</strong></div><div><strong>Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (SECTI)</strong></div><div><strong>&nbsp; Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ).</strong></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica</strong></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong>MARISA RODRIGUES DOS REIS.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>ANÁLISE DO CORPO NA ESCOLA</strong></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Atividade da Semana 1, da disciplina Corpo, movimento e relações de ensino.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Duque de Caxias, 12 de agosto de 2022.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><em>“Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.”&nbsp;<br></em><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Carlos Drummond de Andrade.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Semana 1 - Corpo, Movimento e relações de ensino<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Atividade da Semana 1: Envie uma imagem que represente para você o corpo na escola, fazendo uma análise a partir da aula e dos materiais de estudo obrigatórios disponibilizados nessa semana:<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><br></div><div>Descrição da imagem: mãos unidas e acolhedoras em fundo claro, com pessoas usando tons de azul nas roupas.<br><br></div><div>Fonte da imagem: <a href="https://www.gettyimages.pt/detail/foto/well-do-it-together-imagem-royalty-free/910835828">https://www.gettyimages.pt/detail/foto/well-do-it-together-imagem-royalty-free/910835828</a>.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Minha descrição: sou mulher, pele clara, cabelos castanhos na altura dos ombros, altura mediana e uso óculos. Sou professora da rede estadual do Rio de Janeiro, trabalho com o Ensino Fundamental e Médio em Duque de Caxias e Belford Roxo.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>A imagem representando mãos entrelaçadas foi escolhida pela força e representatividade delas na escola. As mãos são os elos, elementos de ligação em toda sua plenitude. Através das mãos se cria e se transforma. Erguem-se pontes e entrelaçam-se sonhos e esperanças. Todo o percurso educacional pode ser observado pela ótica poética e metafórica das mãos. As mãos possuem uma representatividade inclusiva, auxiliadora, cúmplice, amigável. Elas guiam, auxiliam, indicam o caminho. As mãos seguram, executam, amparam, norteiam, direcionam e transmitem amor ao educar.<br><br></div><div>Nas palavras de Paulo Freire a “educação é um ato de amor”, “não há diálogo [...] se não há um profundo amor ao mundo e aos homens. (FREIRE, 1987, p.79-80).<br><br></div><div>Não podemos pensar um fazer na escola sem amor. A educação se faz primeiro no olhar cúmplice entre professor e aluno e nas mãos que se auxiliam no aprendizado. Refletindo sobre o texto dessa semana, (Smolka, A. L. B. (2020) Relações de ensino e desenvolvimento humano: reflexões sobre as (trans)formações na atividade de (ensinar a), os gestos são importantes e trazem a própria história da vida da criança para dentro do contexto escolar. Nessa perspectiva, faz-se importante o pensar a educação através do amor, dos gestos e da relação de confiança que se apresenta através das vivências criadas e recriadas, pois<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;“Privilegiar os modos singulares de falar e de pensar das crianças na apropriação da cultura; apurar o olhar e a escuta e reconhecer que palavras e gestos das crianças trazem as marcas de suas histórias e condições de vida; encorajar a vivência da escrita impregnada de sentidos; viabilizar a elaboração da consciência pela forma escrita de linguagem: todas essas atitudes integram os gestos de ensinar, o trabalho de alfabetizar.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Nesse sentido, podemos unir o afeto simbolizado aqui pelas mãos aos gestos na construção dos saberes e conhecimentos na escola.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 03:58:26 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Corpo, movimento e relações de ensino.</title>
         <author>mreis14</author>
         <link>https://padlet.com/mreis14/q33eytoxl1xi0sw4/wish/2590274723</link>
         <description><![CDATA[<div>Re: Consultar o material é fundamental!</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=89">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - sábado, 20 ago 2022, 16:28</div><div>Número de respostas: 0</div><div><br></div><div>Boa tarde, Tutora Débora e cursistas.<br>Espero que estejam bem.<br>Nesse trecho as autoras discorrem sobre a importância do reconhecimento dos demais meios de aquisição da escrita pela criança e de como o corpo deve ser visto subjetivamente na aquisição da linguagem. Segundo Vigotski (2009), na linguagem falada o interlocutor está presente e a transmissão do pensamento é feita de forma imediata, pela entonação, além da mímica e do gesto; por outro lado, na linguagem escrita o interlocutor não está presente e não há um sujeito comum. Dessa forma vemos a importância da interação social na manutenção dos avanços da linguagem adquirida pela criança. Em sala de aula, nas atividades da escola, há a interação, os olhares e expressões que comunicam. O corpo como expressão da subjetividade deve ser explorado e articulado nas atividades corporais em grupo. As atividades de encenação de pequenas peças teatrais ou números de dança proporcionariam experiências lúdicas e enriquecedoras. Crianças mais velhas, que não tenham conseguido alcançar o letramento poderiam beneficiar-se desse princípio. Observo em algumas crianças do 6º ano, com idades de 10 a 13 anos, que não são letradas, uma característica em comum: todas parecem não ter recebido estímulos familiares ligados à leitura frequente, à práticas socias de visitas aos museus e centros culturais, acesso aos livros ou a teatros e cinemas. Percebemos nessas crianças uma maior dificuldade de compreensão e de assimilação da linguagem escrita. Nessa perspectiva a escola está para essas crianças como local onde interações sociais enriquecedoras ocorrem.<br>Abraços,<br>Marisa Rodrigues dos Reis.</div><div>Soma das avaliações: 100 (1)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 20:36:09 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Corpo, movimento e relações de ensino.</title>
         <author>mreis14</author>
         <link>https://padlet.com/mreis14/q33eytoxl1xi0sw4/wish/2590275564</link>
         <description><![CDATA[<div>Re: Apresente um caso de ensino</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=89">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - sexta, 26 ago 2022, 22:27</div><div>Número de respostas: 1</div><div><br></div><div>Escola de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)<br>Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (SECTI)<br>Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ).<br>Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica<br><br>Duque de Caxias, 26 de agosto de 2022.<br>Professora Tutora: Debora Lembi Neves.<br>Aluna: Marisa Rodrigues dos Reis.<br>Atividade da Semana 3, da disciplina Corpo, movimento e relações de ensino.<br><br>Meu nome é Marisa, sou uma mulher de estatura média, cabelos castanhos, curtos, tenho os olhos castanhos e pele clara. Tenho 54 anos, tenho dois filhos e sou professora de Língua Portuguesa da Seeduc RJ em Duque de Caxias e Belford Roxo.<br><br>Etapa de ensino: 6º ano do Ensino Fundamental.<br>O cenário: a sala de recursos e a sala de aula da escola em que leciono, em Duque de Caxias.<br>Necessidades educacionais: Nosso aluno Bruno tem autismo e estuda numa turma regular do 6º ano, com 42 alunos matriculados, com idades entre 11 e 14 anos.<br><br>O presente relato pretende descrever ações relacionadas às experiências educacionais na escola vividas por mim, meu aluno Bruno e seus colegas de sala.<br>Bruno tem autismo e frequenta a sala de recursos da escola, em Duque de Caxias. As facilidades que ele tem estão na esfera da comunicação e expressão. Ele gosta muito de conversar e desenhar. Carrega seu álbum de desenhos na mochila e faz questão de mostrar seus desenhos e contar como foi o processo de criação. Percebo que ele gosta de falar o que pensa, não de manter um diálogo muito longo com alguém. A interação com o outro não se aprofunda e o sentido de realidade é muito particular. A família dele é presente e participativa.<br>As dificuldades que o aluno apresenta estão na esfera do aprendizado em si. Ele demonstra ser alfabetizado, mas percebo que somente copia as letras e palavras do quadro.<br>A proposta de estratégia de ensino apresentada aqui demonstra a elaboração de uma encenação de peça teatral. A principio é uma atividade proposta para todo o bimestre, incluindo a turma 601 completa na distribuição das tarefas. O aluno Bruno participa com o grupo escolhido para confeccionar os cartazes do cenário, devido ao fato de ter facilidades para se expressar através do desenho. Dessa forma ele pode inspirar os demais alunos na parte artística. Os grupos responsáveis foram separados pelas tarefas.<br>A peça escolhida é “A Bruxinha que Era Boa”, de Maria Clara Machado, escrita em 1955. A história conta as aventuras e desventuras da bruxinha Ângela, perseguida por não conseguir praticar as maldades que a fariam ganhar uma vassoura a jato. O texto transmite mensagens, como o respeito à diferença, a crítica ao bullying e o poder da superação para transpor o mal. A proposta é envolver todos os alunos da sala na organização e encenação.<br>Segundo as autoras Flavia Faissal de Souza e Daniele Nunes Henrique Silva, no artigo O corpo que brinca: recursos simbólicos na brincadeira de crianças surdas, a importância da representação lúdica no universo infantil acrescenta e muito na aquisição do aprendizado:<br>“A composição da cena lúdica, às vezes semelhante ao formato do teatro improvisado, apresenta um dos mais interessantes (e menos abordados) aspectos da ludicidade e da imaginação infantil: sua incipiente convergência com o campo artístico. No teatro, o palco e a plateia coexistem pela provocação das partes, em que o espectador se vê estranhamente revelado pela personagem. Nas ações criadoras da criança algo também é deflagrado: seus modos de pensar e sentir sobre o mundo que a cerca (Kaz, 2005).”<br>A possibilidade de ensino e aprendizagem expostos aqui seriam, a principio desenvolver nos alunos as características de cooperação, integração, participação e criatividade. Os cenários, objetos e roupas seriam criados com os recursos que os próprios alunos teriam à disposição, como se estivessem brincando e imaginando a história.<br>Através das brincadeiras, do lúdico e da representação pretendemos alcançar a integração entre os alunos. A proposta é a reprodução do texto teatral em seu contexto interacional e criativo, levando os alunos a explorarem a imaginação para recriar a história, através de materiais improvisados e materiais criados por eles.<br><br>Referências bibliográficas:<br>SILVA, Daniele Nunes Henrique. SOUZA, Flavia Faissal de. O corpo que brinca: recursos simbólicos na brincadeira de crianças surdas. 3 de setembro de 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/pe/a/46Rsk4YzPTMWgzf7TbLDFKM/?lang=pt<br><br>MACHADO, Maria Clara. A bruxinha que era boa. Edição (2017) da Nova Fronteira</div><div>Soma das avaliações: 100 (1)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 20:38:19 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Direito de aprender e relações de ensino</title>
         <author>mreis14</author>
         <link>https://padlet.com/mreis14/q33eytoxl1xi0sw4/wish/2590277489</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Re: Fórum de discussão 1</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=93">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - domingo, 16 out 2022, 19:36</div><div>Número de respostas: 0</div><div><br></div><div>Boa noite.<br>Um dos pontos da aula do Prof. Dr. Jefferson Mainardes discorre sobre o DUA ser um processo pelo qual o currículo é proposital e intencionalmente projetado desde o início para atender as diversas necessidades dos alunos. Na prática de sala de aula, o DUA é um processo que atende todos os alunos. A percepção do direito ao aprendizado transforma o fazer pedagógico. Aqui percebemos a noção de quanto mais cedo iniciarmos o acesso do aluno ao fazer e às descobertas pedagógicas, mais ele será beneficiado. No vídeo da Prof.ª Dr.ª Patrícia Cardoso Macedo do Amaral Araújo, ela menciona uma citação do documentário O Começo da Vida, “quando você dá atenção ao começo da história, ela pode mudar por inteiro’. Compreendemos que o direito ao aprendizado desde o início da vida proporciona inúmeras possibilidades na vida desse aluno. O aprendizado se faz mais intensamente até os três anos de idade e possibilitar esse acesso a todos os alunos é de suma importância e faz parte do direito à educação.</div><div>Avaliação máxima: 100 (1)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 20:43:00 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Direito de Aprender e Relações de Ensino.</title>
         <author>mreis14</author>
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         <description><![CDATA[<div>Re: Fórum de discussão 2</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=93">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - sexta, 21 out 2022, 23:10</div><div>Número de respostas: 3</div><div><br></div><div>Escola de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)<br>Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (SECTI)<br>Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ).<br>Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica<br><br>Duque de Caxias, 21 de outubro de 2022.<br>Professora Tutora: Debora Lembi Neves.<br>Aluna: Marisa Rodrigues dos Reis.<br>Atividade da Semana 2, da disciplina Direito de aprender e relações de ensino.<br><br>O relato a seguir destina-se a compartilhar experiências pedagógicas sobre uma turma de 6º ano, da rede estadual do Rio de Janeiro.<br>Trabalho com uma turma de 42 alunos e nessa escola não há sala de recursos. A aluna que irei mencionar chama-se Maria (nome fictício) e tem 12 anos. Trata-se de uma aluna com reais dificuldades educacionais, porém sem laudo médico na escola. Todo o procedimento com os pais já foi feito e agora estamos aguardando o referido laudo. Maria e o irmão, que também possui dificuldades, estudam lá no turno da manhã. O que eu observo em todas as escolas que leciono é um grande número de alunos com dificuldades cognitivas, com deficiência intelectual, atraso educacional, sem que a família se dê conta ou procure ajuda médica. Muitos não aceitam que o filho precisa de ajuda especializada.<br>Acredito que a forma como a rede estadual está se organizando, acabe por inviabilizar o acesso desses estudantes a condições mais eficientes de estudo. A rede somente conta com salas de recursos em determinadas escolas. Não temos concurso para professores com formação em educação especial para atuar nas salas. No aspecto da inclusão, todos os alunos com necessidades especiais precisam contar com o trabalho de um professor que se dedica, que leva sempre uma atividade diferenciada para aquele aluno. As estratégias sempre visam incluir esse aluno na atividade que os demais estão fazendo. A forma que encontrei para acompanhar o desenvolvimento da minha aluna Maria, foi de coloca-la sentada próxima da minha mesa e transformá-la em minha “ajudante”. Ao participar ativamente de tudo que está acontecendo na sala, ela passou a se envolver mais e a querer fazer as atividades propostas. O nível de dificuldade das atividades é o mesmo para todos, porém para Maria faço avaliação oral além da escrita. Nessa avaliação oral ela me conta o que aprendeu e eu tento observar de que maneira o aprendizado pode ser usado fora de sala de aula. Como a demanda de um 6º ano é grande, faço essa avaliação só uma vez por semana, nos dias de quarta, pois temos 3 tempos de aula.<br>Contamos também com o apoio das equipes pedagógicas nas escolas, que se desdobram para oferecer o melhor dentro dos recursos que dispõem. É esse apoio que não permite que o professor se sinta sozinho em sua lida diária e consiga transformar o seu fazer.</div><div>Avaliação máxima: 100 (1)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 20:44:59 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Direito de aprender e relações de ensino.</title>
         <author>mreis14</author>
         <link>https://padlet.com/mreis14/q33eytoxl1xi0sw4/wish/2590280402</link>
         <description><![CDATA[<div>Re: Fórum de discussão 3</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=93">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - domingo, 30 out 2022, 00:23</div><div>Número de respostas: 2</div><div><br></div><div>Escola de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)<br>Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (SECTI)<br>Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ).<br>Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica<br><br>Duque de Caxias, 29 de outubro de 2022.<br>Professora Tutora: Debora Lembi Neves.<br>Aluna: Marisa Rodrigues dos Reis.<br>Atividade da Semana 3, da disciplina Direito de aprender e relações de ensino.<br><br><br>Direito de aprender e inclusão no Ensino Superior<br><br>No vídeo: Pelo direito de aprender: inclusão de pessoas com deficiência no Ensino Superior. Roda de Conversa com Estudantes com deficiência da Educação Superior – vídeo coordenado pelas Prof.ª Dr.ª Márcia Pletsch e Mariana Pitanga, observamos os depoimentos de funcionários do Núcleo de Acessibilidade e de alunos da UFRRJ. Nos depoimentos podemos observar como antes de ser criado o Núcleo as dificuldades para as pessoas com alguma deficiência eram enormes. Um dos funcionários relata a dificuldade de adaptação ao ser contratado e os demais alunos relatam como hoje convivem com o Núcleo, recebendo apoio e incentivo. Segundo a Prof.ª Dr.ª Márcia Pletsch , “a acessibilidade, a inclusão não é somente com o acesso, precisa ser garantido também a permanência dos estudantes na universidade.” Hoje a universidade conta com o auxílio de tecnologia assistiva e com o auxílio de inclusão digital, para apoio aos alunos. Eles relatam como a chegada dos intérpretes mudou a vida dos alunos, pois com eles puderam superar as dificuldades de comunicação e de relacionamento com os demais estudantes, conseguindo assim travar amizades.<br>Em nossa aula síncrona, me chamou atenção a fala da professora Lúcelia Cavalcante, quando ela diz que a Unifesspa se preocupa com o aluno com deficiência antes mesmo deles ingressarem, dando apoio no próprio Enem. Outro ponto importante são os alunos que entram sem avisar à faculdade sobre suas necessidades específicas, com vergonha de assumir ou se identificar como pessoas com deficiência. Por isso a universidade criou uma rotina de enviar e-mail a alguns alunos que os professores sinalizam como possíveis alunos com deficiência. A professora também falou do núcleo de acessibilidade que está diretamente ligado à reitoria e da política de acesso e permanência, dos bolsistas apoiadores com os ledores e os escribas.<br>A professora Laura Ceretta, lembrou que há 15 anos a UFPR trabalha com cotas e já convivem com alunos com deficiência. Ela ressalta a importância do professor que vai estar com os estudantes com deficiência ser avisado com antecedência. Para isso eles fazem entrevistas com os alunos e preparam relatórios com a trajetória individual. Apoiam os professores dando o aporte legal para que eles saibam como lidar com esse aluno. E cita que as resistências por parte dos professores têm diminuído.<br>Toda essa movimentação das universidades e escolas no sentido de proporcionar recursos e apoio aos alunos com deficiência é resultado de políticas públicas que defendem o direito de aprender dos alunos no ensino médio e superior.</div><div>Avaliação máxima: 100 (1)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 20:50:05 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Ensino colaborativo, Planejamento Educacional Individualizado (PEI) e propostas intersetoriais.</title>
         <author>mreis14</author>
         <link>https://padlet.com/mreis14/q33eytoxl1xi0sw4/wish/2590281688</link>
         <description><![CDATA[<div>Re: Tarefa 1 - Semana 1</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=94">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - domingo, 12 fev 2023, 21:53</div><div>Número de respostas: 1</div><div><br></div><div>Escola de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)<br>Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (SECTI)<br>Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ).<br>Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica<br><br>Duque de Caxias, 10 de fevereiro de 2023.<br>Professora Tutora: Debora Lembi Neves.<br>Aluna: Marisa Rodrigues dos Reis.<br>Atividade da Semana 1, da disciplina Ensino colaborativo, Planejamento Educacional Individualizado (PEI) e propostas intersetoriais.<br>Tarefa 1 - Semana 1<br>Trabalho em uma escola da rede estadual em Duque de Caxias. No estado são poucas unidades estaduais que possuem salas de recursos, por isso é muito comum o aluno estudar no regular em uma escola e usar a sala de recursos de outra. São poucas salas de recursos para todo o município. O aluno com alguma deficiência que está cursando o segundo segmento do fundamental geralmente é matriculado nas escolas municipais, ou continua na mesma escola da rede municipal até completar o 9º ano. Na maioria das vezes temos contato com esse aluno somente no ensino médio. O estado também conta com profissionais do atendimento educacional especializado, que acompanham os alunos na sala de recursos.<br>Apesar de não fazer parte do atendimento na sala de recursos, sempre acompanho em alguns horários e posso perceber o empenho e a dedicação da professora e da equipe pedagógica para apresentar os conteúdos aos alunos. Acompanhamos um aluno com autismo no ano passado que era meu aluno da sala regular numa escola pela manhã e à tarde ele frequentava a sala de recursos da outra escola na qual eu trabalhava também. Dessa maneira eu estava sempre em contato com a professora da sala de recursos para, juntas, conseguirmos traçar um caminho pedagógico que melhor atendesse ao aluno.<br>A rede estadual precisa de mais salas de recursos para atender também ao aluno do ensino médio.</div><div>Avaliação máxima: 100 (1)<br><br>Re: Tarefa 02 - Semana 02 - Ensino colaborativo, PEI e propostas intersetoriais</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=94">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - segunda, 20 fev 2023, 19:51</div><div>Número de respostas: 0</div><div><br></div><div>Escola de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)<br>Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (SECTI)<br>Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ).<br>Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica<br><br>Duque de Caxias, 17 de fevereiro de 2023.<br>Professora Tutora: Debora Lembi Neves.<br>Aluna: Marisa Rodrigues dos Reis.<br>Atividade da Semana 2, da disciplina Ensino colaborativo, Planejamento Educacional Individualizado (PEI) e propostas intersetoriais.<br>Tarefa 2- Semana 2<br>Através do material de estudo, aprendemos que o ensino colaborativo compreende a atuação de um professor regente e de um professor especialista atuando em conjunto no trabalho docente atendendo aos alunos de um modo geral em sala de aula e especificamente ao aluno com necessidades educacionais especiais.</div><div>Avaliação máxima: 100 (1)<br><br>Re: Tarefa 3 (Fórum - Semana 4)</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=94">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - domingo, 5 mar 2023, 18:53</div><div>Número de respostas: 1</div><div><br></div><div>Boa noite, professora Débora e colegas.<br><br>Segue o link do meu podcast:<br><br><a>https://open.spotify.com/episode/0RlLxXNA9FMzLI0EH0Zl5S?si=248dbbef537a4707</a></div><div>Avaliação máxima: 100 (1)<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 20:53:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mreis14</author>
         <link>https://padlet.com/mreis14/q33eytoxl1xi0sw4/wish/2590283721</link>
         <description><![CDATA[<div>Re: Tarefa 04 - Semana 05 - Padlet</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=94">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - quinta, 16 mar 2023, 21:53</div><div>Número de respostas: 0</div><div><br></div><div>Boa noite, professora e colegas.<br>Segue o link do nosso padlet,<br><br>https://padlet.com/mreis14/ensino-colaborativo-planejamento-educacional-individualizado-3efsra0kmy8r70xr<br>Abraços.</div><div>Avaliação máxima: 100 (1)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 20:58:42 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Ensino colaborativo, Planejamento Educacional Individualizado (PEI) e propostas intersetoriais</title>
         <author>mreis14</author>
         <link>https://padlet.com/mreis14/q33eytoxl1xi0sw4/wish/2590285019</link>
         <description><![CDATA[<div>Re: Fórum de discussão - Semana 06 - Grupo 27</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=94">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - domingo, 26 mar 2023, 21:04</div><div>Número de respostas: 0</div><div><br></div><div>Boa noite, professora e colegas.<br><br></div><div>Segue o trabalho,<br><br><br>Re: Semana 08 - Grupo 27 PEI e Propostas Intersetoriais</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=94">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - sábado, 1 abr 2023, 20:40</div><div>Número de respostas: 0</div><div><br></div><div>Escola de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)<br>Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (SECTI)<br>Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ).<br>Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica<br><br>Duque de Caxias, 01/04/2023<br>Professora Tutora: Debora Lembi Neves.<br>Aluna: Marisa Rodrigues dos Reis.<br>Fórum de discussão - Semana 8<br>Grupo 27 PEI e Propostas Intersetoriais<br>Disciplina Ensino colaborativo, Planejamento Educacional Individualizado (PEI) e propostas intersetoriais<br><br>Boa noite, professora Débora e demais colegas de curso.<br><br>Acerca da atividade proposta, escolhi três palavras: desenvolvimento, ação e caminho.<br><br>Abraços,</div><div>Avaliação máxima: 100 (1)<br><br><br>Fórum de discussão - Semana 9 - Grupo 27</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=94">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - domingo, 9 abr 2023, 23:25</div><div>Número de respostas: 0</div><div><br></div><div>Escola de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)<br>Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (SECTI)<br>Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ).<br>Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica<br><br>Duque de Caxias, 08/04/2023<br>Professora Tutora: Debora Lembi Neves.<br>Aluna: Marisa Rodrigues dos Reis.<br>Fórum de discussão - Semana 9<br><br>Disciplina Ensino colaborativo, Planejamento Educacional Individualizado (PEI) e propostas intersetoriais<br><br>Ao começar a pesquisa para responder à atividade dessa semana, me deparei com a dissertação sobre políticas públicas de educação inclusiva de Célia Regina Machado Jannuzzi Loureiro e com a feliz constatação que se tratava de um trabalho sobre a rede municipal de Duque de Caxias, falando mais especificamente sobre uma escola em particular. Através da leitura desse texto aprendi sobre a história da Educação Especial no município. Constatei também que Duque de Caxias, minha cidade natal, tem uma consistente história de ações em prol da Educação Inclusiva dentro do estado, anterior à Declaração de Salamanca.<br>A própria história da Educação Especial aqui em Caxias perpassa minhas recordações familiares. Minha mãe, nos anos 80, conseguiu seu primeiro emprego formal. Ela era funcionária da Secretaria de Educação de Duque de Caxias, como funcionária de apoio, inicialmente como servente e anos mais tarde como merendeira. Minhas recordações são voltadas para a importância que ela dava à educação. Lembro-me do carinho com que ela citava passagens do seu dia de trabalho e da atenção, do carinho dela com as crianças da Sala Especial e da sala de recursos na Escola Municipal Castelo Branco, citada no texto. Como minha mãe fazia parte do segmento de apoio à educação, desde muito nova compreendi que uma escola é feita com a união de todas as partes que a compõem.<br>Transcrevo abaixo o trecho da dissertação:<br>“A Secretaria Municipal de Educação de Duque de Caxias, em 1978, a partir do Serviço de Orientação Educacional – SOE, iniciou o trabalho educacional junto aos alunos Portadores de Deficiência na Rede Municipal de Ensino” (SME, p. 116) Em 1979, surgiu o Serviço de Educação Especial, criado a partir do Serviço de Orientação Educacional. Foram criadas classes especiais para “Deficientes” Intelectuais e Auditivos. Em 1989, a Rede Municipal iniciou estudos para que o atendimento passasse de um enfoque médico para um enfoque pedagógico, com estudos baseados em Vygotsky e Piaget. Esses estudos foram muito importantes, pois foi verificado, pela equipe da SME da época, que a maioria dos estudantes matriculados em classes especiais, como os estudantes com deficiência intelectual, na verdade eram estudantes com dificuldades de aprendizagem.<br>Em 1989, iniciou-se o atendimento em sala de recursos multifuncionais, exclusivo para os estudantes surdos, na Escola Municipal Castelo Branco (hoje Escola Municipal Olga Teixeira).<br>Em 1990, são abertas salas de recursos para estudantes com deficiência física, intelectual e visual. A Coordenação de Educação Especial abre a sua primeira sala de recursos, para atender às crianças que necessitavam de atendimento individual. Inicia-se, então, uma nova estruturação por modalidades de ensino, vigorando até os nossos dias, que consiste em salas de recursos, classes especiais de deficiência mental e auditiva, educação precoce atrelada à sala de recursos, atendimento e orientação familiar (atrelada ao Programa de Deficiente Mental). Em 1992, foi inaugurada a Escola Especial em Jardim Primavera, no espaço onde funcionava à ACAE (Associação Caxiense de Assistência ao Excepcional)”.<br><br>Referência bibliográfica: LOUREIRO, Célia Regina Machado Jannuzzi. Políticas públicas de educação inclusiva &amp; gestão democrática: desafios à escolarização do público-alvo da educação especial na Escola Municipal Anton Dworsak/Duque de Caxias - RJ. 2020. 167 f. Dissertação (Mestrado em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Populares) -. Instituto de Educação/Instituto Multidisciplinar, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica/Nova Iguaçu, RJ, 2020.</div><div>Avaliação máxima:&nbsp; -</div><div><br><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 21:02:04 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Inovação tecnológica, DUA e Tecnologias Assistivas</title>
         <author>mreis14</author>
         <link>https://padlet.com/mreis14/q33eytoxl1xi0sw4/wish/2590288628</link>
         <description><![CDATA[<div>Re: Inovação tecnológica, DUA e Tecnologias Assistivas</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=90">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - domingo, 10 jul 2022, 17:37</div><div>Número de respostas: 1</div><div><br></div><div>Boa tarde, professora e demais colegas<br>1) O que você espera da disciplina “Inovação Tecnológica, DUA e Tecnologia Assistiva”?<br>Espero ter acesso aos conhecimentos formadores para uma vivência em sala de aula na educação de pessoas com deficiência.<br>2) Comente sobre a importância do uso de recursos de tecnologia na educação de pessoas com deficiência e seus impactos na formação desses estudantes, fazendo alusão ao texto da semana.<br>O uso de tecnologia na educação promove a inserção das pessoas com deficiência no mundo educacional e no mundo do trabalho. Estarmos conectados com a tecnologia promove e proporciona acessibilidade e interatividade entre as pessoas. Segundo Fullan (2007, apud COURELA e OLIVEIRA, 2013, p. 114), o conceito de Inovação comporta três componentes : a utilização de novos materiais ou tecnologias, o uso de novas estratégias ou atividades e a alteração de crenças por parte dos intervenientes. O papel do professor é inovar constantemente na busca de melhores resultados.<br><br>Referência:<br>OLIVEIRA, I.; COURELA, C. Mudança e inovação em educação: o compromisso dos professores. Interacções, [S. l.], v. 9, n. 27, 2014. DOI: 10.25755/int.3404. Disponível em: https://revistas.rcaap.pt/interaccoes/article/view/3404. Acesso em: 10 jul. 2022<br><br><br>3) Compartilhando experiências – Poste uma foto ou um relato de até um parágrafo que retrate uma experiência sua - boa ou ruim! - com o uso de algum tipo de tecnologia. Não precisa estar necessariamente ligada ao contexto educacional<br>Meu relato baseia-se numa reflexão sobre uma experiência em minha família com as tecnologias digitais. Há alguns anos, meus pais começaram a ter dificuldades com o recebimento de salário nos bancos. Com o advento dos caixas eletrônicos em substituição ao atendimento humano, eles começaram a depender dos filhos para realizar as operações de saque. Nessa época, pude perceber como a tecnologia e a falta do letramento digital acaba excluindo os idosos ou as pessoas com pouca escolaridade. Hoje, depois de mais de 30 anos do início das operações com caixas eletrônicas, ainda vemos nos bancos de bairros as tais “ filas de ajuda”, em que funcionários do banco prestam o serviço para auxiliar pessoas no uso dessa tecnologia.</div><div>Soma das avaliações: 100 (1)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 21:11:32 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Inovação Tecnológica, DUA e Tecnologias Assistivas.</title>
         <author>mreis14</author>
         <link>https://padlet.com/mreis14/q33eytoxl1xi0sw4/wish/2590290132</link>
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         <pubDate>2023-05-14 21:15:38 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Inovação Tecnológica, DUA e Tecnologias Assistivas.</title>
         <author>mreis14</author>
         <link>https://padlet.com/mreis14/q33eytoxl1xi0sw4/wish/2590291046</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 21:17:56 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Introdução à Educação Especial, Educação Inclusiva e Direitos Humanos</title>
         <author>mreis14</author>
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         <description><![CDATA[<div>Re: Semana 1 do grupo 27</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=85">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - sexta, 13 mai 2022, 22:59</div><div>Número de respostas: 1</div><div><br></div><div>Boa noite, professores e demais colegas.<br>1: Relacione os conceitos de Diversidade e de Desenvolvimento Humano como premissa para a educação inclusiva e compartilhe suas reflexões com o grupo.<br>Uma educação verdadeiramente inclusiva dialoga com a diversidade e promove o desenvolvimento humano. A educação inclusiva deve, nesse contexto, fazer parte do dia a dia da escola com ações que promovam a reflexão, tanto dos professores quanto dos alunos.<br>abraços,<br>Marisa Reis</div><div>Soma das avaliações: 75 (1)<br><br><br>Semana 03 - Grupo 27</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=85">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - terça, 24 mai 2022, 20:47</div><div>Número de respostas: 1</div><div><br></div><div>Boa noite, professora tutora Débora e colegas.<br><br>Como se estrutura a Educação Especial numa perspectiva inclusiva em sua rede de ensino – ou escola (caso seja instituição privada) - considerando os aspectos abordados em aula sobre acessibilidade e suas diferentes dimensões, o tipo de suporte oferecido (AEE ou outros)?<br><br>Trago um trecho da DELIBERAÇÃO CEE Nº 355, de 14 de junho de 2016, que estabelece normas para regulamentar o atendimento educacional especializado, para os alunos com deficiência, com transtornos globais do desenvolvimento e com altas habilidades/superdotação, no Sistema de Ensino do Estado do Rio de Janeiro: "§1º. O atendimento aos educandos se fará em todos os tempos e espaços escolares, em todos os níveis, etapas e modalidades, como critério de transversalidade, desde a Educação Infantil à Educação Superior, sendo-lhes assegurado um conjunto de recursos e serviços educacionais especializados, de modo a garantir a educação inclusiva e promover o desenvolvimento de suas<br>potencialidades.<br>§ 2º. O Sistema Estadual de Ensino deve garantir a matrícula dos alunos, conforme § 5º desta cláusula, cabendo às escolas organizarem-se para o atendimento educacional especializado aos alunos com deficiência, com transtornos globais do desenvolvimento e com altas habilidades/superdotação, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidade para todos. § 3º. O atendimento educacional especializado – AEE compreende o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucional e continuamente, prestados das<br>seguintes formas:<br>I. complementar à formação dos estudantes com deficiência, transtornos globais , suplementar à formação dos estudantes com altas habilidades/superdotação.<br>§4º. O atendimento educacional especializado será oferecido em ambientes que maximizem o desenvolvimento acadêmico e social dos educandos, nas formas complementar e suplementar, e poderá ser realizado em salas de recursos multifuncionais, ou em classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados, em função das condições específicas dos alunos, identificadas por meio de avaliação pedagógica e, quando necessária biopsicossocial, de acordo com a estratégia 4.4 do PNE."<br>Eu trabalho na Rede Estadual do Rio de Janeiro e percebo as escolas organizando os espaços para melhor receber esses alunos. O Estado mantém escolas com salas de recursos e professores direcionados nesse atendimento. Acredito que as salas de recursos são estratégias e espaços promissores de integração e aprendizado.<br><br>abraços,<br>Marisa Reis.</div><div>Soma das avaliações: 100 (1)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 21:22:36 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Processos educacionais para estudantes com deficiência múltipla e intelectual</title>
         <author>mreis14</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fórum 1 - Disciplina 07</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=95">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - domingo, 13 nov 2022, 20:38</div><div>Número de respostas: 0</div><div><br></div><div>Escola de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)<br>Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (SECTI)<br>Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ).<br>Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica<br><br>Duque de Caxias, 13 de novembro de 2022.<br>Professora Tutora: Debora Lembi Neves.<br>Aluna: Marisa Rodrigues dos Reis.<br>Atividade da Semana 1, da disciplina Processos educacionais para estudantes com deficiência múltipla e intelectual<br><br><br><br><br>1) O que você espera da disciplina “Processos educacionais para estudantes com deficiência múltipla e intelectual”?<br><br>No decorrer dessa experiência gratificante que está sendo participar desse curso de especialização, cada início de disciplina tem se mostrado uma descoberta e ao mesmo tempo um novo desafio. Ao pensarmos em processos educacionais para estudantes com deficiência múltipla e intelectual, visualizamos nossa esfera escolar, com todos os sucessos, batalhas e lutas diárias. Pensamos nas salas regulares e nas salas de recurso, pensamos nas demandas educacionais e sociais que habitam as escolas. No quanto precisamos nos preparar para cada vez mais sabermos como atuar com nossos alunos.<br>Ao assistir ao vídeo disponível nesta semana e refletirmos sobre o que foi dito pela professora doutora Márcia Denise Pletsch, com relação à chegada de alunos com microcefalia, devido a Síndrome Congênita associada à infecção pelo vírus zika (SCZ), no ensino infantil em 2019, constatamos o quão necessário se faz nos prepararmos para recebe-los. Estamos em 2022, sete anos após a epidemia de 2015 e essas crianças estão em idade regular para o ensino fundamental. Ao pesquisar sobre a epidemia de zika vírus em 2015, descobri um guia prático editado para o Rio de Janeiro:<br><br>“No segundo trimestre de 2015, o Brasil lidava com uma situação inédita: o acometimento de milhares de bebês por um conjunto de comprometimentos em seu desenvolvimento neuromotor associados ao zika vírus, transmitido pelo aedes aegypti.<br>A partir daquele momento, inúmeras famílias tiveram que se confrontar com uma nova realidade: familiares (geralmente as mães) precisaram deixar o trabalho para cuidar de seus filhos; passaram a percorrer diferentes serviços de saúde em busc de consultas, exames e reabilitação, além de lidar com a ausência de certezas quanto aos desdobramentos da síndrome.”<br>O trecho acima é o texto inicial do Guia prático de direitos para profissionais de saúde e famílias de crianças com a síndrome congênita do zika vírus no Rio de Janeiro. O guia é uma realização do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira e Fiocruz - 2018 Projeto de pesquisa “Os Caminhos do Enfrentamento às implicações sociais da Síndrome congênita do zika vírus: uma análise da experiência das famílias atendidas no IFF/Fiocruz.<br>Esse guia vem colaborar de forma significativa para o apoio às famílias com esclarecimentos importantes.<br>Espero com essa disciplina ter embasamento teórico e prático para o trabalho de acolhimento e acompanhamento de alunos com deficiência múltipla e intelectual. Espero poder partilhar experiências com colegas no curso, de forma a ampliar o repertório de boas práticas. Espero absorver o máximo das experiencias compartilhadas pelas professoras Márcia Denise, Maira Rocha, Débora Lembi e demais palestrantes e professores<br><br>2) Escreva como você conceituaria:<br>- Deficiência intelectual<br>- Deficiência múltipla<br><br>Eu conceituaria a deficiência intelectual como uma dificuldade em processar informações externas de forma que elas fizessem sentido para a pessoa e a deficiência múltipla seria uma pessoa com mais de uma deficiência visível.<br>Aprendi que o conceito de deficiência intelectual de acordo com a AAIDD se caracteriza por limitações significativas no funcionamento intelectual e no comportamento adaptativo e está expresso nas habilidades práticas, sociais e conceituais, originando-se antes dos 22 anos, e o conceito de deficiência múltipla, segundo Rocha e Pletsch é “um conjunto de duas ou mais deficiências- de ordem física, sensorial, intelectual, entre outras- associadas que afetam em maior ou menor intensidade o funcionamento individual e social dos sujeitos. (Rocha; Pletsch, 2018,p.100)<br><br>Referências:<br>Aspectos conceituais sobre deficiência intelectual e deficiência múltipla<br>Processos educacionais para estudantes com deficiência múltipla e intelectual<br>Profa. Dra. Márcia Denise Pletsch (ObEE/UFRRJ) ,Profa. Dra. Maíra Gomes de Souza da Rocha (ObEE/UFRRJ)<br>Projeto de pesquisa “Os Caminhos do Enfrentamento às implicações sociais da Síndrome congênita do zika vírus: uma análise da experiência das famílias atendidas no IFF/Fiocruz.<br>Vídeo “Deficiência Múltipla” – Profª Drª Márcia Denise Pletsch (UFRRJ/ObEE) em programa produzido pela MultiRio.</div><div>Avaliação máxima: 100 (1)<br><br><br><br>Re: Semana 02</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=95">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - domingo, 20 nov 2022, 21:35</div><div>Número de respostas: 0</div><div><br></div><div>Escola de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)<br>Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (SECTI)<br>Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ).<br>Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica<br><br>Duque de Caxias, 20 de novembro de 2022.<br>Professora Tutora: Debora Lembi Neves.<br>Aluna: Marisa Rodrigues dos Reis.<br>Atividade da Semana 2, da disciplina Processos educacionais para estudantes com deficiência múltipla e intelectual<br><br><br>“Como você - profissional da educação - considera que a escola pode atuar como instituição colaborativa de um trabalho intersetorial com uma criança que tenha a Síndrome Congênita do Zika Vírus?”.<br>A escola exerce papel estrutural na vida dos indivíduos em sociedade. Ao ingressarmos na escola, na verdade completamos nosso desenvolvimento participando de mais um organismo. Um outro organismo a que vamos pertencer, após nossa família. Esse sentido de pertencimento e complementação vai orientar nossa trajetória escolar e pós escolar. Seremos, a partir do que também consigamos elaborar de nós mesmos, participantes da vida escolar. “Ao refletirmos sobre o desenvolvimento de uma criança com deficiência à luz do modelo bioecológico, compreendemos a importância de um ambiente enriquecido, assim como das dimensões das relações dessa criança com os meios sociais mais próximos, como a família e a sua cultura.” (SÁ; PLETSCH, 2021). Esse ambiente escolar enriquecido irá atuar de forma determinante na vida desse aluno com deficiência. A escola deve atuar de forma a interagir com os demais segmentos de apoio ao aluno com deficiência, construindo-se assim toda uma rede de apoio, incluindo a família e os setores da saúde e assistência social. Precisamos ter a compreensão de que a escola não pode ser mais vista somente como o lugar de se adquirir conhecimento acadêmico. Não existe mais esse lugar. As demandas da sociedade e as experiências sociais transformaram a escola numa instituição muito mais abrangente. E ela deve atuar colaborando interligada com os demais segmentos saúde e assistência social.<br><br>Referências:<br>CALHEIROS DE SÁ, M. R.; PLETSCH, M. D. A participação de crianças com a Síndrome Congênita do Zika Vírus: interseções entre o modelo bioecológico e a funcionalidade humana. Práxis Educativa, [S. l.], v. 16, p. 1–15, 2021. DOI: 10.5212/PraxEduc.v.16.17383.017.<br>Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/17383. Acesso em: 21 nov. 2022.</div><div>Avaliação máxima: 100 (1)<br><br><br>Escola de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)</div><div>Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (SECTI)</div><div>Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ).</div><div>Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica</div><div>&nbsp;</div><div>Duque de Caxias, 26 de novembro de 2022.</div><div>Professora Tutora: Debora Lembi Neves.</div><div>Aluna: Marisa Rodrigues dos Reis.</div><div>Atividade da Semana 3, da disciplina Processos educacionais para estudantes com deficiência múltipla e intelectual.</div><div>&nbsp;</div><div>Caso de ensino relacionado à escolarização de um estudante com deficiência intelectual ou com deficiência múltipla.</div><div>Meu nome é Marisa, sou mulher, tenho a pele branca, cabelos castanhos na altura dos ombros, olhos castanhos e estatura média. Sou professora de Língua Portuguesa da rede estadual do Rio de Janeiro e por meio deste texto pretendo relatar um caso de ensino relacionado à escolarização de uma estudante com deficiência intelectual, numa turma do sexto ano do Ensino Fundamental.&nbsp;<br><br></div><div>A aluna Maria, nome fictício, tem 12 anos e frequenta a turma 602. Ela apresenta uma deficiência mental leve, mais perceptível na dificuldade em organizar a escrita. Ela realiza as atividades propostas em aula, copiando os textos no caderno de uma maneira incompreensível (como se ela criasse para si um outro alfabeto). Tem uma postura muito participativa e muito carinhosa. A turma é composta por 42 alunos, sendo que 5 ainda não estão alfabetizados.<br><br></div><div>O conteúdo que estou apresentando para eles é sobre o gênero textual peça teatral. O objetivo é levar os alunos a compreenderem a função da construção do gênero.&nbsp; A importância da pontuação (travessão, aspas) e das rubricas. Estou demonstrando o conceito de peça teatral, de que podemos ter contato com histórias que são encenadas por atores e atrizes profissionais nos teatros, mas que também podemos ter acesso à essas histórias e encená-las na nossa sala de aula. Lembrando que a escola fica no município de Belford Roxo, que não tem nenhum teatro.<br><br></div><div>A estratégia usada foi levar para a sala cópias xerox de trechos da peça “A fada que tinha ideias”, de Fernanda Lopes de Almeida e distribuir entre todos os alunos. Fiz a contação dos capítulos que iríamos estudar e coloquei para eles alguns vídeos do YouTube com animações sobre a história. Separamos a turma em grupos com 6 alunos. Coloquei os alunos com dificuldades de alfabetização e a aluna Maria com outros alunos que eu chamo de “duplas de cooperação”.&nbsp; Nas classes em que percebo alunos com maiores dificuldades, vou orientando para que esses alunos passem a sentar ao lado de outros alunos mais cooperativos, alunos com perfil de ajudar o colega. Percebo que as próprias crianças gostam de se ajudar, eles cooperam na execução da atividade um do outro.<br><br></div><div>Depois de organizados os grupos de leitura os alunos deveriam se apresentar brevemente, fazendo uma “peça” na própria sala de aula. Eles participaram muito ativamente, argumentaram quem faria a personagem tal, modularam as vozes e queriam até repetir a experiência com algum tipo de traje. Percebi a aluna Maria sendo acompanhada pelas demais alunas do grupinho de maior afinidade dela.&nbsp;<br><br></div><div>Os conceitos de pontuação e estruturação do texto teatral foram retomados posteriormente nas demais aulas através de perguntas direcionadas à turma, de forma que os alunos com dificuldades na alfabetização e Maria pudessem participar. Usamos 5 tempos, em dois dias de aulas para a leitura e execução da leitura dramatizada. Depois mais 1 tempo na outra semana para rever os conceitos de pontuação.<br><br></div><div>Refletindo sobre a atividade proposta sinto uma pouco de frustação por não termos mais recursos efetivos na rede como um todo. Essa precariedade do nosso dia a dia por vezes gera frustação e desânimo, porém gera também uma maior responsabilidade. Convivemos com uma realidade sociocultural muito dura, pois a maioria das crianças da rede são carentes e têm necessidades reais, inclusive de afeto. A escola é para essas crianças um ambiente muito mais do que somente o local de adquirir conhecimento acadêmico. É o local onde se alimentam, onde passam horas mais seguras e com amigos. Fico muito esperançosa por poder participar de uma parcela da vida deles. Essa esperança é muito alimentada pela busca do conhecimento, por saber que outros colegas de profissão dividem as mesmas angústias e alegrias. &nbsp;<br><br></div><div>Segundo um dos textos norteadores dessa semana na plataforma, Concepção de educação social em Vigotski: apontamentos para o processo de escolarização de crianças com deficiência, de Débora Dainez e Ana Paula de Freitas, temos um trecho em&nbsp; “Vigotski&nbsp; (1997,&nbsp; p.65)&nbsp; pergunta:&nbsp; “Qué resultados puede haber cuando el alumno es sólo un ejecutor, &nbsp; por &nbsp; quién &nbsp; otro &nbsp; realiza &nbsp; el &nbsp; trabajo &nbsp; de organización&nbsp; y&nbsp; que&nbsp; por&nbsp; no&nbsp; estar&nbsp; habituado&nbsp; a&nbsp; la colaboración en las tareas resulta un inválido cuando sale de la escuela?”4.&nbsp; Essa indagação do autor nos remete às tarefas escolares meramente executivas, automatizadas, que excluem os elementos coletivos de&nbsp; planejamento&nbsp; e&nbsp; organização,&nbsp; impossibilitam&nbsp; o envolvimento&nbsp; e&nbsp; a&nbsp; disposição&nbsp; do&nbsp; sujeito.&nbsp; Perde-se o sentido &nbsp; social &nbsp; da &nbsp; atividade, &nbsp; tornando &nbsp; trabalho forçado,&nbsp; imposto.&nbsp; O&nbsp; sujeito&nbsp; não&nbsp; se&nbsp; reconhece&nbsp; no produto da tarefa desempenhada, fica sem condições de definir objetivos, de se autoconduzir e dominar o processo&nbsp; de&nbsp; desenvolvimento&nbsp; da&nbsp; atividade.&nbsp; Temos, assim, uma &nbsp; prática &nbsp; educativa &nbsp; que &nbsp; prepara para especialidades alienantes e não forma pela/para a atividade laboral transformadora.” Nesse trecho observamos a importância da participação do aluno na construção do conhecimento, como sujeito ativo e opinativo. Na atividade de encenação da história de uma peça teatral os alunos puderam ter&nbsp; ideia como a atividade na verdade seria encenada num palco. Conseguiram transportar a história do papel para seus próprios corpos e vivenciaram a experiência das personagens. A atividade lúdica agregou satisfação ao ato de aprender e dessa forma, os conceitos iniciais foram aprendidos na prática.<br><br></div><div>Referências:</div><div>Dainez, D., &amp; Freitas, A. P. de. (2018). Concepção de educação social em Vigotski: apontamentos para o processo de escolarização de crianças com deficiência. <em>Horizontes</em>, <em>36</em>(3), 145–156. <a href="https://doi.org/10.24933/horizontes.v36i3.685">https://doi.org/10.24933/horizontes.v36i3.685<br></a><br></div><div>&nbsp;Escola de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)</div><div>Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (SECTI)</div><div>Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ).</div><div>Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica</div><div>&nbsp;</div><div>Duque de Caxias, 23 de dezembro de 2022.</div><div>Professora Tutora: Debora Lembi Neves.</div><div>Aluna: Marisa Rodrigues dos Reis.</div><div>Atividade da Semana 7, da disciplina Processos educacionais para estudantes com deficiência múltipla e intelectual.</div><div>&nbsp;</div><div>O trabalho colaborativo como premissa para a inclusão educacional.</div><div>&nbsp;</div><div>O trabalho colaborativo na realidade educacional do Atendimento Educacional Especializado, proporciona ao aluno com deficiência intelectual ou múltipla uma nova possibilidade de desenvolvimento e aprendizado, por ser uma prática que propicia aos alunos a experiência de poder contar com dois professores em classe. Observando pelo ponto de vista do aluno com deficiência múltipla ou intelectual parece ser muito proveitoso esse tempo em sua classe normal, com seus amigos de sala de aula. Através desse tempo convivendo com os demais alunos, as interações podem ser mais produtivas, inclusive as interações entre os professores da sala normal e aluno; e professor sala de recursos e aluno. Também observamos que os conteúdos disponibilizados nas salas de recursos nem sempre acompanham o conteúdo das salas comuns.&nbsp;</div><div>Farei um breve relato a seguir sobre minha experiência enquanto professora: acompanhei durante esse ano de 2022 a trajetória de um aluno cursando o Ensino Médio em uma escola e a sala de recursos em outra, no contraturno, de nome fictício João. Como eu trabalhava nas duas escolas, pude perceber outros pontos de vista sobre a situação. Com o deslocamento, que por vezes pode ser algo fora da rotina, a vivência educacional em dois ambientes escolares distintos, trouxe a esse aluno um enriquecimento. Ele podia vivenciar a rotina de duas escolas e fazer novos amigos.&nbsp; Acompanhava também, nos meus dias de tempo vago entre uma aula e outra, a vivência desse meu aluno na sala de recursos. Como eu usufruía de tempos vagos, havia a possibilidade de troca com a professora da sala de recursos e de um planejamento mais específico, voltado para as necessidades de aprendizagem dele.</div><div>Por outro lado, imagino como seria se essa professora do atendimento especializado pudesse sair da sala de recursos e ter tempos de interação com o aluno em sua turma regular. Só conseguimos realmente entender a educação vivenciando os processos. A parceria entre os dois professores em sala só poderia trazer benefícios ao aluno e ao seu aprendizado.</div><div>&nbsp;</div><div>Referências:</div><div>BRAUN, Patricia; MARIN, Márcia. Ensino colaborativo:&nbsp; uma possibilidade do Atendimento Educacional Especializado.Revista Linhas.Florianópolis, v. 17, n. 35, p.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 21:40:57 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Psicologia e processos de ensino e aprendizagem</title>
         <author>mreis14</author>
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         <description><![CDATA[<div>Semana 1 - Fórum de debates até 07/06</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=91">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - domingo, 12 jun 2022, 22:30</div><div>Número de respostas: 1</div><div><br></div><div>Boa noite, Michele.<br>Sim, seria possível. Segundo Vygotsky a relação do sujeito com o outro é mediada. Desse modo, o sujeito<br>se constitui pela mediação semiótica e por meio do processo de significação. A escola é fundamental nessa construção de sentidos e leitura dos espaços formativos.<br>Abraços, Marisa.</div><div>Soma das avaliações: 90 (1)<br><br>Re: Compartilhe o seu Podcast</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=91">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - segunda, 27 jun 2022, 14:38</div><div>Número de respostas: 1</div><div><br></div><div>Boa tarde, professora e colegas.<br><br>Aproveito que reabriu a recepção das atividades e envio meu podcast.<br>https://open.spotify.com/show/3AphCTRY1Flxb9nPjZyAjZ<br>Muito obrigada,<br><br>abraços,<br>Marisa.</div><div>Soma das avaliações: 100 (1)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 21:46:08 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Psicologia e processos de ensino e aprendizagem</title>
         <author>mreis14</author>
         <link>https://padlet.com/mreis14/q33eytoxl1xi0sw4/wish/2590302716</link>
         <description><![CDATA[<div>Padlet</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=91">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - sábado, 25 jun 2022, 19:31</div><div>Número de respostas: 0</div><div><br></div><div>Boa noite, professora Débora e colegas,<br>link do Padlet confeccionado em grupo:<br>https://padlet.com/narcisauff/uttey2rcts0vu3tf<br><br>Abraços,<br>Marisa.</div><div>Soma das avaliações: 100 (1)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 21:48:59 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Psicologia e processos de ensino e aprendizagem</title>
         <author>mreis14</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 22:00:34 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Relação escola e família.</title>
         <author>mreis14</author>
         <link>https://padlet.com/mreis14/q33eytoxl1xi0sw4/wish/2590309517</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Semana 1 - Grupo 27 - Relação escola e família</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=96">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - domingo, 16 abr 2023, 21:04</div><div>Número de respostas: 4</div><div><br></div><div>Escola de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)<br>Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (SECTI)<br>Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ).<br>Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica<br><br>Duque de Caxias, 15/04/2023<br>Professora Tutora: Debora Lembi Neves.<br>Aluna: Marisa Rodrigues dos Reis.<br>Grupo 27<br>Disciplina Relação escola e família<br><br>Fórum - Semana 1<br><br>Ao ler o artigo “FAMÍLIA NA CONTEMPORANEIDADE BRASILEIRA: SENTIDOS EM CURSO” (RODRIGUES; MOTTA, 2018) e especificamente o trecho formulado por Renata Campello, publicado no Jornal Zero Hora 16, em 2015, sob o título “O que é família, afinal?”, particularmente me senti muito feliz. Feliz e representada. Meus filhos foram acompanhados por mim e por nossas famílias, quando me separei do pai deles. Minha configuração de família incluía os avós paternos, maternos e tias. Todos participaram ativamente na educação e orientação dos meus filhos. As pessoas contribuem emocionalmente nas relações com que elas conseguem ou possuem dentro de si. Ter uma lei ou um decreto dizendo o que é ser uma família não faz sentido na prática. A família se constitui de acordo com os laços de afeto e não com os parágrafos e decretos da lei. São nossas vivências do dia a dia que nos mostram quem é nossa família, como muito bem formulado por Renata Campello.</div><div>Avaliação máxima: 90 (1)<br><br>Semana 02 Grupo 27</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=96">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - quarta, 19 abr 2023, 21:40</div><div>Número de respostas: 6</div><div><br></div><div>Escola de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)<br>Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (SECTI)<br>Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ).<br>Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica<br><br>Duque de Caxias, 19/04/2023<br>Professora Tutora: Debora Lembi Neves.<br>Aluna: Marisa Rodrigues dos Reis.<br>Grupo 27<br>Disciplina Relação escola e família<br><br>Fórum - Semana 2<br>Você deverá participar do Fórum de Discussão dessa semana realizando a tarefa a seguir:<br><br>Com base na leitura do artigo, “O ENVOLVIMENTO ENTRE FAMÍLIA-ESCOLA DE PRÉ-ESCOLARES COM DEFICIÊNCIA, DIFICULDADES ESCOLARES E DESENVOLVIMENTO TÍPICO” (MARINS; CIA, 2019), proponha uma estratégia em conjunto entre escola e família para que a escolarização de um estudante com deficiência possa ser beneficiada.<br><br>Estratégia: Encontro entre responsáveis e escola.<br>Necessitamos de políticas pública mais eficientes para que os pais possam ser convidados a participar da vida escolar do filho. Um estudante com deficiência ou com dificuldade na aprendizagem precisa de um acompanhamento de seus pais e por vezes esses pais não têm tempo disponível para estar nas escolas, devido aos seus horários de trabalho.<br>A estratégia que eu gostaria de propor seria um encontro mensal entre escola e família. Nesses encontros o desenvolvimento educacional do aluno com deficiência seria avaliado pelos responsáveis e pela escola. Seria avaliado o percurso realizado pelo aluno, professores e pais.<br>Acredito que um acompanhamento desse tipo seria muito proveitoso para o rendimento escolar do aluno. Os pais poderiam receber atividades para serem desenvolvidas em casa e poderiam ser informados dos progressos e/ou dificuldades do (a) filho (a).</div><div>Avaliação máxima: 100 (1)<br><br>Semana 03 -Grupo 27</div><div>por <a href="https://extensao.cecierj.edu.br/ava/user/view.php?id=11717&amp;course=96">MARISA RODRIGUES DOS REIS [Cursista]</a> - domingo, 30 abr 2023, 17:55</div><div>Número de respostas: 1</div><div><br></div><div>Escola de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)<br>Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (SECTI)<br>Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ).<br>Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica<br><br>Duque de Caxias, 29/04/2023<br>Professora Tutora: Debora Lembi Neves.<br>Aluna: Marisa Rodrigues dos Reis.<br>Grupo 27<br>Disciplina Relação escola e família<br><br>Fórum - Semana 3<br><br>Considerando a discussão sobre inclusão escolar de alunos com deficiência apresentada no vídeo “Roda de conversa com mães de estudantes com deficiência” - mediação pela Prof.ª Dr.ª Miriam Ribeiro Calheiros de Sá, analise o papel que essas mães tiveram que desempenhar nesse processo de inclusão escolar e como que você como profissional de Educação poderia contribuir nesse processo.<br><br>Essas mães desempenham papel fundamental nas vidas de seus filhos. Ouso dizer que, em muitos casos, a dimensão da educação na vida deles somente é alcançada pela dedicação exclusiva delas. Devemos lembrar que muitas são mães solo e o filho necessita dela como peça fundamental para o desenvolvimento educacional e social.<br>O profissional de educação deve contar com uma escuta ativa e uma postura de acolhimento diferenciada, contribuindo de maneira efetiva nessa parceria entre família e escola. A inclusão só acontecerá se familiares e profissionais da educação se envolverem como unidade, apresentando propostas e compartilhando resultados.</div><div>Avaliação máxima: 100 (1)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 22:05:43 UTC</pubDate>
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