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      <title>Workshop - Representação mediática e diversidade (narrativas digitais) by Júlia Pereira</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2026-03-25 14:45:01 UTC</pubDate>
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         <title>Pra cada um é um dia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/f7693/STORYline_Workshop_Narrativa/wish/3841709414</link>
         <description><![CDATA[<p>Marcela perguntou ao médico se também poderia amamentar seus filhos gêmeos. Escutou que a medicina não aprovava a amamentação cruzada. Marcela chorou, passou dias a ligar para os médicos, correr entre consultórios, gastando seu tempo e recusas nos gabinetes. Ela não aceitava que a medicina reprovasse que amamentaria seus filhos. </p><p><br></p><p>Carlos ouviu que nunca seria pai, impossível conseguir, seria um mau exemplo, sua família seria uma aberração. Assim, passou décadas a acreditar na sua incapacidade de criar e cuidar. </p><p><br></p><p>Os primeiros tudo são inesquecíveis, choros, noites sem dormir e questionamentos, os medos sem fim. </p><p><br></p><p>As crianças cresceram e agora brincam com as outras, convivem muito bem em sociedade entre elas. Perguntam, questionam, choram, se frustram mas seguem. Seguem como as outras, sempre tentando alcançá-las, mas deviam ser diferentes? </p><p><br></p><p>São diferentes, iguais, criadas e amadas, muito amadas. Mas precisam aprender desde cedo, pertencem. Não são mártires e nem devem ser únicas. </p><p><br></p><p>Maia, Caetano, Iolanda e Bernardo não são todos irmãos entre si, são crianças exercendo o seu direito de conhecer o mundo de brincar, de ser e estar. Mas, frequentemente, escutam que as suas famílias não existem, que são uma aberração, que não prestam e que não mereciam viver. </p><p><br></p><p>Choram, se revoltam</p><p>Não entendem o que fizerem de errado </p><p><br></p><p>Mãe, hoje ouvi que a nossa família não presta pra nada. Mas meus amigos disseram que era mentira, que ela presta pra muita coisa, por que vocês me fizeram </p><p>Filho, você se sente amado? </p><p>Muito  </p><p><br></p><p>Marcela amamentou Iolanda e Bernardo, seus filhos gêmeos, junto com a sua esposa Melissa. Escreveu dois livros e incentiva que outras mulheres façam o mesmo. Ela é escritora e luta sobre a inclusão de famílias LGBTs  nas Escolas Públicas de São Paulo, dá palestras e treinamentos sobre inclusão. </p><p><br></p><p>Carlos é jornalista e só quer criar Maia e Caetano junto com seu esposo Pedro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-26 19:04:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ileniabarreca01</author>
         <link>https://padlet.com/f7693/STORYline_Workshop_Narrativa/wish/3841725314</link>
         <description><![CDATA[<p>Older people are often portrayed as lonely and fragile, as if their lives were already coming to an end.<br>In reality, they continue to learn, want to take part in activities, enjoy spending time with others, and use technology.<br>My grandparents, Rosario and Angela, are also curious and full of life. I love spending time with them, because they have so many stories to tell and so much to share with me. So, I think that the age does not limit life, it only changes the way it is lived. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-26 19:23:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>premibenedetta02</author>
         <link>https://padlet.com/f7693/STORYline_Workshop_Narrativa/wish/3841731729</link>
         <description><![CDATA[<p>Many people walk past stray cats without noticing them, seeing them as a nuisance or a problem to be avoided. But behind every little gaze lies a world full of curiosity, affection and trust, just waiting for someone willing to look after them.</p><p>When Birba came into my life, she wasn’t just a cat to be saved: she became a companion, a source of joy, tenderness and daily affection. Every stroke, every moment of play, every shared glance has reminded me how much a simple gesture of kindness can transform not only her life, but mine too.</p><p>Taking in a stray cat means opening yourself up to genuine emotions, discovering a silent presence that gives love without asking for anything in return, and making everyday life fuller and richer with companionship and warmth. Even the smallest gesture, a home, a stroke, can change a life. Stray cats deserve more than a passing glance, and we deserve to discover just how profoundly they can transform ours.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-26 19:31:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>teresadiass1602</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-03-26 19:32:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marti010103</author>
         <link>https://padlet.com/f7693/STORYline_Workshop_Narrativa/wish/3841732915</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-03-26 19:33:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/f7693/STORYline_Workshop_Narrativa/wish/3841735465</link>
         <description><![CDATA[<p>O alarme tocou às 7:50, com o tempo contado para ser adiado duas vezes e levantar às 8h.</p><p>O pequeno almoço foi o mesmo de sempre, a rotina mais que mecanizada. A televisão a dar algo em barulho de fundo, o volume sempre definido num múltiplo de 5. </p><p>O saco está cuidadosamente organizado com cada item no seu lugar devido.</p><p>Os sapatos alinhados ao lado da porta são calçados e atados com exatamente três nós.</p><p><br/></p><p>São 8:22. Verifica-se o saco, confirma-se que a televisão, o microondas, e as luzes estão apagadas. Desatam-se os atacadores e voltam a ser atados, com três nós.</p><p>São 8:27. Está tudo pronto, espera-se.</p><p>São 8:30. Sai-se de casa, fecha-se a porta, tranca-se e destranca-se pelo menos duas vezes mais, confirma-se que ficou fechada.</p><p><br/></p><p>O trabalho é monótono mas seguro, munido de regras e protocolos claros com pouca margem para interpretações erradas. As reuniões são campos minados.</p><p>Pensar três vezes antes de falar, a primeira para perceber o que se quer dizer, a segunda para escolher as palavras a utilizar e a terceira para definir as expressões que serão mais adequadas ao que vai ser dito. Talvez uma quarta para tentar perceber quais vão ser as respostas expectáveis e começar a preparar a frase seguinte.</p><p><br/></p><p>A rotina é quase sagrada, uma forma simples e previsível de garantir controlo sobre um mundo cheio de regras intuitivas e não declaradas. Um constante esforço consciente para interações e tarefas que para outros não custam nada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-26 19:36:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/f7693/STORYline_Workshop_Narrativa/wish/3841736898</link>
         <description><![CDATA[<p>Como descendente de imigrantes, que participaram ativamente no progresso de Portugal, cresci a ouvir histórias dos meus avós que, não estavam nos livros de Historia. De como ao longo dos séculos foram ajudam do a moldar as paisagens urbanas e como Lisboa foi evoluindo, desde de bairros designados para cada comunidade para uma comunidade onde todos se misturam e não há diferenciação. </p><p> A comunidade de imigrantes em Portugal não é um fenómeno recente, mas sim uma presença contínua desde a formação no país. Ao longo da nossa História, há diferentes povos e comunidades que contribuíram para a construção social, cultural e económica do território. Assim, é importante evitar estereótipos, e comentários pejorativos, devemos reconhecer que estas comunidades fazem parte integrante da sociedade portuguesa há muito tempo.</p><p> Para não reproduzir visões simplistas que Portugal foi construindo por só portugueses, como exemplo o primeiro almirante da armada portuguesa foi italiano e é essencial compreender a continuidade histórica dos imigrantes e como membros normais da sociedade portuguesa, e não como algo externo ou excecional. Apesar das suas origens diversas, devem ser vistos com a mesma dignidade e complexidade. </p><p>Desta forma, acredito que as representação dos imigrantes deve basear-se em informação verificada, valorizando a realidade dos factos acima de ideias preconcebidas do nacionalismo contribuindo para uma sociedade mais justa e conscientes.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-26 19:38:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamlmigueis</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-03-26 19:43:13 UTC</pubDate>
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         <title>While the city sleeps: the gears of dawn</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/f7693/STORYline_Workshop_Narrativa/wish/3841743223</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Three hours remain until your alarm, but here, time already moves at a frantic pace. Amid clouds of flour and the breath of the fire, expert hands shape the first scent of the morning. It isn’t just bread: it’s the promise that when you wake, you’ll find a world ready to nourish you. The city’s energy is born in this golden silence</p><p><br/></p><p>While the rest of the world surrenders to the vulnerability of sleep, some remain vigilant in the cobalt corridors of silence. A solitary figure walking between life and waiting. Theirs is not just assistance; it is a constant watch, care that knows no clock, so that tomorrow can arrive for everyone</p><p><br/></p><p>Under driving rain or in the freezing night, orange lights dance on the black asphalt. It is the magic of the invisible: waking up to a city that has rediscovered its grace, without ever seeing those who toiled to clean it. An essential gear that transforms the evening’s disorder into the freshness of a new day.</p><p><br/></p><p>In the blue hour, as darkness gives way to the grey of dawn, a bundle of stories lands on the stone steps. It is the first signal of collective life, the bridge connecting night to day. Before the coffee is even ready, the world has already arrived at your doorstep, delivered by hands that have outpaced time itself.</p><p><br/></p><p>The shift ends as the city stirs. At the counter, faces marked by the night share a coffee and a knowing smile. They are the architects of our normalcy: the invisible community that ensures everything is in its place before we even open our eyes.</p><p>Thank you!</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-26 19:47:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/f7693/STORYline_Workshop_Narrativa/wish/3843118306</link>
         <description><![CDATA[<p>Os jovens são frequentemente identificados como problemáticos, radicais, desinteressados e foliões. Os mais velhos acusam-nos de ser “a geração que não quer nada”. Contudo, esta visão parece-me injusta.</p><p>No fundo, os jovens estão ainda a descobrir o mundo, tal como os seus pais e avós fizeram. Nem sempre têm respostas e cometem bastantes erros, mas têm curiosidade. Têm sonhos que podem parecer parvos, mas isso não quer dizer que sejam impossíveis.</p><p>Ainda assim, ser jovem não significa ser irresponsável. Significa simplesmente ainda não ter vivido o suficiente e, por isso, estar a aprender, a experimentar e a crescer ao mesmo tempo. O facto de muitos jovens não serem levados a sério pode fazer com que grandes talentos se percam.</p><p>Por fim, os jovens gostariam de ser vistos não como um problema, mas como uma esperança. Não como uma geração que não quer nada, mas como uma geração que quer muito — só precisa de tempo, confiança e alguém que acredite nela.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-27 17:20:02 UTC</pubDate>
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