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      <title>Meu Diário de Aprendizagens by Ana Isabel</title>
      <link>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx</link>
      <description>Feito com uma pitada de humor</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-28 19:40:55 UTC</pubDate>
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         <title>Carta de Apresentação</title>
         <author>novehoras</author>
         <link>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/227908297</link>
         <description><![CDATA[<div>Chamo-me Ana Isabel Borges Palmeiro e tenho 47 anos. <br><br></div><div>Sou professora contratada na Casa Pia de Lisboa, CD- Maria Pia.<br><br></div><div>A minha formação foi iniciada no IADE – Instituto de Artes e Design, como Designer Têxtil, posteriormente frequentei a ESEB – Escola Superior de Educação de Beja e licencie-me em Licenciatura em Professores do 1º Ciclo variante em Educação Visual e Tecnológica. Concorro desde então a dois grupos de recrutamento da DGAE <strong>110/240<br></strong><br></div><div>Iniciei a profissão de docente em 1997<strong> </strong>na Escola Básica 2/3 de Grândola e Escola Básica 2/3 ciclo de Alvalade Sado.<strong> <br></strong><br></div><div>De lá para cá, já passei pela Escola Básica 2/3 de Ferreira do Alentejo, pelanCooperativa de Ensino de Alvito, pelo CED-Ceas, CPL – Casa Pia de Lisboa, pela EB1JI da Trafaria, pela EB2,3 Mestre Domingos Saraiva, pelo CED - Nuno Álvares Pereira, CPL – Casa Pia de Lisboa, pelo CED – Jacob Rodrigues Pereira, CPL – Casa Pia de Lisboa, pelo CED – Nossa Senhora da Conceição – Casa Pia de Lisboa e pelo CED - Mª Pia; CPL – Casa Pia de Lisboa <br><br></div><div>A Flexibilidade Curricular, em meu entender centra-se numa numa formação global do aluno, mais próxima do aluno, uma vez que o agrupamento pode adaptar o currículo nacional a realidade (meio) em que está inserido. A Flexibilidade Curricular pretende, também, desenvolver competências literárias, sociais e pessoais, criando um espírito crítico e flexível/tolerante e com capacidade de adaptação as novas exigências do séc. XXI.<br><br></div><div>Este projeto motiva-me pois penso que será um caminho para ajudar os alunos a contruírem uma maior capacidade crítica, de resiliência e de adaptação a vida para além da escola.<br><br></div><div>Pretendo durante o curso aprender com a informação partilhada para de forma mais acertiva aplicar o projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-04 21:02:26 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global&quot;. </title>
         <author>novehoras</author>
         <link>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/227910258</link>
         <description><![CDATA[<div>O mundo atual está em constante mudança, as tecnologias que nos rodeiam hoje, amanhã já estão obsoletas. O mercado de trabalho mudou (atualmente já não existe um trabalho para uma vida inteira), é necessário que as pessoas tenham a capacidade de adaptar-se a novos trabalhos e a novos parceiros de trabalho, bem como as mudanças geográficas do local de trabalho. Nunca fez tanto sentido falar em globalização, cada vez necessitamos de "cidadãos do mundo", com capacidade de se adaptar as condições de viver e trabalhar fora do seu país de origem.<br>Essa capacidade de adaptação advêm em grande parte da capacidade de resiliência e da capacidade de sermos criativos, "think outside the box. Sermos criativos, originais, com capacidade de criar soluções na nossa vida pessoal e profissional, são desafios que este "novo" mundo nos propõem quase diariamente.<br>O pensamento criativo é algo que não é um dom, mas antes uma competência a ser desenvolvida.O pensamento criativo consegue estabelecer conexões/analogias onde, à priori, não existem. Levantar hipóteses, testar soluções, analisar situações segundo diferentes pontos de vista e debater temas/assuntos/dúvidas, (re)construir objectos, desenhar/pintar e etc., ajuda a criar o pensamento criativo.<br>Ensinar as crianças a procurar soluções para os "pequenos problemas" que vão surgindo na escola, nas suas aprendizagens, a criando hábitos de entre-ajuda, criando hábitos de realização de tarefas sociais e escolares (não confundir com T.P.C.'s), é uma forma de desenvolver as suas competências nesta área.<br>Neste sentido a escola tem que estar apta para não ter dogmas, ou "verdades inalteráveis" (pois com isso só cria o pensamento crítico), mas antes ter condições&nbsp; de proporcionar às crianças&nbsp; um ambiente de descobertas, de dúvidas científicas e de estímulo à procura do saber/conhecimento, em que as crianças partilham conhecimento, experiências e vivências diferenciadas, construindo elas a escola enquanto comunidade viva e ativa.<br>A escola tem que estar centralizada nas crianças, deixando que sejam elas a orientar as suas aprendizagens e deixando quer as crianças de forma autónoma procurem novas áreas de saber e de interesse, dentro de um conceito de globalização e vivência global (num planeta que é finito e que mais do que nunca necessita de ser protegido).<br>Ao professor caberá o papel de orientador e de impulsionador de um percurso escolhido e desenvolvido pelo aluno.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-04 21:17:42 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil?&quot;</title>
         <author>novehoras</author>
         <link>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/227910546</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Para que o Perfil do Aluno seja atingido ao final dos 12 anos de escolaridade obrigatória, será necessário uma reorganização escolar:<br>- turmas com 18 alunos;<br>- auxiliares de sala no caso do 1º ciclo, onde é necessário incutir regras e criar rotinas;<br>- aumentar as condições físicas das sala de aula, sala maiores e com mobiliário adaptável;<br>- no caso do 1º ciclo, renovar o material manipulável, trocar por algo mais atual;<br>- proporcionar aos alunos saídas de aula, idas mensais a museus, bibliotecas, peças de teatro e etc.( não contando sempre com os Encarregados de Educação para financiar essas saídas, uma vez que a educação é para todos e não apenas para aqueles que os pais podem financiar essas saída);<br>- criar laboratórios de línguas, de expressões artísticas e de ciências, bem apetrechados e com professores a tempo integral, que desenvolvam projetos, para que nos horários dos alunos esteja contemplado 45 minutos para cada um dos laboratórios;<br>- responsabilizar mais os Encarregados de Educação no desenvolvimento dos valores e atitudes, com uma maior participação destes na comunidade escolar;<br>- incentivar a comunidade local a interagir mais e de forma mais concreta com a escola, elaborando projetos em que as crianças intervenham em prol da comunidade;<br>- dar formação aos docentes;<br>- criar equipas&nbsp; de trabalho colaborativo que auxiliem os professores titulares;<br>Por outro lado é necessário adaptar os currículos existentes a esta nova realidade, pois todo este processo pressupõem uma transversalidade não contemplada nos atuais currículos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-04 21:19:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;De que forma o Perfil dos Alunos poderá contribuir para o desenvolvimento das competências evidenciadas no filme e no cartaz?&quot;</title>
         <author>novehoras</author>
         <link>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/230412759</link>
         <description><![CDATA[<div>A PA poderá preparar os alunos para uma maior autonomia e criatividade, criando assim jovens com capacidade de iniciativa, capazes de tomar decisões, mobilizar conhecimento e empreender ações com uma finalidade concreta. Cada vez mais o mundo do trabalho e a sociedade em geral, necessita de cidadãos que "think outside the box", com uma enorme capacidade de inovar e de ultrapassar dificuldades. Penso que nesse sentido o PA poderá e deverá ser um grande contributo pois coloca ênfase nos conhecimentos, na criatividade e nos valores. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-11 20:56:42 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa de Ideias</title>
         <author>novehoras</author>
         <link>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/232757166</link>
         <description><![CDATA[<div>anaisabelpalmeiro@gmail.com<br><br><br><a href="http://popplet.com/app/#/4528918">http://popplet.com/app/#/4528918</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 21:34:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> &quot;É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas.&quot;</title>
         <author>novehoras</author>
         <link>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/235648490</link>
         <description><![CDATA[<div>David Paul Ausubel afirmava que, quanto mais sabemos, mais aprendemos.&nbsp;<br><br></div><div>Assim, segundo Ausubel aprender significa ampliar e reorganizar ideias/conceitos já existentes na estrutura mental e com isso ser capaz de relacionar e aceder novas ideias/conceitos.&nbsp;<br><br></div><div>Este tipo de ensino tem como base o background do aluno e requer que o docente faça uma adaptação os conteúdos a lecionar tendo em conta o meio envolvente do aluno.<br><br></div><div>Ainda tendo em conta o Dr. Ausubel há duas condições para que a aprendizagem significativa ocorra: o conteúdo a ser ensinado deve ser potencialmente revelador e o estudante precisa estar disposto a relacionar o material de maneira consistente e não arbitrária. Isto porque, supostamente as novas aprendizagens têm que ter alicerces num conhecimento previamente existente.<br><br></div><div>Este tipo de ensino também pressupõem um ambiente motivador e criativo, uma vez que o aluno tem que ter uma pré-disposição para a aprendizagem. O professor tem que ensinar tendo em conta, sempre, os interesses e motivações do aluno, visando assim eliminar o fracasso escolar.<br><br></div><div>Para que este tipo de ensino seja eficaz é necessário munir os alunos, desde cedo, de espírito crítico e motiva-los a pensar e tirar conclusões por eles próprios, No entanto, não se pode, por inteiro, colocar de lado a memorização de conteúdos estruturais.<br><br></div><div>Este tipo de ensino torna-se muito mais eficaz se parte da aprendizagem acontecer em contexto de interação entre pares.<br><br></div><div>A aprendizagem significativa torna-se mais eficaz e duradoura, uma vez que é uma aprendizagem surge a partir de um conhecimento prévio, vivencial, experimentado, muito mais difícil de esquecer do que uma mera memorização de um conceito desconexo da realidade do aluno.<br><br></div><div>Neste sentido a forma de avaliar os alunos também necessita mudar, uma vez que conseguindo mobilizar as aprendizagens o aluno também consegue transpor conceitos de uma área disciplinar para outra.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-26 21:43:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/235648490</guid>
      </item>
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         <title>Criação de novas disciplinas</title>
         <author>novehoras</author>
         <link>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/235648955</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome:</strong> Ética e Consciência Ecológica<br><br></div><div><strong>Áreas:</strong> Desenvolvimento para a cidadania e Estudo do Meio<br><br></div><div><strong>Anos:</strong>2, 3 e 4 ano do 1º Ciclo<br><br></div><div><strong>Motivação para a criação da nova disciplina:</strong> Somos seres morais e enquanto comunidades humanas necessitamos de sistemas de valores e normas morais para possibilitar a convivência social. Cada vez mais notamos um desmoronar desses valores e normas, assim sendo torna-se necessário para a nossa sobrevivência enquanto espécie incutir esses valores e normas nas gerações vindouras.<br><br></div><div>Por outro lado, o nosso planeta necessita urgentemente que os mais novos compreendam a necessidade de reciclar e de reaproveitar materiais e recursos naturais, quanto mais cedo os alunos aprenderem a e assimilarem uma conduta ecológica correta, mais cedo poderemos (não travar, porque travar é impossível), mas desacelerar o aquecimento global.<br><br></div><div><strong>Principais estratégias para a sua implementação:<br></strong><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; criação de grupos de entreajuda, motivando os alunos para ajudarem os seus pares na execução das tarefas em sala de aula;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; criação de projetos que contribuam para uma melhoria do espaço escolar, visando um bem-estar coletivo;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; criação de projetos de voluntariado;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; criação de projetos de hortas biológicas, ensinado os alunos a valorizar a terra e o que ela produz, sem utilização de pesticidas e adubos;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; criação de um EcoStudio, no qual os alunos aprendem a reciclar, reutilizar materiais e a economizar recursos naturais.<br><br></div><div><strong>Critérios de avaliação:<br></strong><br></div><div><strong>ATITUDES E VALORES &nbsp; 40%</strong></div><div>*&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Cooperatividade &nbsp; 10%;</div><div>*&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Empenho &nbsp; 10%;</div><div>*&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Responsabilidade &nbsp; 10%;</div><div>*&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Relacionamento com os pares &nbsp; 10%;<br><br></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; CONHECIMENTO&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;60%<br></strong><br></div><div>*&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Participação na horta biológica &nbsp; 15%;</div><div>*&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Participação nos projetos de voluntariado&nbsp; &nbsp; &nbsp;15%;</div><div>*&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Participação no EcoStudio&nbsp; &nbsp; &nbsp; 15%;</div><div>*&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Mobilização de conhecimentos e aplicação dos conhecimentos adquiridos na área disciplinar de Estudo do Meio&nbsp; &nbsp; 15%.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-26 21:44:34 UTC</pubDate>
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         <title>Leitura realizada artigo JORNAL PÚBLICO dia 16 de dezembro de 2017</title>
         <author>novehoras</author>
         <link>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/238884614</link>
         <description><![CDATA[<div>Há um silêncio quase religioso quando se entra na sala de desenho da professora Fernanda Carvalho. As mesas dos 24 alunos estão também muito arrumadas. Tudo o que conseguimos ver sobre cada uma delas é um porta-lápis, uma imagem impressa e uma folha em branco, onde depressa se começa a perceber um desenho. É a Igreja de São Vicente de Sousa, que fica a cerca de três quilómetros daquela escola, em Idães, Felgueiras.<br><br></div><div>O templo católico é um dos cinco monumentos do concelho que integram a Rota do Românico nos vales do Sousa, Douro e Tâmega. Esse é o tema que a escola escolheu para unificar o trabalho de seis disciplinas do 7.º ano, ao abrigo do <a href="https://www.publico.pt/1781884">projecto-piloto de autonomia e flexibilidade curricular</a>, que está a decorrer neste ano lectivo em 235 escolas públicas e privadas. O <a href="https://www.publico.pt/1784087">1.º período escolar do 1.º ano</a>da experiência que marca o mandato deste Ministério da Educação terminou ontem.<br><br></div><div><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://imagens.publicocdn.com/imagens.aspx/1185456?tp=UH&amp;db=IMAGENS&amp;w=183&amp;h=103&amp;act=cropResize" width="183" height="103"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><strong>Flexibilidade curricular: os maiores receios estão no 10.º ano</strong></div><div>PUB</div><div><br></div><div>“Pareceu-nos uma mais-valia usar um tema com que os alunos rapidamente se identificassem”, explica Fernanda Carvalho, professora daquela turma, o 7.º C, que é também a coordenadora do projecto de flexibilidade curricular no Agrupamento de Escolas de Idães.<br><br></div><div>À sua frente, naquelas 24 mesas muito arrumadas, os seus alunos estão a trabalhar uma técnica de desenho por pontos como elemento essencial da linguagem plástica. “É uma matéria do programa obrigatório da disciplina” de Educação Visual — explica — que aqui se articula com o projecto transversal definido pela escola para o 7.º ano.<br><br></div><div>Além de Educação Visual, também as disciplinas de Geografia, História, Físico-Química, Ciências Naturais, Tecnologias de Informação e Comunicação e o Clube das Artes trabalham conjuntamente os monumentos da Rota do Românico, desde a sua localização aos materiais de construção, passando pelo respectivo contexto histórico.<br><br></div><div><strong>Visitas e palestras<br></strong><br></div><div>Porém, no 1.º período o trabalho foi feito a um ritmo ainda lento, reconhece Fernanda Carvalho. “No 2.º período vai ser mais intenso. Logo no arranque das aulas em Janeiro temos uma semana com visitas de campo, oficinas e palestras”, conta. Para já, vive-se “uma fase muito inicial”.<br><br></div><blockquote>“No 2.º período vai ser mais intenso. Logo no arranque das aulas em Janeiro temos uma semana com visitas de campo, oficinas e palestras”<br></blockquote><div>Os <a href="https://www.publico.pt/1778127">projectos de flexibilidade</a> curricular foram introduzidos neste ano lectivo pelo Ministério da Educação como uma experiência pedagógica e permitem, entre outras medidas, que as escolas façam a sua própria gestão de até 25% da carga horária lectiva. Todos os directores de escolas contactados pelo PÚBLICO consideram que é ainda cedo para fazer balanços sobre a implementação do projecto-piloto. “Este processo, como qualquer outro, tem o seu tempo, que é demorado. Requer que não estejamos com muita urgência a ter que encontrar resultados”, defende o director do agrupamento de escolas de Ponte da Barca, Carlos Alberto Louro.<br><br></div><div>“Isto está apenas a começar”, concorda o director-geral da Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (Aeep), Rodrigo Queiroz e Melo, “mas vai-se densificando”.<br><br></div><div><strong>“É preciso mudar mentalidades"<br></strong><br></div><div><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://imagens.publicocdn.com/imagens.aspx/1185454?tp=UH&amp;db=IMAGENS&amp;w=183&amp;h=103&amp;act=cropResize" width="183" height="103"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><strong>Tiago Brandão Rodrigues: “Nenhum estudante será penalizado por participar neste projecto”</strong></div><div>Apesar de o 1.º período lectivo ter representado ainda os primeiros passos desta reforma, há quem já lhe comece a ver os méritos. Por exemplo, o presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos de Escolas Públicas, Filinto Lima, vê como “grande vantagem até ao momento” o facto de se estar a criar uma rede entre as escolas participantes que lhes permite comunicar entre si de uma forma que nunca tinham feito até aqui.<br><br></div><div>O ministério criou vários instrumentos de acompanhamento da flexibilidade curricular, entre os quais reuniões periódicas entre directores e representantes dos vários departamentos da tutela, onde se discute a forma como cada um dos projectos está a ser posto em prática. Esses encontros “permitem que nos conheçamos e possamos ligar com os colegas”, diz Lima. “Pela primeira vez está a conseguir-se juntar todas as entidades das escolas e da tutela”, elogia também o director da Escola Técnica Profissional da Moita, Alexandre Oliveira.<br><br></div><div>Em sentido contrário, uma das maiores dificuldades que os directores têm encontrado prende-se com o trabalho dos professores. “É preciso mudar mentalidades e essa é a maior dificuldade”, sintetiza a directora do agrupamento de escolas de Alvalade, em Lisboa, Dulce Chagas. Nas regiões do interior há ainda que lidar com outros problemas que não facilitam o trabalho extra que é exigido aos docentes num projecto que acarreta um conjunto de novidades. Por um lado, muitos dos que ensinam em escolas como o agrupamento de Moimenta da Beira, vêm de longe. “São de Viseu ou de Vila Real. Têm que fazer 120 a 140 quilómetros por dia para vir dar aulas. Não há envolvimento possível nestas condições”, conta o director da escola beirã, Alcides Sarmento.<br><br></div><div>Todavia, “o maior problema” poderá vir no próximo ano, quando a escola de Moimenta da Beira, como tantas outras do país, tentar dar seguimento ao projecto de flexibilidade, diz Alcides Sarmento. “É quase certo que no próximo ano não teremos 100% dos professores que estão a fazer coisas novas na escola”, alerta. “Se assim for, não há continuidade possível.”<br><br></div><div><strong>LER MAIS<br></strong><br></div><ul><li><a href="https://www.publico.pt/n1766004"><strong>Flexibilidade curricular não pode sacrificar o que é essencial, defende Oliveira Martins</strong></a></li></ul><div><strong>O que mudou nas escolas<br></strong><br></div><ul><li>As escolas passaram a poder usar até 25% da carga lectiva para aplicar novos métodos de ensino.</li><li>Passou a ser possível juntar blocos de tempos para dedicar a projectos específicos (por isso, a percentagem da carga lectiva deve ser calculada anualmente).</li><li>Possibilidade de criação de novas disciplinas (oferta lectiva complementar, um tempo por semana).</li><li>Foi também aberta a possibilidade de: combinação parcial ou total de disciplinas; alternância, ao longo do ano, de períodos de funcionamento disciplinar com períodos de funcionamento multidisciplinar, em trabalho colaborativo; desenvolvimento de trabalho prático ou experimental com recurso a desdobramento de turmas; redistribuição da carga horária das disciplinas, promovendo tempos de trabalho de projecto interdisciplinar, com partilha de horário entre diferentes disciplinas; organização do funcionamento das disciplinas de um modo trimestral ou semestral; no 2.º e 3.º ciclo, devem privilegiar abordagens interdisciplinares.</li><li>No secundário (cursos científico-humanísticos) podem permutar uma das disciplinas bienais e ou uma das anuais da formação específica por disciplinas de um curso diferente do frequentado pelo aluno.</li><li>Foram introduzidas duas novas áreas: Cidadania e Desenvolvimento; Tecnologias de Informação e Comunicação.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-06 20:31:02 UTC</pubDate>
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         <title>DAC - “Construir o meu Puzzle”</title>
         <author>novehoras</author>
         <link>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/240504459</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>ANO DE ESCOLARIDADE:</strong> 1 ano do 1º ciclo<br><br></div><div><strong>DISCIPLINAS ENVOLVIDAS:</strong> Português, Matemática, Estudo do Meio e Expressão Plástica<br><br></div><div><strong>PROFESSORA RESPONSÁVEL:</strong> Professora Titular de Turma<br><br></div><div><strong>TEMA DO PROJETO:</strong> “Construir o meu Puzzle”<br><br><strong>OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM:<br></strong>Compreensão de textos de características: narrativas.<br>Alargamento do vocabulário. Compreensão do sentido do texto: sequência de acontecimentos; mudança de espaço; tema, assunto; informação essencial; intenções e emoções.<br>Compreensão das partes retilíneas de objetos e desenhos; partes planas de objetos.<br>Compreender o que é um segmentos de reta e extremos de um segmento de reta.<br>&nbsp;Comparação de comprimentos e igualdade geométrica de segmentos de reta.<br>Conhecer as figuras planas: retângulo, quadrado, triângulo e respetivos lados e vértices.<br><br></div><div><strong>INTERVENIENTES:</strong> Professora titular de turma, professora de apoio, professora de Expressão Plástica e alunos.<br><br></div><div><strong>RECURSOS:</strong> Computador, QIM (quadro interativo multimédia), Youtube, cartão (para construção do puzzles), cartão duplex, folhas, impressoras, guilhotina, lápis de cor, lápis de cera e marcadores.<br><br><br></div><div>&nbsp;| <strong>&nbsp;</strong>&nbsp;| <strong>FASES DE EXECUÇÃO DO PROJETO</strong><br> | <strong>1ª Fase</strong> | Organização dos grupos de trabalho (4 elementos por grupo). Os alunos de forma autónoma e sem intervenção da professora irão formar grupos de trabalho e num placard a professora regista o nome dos alunos de cada grupo.<br> | <strong>2ª Fase</strong> | Visionamento de vídeos sobre fábulas, neste caso fábulas de Esopo. Debate sobre cada uma da moral das fábulas visionadas.<br> | <strong>3ª Fase</strong> | Seleção de uma fábula. Debate sobre a razão que levou a turma a selecionar aquela fábula.<br> | <strong>4ª Fase</strong> | Início da realização dos desenhos dos cenários da fábula, em cartão duplex A3.<br> | <strong>5ª Fase</strong> | Pintura dos cenários realizados.<br> | <strong>6ª Fase</strong> | Desenho das figuras planas sobre os cenários realizados.<br> | <strong>7ª Fase</strong> | Corte dos cenários (os cartões duplex com os cenários realizados serão cortados em quadrados, retângulos e triângulos).<br> | <strong>8ª Fase</strong> | Pesquisa de algumas caraterísticas dos animais intervenientes da fábula estudada.<br> | <strong>9ª Fase</strong> | Produção de um cartaz com as caraterísticas pesquisadas.</div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>ATIVIDADES A DESENVOLVER:<br></strong><br></div><div>&nbsp;| <strong>Atividades</strong> | <strong>Objetivos</strong><br> | Organização dos grupos de trabalho (4 elementos por grupo) | Desenvolver a capacidade de organização e autonomia; Conhecer e aplicar formas de harmonização de conflitos: diálogo, consenso, votação.<br> | Estudo de uma fábula&nbsp; | Desenvolver a oralidade e a capacidade de interpretação; Compreender o texto: sequências de acontecimentos, mudança de espaço, intensões e emoções dos personagens; Conhecer e aplicar algumas regras de convivência social.<br> | Desenho dos vários cenários da fábula | Desenvolver a criatividade<br> | Pintura dos cenários&nbsp; | Apreender técnicas de pintura com materiais diversos<br> | Desenho das figuras geométricas | Desenvolver a compreensão de um segmento de reta e extremos de um segmento de reta;&nbsp; Saber aplicar as figuras planas: retângulo, quadrado em contextos diversos.<br> | Pesquisa sobre os animais envolvidos na fábula e elaboração de um cartaz com algumas caraterísticas desses animais | Compreender o que é uma pesquisa; Saber utilizar a Internet para elaborar uma pesquisa; Identificar cores, sons e cheiros da natureza.</div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Produto Final a apresentar<br></strong><br></div><div>&nbsp;| 4 Puzzles<br>&nbsp;| Cartaz com as pesquisas realizadas<br><br><strong>Estratégias de monitorização/avaliação das aprendizagens<br><br></strong>Auto e hetero-avaliação;<br>Avaliação dos diferentes grupos ao trabalho e desempenho dos colegas.<strong><br></strong><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-10 23:26:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/240504459</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 4.3. Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</title>
         <author>novehoras</author>
         <link>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/240574601</link>
         <description><![CDATA[<div>A minha escola participa na implementação do projeto de autonomia e flexibilidade curricular. Este ano tenho tentado levar a cabo alguns métodos/estratégias de pedagogia diferenciada.<br><br></div><div>Assim, tenho organizado a turma em grupos, sendo que semanalmente há um chefe de grupo (é rotativo) que está encarregue de me auxiliar nas tarefas de sala de aula, visando o desenvolvimento da autonomia. Diariamente no início da aula (oralmente, visto que é uma turma do 1º ano do 1º ciclo), explico pormenorizadamente o que iremos fazer e como o iremos fazer.<br><br></div><div>A nível da exposição dos temas procuro sempre que possível usar meio informáticos e áudio, uma vez que os alunos estão mais motivados para o uso das novas tecnologias, procuro sempre introduzir novas matérias com filmes de curta-metragem e músicas que procuro no Youtube (atualmente temos uma panóplia de canções sobre letras, vogais e consoantes, que os alunos memorizam muito mais facilmente do que se for eu a explica), também aderi ao uso da Escola Virtual e da Aula Digital.<br><br></div><div>Para além do que já relatei, estou a elaborar um projeto de turma intitulado “Construir o meu Puzzle”. Visionamos e ouvimos algumas fábulas de Esopo e escolhemos uma (O Pedro e o Lobo), fizemos o relato oral da fábula e a interpretação, depois desenhamos 4 cenários diferentes da fábula, em cartão duplex, pintamos. Posteriormente iremos dividir o espaço, onde contruímos os cenários, em triângulos, retângulos e quadrados para contruirmos um puzzle. Paralelamente a isto no 3º período iremos pesquisar algumas caraterística dos animais da fábula e construir um cartaz com essas caraterísticas.<br><br></div><div>                                                                                <br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-11 14:57:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/240574601</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 4.4.  Análise crítica de um modelo pedagógico</title>
         <author>novehoras</author>
         <link>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/240578788</link>
         <description><![CDATA[<div>Em meu entender a pedagogia diferenciada é um instrumento, uma maneira de transmitir conhecimento, uma forma de adaptar o currículo e uma forma de gerir a aula, assim sendo, são estratégias didáticas que tem por objetivo adaptar o processo de ensino/aprendizagens às diferenças interiores e exteriores do aluno, visando que todos os alunos atinjam o seu máximo nas aprendizagens.<br><br></div><div>O professor tem que compreender as diferenças individuais de cada aluno e proporcionar a cada um a oportunidade de aprender de igual forma. Incluir é a palavra-chave. Penso que sempre que um professor altera a forma de ensinar para desta forma chegar de igual modo a todos os alunos, esse professor esta a usar uma pedagogia diferenciada.<br><br></div><div>Cada aluno/criança tem suas caraterísticas próprias, conforme a personalidade, o meio em que esta inserido e o contexto familiar, devido a isso, nem todos aprendem da mesma forma e ao mesmo ritmo. O professor tem que, necessariamente, usar uma variedade de estratégias, abordagens e métodos de ensino.<br><br></div><div>As razões principais, pelas quais um professor tem que usar pedagogias diferenciadas, são:<br><br></div><div>– fazer que todos os alunos tenham acesso a aprendizagem, independentemente das suas características cognitivas e pessoais;<br><br></div><div>– motivar os alunos para aprender, dando-lhes um papel ativo na construção de competências;<br><br></div><div>– tornar a aprendizagem eficaz.<br><br></div><div>Assim, o professor pode diferenciar quanto aos:                         <br><br></div><div>- conteúdos - adaptando o nível de complexidade de um tema, ajustando-o ao nível do aula, explicar mais de uma vez, utilizando outras palavras; <br><br></div><div>- processo - adaptar o tempo das atividades (existem alunos que precisam de mais tempo para terminar uma atividade), criar pequenos grupos de trabalho, por vezes as crianças aprendem melhor com seus pares, sempre que possível utilizar materiais manipuláveis, adaptar a atividade ao tempo de concentração do aluno;<br><br></div><div>- produção -  diversificar as formas de produções (produção de texto, apresentação oral, desenho, pintura, etc.), permitir aos alunos trabalharem sozinhos ou em grupo, priorizar a avaliação formativa.<br><br></div><div>Considero que este modelo educativo poderá ser o mais adequado aos novos tempos,  com alunos vindos de meios tão distintos de nacionalidade tão diferenciadas.</div><div> <br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-11 15:26:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/240578788</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 5.3 – Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliaçãoApós a leitura dos textos anteriores, associe cada uma das situações passíveis de serem avaliadas (Coluna A) à(s) tarefa(s) de avaliação que considere mais adequada(s) (Coluna B). Justifique, para quatro das situações da Coluna A, a(s) tarefa(s) escolhida(s).</title>
         <author>novehoras</author>
         <link>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/248690446</link>
         <description><![CDATA[<div> | <strong>Coluna A</strong> <strong>Se pretende avaliar se o aluno consegue/é capaz de…</strong> | <strong>Coluna B</strong> <strong> Tarefas de avaliação</strong> | <strong>Justificação</strong><br> | <strong>1-</strong>      <strong>Apresentar um contra-argumento</strong> | b; c; e; i |  <br> | <strong>2-</strong>      <strong>Formular uma hipótese a partir de um conjunto de dados</strong> | f; g; l | Estas tarefas de avaliação permitem avaliar a capacidade de interpretação de dados e, consequentemente, formar um espírito critico<br> | <strong>3-</strong>      <strong>Utilizar linguagem científica</strong> | a; b; d; g; i; k; l | Estás tarefas de avaliação permitem a utilização de linguagem científica; podendo serem feitas oralmente e por escrito, por meio de testes escritos ou orais ou da elaboração de relatórios de uma atividade experimental.<br> | <strong>4-</strong>      <strong>Ouvir os argumentos    dos outros</strong> | d |  <br> | <strong>5-</strong>      <strong>Identificar as palavras-chave num artigo científico</strong> | d; l |  <br> | <strong>6-</strong>      <strong>Convencer os colegas a ler um determinado livro</strong> | b; k | Estas tarefas de avaliação perceber a capacidade de argumentação do aluno, uma vez que para convencer os colegas a ler um livro o aluno terá de apresentar aos outros os momentos mais interessantes da narrativa recorrendo à sua capacidade de persuasão, tanto ao nível oral como escrito, de forma a captar o interesse dos colegas e a deixá-los entusiasmados para a iniciar a leitura.<br> | <strong>7-</strong>      <strong>Respeitar os procedimentos de segurança no laboratório</strong> | a; f |  <br> | <strong>8-</strong>      <strong>Delinear uma experiência para validar uma hipótese</strong> | a; f; g; i; l |  <br> | <strong>9-</strong>      <strong>Utilizar com destreza o material de laboratório</strong> | g | Esta tarefa de avaliação é a única que permite avaliar este tópico, uma vez que a utilização de material de laboratório terá de ser avaliada através da observação direta aquando da realização de uma atividade no laboratório.<br> | <strong>10-</strong>   <strong>Conjugar o verbo “to be”</strong> | a; b; c; d; e; i; k  |  <br> | <strong>11-</strong>   <strong>Trabalhar em equipa</strong> | j |  <br> | <strong>12-</strong>   <strong>Justificar opiniões</strong> | b; c; d; e; i; k; l  | Estas tarefas de avaliação demonstram a capacidade de clareza e rigor de raciocínio e espírito crítico. Ora, esta competência pode ser “encoberta”, caso o aluno tenha dificuldades na expressão escrita ou oral, pelo que ela deve ser avaliada nos dois domínios – situação similar à de apresentação de um contra-argumento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-04 21:44:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/248690446</guid>
      </item>
      <item>
         <title> Tarefa 5.4 – Avaliação em DAC     Considere os dois documentos anteriores (vídeo e texto) e considere também os três  cenários seguintes, a partir das quais seria possível planificar e desenvolver um DAC.</title>
         <author>novehoras</author>
         <link>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/248694355</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div><strong>Cenário 2:</strong></div><div>1.º Ciclo - 1.º Ano de Escolaridade Os alunos querem contribuir para melhorar vários aspetos na sua comunidade, identificando pontos fracos e apresentando propostas de melhoria através da sua participação ativa em trabalho de voluntariado.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Disciplinas:</strong></div><div>- Português;&nbsp;</div><div>- Estudo do Meio;&nbsp;</div><div>- Cidadania e Desenvolvimento.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Conhecimentos, capacidades e atitudes das Aprendizagens essenciais:</strong></div><div>Português</div><div>O aluno deve ser capaz de:&nbsp;</div><div>- Pedir a palavra e falar na sua vez de forma clara e audível, com uma articulação correta e natural das palavras;&nbsp;</div><div>- Exprimir opinião partilhando ideias e sentimentos;&nbsp;</div><div>- Escrever frases simples e textos curtos em escrita cursiva e através de digitação num dispositivo eletrónico, utilizando adequadamente os seguintes sinais de pontuação: ponto final, ponto de interrogação e ponto de exclamação;&nbsp;</div><div>- Planear, redigir e rever textos curtos com a colaboração do professor; escrever legivelmente com correção (orto)gráfica e com uma gestão correta do espaço da página.</div><div>Estudo do Meio&nbsp;</div><div>- Manifestar atitudes de respeito, de solidariedade, de cooperação, de responsabilidade, na relação com os que lhe são próximos;&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>- Manifestar atitudes positivas conducentes à preservação do ambiente próximo sendo capaz de apresentar propostas de intervenção.&nbsp;</div><div>Cidadania e Desenvolvimento Área de natureza transdisciplinar&nbsp;</div><div>- Participar na elaboração de textos e de outro tipo de registos a integrar no jornal da escola - Educação para os media.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Descritores relativos a capacidades e atitudes a promover nos alunos (Perfil dos Alunos)</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>Perfil do Aluno Visão&nbsp;</div><div>Pretende-se que o jovem, à saída da escolaridade obrigatória, seja um cidadão:&nbsp;</div><div>- capaz de pensar crítica e autonomamente, criativo, com competência de trabalho colaborativo e com capacidade de comunicação;&nbsp;</div><div>- que valorize o respeito pela dignidade humana, pelo exercício da cidadania plena, pela solidariedade para com os outros, pela diversidade cultural e pelo debate democrático</div><div>Valores Devem ser promovidos valores, tais como:&nbsp;</div><div>- Respeitar-se a si mesmo e aos outros; saber agir eticamente, consciente da obrigação de responder pelas próprias ações; ponderar as ações próprias e alheias em função do bem comum;</div><div>- Os alunos devem ser capazes de em:&nbsp;</div><div>Linguagens e textos - aplicar […] linguagens de modo adequado aos diferentes contextos de comunicação, em ambientes analógico e digital.</div><div>Informação e comunicação&nbsp;</div><div>- colaborar em diferentes contextos comunicativos, de forma adequada e segura, utilizando diferentes tipos de ferramentas (analógicas e digitais), com base nas regras de conduta próprias de cada ambiente.</div><div>Raciocínio e resolução de problemas - Desenvolver processos conducentes à construção de produtos e de conhecimento, usando recursos diversificados.&nbsp;</div><div>Pensamento crítico e pensamento criativo - Desenvolver novas ideias e soluções, de forma imaginativa e inovadora, como resultado da interação com outros ou da reflexão pessoal, aplicando-as a diferentes contextos e áreas de aprendizagem.</div><div>Relacionamento interpessoal - adequar comportamentos em contextos de cooperação, partilha, colaboração e competição; - trabalhar em equipa e usar diferentes meios para comunicar presencialmente e em rede.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Evidências que podem constituir-se como elementos de avaliação</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>- Reflexão e debate, em Assembleia de Turma, sobre os pontos fracos da escola e sugestões para a sua melhoria.&nbsp;</div><div>- Votação das propostas apresentadas pelos alunos e escrutínio.&nbsp;</div><div>- Registo das atas das Assembleias de Turma.&nbsp;</div><div>- Angariação de roupa usada e de material/bens capaz de ser doada a Santa Casa da Misericórdia, Bombeiros Voluntários e Banco Alimentar.&nbsp;</div><div>- Ida as entidades para doar os bens recolhidos.&nbsp;</div><div>- Avaliação do impacto do envolvimento e da participação dos alunos no voluntariado.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-04 22:13:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/248694355</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 5.2 – Reflexão sobre critérios de avaliação   Explicite três questões/dúvidas/reflexões que a leitura do documento lhe tenha suscitado. Por favor, detalhe e fundamente os seus juízos.</title>
         <author>novehoras</author>
         <link>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/248906014</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/257039428/8dd5598634d3b0a8f28db0e086b844cf/Mooc___AFC___Planifica__es.pdf" />
         <pubDate>2018-04-05 15:00:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 6.6 – Planificação de uma atividade  Para finalizar este módulo, e no sentido de integrar aprendizagens decorrentes do mesmo, propomos que planifique uma atividade de ensino e aprendizagem de Cidadania e Desenvolvimento, cuja duração de implementação não exceda 90 minutos e que se foque num dos seguintes temas:</title>
         <author>novehoras</author>
         <link>https://padlet.com/novehoras/q1kmihuvpbkx/wish/248909361</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/257039428/2382d2426d0679404c5078082318e9e9/APRENDIZAGENS_ESPERADA1.pdf" />
         <pubDate>2018-04-05 15:07:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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