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      <title>Parque de Serralves by </title>
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      <description>O Parque de Serralves é um espaço verde, que se estende por 18 hectares e que envolve o Museu de Arte Contemporânea, edifício projectado pelo arquitecto Siza Vieira, na cidade do Porto, em Portugal.
Com base na visita de estudo do 11ºL, tive a oportunidade de conhecer melhor as árvores notáveis lá existentes, como por exemplo, a Araucária-de-Norfolk e as Liquidâmbar.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-04-17 17:02:18 UTC</pubDate>
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         <title>Araucária-de-Norfolk</title>
         <author>silvia_cristiana_ss</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tem como nome comum araucária-de-norfolk, araucária, pinheiro-de- Norfolk e pertence à família Araucariaceae.<br>É uma espécie de origem endémica da ilha de Norfolk (Oceânia).<br>É uma Árvore sempre-verde<a href="http://serralves.ubiprism.pt/glossary/484">,</a> de porte piramidal<a href="http://serralves.ubiprism.pt/glossary/433">,</a> atingindo 50 m de altura, com tronco direito. Com casca que se desprende em placas finas. <br>Contudo, apresenta folhas juvenis de 8-12 mm de comprimento, pontiagudas, curvadas, de cor verde-brilhante.<br>Os frutos são pinhas ovóides ou globosas, erectas, de 10 a 15 cm de comprimento, com escamas que terminam numa ponta larga triangular, recurvada para trás.<br>O seu habitat forma florestas naturais, subtropicais, no interior da ilha de Norfolk (Parque Nacional), juntamente com árvores angiospérmicas e fetos arbóreos.<br>A sua madeira é fácil de manusear. É apreciada na construção naval, especialmente em mastros, devido ao facto de apresentar o tronco direito. É também utilizada em marcenaria interior, contraplacados, pastas de papel e gravuras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-17 17:34:24 UTC</pubDate>
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         <title>Liquidâmbar</title>
         <author>silvia_cristiana_ss</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Liquidambar tem como nome comum liquidâmbar, árvore-do-estoraque pertencem à família Hamamelidaceae, e tem origem na América do Norte e Central (Sul dos E.U.A, México e Guatemala).<br>É uma árvore que pode alcançar, no seu local de origem, 40 m de altura, de tronco direito, casca acinzentada, grossa e fendida nos exemplares mais velhos e produz ramos desde a parte inferior do tronco.<br>Porém, os seus ramos e ramagens mais ou menos encurvados têm umas tonalidades amareladas ou avermelhas, que em conjunto formam uma copa estreita, piramidal e de folhagem<a href="http://serralves.ubiprism.pt/glossary/282">.</a> Apresenta folhas alternas, caducas, longamente pecioladas, brilhantes, lisas, originando um odor a bálsamo quando rompem, com uma coloração verde escura na página superior e verde mais clara na página inferior, tomando várias tonalidades sucessivas antes da queda. Contudo, as suas flores são pequenas, unissexuais e esverdeadas. Os seus frutos, baseiam-se em pequenas cápsulas que se reúnem em glomérulos espinhosas de uns 3 cm de diâmetro e sobre longos pedúnculos. Cada cápsula encerra 1 ou 2 sementes aladas.<br>No que diz respeito ao seu habitat é espontânea por todo Este dos Estados Unidos até às montanhas do Centro e Sul do México e zonas altas da Guatemala. Prefere solos frescos e encharcados, que favorece o aparecimento de colorações outonais mais intensas. Há registos de que terá sido introduzido na Europa provavelmente em 1681.<br>A madeira do liquidâmbar é de cor castanho-avermelhada, de textura fina e uniforme, moderadamente dura, pesada, rígida e resistente aos golpes, é difícil de secar e torce-se com alguma facilidade. Esta madeira tem um elevado valor comercial e é utilizada para muitos fins nos Estados Unidos, em móveis, marcenaria de interiores, tanoaria, caixas, embalagens e por vezes comercializa-se com o nome de nogueira acetinada. Também se utiliza na indústria de contraplacados e para obtenção de pasta de papel. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-17 17:40:25 UTC</pubDate>
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         <title>Casa e Museu de Arte Contemporânea de Serralves</title>
         <author>silvia_cristiana_ss</author>
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         <description><![CDATA[<div>A história da <strong>Casa de Serralves,</strong> também conhecida como<strong> Casa cor-de-rosa, </strong>iniciou-se no início dos anos 20 do século XX depois de Carlos Alberto Cabral (1895-1968), 2º Conde de Vizela, ter herdado a quinta de veraneio da sua família. Homem culto e viajado, tinha uma atracção pela modernidade e pela vivência cosmopolita. É exemplar único da arquitetura Art Déco remonta aos anos 30 do século XX. Com grande rigor decorativo e qualidade de materiais, a Casa teve a intervenção de nomes significativos da época como <strong>Marques da Silva</strong>, <strong>Charles Siclis</strong>, <strong>Jacques Émile Ruhlmann</strong>, <strong>René Lalique</strong> e <strong>Edgar Brandt</strong>.<br>Na casa podemos observar uma varanda que era o quarto do antigo dono do Parque de Serralves, <strong>Conde de Vizela</strong>, que lá vivia com a sua mulher <strong>Blanche Daubin</strong>. Como forma de demonstrar o seu forte sentimento pela sua mulher, encomendou um jardim, ao arquitecto <strong>Jacques Gréber</strong> em 1932, localizado em frente da varanda, oferecendo-o à sua mulher. Este jardim passou a ser a vista do quarto do casal.<br>Em relação ao <strong>Museu</strong> <strong>de Arte Contemporânea de Serralves</strong>, é um edifício projectado pelo arquitecto <strong>Siza Vieira</strong>, é envolvido pelo Parque de Serralves (com cerca de 3,5 hectares), onde obras de arte de vários artistas contemporâneos são, também, expostas, ao lado da flora típica da região norte de Portugal, como carvalhos, bétulas e o teixo.Teve início na sua construção a 27 de Novembro de 1996 e inaugurado a 6 de Junho de 1999. O diretor, é ainda hoje, <strong>João Ribas</strong>.<br>O Museu é já considerado um espaço de referência, a nível internacional, no que diz respeito a mostras de arte contemporânea. Na colecção permanente do museu, onde encontramos referenciados muitos artistas de destaque, é essencialmente constituída por obras realizadas desde os finais da década de 60 até aos dias de hoje.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-17 17:54:55 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão Crítica e Opinião Pessoal</title>
         <author>silvia_cristiana_ss</author>
         <link>https://padlet.com/silvia_cristiana_ss/q2ihk3b6pxfz/wish/252711832</link>
         <description><![CDATA[<div>O Parque de Serralves é um espaço verde, que se estende por 18 hectares e que envolve o Museu de Arte Contemporânea, edifício projectado pelo arquitecto Siza Vieira, na cidade do Porto, em Portugal. <br>O parque resulta de processos de desenho de uma paisagem ao longo de mais de um século, constituindo uma unidade temporal e espacialmente complexa, incluindo vestígios de um jardim do século XIX, a Quinta do Mata-Sete, o jardim da Casa de Serralves, assim como a paisagem do Museu de Arte Contemporânea.<br>Ao longo da visita, observámos as árvores mais notáveis, como o Liquidâmbar, Araucária-de-Norfolk e entre outras. Gostei de tudo o que foi observado mas destaco o jardim da casa de Serralves, a própria casa e a biblioteca lá existente, sendo que foram os locais que mais gostei de visitar, devido à sua excelente arquitetura e beleza do jardim, recheado de verduras.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-17 18:08:31 UTC</pubDate>
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