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      <title>Memorial sobre a Contemporaneidade l by Lenilton Calmon</title>
      <link>https://padlet.com/leniltonc49/Bookmarks</link>
      <description> Lenilton Calmon </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-20 21:41:44 UTC</pubDate>
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         <title>Memorial l</title>
         <author>leniltonc49</author>
         <link>https://padlet.com/leniltonc49/Bookmarks/wish/2216279920</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Durante as primeiras aulas o professor fez um recorte histórico sobre os principais eventos que marcaram a humanidade do começo do século XX até o século XXl.<br><br>No momento em que ele citou sobre a segunda guerra mundial me veio a mente sobre a história de Anne Frank e quão impactante e importante era sua narrativa no decorrer da guerra para termos a noção de como estavam sendo a vida daquelas pessoas naquele momento tão conturbado em que eles tentavam fugir dos nazistas, que infelizmente são pegos e levados a campos de concentração. Em seu diário Anne pauta questões de afeto, amor e carinho, criados naquele momento tão caótico. A importância de Anne Frank, assim como muitos que sofreram durante guerra, nos conduz a repudiar totalmente regimes totalitários que provocaram massacres na humanidades e cria sementes até os dias de hoje.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 12:56:10 UTC</pubDate>
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         <title>Memorial ll</title>
         <author>leniltonc49</author>
         <link>https://padlet.com/leniltonc49/Bookmarks/wish/2222010114</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Ainda na aula sobre os recortes históricos,&nbsp; o professor vai destacar uma personalidade na qual eu ainda não conhecia que é o Fanon. Procurando mais sobre ele, um vídeo me chamou atenção, chamado “Introdução ao pensamento de Frantz Fanon” o autor do vídeo ele traz a perspectiva que era dada ao negro na década de 50, então Fanon descreve que o negro era visto como o não humano, já o branco era humano, sendo assim o negro passará a tentar ser branco a todo momento para ser humano, daí parte o nome do livro Pele negra, Máscaras brancas. &nbsp;<br><br></div><div>Nesse contexto, a obra de Fanon se mostra atual ainda nos dias de hoje quando a uma mídia brasileira que se exibe conteúdos em sua grande maioria branca, fazendo sua grande maioria da população negra consumir conteúdo branco. Dessa forma, podemos dizer que o preto no Brasil está a todo momento tentando se encaixar em um padrão branco em que ele é posto, na tentativa de ascender socialmente, na tentativa de ser visto.&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div>A importância dos estudos das obras de Fanon nos leva a questionar esse padrão que surge como normal e nos faz perseguir ele a todo momento, invisibilizando personalidades e conhecimentos de pessoas negras, um exemplo disso foi eu só ter a noção da existência de Frantz Fanon agora.<br><br>Link do vídeo: https://youtu.be/mVFWJPXscm0<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-15 13:58:01 UTC</pubDate>
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         <title>Memorial lll</title>
         <author>leniltonc49</author>
         <link>https://padlet.com/leniltonc49/Bookmarks/wish/2227145830</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Na aula seguinte, o professor trouxe o conceito de contemporaneidade com base na visão de Agamben, o sujeito contemporâneo é aquele que olha de forma crítica para sua época ou até mesmo outras épocas, e com essa criticidade ele consegue enxergar muito além da beleza daquela época e isso o torna contemporâneo. Essa premissa de criticidade ela é gerada por um descontentamento com sua época atual gerando esse olhar contemporâneo. Agamben também diz que as pessoas que estão cegas com essas luzes e não conseguem vê o escuro elas não podem ser contemporâneas.<br><br><br>Nesse mesmo contexto, o professor trás características da modernidade, pós-modernidade e hipermodernidade. Na modernidade ele diz que o sujeito ele é engessado, aquele ser que permanece. Já na pós-modernidade entra na era das&nbsp; informações no rompimento do sujeito engessado. E por fim, a hipermodernidade que é marcada pela desmaterialização.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.fronterad.com/wp-content/uploads/2017/03/Agamben_550.jpg" />
         <pubDate>2022-06-21 21:03:02 UTC</pubDate>
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         <title>Memorial lV</title>
         <author>leniltonc49</author>
         <link>https://padlet.com/leniltonc49/Bookmarks/wish/2235647358</link>
         <description><![CDATA[<div>Milton Santos vai falar que reclamamos contra os totalitarismos, mas caímos em outras formas de regimes totalitários: onde para ser eficaz tem que seguir o mesmo modelo uma mesma bula, onde todo escape é punido na primeira esquina.<br><br><br>Dessa forma, fazemos parte de uma singularidade causada pela globalização, ou melhor, de uma hegemonia guiada por padrões comumente eurocêntricos. Bell Hooks vai trazer em "linguagens — novas paisagens" uma frase escrita por Adrienne Rich que diz "essa é a fala do opressor, no entanto, eu preciso dela para falar com você". Então, nessa perspectiva, podemos dizer que essa fala, de forma não-literal, é a maneira em que tentamos nos inserir nesses padrões na tentativa de ser eficaz, de provar valor nessa sociedade homogeneizada. Entretanto, nessa tentativa de falar a mesma "fala" que o opressor, entramos muitas vezes em um processo de declínio por perseguimos um padrão que somente nos é imposto, quando o mesmo estão nem aí para nossas construções de subjetividades, apenas para contribuirmos com a sociedade capitalista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-02 20:15:58 UTC</pubDate>
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