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      <title>Divulgação Científica: Vamos combater o racismo. by Tatiana Seixas Machado Carpenter</title>
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      <description>Trabalho desenvolvido pelas turmas do 9º ano da Escola Parque_Gávea</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-03 15:12:25 UTC</pubDate>
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         <title>Simone Maia Evaristo</title>
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         <description><![CDATA[<div>Simone Maia Evaristo é um dos maiores símbolos da citologia <strong>¹</strong> brasileira, sendo de extrema importância para a representatividade negra quanto para o crescimento da citologia no Brasil.</div><div>Estudou na Universidade Federal do Rio de Janeiro, graduou-se na Universidade Gama Filho, possui mestrado na UNIRIO e é presidente da ANACITO <strong>²</strong>, e membro da AIC <strong>³</strong>.</div><div>Porque devemos conhecer?</div><div>Simone Maia Evaristo além de prova viva que com bastante esforço você pode alcançar muito, foi pioneira do uso da leitura de lâmina no Brasil, uma técnica muito boa para o reconhecimento do câncer, e esse é um dos motivos para ver e aprender sobre e com ela.</div><div><br>¹:Citologia: Estudo das Células</div><div>²:ANACITO: Associação Nacional da Citologia</div><div>³:AIC: Associação Nacional da Citologia</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-21 11:57:56 UTC</pubDate>
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         <title>Milton Almeida de Santos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Milton Santos foi um importante geógrafo brasileiro negro do século XX. Ele nasceu no dia 3 de maio de 1926 (segunda-feira) em Brotas de Macaúbas, teve dois filhos, Milton Santos Filho e Rafael Santos, teve como cônjuge Marie Hélène Tiercelin. Ele frequentou a universidade federal da Bahia e a Universidade de Estrasburgo e faleceu dia 24 de junho de 2001 (domingo) em São Paulo. Apesar de ser graduado em direito mas se destacou no campo da geografia em especial por seus trabalhos sobre urbanização no terceiro mundo e a globalização nos anos noventa. Milton Santos é uma figura muito importante da ciência e nosso grupo acha que todos conheçam sobre sua obra para enriquecer sua visão política&nbsp; geográfica sobre o mundo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-21 12:10:47 UTC</pubDate>
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         <title>Alfred Oscar Coffin (1861-1933)</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>•Coffin foi um professor de matemática e língua romântica da universidade Wiley, no estado norte-americano do Texas, formou-se e concluiu o mestrado na universidade Fisk, uma instituição de ensino historicamente negra do Tennessee, e em 1899, tornou-se o primeiro afro-americano a obter um doutorado em biologia.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-21 13:23:38 UTC</pubDate>
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         <title>Viviane dos Santos</title>
         <author>beatrizgaze</author>
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         <description><![CDATA[<div>Você já conheceu Viviane dos Santos Barbosa? Ela foi uma baiana que ficou famosa ao desenvolver um produto que reduz a emissão de gases poluentes, sendo mestre em química na área de nanotecnologia... Viviane cursou química industrial durante dois anos na Bahia, e nos anos 90 se mudou para uma faculdade na Holanda, chamada Delft University of Technology, onde estudou engenharia química e bioquímica, muito legal, né? Achamos interessante que todos saibam um pouco de sua trajetória, afinal seu projeto foi premiado na conferência científica internacional em Helsinki, onde competiu com outros 800 trabalhos!! Com muita determinação, e sempre se inspirando na sua famosa frase: "Não saber as coisas me incomoda”, Viviane conseguiu conquistar seu espaço como uma mulher negra no campo científico!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-21 21:27:43 UTC</pubDate>
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         <title>Sonia Guimarães</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Sonia Guimarães nasceu em 1957 na cidade de Brotas, em São Paulo. Foi, durante toda sua vida,&nbsp; uma aluna bastante aplicada e uma das melhores da classe e estudante de escola pública.<br>&nbsp; &nbsp;&nbsp;Na adolescência, trabalhava para poder pagar um curso e prestar vestibular para engenharia civil. Um de seus professores, porém, a orientou a buscar um curso menos concorrido, o que a levou a escolher a física. De 50 alunos em sua sala, apenas cinco eram mulheres. Guimarães foi a primeira pessoa da família a entrar para a faculdade.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Guimarães é uma física brasileira, professora do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), primeira mulher preta doutora em Física e primeira mulher preta a lecionar no ITA, tendo ingressado em 1993, quando a instituição ainda não aceitava mulheres como estudantes.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-21 21:47:49 UTC</pubDate>
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         <title>Sonia Guimarães  </title>
         <author>antoniolyra</author>
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         <description><![CDATA[<div>   Sonia é um física brasileira, professora do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, primeira mulher negra brasileira doutora em Física e primeira mulher negra brasileira a lecionar no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), tendo ingressado em 1993, quando a instituição ainda não aceitava mulheres como estudantes. Ela atua na área de física aplicada, com ênfase em Propriedade Eletróticas de Ligas Semicondutoras Crescidas Epitaxialmente, e já conduziu pesquisas sobre sensores de radiação infravermelha.<br>   Nós achamos que ela devia ser mais conhecida pelos seus feitos, por ter sido a primeira mulher negra brasileira doutora em física e primeira mulher brasileira a lecionar no ITA. Hoje, ela é a primeira mulher negra brasileira doutora em física pela University of Manchester Institute of Science and Technology e compõe, há 24 anos, o corpo docente do ITA. Ela merecia mais visibilidade por esses feitos e mais reconhecimento.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 17:12:57 UTC</pubDate>
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         <title>Jaqueline Goes de Jesus</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 21:45:23 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Beatriz do Nascimento (1942-1995) </title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Nasceu em Aracaju (SE) em 1942, e migrou com seus dez irmãos e seus pais para o Rio de Janeiro, na década de 50. Cursou história na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), aos 28 anos de idade. Fez pós-graduação na Universidade Federal Fluminense (UFF), em 1981.<br><br>Beatriz dedicou sua vida para que a temática étnico-racial ganhasse visibilidade no Brasil. Foi responsável por formar um grupo de ativistas negras e negros chamado Grupo de Trabalho André Rebouças (GTAR), na Universidade Federal Fluminense, em meados dos anos 1983, almejando o envolvimento do corpo docente nos estudos sobre África.<br><br>Seus artigos foram publicados na Revista de Cultura Vozes, Estudos Afro-Asiáticos e Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, além de diversas entrevistas e depoimentos à grande mídia.<br><br>Em 1986 ganhou o prêmio de Mulher do Ano, pelo Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM)<br><br>O trabalho de maior reconhecimento de Maria Beatriz é o filme e documentário Ori (1989), de sua autoria e narração, dirigido pela socióloga e cineasta Raquel Gerber. Ele documenta a trajetória dos movimentos negros no Brasil entre 1977 e 1988, sendo o quilombo a ideia central e em parte a trajetória da própria Maria Beatriz. Abordou temas como corporeidade do negro, a perda da imagem que atingia africanas e africanos escravizados e seus descendentes em diáspora e a situação das mulheres negras no Brasil.<br><br>Em 1995, Maria Beatriz cursava mestrado em Comunicação Social, pela UFRJ e tinha aconselhado uma amiga a largar o companheiro, Antônio Jorge Amorim Viana, após várias reclamações de violência domésticas. Ele deu cinco tiros em Maria Beatriz, por entender que ela interferia em sua vida privada o teria ofendido em frente a seus amigos. Antônio fugiu e acabou sendo preso em um bar pela polícia civil em 9 de fevereiro de 1995.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 19:29:15 UTC</pubDate>
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         <title>Viviane dos Santos Barbosa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Viviane é uma mulher importante pois apesar de ser uma mulher, baiana, negra e brasileira, conseguiu progredir em um ramo de muito preconceito. Nascida em 1975 cursou química industrial por dois anos na UFBA e tem bacharelado em química pela universidade Delft University of Technology. A cientista desenvolveu uma pesquisa com catalisadores que reduzem a emissão de gases poluentes, que foi premiada em 2010 em uma conferência internacional em Helsinki, Finlândia.</div><div><br></div><div>Por que devemos conhecer?&nbsp;</div><div>Devemos conhecer Viviane dos Santos Barbosa uma vez que ela é uma mulher negra muito importante para inspirar outras mulheres e pessoas pretas que também tem sua "carreira dos sonhos" relacionada à área da ciência, notando que a grande maioria dos cientistas são homens brancos.&nbsp;</div><div>Além disso, Viviane também desenvolveu uma pesquisa que consegue transformar até 98% dos gases tóxicos provenientes da combustão em substâncias inofensivas no ar que respiramos, sendo portanto uma invenção necessária para a diminuição dos gases do efeito estufa que resultam no aquecimento global e para a melhora da nossa respiração.</div><div><br>Grupo: Fernanda Levy, Larissa Ribeiro, Laura Coelho, Miguel Salomão e Sofia Cesar - 903<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 18:57:03 UTC</pubDate>
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         <title>Enedina Alves Marques</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Enedina Alves nasceu em 1913, na capital paranaense, Curitiba. Durante a sua vida passou por muitas dificuldades, econômicas e sociais. Mesmo com essas barreiras, Enedina se tornou a primeira engenheira negra do Brasil.</div><div>	Em 1940 Enedina entrou na faculdade de engenharia da universidade do Paraná, e em 1945 graduou-se em engenharia civil. Muitos consideram que seu maior feito profissional foi a construção da usina hidrelétrica Capivari-Cachoeira. O preconceito naquela época era tão presente, que Enedina precisava andar com uma arma em sua cintura, para impor respeito aos seus companheiros de trabalho.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 18:14:48 UTC</pubDate>
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         <title>Jaqueline Goes de Jesus </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>JAQUELINE GOES DE JESUS.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Jaqueline é umas pesquisadora negra com grande representatividade na defesa da ciência, é importante que você a conheça pois muitos negros importantes para a ciência mundial são apagados na história ou não tem reconhecimento pelos seus trabalhos por conta de sua raça. Jaqueline é doutora em Patologia Humana e Experimental, pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atualmente, Jaqueline desenvolve pesquisas em nível de pós-doutorado no Instituto de Medicina Tropical de São Paulo da Universidade de São Paulo (IMT/USP).</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Ela foi a mulher que mapeou o genoma do coronavírus após apenas 48 horas do aparecimento do primeiro caso no Brasil. Vale lembrar que a média deste tipo de mapeamento no resto do mundo demorou em torno de 15 dias. Por isso vale ressaltar a importância desta mulher para a ciência.&nbsp;</div><div>&nbsp;Jaqueline também está fazendo estágio de pós-doutoramento no Reino-Unido. “Sabemos que muitos são os obstáculos para alcançar este patamar é comigo, mulher negra, não foi diferente. Esta homenagem é um reconhecimento inestimável”, isso foi o que Jaqueline falou após ser homenageada pelo Conselho Nacional de Saúde.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-04 13:12:19 UTC</pubDate>
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         <title>Katemari Rosa</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Katemari Rosa nasceu em 16 de outubro de 1979 em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Desde criança, a gaúcha foi apaixonada por física, observava as estrelas e sonhava em alçá-las.&nbsp; “Eu queria fazer Física desde os meus 8 anos de idade. A razão é porque eu amava Astronomia, amava o que eu achava que era Astronomia. Gostava de olhar para o céu, para as estrelas, para o universo, o cosmos. Achava aquilo tudo fascinante. Aí, eu descobri que muitos astrônomos têm formação primeiramente em Física. Aí eu disse: É isso que eu vou fazer: Física.”<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Hoje, é formada em física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mestre em filosofia e em história das ciências pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde coordena a área do PIBID Física,&nbsp;e doutora em Ciências pela Universidade de Columbia, em Nova York. A pesquisadora é integrante da Sociedade Brasileira de Física, sócia da American Physical Society, atuando como membro do Comitê Executivo do Fórum on the History of Physics (2018-2021) e faz parte da American Association of Physics Teachers, na qual integra o Committee for International Physics Education (2018-2021). Além disso, é membro da National Organization of Gay and Lesbian Scientists and Technical Professionals (NOGLSTP) e da Associação Brasileira de Pesquisadoras/es Negras/os (ABPN). Por fim, é mestra em Science Education pelo Teachers College e doutora em Science Education pela Columbia University.<br><br></div><div>    Ao longo de seu logo trajeto de vida, Katemari tomou consciência do racismo dentro de sua área de atuação, e em 2015 iniciou o estudo "Contando Nossas Histórias: Mulheres e Homens Negros na Ciência, Tecnologia e Engenharia no Brasil" com o objetivo de criar um banco de histórias de negros e negras cientistas brasileiros.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-05 19:06:45 UTC</pubDate>
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         <title>André Rebouças</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2022-04-05 22:28:48 UTC</pubDate>
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         <title>Anita Canavarro</title>
         <author>izabelamello</author>
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         <pubDate>2022-04-05 23:07:56 UTC</pubDate>
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         <title>Sonia Guimarães</title>
         <author>joaonunes4</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sonia Guimarães nasceu em Brotas (São Paulo), em 26 de junho de 1957, filha de tapeceiro e comerciante/dona de um buffet. Era a melhor aluna da classe, por ser uma aluna bastante aplicada em sua escola publica. &nbsp;</div><div>Sonia fazia um curso e precisava pagar para poder frequentá lo e precisava de dinheiro para o vestibular de engenharia, então trabalhou durante sua adolescência.&nbsp;</div><div>Com a orientação de um de seus professores, Sônia acabou fazendo o vestibular de física que era menos frequentado, e acabou optando por cursá-lo, pois preferiu esse ensino. E foi a primeira de sua família a se graduar.&nbsp;</div><div>Em 1993, ingressou como docente do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), sendo a primeira negra da instituição, que contava e ainda conta com um reduzido quadro de mulheres docentes.</div><div>Ela sempre tentou e tenta reduzir a disparidade racial e de gênero na pesquisa brasileira.</div><div><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <title>André Rebouças </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Pedro Talarico - Bernardo Mello - Gabriel Serra - Tiago Iglesias 902</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 13:37:42 UTC</pubDate>
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         <title>Nadia Ayad</title>
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         <description><![CDATA[<div>Nadia Ayad é uma engenheira de materiais formada no IME (Instituto Militar de Engenharia) do Rio de janeiro, atualmente cursando doutorado na Universidade da Califórnia. Participou do projeto Ciência sem Fronteiras, onde passou um ano na Universidade de Manchester, no Reino Unido, estudando Ciência de Biomateriais e Engenharia de Tecidos, e fez estágio na Imperial College London, trabalando com um polimero que pode ser usado para substituir válvulas cardíacas. Nadia ganhou o primeiro lugar em um concurso promovido pela empresa Sandvik Coromant, o Global Graphene Challenge Competition, após utilizar o grafeno, material derivado do grafite, em um sistema de dessalinização e filtragem de água econômico, que pode facilitar bastante o acesso à água potável.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 19:51:59 UTC</pubDate>
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         <title>Anita Canavarro Benite</title>
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         <description><![CDATA[<div> Anna Maria “Anita” Canavarro Benite nascida em 1979, tem 43 anos, é mestra e doutora em Ciências, licenciada e bacharel em Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, escritora, professora de química que faz parte da universidade federal de Goiás, presidenta da associação brasileira de pesquisadores negros e é um dos grandes nomes de cientistas negras brasileiras, iniciou em 2009 o grupo (CIATA) que defende a descolonização do currículo.</div><div>&nbsp; &nbsp;É importante você conhecer a Anita porque ela é uma mulher que sem dúvidas, faz a diferença, o seu trabalho é fundamental para o enfrentamento e diminuição de preconceitos como o racismo, machismo e homofobia por meio de educação e, com isso, buscar a diminuição das desigualdades sociais e isso tudo é possível porque ela é&nbsp; presidenta da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN).</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 20:25:58 UTC</pubDate>
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         <title>Viviane dos Santos Barbosa</title>
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         <description><![CDATA[<div>pesquisadora baiana, Viviane dos Santos Barbosa, ficou conhecida por desenvolver um produto&nbsp; que reduz a emissão de gases poluentes.&nbsp; Na década de 1990, ela foi para a Holanda estudar engenharia química e bioquímica.&nbsp;Lá, ela fez pesquisas sobre catalisadores usando uma mistura de paládio e platina.<br><br>&nbsp; &nbsp;Seu trabalho foi tão bom que ela ganhou o maior prêmio, entre outros 800 trabalhos, em 2010 na Aerol International Conference, conferência que reúne cientistas de todo o mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-07 21:46:54 UTC</pubDate>
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         <title>Katemari Rosa</title>
         <author>gabrielbraga5</author>
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         <description><![CDATA[<div>Katemari Rosa nasceu no dia 16 de outubro de 1979 em Porto Alegre. É uma física e um dos grandes nomes da ciência brasileira. Fez o ensino fundamental em uma escola pública e o ensino médio no curso técnico em secretariado na universidade federal do Rio Grande do Sul. Hoje é integrante da sociedade brasileira de física, mestre em filosofia e em história das ciências pela Universidade Federal da Bahia e doutora em ciências pela Universidade de Columbia em Nova York. Atualmente, leciona na universidade de Campina Grande, e se preocupa na formação de novos professores para a área da ciência.</div><div>Katemari, em meados de 2015, começou a notar o racismo dentro de seu meio. Sabendo disso, começou uma pesquisa sobre negros e negras dentro da ciência, e tecnologias e engenharia no Brasil. Katemari luta pelos direitos negros na area da ciência e hoje pode ser considerada uma das maiores cientistas negras do Brasil.&nbsp;</div><div><br></div><div>Miguel A. Lima, Gabriel Mello e Edoardo Campo.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 14:48:18 UTC</pubDate>
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         <title>Anita Canavarro Benite</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Anna maria (Anita) Canavarro Benite nascida em 1973 é mestra e doutora em Ciências, licenciada e bacharel em química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Sua área de atuação é a química bioinorgânica medicinal. Também coordena o Laboratório de Pesquisas em Educação Química e Inclusão - LPEQI da UFG.</div><div>Em 2009, implantou o Coletivo CIATA - Grupo de Estudos sobre Descolonização do Currículo de Ciências.</div><div>É também ativista do grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado e assessora da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Goiás. Atua na área de ensino de química, com foco em ações afirmativas sobre a questão racial.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-29 01:27:16 UTC</pubDate>
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