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      <title> Início Vida Adulta (21 a 28 anos) by Yasmin Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/q0s1gxd02elu9wmq</link>
      <description>Professora Yasmin (Turma B)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-17 20:20:03 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem</title>
         <author>yasmincoliveira</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Não faz tanto tempo (coisa de 30 ou 40 anos atrás), as opções de estilo de vida eram um tanto restritas. As mulheres eram educadas para se casar e ter filhos. Já os homens, para serem chefes de famílias e manterem um emprego estável. Quando atingiam esse estágio, pronto, se tornavam adulto aos olhos de todos. E o que fugisse disso causava certa indignação. O negócio é que os dias de hoje – ainda bem – permitem outras escolhas que não são mais marginalizadas. É possível não casar, trocar de emprego toda hora, não ter filhos, deixar a faculdade para mais tarde ... o leque é infinito.” (1)<br><br>Apesar de não existir um marco para a entrada na vida adulta e cada um de vocês ter um percurso diferente, todos têm em comum a escolha pelo curso de medicina, o que requer uma responsabilização por seus atos.<br><br><strong>&nbsp;Dessa forma o convite é que você conte uma história com início, meio e fim, que fale sobre essa responsabilidade, autonomia ou autocontrole necessários em uma das situações abaixo:<br><br>•	A escolha pelo curso de medicina<br>•	Ou as peripécias para a entrada no curso (estudo) e/ou primeiro ano</strong><br><br><strong>&nbsp;(Obs: lembrem de assinar)</strong><br><br>1. Matéria de Mariana Sgarione (2016):&nbsp; https://super.abril.com.br/cultura/o-adulto-desmontado/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-17 20:20:03 UTC</pubDate>
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         <title>Desde sempre...</title>
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         <description><![CDATA[<div>Desde que me entendo por gente, quando me perguntavam o que eu gostaria de ser quando crescer eu respondia médica. Na minha famíla não tem ninguém da área e meus pais sempre me deixaram muito livre para tomar a decisão do que gostaria de ser. Os anos foram se passando, formei no ensino médio e não passei nas faculdades que prestei vestibular, sendo que a Bahiana sempre foi minha primeirissima opção. Os anos foram se passando, a vida de cursinho consumindo o meu pscicologico e os anos me deixando mais velha. Com isso, veio a pressão em casa de que eu teria de pensar em um plano B já que não estava conseguindo passar no que queria. Em 2019 comecei a fazer Direito na UNEB... o desejo de ser médica e a frustração por não ter conseguido passar só crescia, até que a Bahiana abriu um novo vestibular para colocar a nota do enem. Em conversa com Deus informei que essa seria a minha última tentativa de entrar em medicina e que se fosse para ser que fosse agora pois eu não tinha mais psicologico para fazer vestibular. E graças a Deus dessa vez eu fui aprovada. Me sinto grata todos os dias por estar fazendo o que sempre sonhei.<br><br>- Laís Pinho Cruz</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 16:39:33 UTC</pubDate>
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         <title>Flecha desviada</title>
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         <description><![CDATA[<div>Acho que a minha escolha de curso foi subconsciente em primeiro momento, e que bom que eu acertei. No entanto, quando tive que decidir, eu decidi a USP, não qualquer outra coisa. Era medicina USP, mas ainda assim era mais São Paulo.<br>Foquei todas as energias que podia e não podia, fiz 20 anos de prova só no terceiro ano e fui refazendo nos anos de cursinho. Fazia tudo o que estava em minhas condições de cursos voltados para a Fuvest e arrasava nos simulados. Na hora da prova, meu emocional pedia a conta, parecia um pedestal muito alto a minha frente, e não papel.<br>Nem prestar muita atenção em todo o resto eu o fazia. Fazia a Bahiana por livre e espontânea pressão do meu pai, e sempre dava um jeito de bagunçar a segunda fase, pra não ter a chance de cursar.<br>Dois anos depois, a pandemia vem para mostrar a todos nós, acredito eu, quão cansados estávamos. Foi quando a Bahiana abriu o Prosel pelo ENEM e meu coordenador do cursinho me inscreveu, porque eu não achava que passaria, ou não sabia se queria.<br>E, ao chegar aqui, foi que eu aprendi a gostar do que eu tinha escolhido e agradecer muito por fazer isto em um lugar aonde a visão humanizada importa mais do que qualquer outra coisa. Realmente me faz sentir conectada com o propósito que eu tinha e tenho quando penso no exercício da profissão.<br><br>-Laís Mota</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 01:06:14 UTC</pubDate>
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         <title>Primeiro Ano no Curso de Medicina</title>
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         <description><![CDATA[<div>Muitas coisas ocorreram desde que entrei na faculdade de medicina. Eu estava no terceiro ano de farmácia quando decidi prestar o vestibular de medicina da Bahiana. Quando recebi a notícia de que passei na seleção tinha acabado de chegar do mercado, meu pai e minha irmã souberam primeiro da aprovação e foram eles que me contaram. A troca de curso foi uma grande mudança para mim, passei do método de ensino tradicional para o método de ensino PBL. E assim tive contato com as matérias do ciclo básico de primeiro ano. Nas primeiras semanas senti bastante frio na barriga antes dos fechamentos de caso com minha tutoria. Era tudo novo. Descobri que desenhar é um bom recurso para aprender anatomia. No primeiro ano da faculdade de medicina encontrei amigos muito queridos, o quais pretendo levar por toda vida. No segundo semestre do curso, eu me mudei de estado e passei a morar com o grande amor da minha vida. Tive uma linda cachorrinha muito companheira que foi como uma filha para mim. Experimentei acarajé, bolinho de estudante e me apaixonei pelo sabor. Meu primeiro ano do curso de medicina foi um tempo que obtive muitas experiências e aprendizados - tanto no ambiente acadêmico como fora dele - pelos quais serei eternamente grata pela oportunidade.&nbsp;<br><br>Bruna Toth Santos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 21:14:06 UTC</pubDate>
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         <title>Eu conto ou vocês contam?</title>
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         <description><![CDATA[<div>Responder "medicina" não foi exatamente o que aconteceu quando me perguntaram no ensino médio o que eu gostaria de cursar mais adiante. Na verdade, era justamente o contrário. Se cogitassem a ideia, surgia um rápido e sonoro "não", seguido de um "nunca". Mas como o diz o poeta contemporâneo "never say never", né?<br><br>Muitas responsabilidades permeiam uma escolha de tal proporção, muito mais do que ser de exatas ou de humanas. Eu gostava de quase tudo, não queria fazer nada assim que saísse do colégio e era preciso uma reposta, aparentemente. - "Teatro!", eu disse. Mas não havia chegado nem perto do que esperavam.&nbsp;<br><br>Fugi do colégio antes da formatura direto para um intercâmbio voluntário no interior da Colômbia. Entrei para psicologia na UFBA, saí, comecei a fazer teatro, mudei de estado, fiz cursinho, pensei em morar fora, quis fazer dança, estudar nutrição e outras mil e uma coisas.&nbsp;<br><br>Foram muitas peripécias, tive bastante autonomia para chegar à escolha. Até que um ano de terapia e orientação vocacional me trouxeram até aqui, inesperadamente, com a nota do ENEM do meu terceiro ano do ensino médio. Se a Isabella do passado souber disso...<br><br>Maria Isabella César<br><br><br><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-23 22:19:53 UTC</pubDate>
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         <title>Finalmente o sonho foi realizado</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A medicina sempre foi o meu sonho. Minha mãe conta que quando eu tinha uns 3 anos, eu falava que queria ser médica "pra cuidar de criança igual eu". E esse sonho nunca mudou. A cada ano de minha vida tinha mais certeza do que eu queria e que esse era um dos meus propósitos.&nbsp;<br>Para entrar no curso não foi nada fácil.&nbsp;<br>No meu último ano do ensino médio, entrei na faculdade e fui fazer ciências biológicas. Para meus pais, entrar na faculdade, em qualquer curso, seria um passo grande para a realização do meu sonho. Porém, não conseguia conciliar direito o estudo da faculdade com as isoladas de cursinho que eu fazia.&nbsp;<br>No ano seguinte, migrei para Enfermagem, cursei 1 ano porque meus pais ainda acreditavam que poderia acontecer de passar em medicina, mesmo cursando outra faculdade porque já ouviram diversas histórias assim. Porém, eu sabia que essa não era a minha realidade. Eu tinha que focar somente no vestibular para conseguir dar a devida atenção ao curso dos meus sonhos. E doía muito (MUITO mesmo) estar todos os dias na faculdade e ver pessoas com a camisa escrito "MEDICINA"/"CARCARÁ". Era como se as outras pessoas pudessem estar vivendo o meu sonho. Sei que não era o meu sonho que elas estavam vivendo, e sim, os delas, porém, em minha cabeça eu só conseguia sentir frustração e tristeza. Até que enfim, consegui convencer meus pais a pagarem o cursinho e enfiei a cara no livro.&nbsp;<br>Foram 2 anos e meio de cursinho até entrar na Bahiana. E valeu MUITO a pena. Cada choro, cada desespero, cada risada, cada decepção e cada frustração. Porque cada acontecimento desse tornou possível a realização do que eu sempre quis. E não vou negar, ainda tem dias que choro sem acreditar que estou, a cada dia, realizando o meu sonho.&nbsp;<br><br>Fabiola Sousa</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 22:44:50 UTC</pubDate>
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         <title>Eu precisava escolher uma profissão...</title>
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         <description><![CDATA[<div>Entrei na universidade em 2007 e só agora em 2021 sinto que estou no caminho certo. Fiz tanta coisa, mas tanta coisa...<br><br>As escolhas dessa etapa de vida não foram nada fáceis para mim, mas, depois de muito refletir, muito tentar, em um determinado momento, a escolha ficou um pouco mais fácil. Minha família sempre me deu autonomia na decisão. Sempre busquei, sempre tentei, mas eu simplesmente não conseguia me encontrar no que estudava, no que fazia.<br><br>Dediquei-me ao máximo, aprendi muito, conheci tanta gente, passei pela vida de tantas pessoas... Sinto como se tivesse vivido 2, 3, 4 vidas completamente distintas!<br><br>Até que percebi que o motivo por trás da escolha deveria ser outro. Eu não deveria escolher um caminho profissional para satisfação pessoal, porque eu tinha algum interesse na área, para ganhar dinheiro, não só por isso.<br><br>Decidi que eu queria fazer algo para cuidar de gente. Eu poderia fazê-lo de várias formas e coloquei medicina nessa lista de possibilidades porque ouvi de pessoas importantes para mim que eu tinha um bom perfil para a Medicina e decidi colocá-la na lista.<br><br>Estudei por 6 meses sobre a minha lista de possibilidades e decidi por Medicina. Larguei tudo o que eu estava fazendo e fui estudar para entrar em Medicina. Hoje estou aqui. Sinto-me que estou no caminho certo e o propósito vai ganhando significado a cada dia. Sigo e seguirei estudando muito para melhor servir e melhor acolher.<br><br>- Rafael Brasileiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 23:46:00 UTC</pubDate>
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         <title>Dúvidas e certezas </title>
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         <description><![CDATA[<div>Acredito que a ideia de fazer Medicina sempre passou pela minha cabeça, porém mais forte que a vontade de escolher um curso, era o questionamento: "Mas como eles querem que eu escolha algo pra o resto da vida só com 17 anos???". E pra ser sincera, esse questionamento me assombrava até um dia desses, só parou quando eu entendi que quem queria que eu decidisse algo tão ligeiramente era eu, e mais ninguém. Então acabei optando por cursar Direito, um curso que me encantou bastante. Após um certo tempo, percebi que por mais encantador que fosse, o curso não me cativou o suficiente. Optei então pela Medicina, e acredito que apesar dos percalços e das dificuldades do curso, comecei a sentir que o estudo (que era uma obrigação), tornou-se algo mais leve e prazeroso. A minha certeza pelo curso se concretizou com o contato mais próximo com a prática médica e seu cotidiano. Hoje, não tenho duvidas de que fiz a escolha correta.&nbsp;<br>- Catharina Gusmão</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 01:35:48 UTC</pubDate>
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         <title>Nem sempre foi medicina </title>
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         <description><![CDATA[<div>Se eu contasse que medicina sempre foi meu sonho estaria mentindo.<br>Quando criança já passei por várias fases em relação ao que eu queria ser profissionalmente. Por um bom tempo eu sonhava em ser geóloga, amava estudar sobre isso e colecionava pedrinhas preciosas. Quando cresci e percebi que não era tão fã de geografia tive que pensar em outra opção kkkk<br>Já pensei também em ser confeiteira, e passava o dia aprendendo receitas novas.<br>Fui crescendo e percebi que escolher "o que ser quando crescer" era mais difícil do que eu imaginava. No ensino médio, já tinha noção que gostaria de fazer algum curso da área de saúde mas ainda não tinha certeza qual. No 2º do EM senti que era medicina. Depois dessa escolha tive que encarar a realidade: não é tão fácil passar nesse curso. Por isso, mudei radicalmente minha maneira de encarar os estudos. Mudei de colégio, me esforcei mais e abdiquei de muita coisa que eu amava.<br>Foram 2 anos e meio inteiramente focados no vestibular e fazendo provas em vários lugares diferentes.  Fazer cursinho na pandemia foi péssimo e já estava prestes a desistir quando surgiu a possibilidade de colocar a nota do Enem na Bahiana.&nbsp;<br>Para ser sincera, Bahiana não era uma opção para mim por ser uma faculdade particular, mas pensei "porque não tentar?". Conversei com meus pais e eles fizeram/fazem de tudo para que eu consiga realizar esse sonho.<br>Fácil não foi, mas valeu muito a pena. Hoje me identifico muito com o curso e não me vejo fazendo outra coisa. Tenho amado a faculdade e as pessoas que conheci aqui.&nbsp;<br><br>Sinto que estou no caminho e no lugar certo!<br>-Paula Oliveira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 01:50:51 UTC</pubDate>
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         <title>um longo caminho até aqui</title>
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         <description><![CDATA[<div>Ser médica sempre foi meu sonho desde pequena! Com 15 anos eu resolvi mudar para o interior de são paulo para poder me preparar melhor para conseguir fazer faculdade lá, porque era meu sonho! Fiz meu ensino médio todo em São José do Rio Preto e acabou que no terceiro ano eu não passei!&nbsp;<br>No ano seguinte mudei para São Paulo e comecei a fazer cursinho por lá! Foi um ano muito difícil e de muito estudo! Nesse meio tempo meu pai me obrigava a prestar o vestibular da bahiana e eu fazia de tudo para não passar, porque meu sonho era continuar em sp. No final do ano acabei passando em 2 faculdades, mas por motivos maiores não deu certo cursá-las!&nbsp;<br>Voltei com o coração doendo para Salvador em 2020! Comecei a fazer cursinho aqui e logo veio a pandemia!&nbsp;<br>Tava super desestimulada e desacreditando de mim. Foi aí que eu resolvi dar uma chance e colocar minha nota do Enem na bahiana, e cá estou eu!<br>Se eu pudesse falar para Isa do passado que eu to aqui ela não ia acreditar!&nbsp;<br>Hoje, eu tenho certeza da escolha que eu fiz e não poderia estar mais feliz e grata por tudo isso. &nbsp;<br>- Isadora Nunes&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 15:15:55 UTC</pubDate>
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         <title>Felicidade não é o objetivo, e sim o caminho.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Medicina não foi um curso que eu cheguei realmente a escolher. Quando era pequeno, dizia que queria ser químico, gostava de pegar os perfumes, cremes, condicionadores, hidratantes de minha mãe e misturar para chegar em uma solução, colocava essa mistura em um frasco de perfume que já tinha acabado e fantasiava que tinha criado um shampoo para o cabelo dela. Porém, foi na oitava série que eu vi que química não era bem o que queria kkkk, passei até o 2° ano do ensino médio sem saber o que iria fazer e nem me preocupava muito com isso, pensava que quando chegar no 3° ano eu estudo e passo em alguma coisa (só quem realmente estuda para um vestibular/ concurso sabe o quão difícil é enfrentar os concorrentes kkkkk, mas naquela época não tinha noção disso), quando chegou no 3° ano encontrei 2 professores muito especiais (Birinha e Roberto), Birinha, por ser de biologia, incentivava muito a gente a ser médicos, ele tem uma admiração pela profissão que me fez ser cativado em optar pela medicina, mas nunca foi uma decisão firme, sempre tinha minhas dúvidas se realmente era algo que eu queria fazer. Não conseguir passar no 3° ano do ensino médio e acabei fazendo meu primeiro ano de cursinho, no qual também não conseguir passar em medicina, mas passei em engenharia na UFBA. Meus pais, acharam uma boa, mudar o rumo e estudar para concurso... "olha a quantidade de desemprego no Brasil, o tempo passa e não volta mais, melhor garantir seu dinheiro no bolso, e depois procura ser feliz, faz uma faculdade quando tiver trabalhando", eu entendo eles terem pensado assim, sempre fui um aluno mediano na escola, que passava arrastado e do nada, quero medicina??? difícil de engolir essa. Logo, comecei a estudar meu 2° ano para concurso juntamente com a faculdade de engenharia, no final do ano não conseguir passar no concurso, mas passei em Direito na UFBA e UNEB. Desse modo, estudei para concurso no meu 3° ano de tentativa juntamente com a faculdade de Direito da UNEB, pois era matutino e assim tinha como conciliar. Finalmente, conseguir passar no concurso, tranquei a faculdade e viajei para Natal-RN para assumir o cargo em 2020. Passei 3/4 meses lá e estava muito infeliz, não me via pelo resto da vida exercendo aquela função, todo dia de manhã eu acordava angustiado e conversava com meus pais. Quando eles viram que a situação estava crítica me pediram para sair, eu queria muito isso, mas relutei um pouco por conta da dificuldade de ter passado, mesmo assim&nbsp; sair e fiquei muito aliviado com essa decisão. Porém, estava meio triste de voltar para o curso de Direito, pois apesar de gostar do assunto, não me via trabalhando com isso. Foi quando minha mãe ficou sabendo que a Bahiana iria abrir para a nota do ENEM, quando vi a lista de inscritos pensei: tem cursinho que só faz preparação para ela, tenho colegas que demoraram 3 anos para passar, eu acho que eu não passo não. Quando saiu a minha aprovação, fiquei sem acreditar meio anestesiado, lembro que minha entrou no meu quarto e disse "você foi aprovado!!!" e eu respondi : "fui...??? ah legal :)" kkkkk, hoje eu percebo que isso foi um presente, em plena pandemia, a gente teve a oportunidade de entrar na 4 melhor instituição privada do país, com o nome muito respeitado!!!, basicamente a primeira vez de anos que a Bahiana pegou a nota do ENEM, somos uma turma muito especial, isso veio como uma recompensa para nós, genteee vamos ser gratos!!!!, porque em tese, nós não deveríamos estar aqui... muitos de nós estaríamos fazendo algo que não nos satisfaz ou já teria desistido de medicina, essa foi uma oportunidade que até hoje eu fico perplexo. Depois disso, parece que tudo está escrito (destino).<br>OBSfinal 1: Quanto mais o tempo passa, mais me apaixono pelo curso.<br>OBSfinal 2: A história é minha percepção atual sobre a realidade que pode não condizer com pontos de vista de meus pais kkkk, ou meu daqui a alguns anos (se sua assinatura não é idêntica em todos os momentos da sua vida, por que minha história seria?)<br><br>Felipe Nogueira da Silva</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 15:56:58 UTC</pubDate>
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         <title>Caminho sem volta</title>
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         <description><![CDATA[<div>A escolha pela medicina começou ainda na infância. Desde pequena eu sempre soube que seria esse o caminho que eu queria seguir. <br><br>No ensino médio parecia que a cada aula de Biologia era apenas mais uma confirmação de que realmente era o caminho que eu deveria trilhar, então segui firme na escolha. <br><br>No 1º ano de cursinho, no entanto, esse lugar que eu queria chegar parecia sempre mais distante a cada vez que a aprovação não vinha, e acabei fazendo um desvio de percurso ao passar no curso de engenharia química. <br><br>Hoje percebo que esse desvio me permitiu chegar a "lugares" - <em>leia-se: conhecer pessoas, viver experiências, amadurecer, crescer, me desenvolver no geral -</em> que eu não poderia chegar se tivesse seguido em linha reta em direção à terra prometida que era a Medicina mas, no fundo eu sabia que a engenharia  não era o caminho certo pra mim.&nbsp; <br><br>E então, já no último ano da graduação, resolvi voltar ao meu caminho inicial e tentar novamente, torcendo para que no meio do percurso alguém ou alguma coisa me desse o sinal de que essa era a escolha certa. <br><br>Voltei a fazer cursinho - <em>dessa vez online para conseguir conciliar com as minhas aulas da faculdade (estava no 9º semestre de engenharia )</em> - e apenas 3 meses após o início dessa "retomada" consegui a confirmação que estava esperando: aprovação em 1º lugar na FTC. <br><br>Segui estudando, pois meu sonho sempre foi cursar na Bahiana. <br>Consegui concluir a faculdade de engenharia, mas infelizmente, ainda não foi nesse ano que veio a aprovação, <br><br>Ou no ano seguinte. <br><br>Ela chegou no momento que mais estava precisando e que menos estava esperando. Sou grata por tudo ter acontecido como foi. A cada dia que passa sinto uma identificação ainda maior com o curso e com os colegas/amigos que tenho feito até aqui. <br><br>Todos os desvios no meio do caminho, curvas e lombadas me trouxeram até onde sempre sonhei e da melhor maneira possível.&nbsp; <br><br><em>Talita Cristina Cruz Paulino</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 20:02:45 UTC</pubDate>
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         <title>Finalmente consegui!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Passei boa parte da minha vida dizendo que queria ser médica, porém quando entrei no ensino médio e me bati com a realidade esse sonho ficou cada vez mais longe. Cheguei a desistir, dizendo que não queria mais por muitos motivos inventados na minha cabeça (inclusive medo de não conseguir e me frustrar), entretanto, no último ano do ensino médio aceitei que meu sonho era realmente cursar medicina. Na primeira tentativa séria do vestibular…não consegui, não fiquei tão triste porque eu sabia que a caminhada iria ser árdua…não desisti. Entrei no cursinho e aí começaram as incertezas, a ansiedade, as comparações. Foram momentos difíceis e quase desisti de novo, via todo mundo com seu nome na lista de aprovados menos eu, o terceiro ano de cursinho, por incrível que pareça foi o mais leve, parecia que eu já sabia que iria passar (mas também se eu não passasse não sei como eu iria me sentir). Acho que adivinhei que seria meu ano pois com a pandemia eu não estava conseguindo focar direito no primeiro semestre de 2020, ou seja, minha última chance era o vestibular do meio do ano. Daí, no dia 17 de julho de 2020 a minha vez chegou, meu nome estava lá, na lista de aprovados do curso que eu sempre quis. Foi um dos momentos mais lindos que já viv, pois eu sabia que essa conquista era minha, do meu esforço e da minha força de vontade. Hoje sei que fiz a escolha certa e apesar de tudo, sou muito feliz onde estou.<br><br>Ana Victória <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 21:55:47 UTC</pubDate>
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         <title>Nem tudo é linear </title>
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         <description><![CDATA[<div>Pensei em contar a história da escolha da profissão, mas faço parte do clichê de desde pequena brincar de médica e dizer que era o que eu queria ser. Então acho que fui escolhida pela profissão, mas o caminho até aqui não foi tão linear assim.&nbsp;<br><br>Decidi me mudar para Salvador justamente para conseguir concretizar o sonho de ser médica, mas na hora da verdade em pleno terceiro ano eu desisti totalmente dessa ideia. Me incomodava muito (ainda incomoda) a comercialização da medicina, então fui criando uma resistência, tanto que no meu 3° ano eu nem fiz o vestibular da Bahiana e coloquei minha nota do enem para B.I. de humanas (eu amo essa área). Só que, em janeiro quando saiu o resultado que eu tinha passado no BI eu não quis me matricular, não era o que eu queria e sabia que ia me arrepender.&nbsp;<br><br>Tive que aceitar a verdade verdadeira que sempre esteve no meu coração e me joguei no cursinho para tentar medicina. Fiz cursinho em 2018 e em 2019, sempre tentei também a Bahiana mas nunca tinha conseguido. Em 2020 eu não aguentava mais estar no pré-vestibular e decidi tentar na concorrência e passei. Fiz 2020.1 na UNIFACS com muito peso na consciência pelo valor e tentando um milagre de FIES, mas quando saiu a Bahiana pelo Enem eu corri para jogar minha nota imediatamente. O resto da história já é obvio. Muito feliz e grata com os caminhos que a vida criou para mim.&nbsp;<br><br>- Brena Cunha</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 22:15:25 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre apoio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>eu sempre fui uma nômade. tipo, de verdade, ir e vir é uma coisa que eu levo muito a sério. foi assim quando eu tinha 9 anos (sim, 9 anos) fui morar com meu irmão na capital de Sergipe, me mudei de uma cidadezinha pequena do interior e fui ser a “tabaréu” de uma sala do 6º ano do ensino fundamental (eu sempre fui um pouquinho adiantada na escola), via minha mãe 2 dias na semana e meu pai quase nunca, meus dias mais felizes eram os finais de semana/ feriados/ fins de ano passados em Itabaianinha, aqui eu sempre pude ser quem eu sou, amo cidadezinhas de interior!&nbsp;<br><br>quando eu passei na Bahiana, achei que tiraria de letra me mudar para Salvador, mas, quando chegou a hora de me mudar mesmo, a ansiedade e a depressão foram duas coisas que se manifestaram em mim de forma jamais vista (histórico familiar pesa bastante nesses quesitos e tenho várias pessoas ao redor com depressão e ansiedade controladas). sério, chegar em Salvador e ver aqueles prédios gigantes fez meu estômago revirar de um jeito que fiquei 1 semana sem comer direito, era 1 semana que eu inventava motivo para ficar na faculdade, para não ter que ir para casa e ficar naquele apartamento sozinha e que fazia um eco gigante. depois de ver meu sofrimento, eu e minha mãe decidimos desalugar o apartamento e achar um lugar para morar acompanhada, eu não nasci para ser sozinha, eu preciso de gente, contato humano.<br><br>durante todas essas dificuldades (e antes delas virem à tona também) eu encontrei apoio em um grupo de pessoas que eu já esperava, mas não imaginava que me tratariam como irmã: minha tutoria, a tutoria 6! eles são as pessoas mais compreensivas DO MUNDO, sentiram que eu não estava bem, procuravam a saber todo dia como eu estava, me ajudaram com aulas que não consegui assistir porque estava tendo crises de ansiedade, enfim, eles são minha família de Salvador e eu os amo demaaaais ❤️<br>-Maria Clara Monteiro de Souza Lima</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 22:43:59 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre o contrário da solidão</title>
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         <description><![CDATA[<div>Gosto muito de pensar nas motivações por trás de uma escolha. São tantas, né? Minha história não é tão diferente de uma sopa de letrinhas que, apesar de diferentes, são letras.<br><br>Quando entrei no 3º ano do ensino médio, tive a coragem de dizer não só para os outros, mas pra mim também, que seria médico. Um pouco tarde pra estudar e ter um desempenho quase perfeito na prova.<br><br>No 1º ano de cursinho, tive a sensação de que a trilha seria dolorosa. Tanto é que não aguentei o ano todo e tranquei a matrícula em agosto de 2017.&nbsp;<br><br>E aí está a receita de um sonho inacabado. Pra mim, era algo tão distante, tão impossível, que me forcei a não desejar mais medicina. Mas ele está sempre ali escondido na nossa cabeça. Sempre será nosso sonho até que nós os alcancemos.<br><br>Por isso, decidi voltar pro cursinho. Embora fosse difícil, a companhia fez todo esforço valer a pena. Acordar 5 horas da manhã pra chegar no cursinho às 7 e ficar até às 19h/20h. Era essa a rotina, a sucessão de eventos que durou 3 anos (o último ano foi EAD, então não entra nesse cálculo doido).&nbsp;<br><br>Ainda que seja exaustiva, não somos os outros? Não somos a reverberação do "bom dia" que recebemos do nosso amigo que nos espera com um cafézinho? Não somos quem ouve e limpa a lágrima da culpa e frustração por não passar pelo vestibular?<br><br>Por mais que o pontapé inicial havia sido um médico que salvou minha vida, o combustível que me manteve firme na decisão foi a esperança em ser como eles. Em ser quem cuida, quem zela, quem ouve.<br><br>E mesmo longe de Campinas, não estou sozinho. Tive a sorte grande de vir pra Bahia com minha melhor amiga que sempre me esperou com uma garrafa de café ou de chimarrão. A xícara já não é restrita a nós dois. Partilhamos goles com novos amigos, a nova família (metaforicamente, xô corona).<br><br>Nesse mar de angústias e incertezas por conta desses 4 anos, sempre escolherei o melhor sentimento do universo. Não só pela idealização, mas também pela experiência de quem foi e é alvo: o afeto. A memória de que amei, fui amado, amo e sou amado redime qualquer dor e ilumina meu caminho cujo primeiro passo está tão distante, ainda que tão perto.<br><br>O tempo voa.<br><br>Pedro Henrique Massi</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 23:22:43 UTC</pubDate>
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         <title>Sonhos se realizam</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde pequena me identifiquei muito com a Medicina e a escolhi como a minha primeira e única opção de carreira.<br>&nbsp;Sempre soube que é um curso muito concorrido e por isso, mesmo tendo me dedicado bastante ao longo da minha vida escolar, não esperava passar na primeira tentativa. Porém, me comprometi a tentar quantas vezes fosse preciso!<br>A partir daí, se iniciou o meu período de cursinho, que durou quase 1 ano e meio. O primeiro semestre no pré-vestibular foi leve e tranquilo, principalmente pela companhia e apoio das minhas amigas, que estudavam na mesma sala que eu. No entanto, nos dois semestres seguintes, acabaríamos nos afastando e foi aí que comecei a sentir com mais intensidade o peso e as frustrações que acompanham essa fase.<br>Como a vida é cheia de mistérios e surpresas, 2020.2 reservava algo que ninguém esperava: um processo seletivo da Bahiana pela nota do ENEM. Para a minha alegria e de toda a minha família e amigos, fui aprovada e agora sigo esse caminho que escolhi.&nbsp;</div><div><br>- <em>Anne Gabriele Calmon</em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 23:23:35 UTC</pubDate>
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         <title>A escolha pelo curso de medicina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Desde que lembro, no ensino medio, comecando a pensar em qual curso fazer, medicina sempre estava em primeiro lugar. Nunca tive ninguem proximo na minha familia que fosse medico entao nao tinha muita nocao do que o curso realmente era. Quando cheguei no meu terceiro ano, a nota nao deu de primeira e eu passei em engenharia… como eu tambem sempre gostei de calculos decidi dar uma chance e entrar logo na faculdade para “nao ficar para tras”.&nbsp;<br>Ledo engano!&nbsp; Nao posso dizer que me arrependo pois fiz coisas, conheci gente e ate me tornei o que sou hoje. Porem hoje, mais maduro, entendo que nao existe isso de “ficar pra tras” e cada um tem sua trajetoria. Talvez eu precisasse de tudo isso pra que conseguisse enxergar a vida dessa forma.<br>Hoje, estou finalmente satisfeito com a minha escolha e sinto que estou trilhando o caminho certo.&nbsp;<br>A foto escolhida foi do momento que vi o meu nome na lista da bahiana, estava almocando com a minha irma (hoje medica e de grande ajuda nas materias rs) e aguardando ansioso a liberacao dos nomes.<br><br>-joao claudio correia</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 01:15:35 UTC</pubDate>
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         <title>Uma grande responsabilidade</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Não me recordo do momento exato que ser médica se tornou uma opção para mim, essa vontade sempre me acompanhou desde criança.&nbsp;<br>Com o passar do tempo e com o vestibular chegando, percebi a enorme responsabilidade que era decidir minha profissão futura, aquilo que eu iria exercer pelo resto da vida. A partir disso comecei a me questionar se medicina (aquilo que eu sempre quis) era o caminho certo para mim, e busquei entrar mais em contato com a rotina dessa profissão.&nbsp;<br>Depois de finalmente ter certeza de que era medicina,&nbsp; percebi a longa e exaustiva jornada que tinha pela frente: foram alguns anos de cursinho que pareciam intermináveis.&nbsp;<br>Agora estou no 3º e não me arrependo de ter escolhido esse caminho, foram anos de muito sacrifício e autocontrole que valeram muito a pena!<br>-Maria Eduarda Brandão</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 02:46:32 UTC</pubDate>
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         <title>Nem eu sei</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sempre fiquei muito na dúvida do que eu realmente queria para mim era meu ou simplesmente o que iria agradar a minha família. Não tenho nenhuma história linda com medicina, nenhum momento especial ou revelador. Nem imaginava em entrar no curso, estava focado em outras coisa durante a pandemia quando apareceu a oportunidade. Fico muito feliz por estar me encontrando agora e pode dar o meu melhor nessa jornada<br><br>Rogério Luiz Menezes Ribeiro Filho</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 02:50:15 UTC</pubDate>
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         <title>Uma jornada inconstante</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/q0s1gxd02elu9wmq/wish/1847063958</link>
         <description><![CDATA[<div>Para adentrar no curso dos meus sonhos, percorri uma caminhada de muita dedicação, presente em toda minha jornada escolar, e após completar esse ciclo colegial, 1 ano e 6 meses de estudo no cursinho.&nbsp;<br>Vejo claramente em minhas memórias as noites perdidas estudando, os finais de semana no livro e nas questões, a tensão das provas de vestibular. Um fato curioso foi que meu sonho era cursar medicina na USP, inclusive fiz a escolha de um cursinho específico para vestibulares do Sudeste aqui em Salvador (Interseção), porém me dediquei bastante ao ENEM e a cada dia ficava mais claro em minha mente que gostaria muito de cursar uma faculdade federal aqui em Salvador, pois me sentia plena e feliz com minha família, namorado e amigos nessa cidade.&nbsp;<br>No final de 2019, após o 1º ano de cursinho, a aprovação ficou próxima, mas não foi alcançada. Fiquei um pouco desapontada, contudo, medicina era um sonho que eu não desistiria facilmente, logo me matriculei no 2º cursinho e prossegui com brilho nos olhos em 2020.<br>&nbsp;Exatamente nesse ano, algo completamente inesperado e catastrófico aconteceu: a Pandemia do Covid-19. Isso desestabilizou o mundo, trazendo uma fase muito complicada para todos nós, afetando os estudos, nossa saúde mental, física, o financeiro, etc. As aulas presenciais foram canceladas e o modo online não era tão eficaz, mesmo mantendo a responsabilidade de me dedicar aos estudos, o autocontrole estava sendo bastante afetado pelo agravamento da pandemia e perspectivas de piora a cada dia.&nbsp;<br>Em meio ao desespero, distanciada de pessoas queridas, não via perspectivas boas para o vestibular daquele ano, mas uma oportunidade única surgiu. Pela primeira vez a Bahiana de medicina aderiu à nota do ENEM para o ingresso dos estudantes. Nunca havia pensado em cursar numa faculdade particular, mas decidimos tentar. E assim, como uma “flor no asfalto cinza”, em meio a tantas apreensões e dúvidas, a aprovação chegou.&nbsp;<br>Acredito que nem sempre as coisas acontecem como nossos planos são desenhados, e por um caminho diferente chegamos ao mesmo objetivo, e assim agradeci muito a Deus por essa oportunidade e possibilidade de estar cursando no presente o curso dos meus sonhos numa faculdade tão especial.&nbsp;<br><br>- Alice Galvão de Almeida<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 03:39:45 UTC</pubDate>
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         <title>Haverá um futuro!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No meio de um caos existem diversas oportunidades e a linearidade da vida é bastante relativa. Tenho uma história peculiar, na qual deixe-me perder algumas oportunidades valiosas, tudo por uma questão de ego e por uma falsa questão de realização pessoal. Joguei fora algumas oportunidades de cursar medicina em algumas federais, por aspirar algo que queria bastante e tinha como meta, a USP sempre foi o alvo, mas ao longo das frustrações dos anos de cursinho, conheci alguns colegas que hoje estão na Bahiana e&nbsp; acabei conhecendo-a. Em 2020 conheci a Bahiana e estava esperando o vestibular 20.2, até surgir a pandemia e começaram os rumores que a Bahiana não iria realizar o prosel do meio do ano. Mas depois veio esse processo seletivo com a nota do enem. Por conseguinte, começou a minha trajetória acadêmica e sinto um enorme orgulho em fazer parte desta grande instituição.&nbsp;<br><br>Kleyton A. Cunha</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 04:10:57 UTC</pubDate>
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         <title>Persistir</title>
         <author>gabrielafigueiredo202</author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/q0s1gxd02elu9wmq/wish/1847906977</link>
         <description><![CDATA[<div>A ideia de estudar medicina surgiu no ensino fundamental, com a matéria “ciências”, já que eu adorava estudar o corpo humano, os órgãos, sistemas... Mas nessa época eu ainda não sentia aquela pressão para escolher a profissão, então não pensava tanto no assunto.&nbsp; A responsabilidade de tomar essa decisão só surgiu realmente quando eu entrei no ensino médio. No primeiro ano, biologia e química viraram minhas matérias favoritas e medicina se tornou uma opção natural para mim, mas a concorrência e as notas de corte me fizeram hesitar na escolha. Cogitei fazer medicina veterinária, biologia, biomedicina... Mas no segundo ano superei o medo de não passar e escolhi de vez que medicina era o que eu queria. Não conseguir passar no terceiro ano me desmotivou muito e até pensei em tentar veterinária, para não “perder tempo” e entrar logo na faculdade. Mas sabia que não era meu sonho e que iria me arrepender no futuro se não tentasse mais uma vez. Por isso, fiz mais um ano de cursinho, conheci pessoas incríveis com o mesmo foco que eu, que me motivaram a continuar estudando. A aprovação na Bahiana foi um choque, não achei que conseguiria passar com a minha nota, mas hoje tenho certeza que tomei a decisão certa e não me vejo seguindo outra carreira.&nbsp;<br>Gabriela Lima Figueiredo<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 11:40:07 UTC</pubDate>
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         <title>Mudanças </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesse período da minha vida muitas mudanças ocorreram mas a principal delas foi uma decisão muito difícil de tomar. Estava no terceiro semestre de medicina na UNIME quando passei na Bahiana… a a emoção na flor da pele e no meio de tudo a decisão de sair da UNIME e entrar na Bahiana, junto com isso abandonar todo o trajeto e reingressar no primeiro semestre, começar tudo de novo e já tendo passado pelo primeiro semestre na FTC. Tive muito apoio da minha família, amigos e nenhuma voz sequer me falava pra fazer algo diferente: “VAI PRA BAHIANA, SEU LUGAR É LÁ”. E então, aqui estou eu, 26 anos e três primeiros semestres de medicina nas costas rsrsrs.<br><br>Jamile Aiupe</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 11:53:55 UTC</pubDate>
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         <title>Longa jornada</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sempre soube que queria medicina e sempre escutei das pessoas: vai ter que estudar muito hein??<br>Eu sabia disso, sabia que teria que me dedicar e me abdicar. No meu terceiro colegial comecei a me dedicar a entrar na faculdade que "realmente" queria: Unicamp! Ohhh vestibular complicado! Em 2015 fiz diversas provas anteriores e achei que estava arrasando, doce ilusão! Fiz a prova e meu desempenho foi péssimo... Ai que eu percebi: meu ensino médio não havia me treinado tanto para essas provas concorridas e tinham muitos assuntos que eu nunca havia aprendido! <br>Foi ai que comecei a minha jornada no cursinho, me mudei para SP (sou de Ilhéus) e comecei a me dedicar, estudando no cursinho que mais tinha aprovação na Unicamp... 2016, 2017, 2018, 2019, 2020.1... foram anos bem difíceis, mas de muito aprendizado! Aprendi assuntos que nunca imaginava que existiam, aprendi como realmente estudar e aprender e aprendi também que as coisas nunca são como a gente espera! Eu vi amigos passando e eu ficando "para trás", eu ouvi pessoas falando que eu deveria desistir da Unicamp e escutei pessoas falando para eu me dedicar para outras faculdades...<br>E de fato, algo que eu esperei e desejei a vida inteira não ocorreu do jeito que eu imaginava, não passei na Unicamp e hoje eu vejo que isso<strong> não é</strong> <strong>uma derrota.</strong> Passar na Bahiana foi algo que aconteceu "do nada" e que me fez perceber que o meu sonho não era a Unicamp e sim a Medicina! <br>E cá estou! Não sei se seria tão feliz na Unicamp como estou hoje! <strong>Tudo acontece como tem que acontecer!!!</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 12:00:21 UTC</pubDate>
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