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      <title>Clonagem do padlet Auto Apresentação by Jose Damico</title>
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      <description>Nesse mural vamos nos apresentar, um pouco de nossa história e como nos entendemos em termos identitários, com ênfase nas dimensões étnico raciais, geográficas, históricas, familiares...</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-24 18:16:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jgdamico</author>
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         <description><![CDATA[<div>Oie gente, meu nome é José Damico e sou professor desta disciplina junto com a Gabriela. Sou um homem negro cis e hetero. Tenho 53 anos, atualmente não estou casado e não tenho filhes. De parte paterna meus avós imigraram da região de Calábria na Itália. De parte materna meus antepassados foram sequestrados e trazidos como escravizados para o Brasil. Sou nascido e criado em Porto Alegre, e já morei em várias cidades. Atuo como professor na política antiracista, nas interfaces, saúde coletiva, psicanálise  e corpo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-24 18:17:09 UTC</pubDate>
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         <title>Olá pessoas! Eu sou a Gabriela, mãe do Cauã, professora de educação física no ensino fundamental da Rede Municipal de Poa e doutoranda do PPGCMH. Sou uma mulher branca de classe média ciente dos privilégios que tenho. Tenho 46 anos. Meus antepassados por parte de meus avós paternos vem da Alemanha e Itália enquanto os maternos vem de Portugal e da etnia Mbya Guarani. Nasci em Santa Maria mas logo vim para Porto Alegre. Divido essa disciplina com o professor Damico como parte do meu estágio docente e fico muito feliz em poder estar fazendo essa discussão sobre a educação física e a educação para as relações étnico raciais pois na minha época de graduação nunca tive essa oportunidade e acho ela fundamental para a atuação na escola. </title>
         <author>ganobre</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-25 19:08:00 UTC</pubDate>
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         <title>Oi professores e colegas! Sou o Matheus Hoffmann da Silva, tenho 22 anos, sou moreno, e natural de Porto Alegre. Resido no município de Alvorada com meus pais e dois irmãos. Sou estudante de Educação Física (UFRGS) e Fisioterapia (UniRitter), e trabalho no turno noturno em um clube de futsal no município de Canoas. Sei pouco sobre a arvore genealógica de minha família.  O que posso passar de informações para vocês, é que minha mãe possui sobrenomes de origem alemã (Hoffmann) e polonesa (Teburski). Já meu pai, possui o Garcez (espanhol) e o famoso Da Silva. </title>
         <author>mthhoffmann1997</author>
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         <pubDate>2020-08-25 19:18:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>henriquesaldanhac</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ursão<br><br>Nascido como Henrique, me criei Ursão.<br>Filho único de um casal trabalhador e de muito bom coração.<br>Meu avô materno, castelhano, veio para Porto com uma mão. (Na frente, e outra atrás)<br>E junto da dona Arminda,<br>contruíram uma família linda.<br>Por parte de pai é uma grande mistura que mal entendi<br>sei que passaram perrengue para hoje eu estar aqui.<br><br><strong>Carta aberta a classe média.<br><br></strong>Não cabe a ti entender,<br>pois está na sua bolha de "saber" católica e branca. <br>Mora ao lado dos grandes centros e cada vez mais longe das pessoas.<br>Não liga pra política social, pois dela nunca precisou,<br>no colégio particular cada vez mais se alienou<br>das mazelas que nunca viveu. <br><br>E quando sai da bolha, se é que sai...<br>Se cobra e se sente culpado <br>Pois durante anos, viveu só mesmo que nunca tenha sido abandonado.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-28 00:48:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>andrifariax</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olar pessoas!<br>Poderia me apresentar apenas dizendo meu primeiro nome, mas como carrego um amor e carinho enorme pelo último sobrenome, apresento-lhes ele também. Me chamo Andrielle Farias, tenho 23 anos e sou a filha mais velha da minha mãe e também a neta mais velha de meus avós maternos. Ah, o Farias pertence ao meu avô materno que nos deixou em outubro de 2018, minha referência paterna e quem eu tenho eterna admiração e gratidão!<br>Apesar de todo apreço pelo sobrenome, não sei nada sobre minha árvore genealógica, infelizmente.<br><br>Me sinto privilegiada em poder estar aqui nesse espaço me apresentando, estando inserida na graduação de uma universidade federal, sendo mulher preta e pobre.<br><br>Ahhh (juro que é o final), também tenho uma cãopanheira chamada Athena. Não podia deixar de apresentar ela!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-29 03:48:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sergiolclemos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá, sou o Sérgio Lemos. Nasci em Porto Alegre, mas meus pais são de origem açoriana, das cidades de Mostardas e São José do Norte, no sul do Estado. Embora meu pai não tenha origem afrodescendente, lembro de verificar nos seus dados do Certificado de Reservista dos anos 1950, como “cor: pardo”, provavelmente decorrente do racismo estrutural vigente à época, associando a negritude ao pobre. Tenho 62 anos e já conclui uma trajetória de 30 anos no mercado financeiro, como gestor na Caixa Econômica Federal. Sou casado pela segunda vez e pai de três filhos adultos (30, 34 e 38 anos), todos com formação acadêmica em universidade pública. Desde os 40 anos, me apaixonei pelas corridas de rua de longa distância (fundista), o que me motivou a escolher uma segunda carreira na Educação Física em 2016. E aqui estou: feliz e realizado.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-29 12:45:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-30 22:43:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá pessoal! Sou a Katholyn Penna de Bitencourt, tenho 27 anos, sou parda, e natural de Porto Alegre.  Sou estudante de Educação Física (UFRGS). Não sei muito sobre a minha arvore genealógica . O que apenas sei é que o Bitencourt seria de origem francesa e o Penna espanhola, apesar que o sobrenome não diz muito sobre minha família, pois existe todos tipos de raças e culturas. Grande parte da família de minha mãe é negra, meus bisavós sendo do norte do Brasil. Já a família de meu pai vem da Alemanha, indo morar em Santiago/RS , Hoje em dia a grande maioria residindo em Porto Alegre/RS. Sou a irmã mais velha , Tenho um irmão de 24 anos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-30 22:44:13 UTC</pubDate>
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         <author>viniciusbaloy</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá professores e colegas! Sou o Vinícius Meirelles de Oliveira, mais conhecido na universidade como “Baloy”, tenho 27 anos, sou negro. Resido em Porto Alegre com a minha namorada, mas atualmente, devido á pandemia, eu e minha namorada estamos na casa dos meus pais e com meus dois irmãos em Viamão. <br><br></div><div>Sou estudante de Educação Física (UFRGS) e trabalho como bolsista no Núcleo Administrativo da Ufrgs.   Sei pouco sobre a árvore genealógica da minha família. Em conversas familiares, temos algumas certezas sobre algumas ramificações das nossas origens. Sobre meus avós maternos, minha vó Dalva Jacira dos Santos Meirelles é de origem indígena e africana  meu avô José Meirelles é de origem japonesa. De acordo com a história que nos foi contada pelo meu avô, meus bisavós vieram do Japão refugiados devido a guerras que aconteciam no seu país e ao chegarem ao Brasil tiveram que abdicar dos seus nomes originais e posteriormente os seus filhos foram registrados com esses novos nomes. Sobre meus avós paternos possuem origem africana, italiana e portuguesa. <br><br>Abraço a todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-31 22:31:34 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-23 14:05:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juliavicentehass</author>
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         <description><![CDATA[<div>Oi, gente! Meu nome é Júlia, tenho 21 anos e moro em Porto Alegre. Estudo Educação Física na UFRGS, sou bolsista de iniciação científica do Grupo de Avaliações e Intervenções Motoras e também trabalho como estagiária em uma academia. <br>Particularmente, não entendo muito bem a minha árvore genealógica, pois de ambos os lados (materno e paterno) é uma grande bagunça étnica com imigrantes de todos os lados! Mas minha história é amparada pela minha mãe e a minha avó, que são as pessoas que eu mais amo no mundo e são a maior parte de mim. A minha avó é a pessoa mais forte que eu conheço e me faz ter orgulho por estarmos aqui. Ela é alguém que tece a própria história, lutou muito pela própria vida e pela vida dos filhos e sabe renascer constantemente. Tenho o privilégio de ter nascido abrigada pela força que passou de útero para útero. Elas, sem dúvida, me fizeram a mulher forte que sou hoje.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-23 19:50:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>franbaffonso</author>
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         <description><![CDATA[<div>Oi Gentem!<br>Como estamos?!<br>Estão, sou a Franciane (26), conhecida também por a Fran, Francisca, menina das trufas (hehe), etc.<br><br>SOU Franciane BELEIA Affonso, mas um dia eu fui Franciane Dias Vasconcelos. Fui adotada, com 2 anos de idade. Fui adotada por uma mulher branca, que já tinha um filho mais velho e estava no exercito, essa é a minha lembrança. <br>A HISTORIA 1ue ela me conta as vezes muda: um é que minha mãe  queria me vender (não sei para usar drogas ou o que) e  outra é que minha mãe biológica não tinha condições de me criar. E nisso estreou o um Pai de santo, comum a (mãe) adotivo de e biológica, que também não sei como se encontraram e apresentou as duas.<br>Nunca tive pai, e com certeza, hoje vejo, que não fez diferença alguma na minha essência, no meu caráter e no que eu acredito.<br>(Família adotiva)<br>Avô já tinha morrido quando eu nasci eu acho, pelo menos nunca ouvi falar e a minha avó eu não lembro dela por ir pouco lá, mas tbm falecida. A família tem descendia de italiano e polonês <br>(Família biologica)<br>Não sei nada 😬😅<br>.<br>Sempre tive dificuldade em me sentir parte da família. Mais tarde eu entendi que não tinha como ser diferente, uma pessoa negra com uma mãe e irmão brancxs, não tinha como se sentir, eu acho. <br>Mais tarde me descobri homossexual o que gerou uma briga, discussão de família, sai de casa e passei 2 anos da faculdade me sustentando apenas com bolsa de R$400,00 mais minhas trufas, (Que tenho muito orgulho)o que fez eu me ateaser dois anos na faculdade e desde entao venho tentando me formar<br><br>Mas agora vai! <br>- a foto e pra mostrar os seres responsáveis pelas minhas alegrias e insígnias nessa quarentena </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 16:46:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luanaparecosta</author>
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         <description><![CDATA[<div>Oi Prof. Damico, Prof. Gabriela e colegas!<br>Eu sou a Luana, tenho 25 anos e sou de Porto Alegre. Estou no 7° semestre, estou bolsista de iniciação científica do NEHME e colaboro em algumas atividades do CEME.<br><br>Na foto, estão comigo a minha mãe Inara e o meu pai Omar. Esta foto é do ano passado, quando ganhei Destaque de Sessão do Salão UFRGS (SIC). Esse dia foi muito importante pra mim, acho que o segundo dia mais importante da minha vida acadêmica. O primeiro, foi quando ingressei na UFRGS, sendo a primeira pessoa do meu núcleo familiar a ingressar em uma universidade pública. E o segundo, ser reconhecida pela construção do conhecimento. <br><br>Conhecimento é poder e isso ninguém pode nos tirar!<br><br>Minhas origens são africanas e indígenas. <br><br>Foi quando entrei na UFRGS que me (re)descobri negra. Tenho várias memórias de infância e adolescência que hoje consigo nomear como racismo. Por ter uma irmã negra com a cor da pele mais clara que minha, consegui perceber, ainda, outras faces do racismo na vida adulta. Enfim, ser uma professora, mulher, negra é revolucionário. <br><br>Eu não tenho descanso, mas, Ogum é por mim e comigo!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-30 00:38:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>danielefagundes1</author>
         <link>https://padlet.com/jgdamico/q2rp53zo08jz4vq2/wish/809292011</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, pessoal!!<br>Muito bom ler as apresentações de vocês, e conhecer um pouco da história de cada um/uma, principalmente de mulheres tão inspiradoras. Algumas tenho a sorte de conviver mas não sabia de fatos tão marcantes em suas vidas. Obrigada por compartilharem um pouco de vocês! :)<br>Meu nome é Daniele, tenho 23 anos🌸🏵️🌻, nasci em Porto Alegre mas moro em Gravataí; sou negra, da pele clara; bissexual. Sobre as minhas origens, por ora, não tenho muitas informações, porém é uma questão que levarei para as minhas avós e para o meu avô. <br>Através do trabalho e empenho da minha mãe, tive a oportunidade de ingressar no ensino superior como bolsista em uma universidade privada. Então, apesar de ter estudado em escolas públicas, que em alguns momentos se encontravam um tanto quanto precárias, posteriormente tive condições, graças aos meus pais, de fazer um cursinho pré-vestibular popular e entrar na universidade pública. Um dia muito feliz, pois 2 ou 3 anos antes de entrar na UFRGS eu não sabia da existência da universidade pública, universidade de "graça", assim como muitos amigos e amigas com grandes capacidades. <br>Hoje, durante a formação, vejo a importância de conhecer a estrutura social da realidade para então dar sentido e significado a nossa atuação e intervenção. Formação na qual se torna tão valiosa, quando seguimos no que acreditamos e temos parcerias tão necessárias e essenciais. <br><br>Um grande beijo e abraço :) </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 05:51:59 UTC</pubDate>
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         <title>Juliana Maia Delfino</title>
         <author>julianadelfinom</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu, mulher branca, cis, heterossexual, Professora de Educação Física, feminista trabalhadora do Sistema Único de Saúde (SUS) em serviços de saúde mental, militante dos direitos humanos,  aluna do curso de bacharelado em Educação física e do programa de Residencia do HCPA- são algumas das identidades que tenho assumido. Identidades estas que possibilitam, em grande medida, os meus posicionamentos enquanto cidadã. Nascida e Criada em Alvorada, não faço ideia de minhas origens étnicas, avô não sabe, olhei pelo sobrenome no Google e diz que é de origem portuguesa. kkk<br>Pai e mãe analfabetos, primeira pessoa da família a ter ensino superior, mesmo tendo uma trajetória muito difícil, como todos, estou ciente dos privilégios que a branquitude me concedeu nessa trajetória. Cresci entre missas e terreiros, e nunca entendi por que alguns parentes tinham "medo de batuque". Hoje sei que é racismo por ser uma religião de matriz africana.  Com o acesso aos conhecimentos que tive, pude aprender muito sobre o racismo que presenciei  algumas pessoas sofrendo e que por muito tempo tive um total de= zero critica devido a bolha que vivia. Em um determinado momento da graduação ouvi em uma palestra que<strong> branco que não quer ser racista tem estudar e aprender a escutar</strong>. E é isso que venho fazendo.  Fiquei muito feliz quando vi que  teria essa disciplina no curso, extremamente necessário que nossa formação tenha mais momentos de aprendizado com esse. <br>Foto de um banho de chuva durante um trabalho com a população de rua nesta maldita pandemia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-30 16:57:29 UTC</pubDate>
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