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      <title>Heterónimos de Fernando Pessoa - Fichas de Trabalho by Respostas aos questionários do manual</title>
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      <description>12º C</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-10-13 21:21:36 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-11-17 21:38:40 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Análise literária- Ricardo Reis</title>
         <author>mnfassuncao</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-12-01 17:34:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nataliaassuncao</author>
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         <pubDate>2022-12-03 16:19:02 UTC</pubDate>
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         <title>Análise literária - Ricardo Reis, Gustavo Reis</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1. Ricardo Reis professa, neste poema, um desejo de indiferença,&nbsp; a&nbsp; tão&nbsp; procurada&nbsp; ataraxia&nbsp; epicurista&nbsp; que&nbsp;<br>defende&nbsp; que&nbsp; vivamos&nbsp; a&nbsp; vida&nbsp; sem&nbsp; sobressalto.&nbsp; Daí&nbsp; a preferência pela Natureza e sua tranquilidade em&nbsp;<br>detrimento de questões políticas, como são as da pátria, revelando uma tendência neopaganista.&nbsp;<br>&nbsp;<br>2. O poema pode dividir-se em quatro partes lógicas. Na&nbsp; primeira,&nbsp; que&nbsp; corresponde&nbsp; à&nbsp; primeira&nbsp; estrofe,&nbsp; o&nbsp;<br>sujeito &nbsp; poético &nbsp; expressa &nbsp; o&nbsp; &nbsp;seu &nbsp; desprezo &nbsp; pelas questões políticas, já que ele vê «glória e virtude» com&nbsp;<br>essa dedicação patriótica exacerbada que não se coaduna com a tranquilidade da Natureza. Na segunda parte,&nbsp;<br>que&nbsp; corresponde à&nbsp; segunda&nbsp; estrofe,&nbsp; expressa&nbsp; o tal&nbsp; desejo&nbsp; de&nbsp; ataraxia&nbsp; num&nbsp; sentido&nbsp; muito&nbsp; pessoal.&nbsp; Já na&nbsp;<br>terceira parte, que engloba a terceira, a quarta e a quinta estrofes, o sujeito poético questiona, de forma mais&nbsp;<br>abrangente,&nbsp; a pertinência&nbsp; de uma&nbsp; dedicação&nbsp; extrema&nbsp; seja&nbsp; a&nbsp; que&nbsp; assunto&nbsp; for,&nbsp; perante&nbsp; a&nbsp; grandiosidade,&nbsp;<br>circularidade&nbsp; e&nbsp; exatidão&nbsp; da&nbsp; Natureza.&nbsp; Finalmente,&nbsp; na&nbsp; última&nbsp; parte,&nbsp; correspondendo&nbsp; à&nbsp; última&nbsp; estrofe,&nbsp; uma&nbsp;<br>resposta&nbsp; às&nbsp; suas&nbsp; indagações,&nbsp; generalizando&nbsp; uma&nbsp; vez&nbsp; mais,&nbsp; &nbsp; pondo&nbsp; &nbsp; em&nbsp; &nbsp; evidência&nbsp; &nbsp; a&nbsp; &nbsp; importância&nbsp; &nbsp; da&nbsp;<br>indiferença,&nbsp; segredo&nbsp; epicurista&nbsp; para&nbsp; lidar&nbsp; com&nbsp; a&nbsp; extistência&nbsp; humana,&nbsp; retomando&nbsp; o&nbsp; ideal&nbsp; de&nbsp; ataraxia,&nbsp; e&nbsp;<br>apelando a uma confiança moderada, consciente da brevidade da vida.&nbsp;<br>&nbsp;<br>3.<br>3.1&nbsp; O&nbsp; sujeito&nbsp; poético&nbsp; prefere&nbsp; a&nbsp; Natureza,&nbsp; cíclica,&nbsp; certa&nbsp; e&nbsp; tranquila,&nbsp; às&nbsp; questões&nbsp; políticas&nbsp; que&nbsp; implicam&nbsp;<br>sobressalto emocional.&nbsp;<br>&nbsp;<br>3.2&nbsp; A&nbsp; ideia&nbsp; de&nbsp; ataraxia&nbsp; professada&nbsp; pelo&nbsp; epicurismo estende-se a este conceito de deixar a vida passar por&nbsp;<br>nós sem que nenhum dos seus aspetos nos afete ao ponto de nos mudar a essência.&nbsp;<br>&nbsp;<br>3.3 O sujeito poético refere-se ao que «aumenta na alma», aos nossos interesses particulares, ao que nos faz&nbsp;<br>sentir&nbsp; bem,&nbsp; gostos&nbsp; e&nbsp; inclinações,&nbsp; o&nbsp; que&nbsp; nos&nbsp; torna&nbsp; únicos&nbsp; entre&nbsp; tantos&nbsp; e,&nbsp; afinal,&nbsp; elementos&nbsp; de&nbsp; distúrbio,&nbsp;<br>segundo o pensamento epicurista.&nbsp;<br>&nbsp;<br>4. &nbsp; Na &nbsp; estrofe &nbsp; final, &nbsp; o&nbsp; &nbsp;sujeito &nbsp; poético &nbsp; evidencia &nbsp; a necessidade de&nbsp; indiferença perante&nbsp; a&nbsp; maioria&nbsp; das&nbsp;<br>questões que&nbsp; a&nbsp; vida&nbsp; vai&nbsp; levantando e&nbsp; perante as&nbsp; quais podemos ceder&nbsp; a&nbsp; uma&nbsp; emoção excessiva, avessa ao&nbsp;<br>pensamento&nbsp; epicurista.&nbsp; Este&nbsp; é,&nbsp; afinal,&nbsp; o&nbsp; desejo&nbsp; de&nbsp; ataraxia&nbsp; que&nbsp; conduzia&nbsp; os&nbsp; epicuristas&nbsp; a&nbsp; uma&nbsp; vida&nbsp; sem&nbsp;<br>sobressaltos, para que a essência do ser humano se mantivesse nesta breve passagem que é a vida.&nbsp;<br>&nbsp;<br>5.&nbsp; &nbsp; A&nbsp; &nbsp; noção&nbsp; &nbsp; de&nbsp; &nbsp; «confiança&nbsp; &nbsp; mole»&nbsp; &nbsp; (v. &nbsp; 17)&nbsp; &nbsp; pode,&nbsp; &nbsp; à&nbsp; &nbsp; partida,&nbsp; parecer&nbsp; antitética&nbsp; em&nbsp; relação&nbsp; à&nbsp; atitude&nbsp;<br>disciplinada de Ricardo&nbsp; Reis.&nbsp; Contudo, importa que pensemos &nbsp; que &nbsp; Reis &nbsp; aconselha &nbsp; que &nbsp; esta &nbsp; «confiança&nbsp;<br>mole» seja depositada na «hora fugitiva» (v. 18), ou seja,&nbsp; há&nbsp; uma&nbsp; noção&nbsp; muito&nbsp; clara&nbsp; da&nbsp; efemeridade&nbsp; da&nbsp;<br>vida, e assim sendo convém, segundo os ensinamentos epicuristas, que&nbsp; vivamos tranquilamente e&nbsp; evitando&nbsp;<br>os excessos, para que passemos pela vida de forma natural, retirando esse exemplo da Natureza, tal como os&nbsp;<br>neopaganistas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-06 12:49:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Questionário Ricardo Reis- Ana e Joana </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mnfassuncao/q040jcz3q75pfhkz/wish/2411120863</link>
         <description><![CDATA[<div>1- Ricardo Reis professou, neste poema, um desejo de indiferença, a ataraxia epicurista que defende que vivamos a vida sem sobressalto. Daí a preferência pela Natureza e pela sua tranquilidade em detrimento de questões políticas, como são as da pátria, demonstrando uma tendencia neopaganista.<br><br><br>2. O poema pode ser dividido em quatro partes lógicas. A primeira que corresponde à primeira estrofe onde o sujeito poético expressa o seu desprezo pelas questões políticas, já que ele vê «glória e virtude» com essa dedicação patriótica exacerbada que não se coaduna com a tranquilidade da Natureza. Na segunda estrofe, expressa o tal desejo de ataraxia num sentido pessoal. Na terceira parte, que engloba a terceira, a quarta e a quinta estrofes, o sujeito poético questiona, de forma mais</div><div>abrangente, a pertinência de uma dedicação extrema seja a que assunto for, perante a grandiosidade, circularidade e exatidão da Natureza. Por fim na ultima estrofe , uma resposta as suas indagacões, generalizando uma vez mais pondo em evidência indiferença, segredo epicurista para lidar com a extistencia humana, retomando o ideal de apelando a uma confiança moderada, consciente da brevidade da vida.<br><br></div><div>3.1- O sujeito poético tem preferência na Natureza, ciclica, certa e tranquila, as questões políticas que implicam perturbações emocionais.<br><br>3.2- A ideia de ataraxia professada pelo epicurismo estende-se a este conceito de deixar a vida passar por nós de forma a que não nos afete ao ponto de mudarmos a nossa essência.&nbsp;<br><br></div><div>3.3- O sujeito poetico retere-se ao que «aumenta na alma», aos nossos interesses particulares, ao que nos faz sentir bem. gostos e inclinacões. o que nos torna únicos entre tantos e por fim distúrbios segundo o pensamento epicurista.<br><br>4-Na última estrofe o sujeito poético</div><div>evidencia a necessidace de indiferença perante a maioria das questões que a vida vai levantando e perante as quais podemos ceder a uma emoção excessiva, avessa ao</div><div>pensamento epicurista. Sendo este o desejo de ataraxia que conduzia os epicuristas a uma vida sem sobressaltos para que a essência do ser humano não mudasse ao longo da vida.&nbsp;<br><br>5-A noção de «confiança mole» (v.17) pode, à partida, parecer antitética em relação à atitude disciplinada de Ricardo Reis. Contudo importa que pensemos que Reis aconselha que esta «confianca</div><div>mole» seja depositada na «hora fugitiva» (v.18) ou seja existe uma noção clara da efemeridade&nbsp; da vida, e assim sendo convem, segundo os ensinamentos epicuristas, que vivamos tranquilamente e evitando os excessos, para que passemos pela vida de forma natural, retirando esse exemplo da Natureza como dos neopaganistas.</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-06 18:40:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Questionário  Rodrigo  Reis Ferreira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mnfassuncao/q040jcz3q75pfhkz/wish/2411380256</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><pre>1.Ricardo Reis confessa, neste poema, um grande desejo de indiferença, a ataraxia(tranquilidade de alma, ausência de perturbação) que defende que vivemos sem sobressaltos. Daí uma preferencia por coisas mais calmas como a Natureza em vez de questões politicas, como as da pátria, revelando uma tendencia neopaganista.</pre><div>&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;</div><pre>2. O poema divide-se em quatro partes . Na  primeira parte corresponde  à  primeira  estrofe,  o sujeito
 poético vai  expressar o seu desprezo pelas questões políticas, já que ele vê «glória e virtude» com essa dedicação patriótica exacerbada que não coincide com a tranquilidade da Natureza. Na segunda parte, corresponde á segunda estrofe, pois expressa o desejo de ataraxia num sentido pessoal .Já na terceira parte, que são a terceira, quarta e quinta estrofes, o sujeito poético vai questionar, de uma forma mais abrangente, a pertinência extrema seja que assunto for, perante a grandeza e exatidão da Natureza. A ultima parte corresponde á ultima estrofe,
que é uma resposta as suas indagações, pondo em evidencia a importância da indiferença, segredo epicurista para se lidar com a existência humana, retomando o principio de ataraxia, e apelando a uma confiança moderada, consciente e breve da vida.
   </pre><div>&nbsp; &nbsp;<br><br></div><pre>3.1 O  sujeito  poético  prefere  a  Natureza, mais tranquila, serena e certa face às  questões  políticas  que  implicam um grande sobressalto emocional.</pre><div><br></div><pre>3.2  A  ideia  de  ataraxia  professada pelo  epicurismo estende-se por um conceito de deixar a vida passar 
 por nós sem que nenhum dos seus aspectos afetem e mudem a nossa existência.</pre><div><br></div><pre>3.3&nbsp;O&nbsp;sujeito&nbsp;poético&nbsp;refere-se ao&nbsp;«aumenta&nbsp;na alma»,&nbsp;aos&nbsp;nossos&nbsp;interesses&nbsp;particulares, ao&nbsp;que&nbsp;nos fazem&nbsp;sentir&nbsp;&nbsp;bem,&nbsp;&nbsp;gostos&nbsp;&nbsp;e&nbsp;&nbsp;inclinações,&nbsp; o&nbsp;&nbsp;que&nbsp;&nbsp;nos&nbsp;&nbsp;torna&nbsp;&nbsp;únicos&nbsp;&nbsp;entre&nbsp;&nbsp;tantos&nbsp;&nbsp;e,&nbsp;&nbsp;afinal,&nbsp;&nbsp;elementos&nbsp;&nbsp;de&nbsp;&nbsp;distúrbio,&nbsp;segundo&nbsp;o&nbsp;pensamento&nbsp;epicurista.</pre><div><br></div><pre>4. &nbsp;&nbsp;Na&nbsp; ultima estrofe, o sujeito poético&nbsp;&nbsp;evidencia&nbsp;&nbsp;a&nbsp;necessidade&nbsp;de&nbsp;&nbsp;indiferença&nbsp;perante&nbsp;&nbsp;a&nbsp;&nbsp;maioria&nbsp;&nbsp;das&nbsp;questões&nbsp;que&nbsp;a&nbsp;vida&nbsp;&nbsp;vai&nbsp;&nbsp;levando&nbsp;&nbsp;perante&nbsp;as&nbsp;quais&nbsp;podemos&nbsp;ceder&nbsp;a&nbsp;&nbsp;uma&nbsp;&nbsp;emoção&nbsp;excessiva,avessa&nbsp;ao&nbsp;pensamento&nbsp;&nbsp;epicurista.&nbsp;&nbsp;Este&nbsp;&nbsp;é,&nbsp;&nbsp;afinal,&nbsp;&nbsp;o&nbsp;&nbsp;desejo&nbsp;&nbsp;de ataraxia&nbsp;&nbsp;que&nbsp;&nbsp;conduzia&nbsp;&nbsp;os&nbsp;&nbsp;epicuristas&nbsp;&nbsp;uma&nbsp;&nbsp;vida&nbsp;&nbsp;sem&nbsp;sobressaltos,&nbsp;para&nbsp;que&nbsp;a&nbsp;essência&nbsp;do&nbsp;ser&nbsp;humano&nbsp;se mantivesse&nbsp;nesta&nbsp;breve&nbsp;passagem&nbsp;que&nbsp;é&nbsp;a&nbsp;vida.</pre><div>&nbsp;<br><br><br></div><pre>5. A&nbsp;&nbsp;noção&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;de&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;«confiança&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;mole»&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;(v.&nbsp;&nbsp;&nbsp;17)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;pode,&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;à&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;partida,&nbsp;&nbsp;parecer&nbsp; antitética&nbsp;&nbsp;em&nbsp;&nbsp;relação&nbsp;&nbsp;à&nbsp;&nbsp;atitude&nbsp;disciplinada&nbsp;de&nbsp;Ricardo&nbsp;&nbsp;Reis.&nbsp;&nbsp;Contudo,&nbsp;importa&nbsp;que&nbsp;pensemos&nbsp;&nbsp;&nbsp;que&nbsp;&nbsp;&nbsp;Reis&nbsp;&nbsp;&nbsp;aconselha&nbsp;&nbsp;&nbsp;que&nbsp;&nbsp;&nbsp;esta&nbsp;&nbsp;&nbsp;«confiança&nbsp;mole»&nbsp;seja&nbsp;depositada&nbsp;na&nbsp;«hora&nbsp;fugitiva» (v.&nbsp;18),&nbsp;ou seja,&nbsp;&nbsp;há&nbsp;&nbsp;uma&nbsp;&nbsp;noção&nbsp;&nbsp;muito&nbsp;&nbsp;clara&nbsp;&nbsp;da&nbsp;&nbsp;efemeridade&nbsp;&nbsp;da&nbsp;vida,&nbsp;e&nbsp;assim&nbsp;sendo&nbsp;convém,&nbsp;segundo&nbsp;os&nbsp;ensinamentos&nbsp;epicuristas,&nbsp;que&nbsp;&nbsp;vivamos&nbsp;tranquilamente&nbsp;e&nbsp;&nbsp;evitando&nbsp;os&nbsp;excessos,&nbsp;para&nbsp;que&nbsp;passemos&nbsp;pela&nbsp;vida&nbsp;de&nbsp;forma&nbsp;natural,&nbsp;retirando&nbsp;esse&nbsp;exemplo&nbsp;da&nbsp;Natureza,&nbsp;tal&nbsp;como&nbsp;os&nbsp;neopaganistas.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<br><br><br><br><br><br><br></pre><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-06 23:13:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Daniel Dinis Alves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mnfassuncao/q040jcz3q75pfhkz/wish/2416403897</link>
         <description><![CDATA[<div>1.&nbsp;<br>A temática presente neste poema, é a ataraxia epicurista, pois Ricardo Reis mostra que prefere a Natureza, que é calma&nbsp;e tranquila, ás questões politicas, que são agitadas e cheias de sobressaltos.<br><br>2.&nbsp;<br>O poema pode divide-se em quatro partes.<br>A primeira parte é a 1ª estrofe, que fala do desprezo de Ricardo Reis pelas questões políticas.<br>A segunda parte é a 2ª estrofe, que fala do seu desejo de&nbsp; ataraxia&nbsp; num&nbsp; sentido&nbsp; muito&nbsp; pessoal.<br>A terceira parte são as 3ª, 4ª e 5ª estrofes, onde se questiona a pertinência de uma dedicação extrema seja a que assunto for.<br>A quarta parte é a 6ª estrofe, onde Ricardo Reis fala sobre a importância da indiferença para lidar com a existência humana.<br>&nbsp;<br>3.1<br>O&nbsp; sujeito&nbsp; poético&nbsp; prefere&nbsp; a&nbsp; Natureza,&nbsp; cíclica,&nbsp; certa&nbsp; e&nbsp; tranquila,&nbsp; às&nbsp; questões&nbsp; políticas&nbsp; que&nbsp; implicam&nbsp;sobressalto emocional.&nbsp;<br>&nbsp;<br>3.2<br>A&nbsp; ideia&nbsp; de&nbsp; ataraxia&nbsp; professada&nbsp; pelo&nbsp; epicurismo estende-se a este conceito de deixar a vida passar por&nbsp;nós sem que nenhum dos seus aspetos nos afete ao ponto de nos mudar a essência.&nbsp;<br>&nbsp;<br>3.3<br>O sujeito poético refere-se ao que «aumenta na alma», aos nossos interesses particulares, ao que nos faz&nbsp;sentir&nbsp; bem,&nbsp; gostos&nbsp; e&nbsp; inclinações,&nbsp; o&nbsp; que&nbsp; nos&nbsp; torna&nbsp; únicos&nbsp; entre&nbsp; tantos&nbsp; e,&nbsp; afinal,&nbsp; elementos&nbsp; de&nbsp; distúrbio,&nbsp;segundo o pensamento epicurista.&nbsp;<br>&nbsp;<br>4.<br>Na &nbsp; estrofe &nbsp; final, &nbsp; o&nbsp; &nbsp;sujeito &nbsp; poético &nbsp; evidencia &nbsp; a necessidade de&nbsp; indiferença perante&nbsp; a&nbsp; maioria&nbsp; das&nbsp;questões que&nbsp; a&nbsp; vida&nbsp; vai&nbsp; levantando e&nbsp; perante as&nbsp; quais podemos ceder&nbsp; a&nbsp; uma&nbsp; emoção excessiva, avessa ao&nbsp;pensamento&nbsp; epicurista.&nbsp; Este&nbsp; é o&nbsp; desejo&nbsp; de&nbsp; ataraxia&nbsp; que&nbsp; conduzia&nbsp; os&nbsp; epicuristas&nbsp; a&nbsp; uma&nbsp; vida&nbsp; sem&nbsp;sobressaltos, para que a essência do ser humano se mantivesse ao longo da vida.&nbsp;<br><br>5. A noção de «confiança mole» pode parecer antitética&nbsp; em&nbsp; relação&nbsp; à&nbsp; atitude disciplinada de Ricardo&nbsp; Reis. Contudo, importa que pensemos &nbsp; que &nbsp; Reis &nbsp; aconselha &nbsp; que &nbsp; esta ela seja depositada na&nbsp;«hora fugitiva», ou seja,&nbsp; há&nbsp; uma&nbsp; noção clara&nbsp; da&nbsp; efemeridade&nbsp; da vida, e assim sendo convém, segundo os ensinamentos epicuristas, que&nbsp; vivamos tranquilamente e&nbsp; evitando os excessos, para que passemos<br>pela vida de forma natural, retirando esse exemplo da Natureza, tal como os neopaganistas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-10 15:15:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Beatriz Mendes e Sofia Kras</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1) Neste poema, a temática presente é o desejo de indiferença uma vez que o eu lírico defende que se deve adotar uma atitude de ataraxia epicurista como se comprova no verso ("Que importa àquele a quem já nada importa").<br>O sujeito poético dá preferência à Natureza e sua tranquilidade pondo em causa questões políticas como as da pátria e demonstra-se neopagão.<br><br>2) O poema divide-se em 4 partes lógicas.<br>A primeira parte corresponde à primeira estrofe onde o sujeito poético demonstra desdém pelas questões políticas, em particular ao tema da pátria afirmando que uma dedicação patriótica intensa não permite usufruir da tranquilidade da Natureza.<br>A segunda parte&nbsp; corresponde à segunda estrofe e é expressado o desejo de adotar uma atitude ataráxica.<br>A terceira parte corresponde à terceira, quarta e quinta estrofes. O sujeito poético torna a questionar a dedicação extrema, desta vez, a qualquer assunto&nbsp; que for, perante a grandiosidade circularidade e tranquilidade da Natureza.<br>A última parte corresponde à última estrofe e é posto em evidência a importância da indiferença, reforçando a ideia da ataraxia mencionada anteriormente e é apelada uma confiança moderada.<br><br>3.1) Neste verso, o sujeito poético prefere a Natureza, certa e tranquila, a questões políticas que implicam complicações emocionais intensas.<br><br>3.2) Neste verso entende-se a ideia de ataraxia epicurista, sendo esta ideia baseada no conceito de viver a vida de uma forma despreocupada, deixando-a passar, a fim de não alterar a&nbsp; nossa essência.<br><br>3.3) Neste verso, são referidos os prazeres individuais ("aumenta na alma") que nos fazem sentir bem e nos torna únicos.<br><br>4) Segundo o sujeito poético, na última estrofe, a necessidade da indiferença relaciona-se com a maioria dos problemas que surgem ao longo da vida, uma vez que evita a criação de emoções intensas e excessivas. Esta necessidade é o tal desejo de indiferença adotado por epicuristas a fim de evitar uma vida com sobressaltos emocionais.<br><br>5) A noção de «confiança mole» aparenta ser&nbsp; antitética&nbsp; em&nbsp; relação&nbsp; à&nbsp; atitude ataráxica de Ricardo Reis. No entanto, os leitores são aconselhados a guardar a "confiança mole" na «hora fugitiva». Por outras palavras, há&nbsp; uma&nbsp; noção&nbsp; muito&nbsp; clara&nbsp; das perturbações&nbsp; da&nbsp;<br>vida, e por isso convém que se viva tranquilamente evitando os sobressaltos emocionais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 10:32:32 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do poema- Catarina e Nicole </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>1- Ricardo Reis professa, neste poema, um desejo de indiferenca, a tão procurada ataraxia epicurista que defende que vivamos a vida sem sobressalto. Dai a preferência pela Natureza e sua tranquilidade em prejuízo&nbsp; de questoes politicas, como são as da patria, revelando uma tendencia neopaganista<br><br><br></div><div>2. 0 poema pode dividir-se em quatro partes lógicas. Na primeira, sujeito poético expressa o seu desprezo Delas questoes polticas. Ja que ele ve «gloria e virtude» com essa dedicacão patriótica exacerbada que não se coaduna com a tranquilidade da Natureza. Na segunda parte que corresponde a segunda estrote, expressa o tal desejo de ataraxia num sentido muito pessoal. Ja na terceira parte, que engloba a terceira, a quarta e a quinta estrores, o sujeito poetico questiona, de forma mais abrangente, de uma dedicação extrema Finalmente, na última parte, correspondendo à última estrofe, uma resposta às suas indagações, generalizando uma vez mais, pondo em evidência a importância da indiferença. segredo epicurista para idar com a extistencia humana. retomando o ideal de ataraxia apelando a uma confiança moderada, consciente da brevidade da vida.<br><br><br></div><div>3.1 O sujeito poético prefere a Natureza,certa e tranquila, às questões políticas que implicam&nbsp; um sobressalto emocional.<br><br></div><div>3.2 A ideia de ataraxia processada pelo epicurismo estende-se a este conceito de deixar a vida passar por nós sem que nenhum dos seus aspetos nos afete ao ponto de nos mudar a essencia.<br><br></div><div>3.3 O sujeito poético refere-se ao que «aumenta na alma», aos nossos interesses particulares, ao que nos faz sentir bem e gostos, o que nos torna únicos entre tantos e, afinal, elementos de distúrbio&nbsp; segundo o pensamento epicurista na estrofe final, o sujeito poético evidencia a necessidade de indiferença perante a maioria das questões que a vida vai levantando e perante as quais podemos ceder a uma emoção excessiva, avessa o&nbsp; pensamento epicurista.&nbsp;<br><br></div><div>5. A noção de «confiança mole» pode, à partida, parecer antitética em relação à atitude disciplinada de Ricardo Reis. Contudo importa que pensemos que Ricardo Reis aconselha que esta «confiança mole» seja depositada na «hora fugitiva», ou seja, há uma noção muito clara da efemeridade da vida, e assim sendo convem, segundo os ensinamentos epicuristas, que vivamos tranquilamente e evitando os excessos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 10:56:01 UTC</pubDate>
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         <title>HeterónimosAlberto Caeiro O poeta bucólico e mestre dos outros heterónimos e do próprio Pessoa ortónimo.Processo de criação: surgiu “por pura e inesperada inspiração”.Aspetos biográficos e traços caracterizadores: Nasceu em 1889, em Lisboa. Tinha estatura média e olhos azuis, era loiro e frágil. Fez apenas a instrução primária e não exerceu qualquer profissão, tendo vivido de pequenos rendimentos, no campo, com uma tia-avó. Escrevia mal português.Motivos poéticos/ temas:Predomínio das sensações, sobretudo visuais-sensacionista;Poesia deambulatória (passeios pelo campo);Atenção à variedade e “eterna novidade e do mundo”;Integração e comunhão com a Natureza;Panteísmo: crença de que as coisas naturais são divinas -misticismo naturalista.Ricardo ReisO poeta “clássico”Processo de criação: surgiu de uma “deliberação abstrata”.Aspetos biográficos e traços caracterizadores:Nasceu em 1887, no Porto. Era baixo, forte, seco e de moreno mate. Foi educado num colégio de jesuítas e recebeu uma formação latinista e semi-helenista. Foi médico e viveu no Brasil, para onde se expatriou por ser monárquico. Escrevia com correção, mas era exageradamente purista.Motivos poéticos/temas:Temática da miséria da condição humana, do fatum, da velhice, da morte-tema da efemeridade da vida e do tempo;Aceitação calma e serena da ordem das coisas;Um espírito grave, ansioso de perfeição, que dá conselhos morais-um moralista;Sentido de autodisciplina;Busca de um equilíbrio interior através de um prazer relativo.Álvaro de CamposO poeta da modernidade.Processo de criação: surgiu de “um súbito impulso para escrever”.Aspetos biográficos e traços caracterizadores:Nasceu em 1890, em Tavira. Era alto, magro, um pouco curvado, entre branco e moreno. Usava o cabelo apartado ao lado e monóculo. Recebeu uma educação vulgar de liceu, mas acabou por se formar em engenharia, primeiro mecânica e depois naval, em Glasgow, na Escócia. Escrevia razoavelmente. Motivos poéticos/temas:A uma fase marcada pelo otimismo, pela exaltação da modernidade, na qual canta a civilização e exalta triunfo da máquina, sucede-se uma outra, marcada pelo pessimismo, pela abulia, pela decadência e pela nostalgia de infância.</title>
         <author>nataliaassuncao</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 10:59:40 UTC</pubDate>
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         <title>Bernardo Couto - Questionário </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<pre>1.Ricardo Reis confessa, neste poema, um grande desejo de indiferença, a ataraxia(tranquilidade de alma, ausência de perturbação) que defende que vivemos sem sobressaltos. Daí uma preferencia por coisas mais calmas como a Natureza em vez de questões politicas, como as da pátria, revelando uma tendencia neopaganista.</pre><div>&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;</div><pre>2. O poema divide-se em4 partes . Na  primeira parte corresponde  à  primeira  estrofe,  o sujeito
 poético expressa o seu desprezo pelas questões políticas, já que ele vê «glória e virtude» com essa dedicação patriótica exacerbada que não coincide com a tranquilidade da Natureza. Na segunda parte, corresponde á segunda estrofe, pois expressa o desejo de ataraxia num sentido pessoal .Já na penúltima parte, que são a terceira, quarta e quinta estrofes, o sujeito poético questiona, de uma forma mais abrangente, a pertinência extrema seja que assunto for, perante a grandeza e exatidão da Natureza. A ultima parte corresponde á ultima estrofe,
que é uma resposta as suas indagações, pondo em evidencia a importância da indiferença, segredo epicurista para se lidar com a existência humana, retomando o principio de ataraxia, e apelando a uma confiança moderada, consciente e breve da vida.
   </pre><div>&nbsp; &nbsp;<br><br></div><pre>3.1 O  sujeito  poético  prefere  a  Natureza, mais tranquila, serena e certa face às  questões  políticas  que  implicam um grande sobressalto emocional.</pre><div><br></div><pre>3.2  A  ideia  de  ataraxia  professada pelo  epicurismo estende-se por um conceito de deixar a vida passar 
 por nós sem que nenhum dos seus aspectos afetem e mudem a nossa existência.</pre><div><br></div><pre>3.3 O sujeito poético refere-se ao «aumenta na alma», aos nossos interesses particulares, ao que nos fazem sentir  bem,  gostos  e  inclinações,  o  que  nos  torna  únicos  entre  tantos  e,  afinal,  elementos  de  distúrbio, segundo o pensamento epicurista.</pre><div><br></div><pre>4.   Na  ultima estrofe, o sujeito poético  evidencia  a necessidade de  indiferença perante  a  maioria  das questões que a vida  vai  levando  perante as quais podemos ceder a  uma  emoção excessiva,avessa ao pensamento  epicurista.  Este  é,  afinal,  o  desejo  de ataraxia  que  conduzia  os  epicuristas  uma  vida  sem sobressaltos, para que a essência do ser humano se mantivesse nesta breve passagem que é a vida.</pre><div>&nbsp;<br><br><br></div><pre>5. A  noção    de    «confiança    mole»    (v.   17)    pode,    à    partida,  parecer  antitética  em  relação  à  atitude disciplinada de Ricardo  Reis.  Contudo, importa que pensemos   que   Reis   aconselha   que   esta   «confiança mole» seja depositada na «hora fugitiva» (v. 18), ou seja,  há  uma  noção  muito  clara  da  efemeridade  da vida, e assim sendo convém, segundo os ensinamentos epicuristas, que  vivamos tranquilamente e  evitando os excessos, para que passemos pela vida de forma natural, retirando esse exemplo da Natureza, tal como os neopaganistas.</pre><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 11:03:12 UTC</pubDate>
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         <title>Daniel Caleiro </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1. Ricardo Reis professa, neste poema, um desejo de indiferença, a tão procurada ataraxia epicurista que defende que vivamos a vida sem sobressalto. Daí a preferência pela Natureza e sua tranquilidade em</div><div>detrimento ce auestoes voliticas.como são as da natria. revelando uma tendencia neonaganista.</div><div>2. O poema pode dividir-se em quatro partes lógicas. Na primeira, que corresponde à primeira estrofe, o</div><div>suleito ooetico exoressa o</div><div>seu desprezo pelas questões políticas, já que ele vê «glória e virtude» com</div><div>essa dedicação patriótica exacerbada que não se coaduna com a tranquilidade da Natureza. Na segunda parte, que corresponde à segunda estrofe, expressa o tal desejo de ataraxia num sentido muito pessoal. Já na terceira parte, que engloba a terceira, a quarta e a quinta estrofes, o sujeito poético questiona, de forma mais abrangente, a pertinência de uma dedicação extrema seja a que assunto for, perante a grandiosidade, circularidade e exatidão da Natureza. Finalmente, na última parte, correspondendo à última estrofe, uma resposta as suas indagações, generalizando uma vez mais, pondo em evidência a importancia da indiferenca. segredo epicurista para lidar com a extistência humana. retomando o ideal de ataraxia.</div><div>apelando a uma confiança moderada, consciente da brevidade da vida.</div><div>3.1 O sujeito poético prefere a Natureza, cíclica, certa e tranquila, às questões políticas que implicam sobressalto emocional.</div><div>3.2 A ideia de ataraxia professada pelo epicurismo estende-se a este conceito de deixar a vida passar por nós sem que nenhum dos seus aspetos nos afete ao ponto de nos mudar a essência.</div><div>3.3 O sujeito poético refere-se ao que «aumenta na alma», aos nossos interesses particulares, ao que nos faz sentir bem, gostos e inclinações, o que nos torna únicos entre tantos e, afinal, elementos de distúrbio,</div><div>segundo o pensamento epicurista</div><ol><li>&nbsp;Na estrofe final, o sujeito poético evidencia a necessidade de indiferença perante a maioria das questões que a vida vai levantando e perante as quais podemos ceder a uma emoção excessiva, avessa ao pensamento epicurista. Este é, afinal, o desejo de ataraxia que conduzia os epicuristas a uma vida sem sobressaltos, para que a essencia do ser humano se mantivesse nesta breve passagem que é a vida</li><li>&nbsp;A noção de «confiança mole» (v. 17) pode, à partida, parecer antitética em relação à atitude disciplinada de Ricardo Reis. Contudo, importa que pensemos que Reis aconselha que esta «confiança mole» seja depositada na «hora fugitiva» (v. 18), ou seja, há uma noção muito clara da efemeridade da vida, e assim sendo convém, segundo os ensinamentos epicuristas, que vivamos tranquilamente e evitando os excessos, para que passemos pela vida de forma natural, retirando esse exemplo da Natureza, tal como os neopaganistas.</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 11:04:56 UTC</pubDate>
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         <title>Características de Alberto Caeiro - Carolina Abreu e José Maria Z.R</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Alberto Caeiro <br><br></em></strong>Caracterização física:&nbsp;<br>De estatura média, frágil, louro quase sem cor, olhos azuis, cara rapada.<br><br>Temática:<br>Recusa do pensamento, rejeição do social, sobrevalorização da sensações, importância atribuída a visão, observação objetiva do mundo, negação de atitudes de análise e interpretação. Tem então uma postura anti-metafísica, uma atitude sensacionista e é defensor do objetivismo. Defende a comunhão com a natureza, o paganismo e o panteísmo naturalista. Acredita na vivência calma e pacífica e na contradição entre a teoria e a prática.<br><br>Estilo e linguagem:<br>Característico por predominar o presente do indicativo, figuras de estilo muito simples, assim como um vocabulário simples e reduzido. Frases incorretas e com recurso à coordenação, repetições frequentes e utilização do paralelismo. A adjetivação é rara, ao contrário do uso de substantivos. Ausência de rima, irregularidade métrica e discurso em verso livre.<br><br>Comentário pessoal sobre o poeta:<br>É o contrário de Fernando pessoa, é mais alegre, simples, vive o presente e não pensa no passado nem no futuro, não é depressivo e deseja o bem aos leitores.<br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 11:06:29 UTC</pubDate>
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         <title>André Tavares e Samuel Paulino </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1-Neste poema identificamos um desejo de indiferença, a ataraxia epicurista e, esta defende que vivamos a vida sem sobressalto.<br>Daí a preferência pela natureza e pela sua tranquilidade em detrimento de questões políticas, como a questão da Pátria, revela tendências neopaganista<br>2-O poema pode ser dividido em 4 partes.<br>A primeira o sujeito poético demonstra o seu desprezo pelas questões políticas, pois ele vê "glória e virtude" com a dedicação à pátria que não combina com a tranquilidade da Natureza.<br>Na segunda parte que é também a segunda estrofe , expressa o desejo ataraxia num sentido pessoal.<br>Quanto à terceira parte a que correspondem a 3a 4a é 5a estrofes o sujeito poético questiona a importância da dedicação extrema, em qualquer assunto diante da grandiosidade circularidade e exactidão da natureza.<br>Na 4a e última parte que corresponde à 6a estrofe há uma resposta às indignações Ricardo Reis, ponde em evidência a importância da indiferença(forma epicurista de lidar com a existência humana) retomando o ideal de ataraxia e convidando a uma moderada confiança consciente da bravura da vida<br>3.1-O eu poético prefere a Natureza às questões políticas que implicam sobressalto emocional&nbsp;<br>3.2-Ataraxia é definida pelo conceito de deixar passar a vida sem que esta nos faça mudar, sem que esta nos afete como pessoa<br>3.3-O eu-poético refere-se como o que "aumenta a alma" aos nossos interesses e aos nossos gostos, o que nos torna únicos entre tantos, assim como os elementos de distúrbio, segundo o pensamento epicurista.<br>4-Na &nbsp; última estrofe, &nbsp; o&nbsp; eu&nbsp; poético &nbsp; demonstra a&nbsp; necessidade de "não querer saber" das mais variadas questões que a vida nos coloca pois estas podem nos fazer pensar demasiado.<br>Este é o final que todos os epicuristas desejavam,uma vida sem sobressaltos, para que a essência de ser um ser humano se mantivesse enquanto ainda somos vivos.<br>5-A noção de confiança mole (verso 17) pode parecer antiética quanto á atitude disciplinada por Ricardo Reis. Apesar disto, importa que pensemos que Reis aconselha que está "confiança mole" seja depositada na "hora positiva" (verso 18), ou seja, é muito clara a noção da efemeridade da vida segundo os ensinamentos epicuristas, que vivíamos de forma tranquila, evitando os excessos, para podermos passar pela forma de vida natural, sendo este exemplo retirado na Natureza, assim como os neopaganistas<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 11:11:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bruna Caetano, Rita Branco.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Características físicas</mark></strong>:<br><strong><mark>Caeiro</mark></strong><br>louro, olhos azuis, estrutura média, muito frágil.<br>Ricardo Reis: Mais baixo, sem barba e moreno.<br><strong><mark>Ricardo Reis;<br></mark></strong>Baixo<br>Moreno <br>Sem barba<br><strong><mark>Características temáticas</mark></strong>;<br><strong><mark>Caeiro:</mark></strong><br>Objectivismo<br>Sensacionalismo<br>Anti Metafísico<br>Panteísmo naturalista<br>Lírico espontâneo<br>Pastor por metáfora<br> Bucolismo<br>Aceitação calma do mundo, como ele é<br>Para ele não há passado<br><strong><mark>Ricardo Reis:</mark></strong><br>Procura sempre o contentamento sóbrio e a serenidade<br>Precisão verbal<br>Recurso á mitologia<br>Epicurismo<br>Estoicismo<br>Consciência da fragilidade da vida<br><strong><mark>Fernando Pessoa</mark></strong>:<br>A dor de pensar<br>O fingimento artístico<br>A nostalgia de infância<br>A realidade do pensamento<br><mark>Estilo e linguagem</mark>:<br><strong><mark>Fernando Pessoa </mark></strong><br>Estilo muito construido - linguagem erudita e alatinada no vocabulário e na sintaxe.<br>Uso do hipérbato e encavalgamento.<br>Uso de verbos no gerúndio, no imperativo e conjuntivo.<br>Carácter moralista da sua poesia.<br>Predomínio da subordinação.<br><strong><mark>Ricardo Reis<br></mark></strong>O epigrama;<br>Gosto pelo gerúndio;<br>Estilo trabalhado;<br>Elegante;<br>Pesado;<br>Usa a inversão da ordem lógica, favorecendo o ritmo das suas ideias disciplinadas.<br><strong><mark>Caeiro:</mark></strong><br>linguagem simples, com aproximação à linguagem falada, objectiva, familiar, simples;<br>verso livre de métrica irregular;<br>verbos sempre no presente, porque a vivência da natureza é sempre presente; (O passado é apenas uma abstracção e o futuro não passa de uma ilusão);<br>Pouca adjetivação;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 11:12:42 UTC</pubDate>
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         <title>Tabela- Catarina e Nicole</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>FERNANDO PESSOA:</div><div><br></div><div><strong>características físicas-</strong>cabelo liso, pele entre branca e morena estatura alta e usava sempre um monóculo.&nbsp;</div><div><strong>Temáticas- </strong>dor de pensar, fragmentação do “eu”, nostalgia de infância, fingimento poético.</div><div><strong>Estilo e linguagem</strong>- linguagem erudita e alatinada no vocabulário e um vocabulário simples.</div><div><strong>Comentário pessoal</strong>- gostamos do poeta e dos seus poemas e do seu vocabulário simples.&nbsp;</div><div><br></div><div>ALBERTO CAEIRO:</div><div><br></div><div><strong>Características físicas</strong>- estatura média, louro quase sem cor, olhos azuis, cara rapada e não parecia tão frágil como era.&nbsp;</div><div><strong>Estilo e linguagem</strong>- linguagem simples, predomínio do presente do indicativo, há pouca adjetivação, predomínio das comparações, metáforas e anáforas. Escrevia mal português.</div><div><br></div><div>RICARDO REIS:&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>Características físicas</strong>- ele era um pouco mais baixo e mais forte do que Alberto Caeiro. Ricardo Reis usava a cara rapada e possuía uma pele de cor morena.</div><div><strong>Temáticas</strong>- apoia duas correntes aparentemente antagónicas o epicurismo e o estoicismo.&nbsp;</div><div><strong>Estilo e linguagem</strong>- linguagem culta, erudita, predomínio dos verbos no presente do indicativo, tom didático e moralista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 11:17:40 UTC</pubDate>
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         <title>Análise literária Ricardo Reis- Bruna Caetano e Rita Branco </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mnfassuncao/q040jcz3q75pfhkz/wish/2422910885</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1) </strong>Ricardo Reis professa, neste poema, um desejo de indiferença, a tão procurada ataraxia epicurista que defende que vivamos a vida sem sobressalto. Daí a preferência pela Natureza e sua tranquilidade em detrimento de auestoes voliticas.como são as da natria. revelando uma tendência neopaganista.<br><br><strong>2) </strong>O poema pode dividir-se em quatro partes lógicas. Na primeira, que corresponde à primeira estrofe, o</div><div>suleito ooetico exoressa o</div><div>seu desprezo pelas questões políticas, já que ele vê «glória e virtude» com</div><div>essa dedicação patriótica exacerbada que não se coaduna com a tranquilidade da Natureza. Na segunda parte, que corresponde à segunda estrofe, expressa o tal desejo de ataraxia num sentido muito pessoal. Já na terceira parte, que engloba a terceira, a quarta e a quinta estrofes, o sujeito poético questiona, de forma mais abrangente, a pertinência de uma dedicação extrema seja a que assunto for, perante a grandiosidade, circularidade e exatidão da Natureza. Finalmente, na última parte, correspondendo à última estrofe, uma resposta as suas indagações, generalizando uma vez mais, pondo em evidência a importancia da indiferenca. segredo epicurista para lidar com a extistência humana. retomando o ideal de ataraxia, e apelando a uma confiança moderada, consciente da brevidade da vida.<br><br><strong>3.1) </strong>O sujeito poético prefere a Natureza, cíclica, certa e tranquila, às questões políticas que implicam sobressalto emocional.<br><br><strong>3.2)</strong> A ideia de ataraxia professada pelo epicurismo estende-se a este conceito de deixar a vida passar por nós sem que nenhum dos seus aspetos nos afete ao ponto de nos mudar a essência.<br><br><strong>3.3)</strong> O sujeito poético refere-se ao que «aumenta na alma», aos nossos interesses particulares, ao que nos faz sentir bem, gostos e inclinações, o que nos torna únicos entre tantos e, afinal, elementos de distúrbio, segundo o pensamento epicurista.<br><br><strong>4)</strong> Na estrofe final. o suieito poético evidencia a necessidade de indiferenca nerante a maioria das questões que a vida vai levantando e perante as quais podemos ceder a uma emoção excessiva, avessa ao pensamento epicurista. Este é, afinal, o desejo de ataraxia que conduzia os epicuristas a uma vida sem sobressaltos, para que a essência do ser humano se mantivesse nesta breve passagem que e a vida.<br><br><strong>5) </strong>&nbsp;A noção de «confiança mole» (v. 17) pode, à partida, parecer antitética em relação à atitude disciplinada de Ricardo Reis. Contudo, importa que pensemos que Reis aconselha que esta «confianca mole» seja depositada na «hora fugitiva» (v. 18), ou seja, há uma noção muito clara da efemeridade da vida, e assim sendo convém, segundo os ensinamentos epicuristas, que vivamos tranquilamente e evitando os excessos, para que passemos pela vida de forma natural, retirando esse exemplo da Natureza, tal como os</div><div>neopaganistas.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 11:19:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Características de Ricardo Reis - Carolina Abreu e José Maria Z.R</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mnfassuncao/q040jcz3q75pfhkz/wish/2422911394</link>
         <description><![CDATA[<div>Caracterização física:<br>É caracterizado como sendo um pouco mais baixo, mais forte e seco do que Alberto Caeiro. Usava a cara tapada e a sua pele era de um tom moreno. <br><br>Temáticas:<br>Reis adotou uma temática objetivista, caracterizada por uma linguagem rebuscada e recorrendo à temática da fugacidade. Apresenta traços neoclássicos, e segue a corrente “<em>Carpe diem</em>” com referências greco-latinas. Defensor do niilismo, da sobriedade e do amor idealizado. Desta forma, e defensor do Paganismo, Fatalismo, Epicurismo, Estoicismo e do Classicismo.<br><br>Estilo e linguagem:<br>E presente a submissão da expressão ao conteúdo, ou seja, a uma ideia perfeita corresponde uma expressão perfeita. Recorre a estrofes regulares e versos brancos. Recusa frequenta à assonância e predomina a subordinação. Uso do hipérbato, do gerúndio e imperativo e o uso de latinismos. Presentes as metáforas, eufemismo, comparações, apóstrofes.&nbsp;<br><br>Opinião pessoal sobre o poeta:<br>Consideramos que possui uma escrita mais complexa e completa que Caeiro, contudo, é difícil de comparar devido à grande diferença entre as apresentações. É sem dúvida o heterónimo mais distante e rígido mas a sua obra é digna de admiração e contemplação.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 11:20:25 UTC</pubDate>
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         <title>Resposta às perguntas Ricardo Reis por Gonçalo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1. Neste poema de Ricardo Reis é revelado um desejo de indiferença. Daí&nbsp;a preferência pela Natureza e sua tranquilidade em&nbsp;<br>detrimento de questões políticas, como as da pátria, mostrando uma tendência neopaganista.&nbsp;<br>&nbsp;<br>2. O poema pode dividir-se em quatro partes lógicas. Na&nbsp; primeira,&nbsp; que&nbsp; corresponde&nbsp; à&nbsp; primeira&nbsp; estrofe,&nbsp; o&nbsp;<br>sujeito &nbsp; poético &nbsp; expressa &nbsp; o&nbsp; &nbsp;seu &nbsp; desprezo &nbsp; pelas questões políticas, já que ele vê «glória e virtude» com&nbsp;<br>essa dedicação patriótica exacerbada que não se coaduna com a tranquilidade da Natureza. Na segunda parte,&nbsp;<br>que&nbsp; corresponde à&nbsp; segunda&nbsp; estrofe,&nbsp; expressa&nbsp; o tal&nbsp; desejo&nbsp; de&nbsp; ataraxia&nbsp; num&nbsp; sentido&nbsp; muito&nbsp; pessoal.&nbsp; Já na&nbsp;<br>terceira parte, que engloba a terceira, a quarta e a quinta estrofes, o sujeito poético questiona, de forma mais&nbsp;<br>abrangente,&nbsp; a pertinência&nbsp; de uma&nbsp; dedicação&nbsp; extrema&nbsp; seja&nbsp; a&nbsp; que&nbsp; assunto&nbsp; for,&nbsp; perante&nbsp; a&nbsp; grandiosidade,&nbsp;<br>circularidade&nbsp; e&nbsp; exatidão&nbsp; da&nbsp; Natureza.&nbsp; Finalmente,&nbsp; na&nbsp; última&nbsp; parte,&nbsp; correspondendo&nbsp; à&nbsp; última&nbsp; estrofe,&nbsp; uma&nbsp;<br>resposta&nbsp; às&nbsp; suas&nbsp; indagações,&nbsp; generalizando&nbsp; uma&nbsp; vez&nbsp; mais,&nbsp; &nbsp; pondo&nbsp; &nbsp; em&nbsp; &nbsp; evidência&nbsp; &nbsp; a&nbsp; &nbsp; importância&nbsp; &nbsp; da&nbsp;<br>indiferença,&nbsp; segredo&nbsp; epicurista&nbsp; para&nbsp; lidar&nbsp; com&nbsp; a&nbsp; extistência&nbsp; humana,&nbsp; retomando&nbsp; o&nbsp; ideal&nbsp; de&nbsp; ataraxia,&nbsp; e&nbsp;<br>apelando a uma confiança moderada, consciente da brevidade da vida.&nbsp;<br>&nbsp;<br>3.1&nbsp; O&nbsp; sujeito&nbsp; poético&nbsp; prefere&nbsp; a&nbsp; Natureza,&nbsp; cíclica,&nbsp; certa&nbsp; e&nbsp; tranquila,&nbsp; às&nbsp; questões&nbsp; políticas&nbsp; que&nbsp; implicam&nbsp;<br>sobressalto emocional.&nbsp;<br>&nbsp;<br>3.2&nbsp; A&nbsp; ideia&nbsp; de&nbsp; ataraxia&nbsp; professada&nbsp; pelo&nbsp; epicurismo estende-se a este conceito de deixar a vida passar por&nbsp;<br>nós sem que nenhum dos seus aspetos nos afete ao ponto de nos mudar a essência.&nbsp;<br>&nbsp;<br>3.3 O sujeito poético refere-se ao que «aumenta na alma», aos nossos interesses particulares, ao que nos faz&nbsp;<br>sentir&nbsp; bem,&nbsp; gostos&nbsp; e&nbsp; inclinações,&nbsp; o&nbsp; que&nbsp; nos&nbsp; torna&nbsp; únicos&nbsp; entre&nbsp; tantos&nbsp; e,&nbsp; afinal,&nbsp; elementos&nbsp; de&nbsp; distúrbio,&nbsp;<br>segundo o pensamento epicurista.&nbsp;<br>&nbsp;<br>4. &nbsp; Na &nbsp; estrofe &nbsp; final, &nbsp; o&nbsp; &nbsp;sujeito &nbsp; poético &nbsp; evidencia &nbsp; a necessidade de&nbsp; indiferença perante&nbsp; a&nbsp; maioria&nbsp; das&nbsp;<br>questões que&nbsp; a&nbsp; vida&nbsp; vai&nbsp; levantando e&nbsp; perante as&nbsp; quais podemos ceder&nbsp; a&nbsp; uma&nbsp; emoção excessiva, avessa ao&nbsp;<br>pensamento&nbsp; epicurista.&nbsp; Este&nbsp; é,&nbsp; afinal,&nbsp; o&nbsp; desejo&nbsp; de&nbsp; ataraxia&nbsp; que&nbsp; conduzia&nbsp; os&nbsp; epicuristas&nbsp; a&nbsp; uma&nbsp; vida&nbsp; sem&nbsp;<br>sobressaltos, para que a essência do ser humano se mantivesse nesta breve passagem que é a vida.&nbsp;<br>&nbsp;<br>5.&nbsp; &nbsp; A&nbsp; &nbsp; noção&nbsp; &nbsp; de&nbsp; &nbsp; «confiança&nbsp; &nbsp; mole»&nbsp; &nbsp; (v. &nbsp; 17)&nbsp; &nbsp; pode,&nbsp; &nbsp; à&nbsp; &nbsp; partida,&nbsp; parecer&nbsp; antitética&nbsp; em&nbsp; relação&nbsp; à&nbsp; atitude&nbsp;<br>disciplinada de Ricardo&nbsp; Reis.&nbsp; Contudo, importa que pensemos &nbsp; que &nbsp; Reis &nbsp; aconselha &nbsp; que &nbsp; esta &nbsp; «confiança&nbsp;<br>mole» seja depositada na «hora fugitiva» (v. 18), ou seja,&nbsp; há&nbsp; uma&nbsp; noção&nbsp; muito&nbsp; clara&nbsp; da&nbsp; efemeridade&nbsp; da&nbsp;<br>vida, e assim sendo convém, segundo os ensinamentos epicuristas, que&nbsp; vivamos tranquilamente e&nbsp; evitando&nbsp;<br>os excessos, para que passemos pela vida de forma natural, retirando esse exemplo da Natureza, tal como os&nbsp;<br>neopaganistas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 11:21:05 UTC</pubDate>
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         <title>Gustavo Reis e Rodrigo Ferreira </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2022-12-16 11:21:52 UTC</pubDate>
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         <title>Resposta às perguntas Ricardo Reis, Tomás </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1. Neste poema de Ricardo Reis é revelado um desejo de indiferença. Daí a preferência pela Natureza e sua tranquilidade em&nbsp;<br>detrimento de questões políticas, como as da pátria, mostrando uma tendência neopaganista.&nbsp;<br>&nbsp;<br>2. O poema pode dividir-se em quatro partes lógicas. Na&nbsp; primeira,&nbsp; que&nbsp; corresponde&nbsp; à&nbsp; primeira&nbsp; estrofe,&nbsp; o&nbsp;<br>sujeito &nbsp; poético &nbsp; expressa &nbsp; o&nbsp; &nbsp;seu &nbsp; desprezo &nbsp; pelas questões políticas, já que ele vê «glória e virtude» com&nbsp;<br>essa dedicação patriótica exacerbada que não se coaduna com a tranquilidade da Natureza. Na segunda parte,&nbsp;<br>que&nbsp; corresponde à&nbsp; segunda&nbsp; estrofe,&nbsp; expressa&nbsp; o tal&nbsp; desejo&nbsp; de&nbsp; ataraxia&nbsp; num&nbsp; sentido&nbsp; muito&nbsp; pessoal.&nbsp; Já na&nbsp;<br>terceira parte, que engloba a terceira, a quarta e a quinta estrofes, o sujeito poético questiona, de forma mais&nbsp;<br>abrangente,&nbsp; a pertinência&nbsp; de uma&nbsp; dedicação&nbsp; extrema&nbsp; seja&nbsp; a&nbsp; que&nbsp; assunto&nbsp; for,&nbsp; perante&nbsp; a&nbsp; grandiosidade,&nbsp;<br>circularidade&nbsp; e&nbsp; exatidão&nbsp; da&nbsp; Natureza.&nbsp; Finalmente,&nbsp; na&nbsp; última&nbsp; parte,&nbsp; correspondendo&nbsp; à&nbsp; última&nbsp; estrofe,&nbsp; uma&nbsp;<br>resposta&nbsp; às&nbsp; suas&nbsp; indagações,&nbsp; generalizando&nbsp; uma&nbsp; vez&nbsp; mais,&nbsp; &nbsp; pondo&nbsp; &nbsp; em&nbsp; &nbsp; evidência&nbsp; &nbsp; a&nbsp; &nbsp; importância&nbsp; &nbsp; da&nbsp;<br>indiferença,&nbsp; segredo&nbsp; epicurista&nbsp; para&nbsp; lidar&nbsp; com&nbsp; a&nbsp; extistência&nbsp; humana,&nbsp; retomando&nbsp; o&nbsp; ideal&nbsp; de&nbsp; ataraxia,&nbsp; e&nbsp;<br>apelando a uma confiança moderada, consciente da brevidade da vida.&nbsp;<br>&nbsp;<br>3.1&nbsp; O&nbsp; sujeito&nbsp; poético&nbsp; prefere&nbsp; a&nbsp; Natureza,&nbsp; cíclica,&nbsp; certa&nbsp; e&nbsp; tranquila,&nbsp; às&nbsp; questões&nbsp; políticas&nbsp; que&nbsp; implicam&nbsp;<br>sobressalto emocional.&nbsp;<br>&nbsp;<br>3.2&nbsp; A&nbsp; ideia&nbsp; de&nbsp; ataraxia&nbsp; professada&nbsp; pelo&nbsp; epicurismo estende-se a este conceito de deixar a vida passar por&nbsp;<br>nós sem que nenhum dos seus aspetos nos afete ao ponto de nos mudar a essência.&nbsp;<br>&nbsp;<br>3.3 O sujeito poético refere-se ao que «aumenta na alma», aos nossos interesses particulares, ao que nos faz&nbsp;<br>sentir&nbsp; bem,&nbsp; gostos&nbsp; e&nbsp; inclinações,&nbsp; o&nbsp; que&nbsp; nos&nbsp; torna&nbsp; únicos&nbsp; entre&nbsp; tantos&nbsp; e,&nbsp; afinal,&nbsp; elementos&nbsp; de&nbsp; distúrbio,&nbsp;<br>segundo o pensamento epicurista.&nbsp;<br>&nbsp;<br>4. &nbsp; Na &nbsp; estrofe &nbsp; final, &nbsp; o&nbsp; &nbsp;sujeito &nbsp; poético &nbsp; evidencia &nbsp; a necessidade de&nbsp; indiferença perante&nbsp; a&nbsp; maioria&nbsp; das&nbsp;<br>questões que&nbsp; a&nbsp; vida&nbsp; vai&nbsp; levantando e&nbsp; perante as&nbsp; quais podemos ceder&nbsp; a&nbsp; uma&nbsp; emoção excessiva, avessa ao&nbsp;<br>pensamento&nbsp; epicurista.&nbsp; Este&nbsp; é,&nbsp; afinal,&nbsp; o&nbsp; desejo&nbsp; de&nbsp; ataraxia&nbsp; que&nbsp; conduzia&nbsp; os&nbsp; epicuristas&nbsp; a&nbsp; uma&nbsp; vida&nbsp; sem&nbsp;<br>sobressaltos, para que a essência do ser humano se mantivesse nesta breve passagem que é a vida.&nbsp;<br>&nbsp;<br>5.&nbsp; &nbsp; A&nbsp; &nbsp; noção&nbsp; &nbsp; de&nbsp; &nbsp; «confiança&nbsp; &nbsp; mole»&nbsp; &nbsp; (v. &nbsp; 17)&nbsp; &nbsp; pode,&nbsp; &nbsp; à&nbsp; &nbsp; partida,&nbsp; parecer&nbsp; antitética&nbsp; em&nbsp; relação&nbsp; à&nbsp; atitude&nbsp;<br>disciplinada de Ricardo&nbsp; Reis.&nbsp; Contudo, importa que pensemos &nbsp; que &nbsp; Reis &nbsp; aconselha &nbsp; que &nbsp; esta &nbsp; «confiança&nbsp;<br>mole» seja depositada na «hora fugitiva» (v. 18), ou seja,&nbsp; há&nbsp; uma&nbsp; noção&nbsp; muito&nbsp; clara&nbsp; da&nbsp; efemeridade&nbsp; da&nbsp;<br>vida, e assim sendo convém, segundo os ensinamentos epicuristas, que&nbsp; vivamos tranquilamente e&nbsp; evitando&nbsp;<br>os excessos, para que passemos pela vida de forma natural, retirando esse exemplo da Natureza, tal como os&nbsp;<br>neopaganistas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 11:25:11 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz Mendes e Sofia Kras</title>
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         <description><![CDATA[<div>Quadro com as características dos heterónimos e ortónimo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 11:31:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Vicente Vaz                                                                        1. Neste poema de Ricardo Reis é revelado um desejo de indiferença. Daí a preferência pela Natureza e sua tranquilidade em detrimento de questões políticas, como as da pátria, mostrando uma tendência neopaganista.  2. O poema pode dividir-se em quatro partes lógicas. Na  primeira,  que  corresponde  à  primeira  estrofe,  o sujeito   poético   expressa   o   seu   desprezo   pelas questões políticas, já que ele vê «glória e virtude» com essa dedicação patriótica exacerbada que não se coaduna com a tranquilidade da Natureza. Na segunda parte, que  corresponde à  segunda  estrofe,  expressa  o tal  desejo  de  ataraxia  num  sentido  muito  pessoal.  Já na terceira parte, que engloba a terceira, a quarta e a quinta estrofes, o sujeito poético questiona, de forma mais abrangente,  a pertinência  de uma  dedicação  extrema  seja  a  que  assunto  for,  perante  a  grandiosidade, circularidade  e  exatidão  da  Natureza.  Finalmente,  na  última  parte,  correspondendo  à  última  estrofe,  uma resposta  às  suas  indagações,  generalizando  uma  vez  mais,    pondo    em    evidência    a    importância    da indiferença,  segredo  epicurista  para  lidar  com  a  extistência  humana,  retomando  o  ideal  de  ataraxia,  e apelando a uma confiança moderada, consciente da brevidade da vida.  3.1  O  sujeito  poético  prefere  a  Natureza,  cíclica,  certa  e  tranquila,  às  questões  políticas  que  implicam sobressalto emocional.  3.2  A  ideia  de  ataraxia  professada  pelo  epicurismo estende-se a este conceito de deixar a vida passar por nós sem que nenhum dos seus aspetos nos afete ao ponto de nos mudar a essência.  3.3 O sujeito poético refere-se ao que «aumenta na alma», aos nossos interesses particulares, ao que nos faz sentir  bem,  gostos  e  inclinações,  o  que  nos  torna  únicos  entre  tantos  e,  afinal,  elementos  de  distúrbio, segundo o pensamento epicurista.  4.   Na   estrofe   final,   o   sujeito   poético   evidencia   a necessidade de  indiferença perante  a  maioria  das questões que  a  vida  vai  levantando e  perante as  quais podemos ceder  a  uma  emoção excessiva, avessa ao pensamento  epicurista.  Este  é,  afinal,  o  desejo  de  ataraxia  que  conduzia  os  epicuristas  a  uma  vida  sem sobressaltos, para que a essência do ser humano se mantivesse nesta breve passagem que é a vida.  5.    A    noção    de    «confiança    mole»    (v.   17)    pode,    à    partida,  parecer  antitética  em  relação  à  atitude disciplinada de Ricardo  Reis.  Contudo, importa que pensemos   que   Reis   aconselha   que   esta   «confiança mole» seja depositada na «hora fugitiva» (v. 18), ou seja,  há  uma  noção  muito  clara  da  efemeridade  da vida, e assim sendo convém, segundo os ensinamentos epicuristas, que  vivamos tranquilamente e  evitando os excessos, para que passemos pela vida de forma natural, retirando esse exemplo da Natureza, tal como os neopaganistas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mnfassuncao/q040jcz3q75pfhkz/wish/2422922847</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 11:35:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Características de Álvaro de Campos - Carolina Abreu e José Maria Z.R</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Caracterização física:<br>Alto para a época, contava com uma estatura aproximada de 1,75m. Era magro, e tinha tendência para se curvar. De cara rapada, com um tom de pele entre o branco e moreno. Estereotipado como o “judeu português”. Cabelo liso é separado de lado.<br><br>Temáticas:<br>De traços modernistas e marcas futuristas. Recorre ao culto à máquina e à velocidade. Uma temática urbana, com vestígios de sensacionismo, de emoção acentuada. É utilizada uma linguagem agressiva e de melancolia. Versos regulares e livres que mostram o desencanto perante a modernidade.<br><br>Estilo e linguagem:</div><div>- Verso livre, em geral, muito longo</div><div>- onomatopeias , aliterações&nbsp;</div><div>- Mistura de níveis de língua<br>&nbsp;- Enumerações excessivas, exclamações, interjeições, pontuação emotiva<br>-&nbsp; Desvios sintáticos</div><div>- Estrangeirismos, neologismos</div><div>- Metáforas, personificações, hipérboles<br>-predomínio dos verbos no presente do indicativo<br><br><br>Opinião :<br>Visão futurista mas agressivo</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 11:37:30 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do poema - Carolina Abreu e José Maria ZR</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1. Ricardo Reis professa, neste poema, um desejo de indiferença, a tão procurada ataraxia epicurista que defende que vivamos a vida sem sobressalto. Daí a preferência pela Natureza e sua tranquilidade em</div><div>detrimento ce auestoes voliticas.como são as da natria. revelando uma tendencia neonaganista.</div><div>2. O poema pode dividir-se em quatro partes lógicas. Na primeira, que corresponde à primeira estrofe, o</div><div>suleito ooetico exoressa o</div><div>seu desprezo pelas questões políticas, já que ele vê «glória e virtude» com</div><div>essa dedicação patriótica exacerbada que não se coaduna com a tranquilidade da Natureza. Na segunda parte, que corresponde à segunda estrofe, expressa o tal desejo de ataraxia num sentido muito pessoal. Já na terceira parte, que engloba a terceira, a quarta e a quinta estrofes, o sujeito poético questiona, de forma mais abrangente, a pertinência de uma dedicação extrema seja a que assunto for, perante a grandiosidade, circularidade e exatidão da Natureza. Finalmente, na última parte, correspondendo à última estrofe, uma resposta as suas indagações, generalizando uma vez mais, pondo em evidência a importancia da indiferenca. segredo epicurista para lidar com a extistência humana. retomando o ideal de ataraxia.</div><div>apelando a uma confiança moderada, consciente da brevidade da vida.</div><div><br>3.1 O sujeito poético prefere a Natureza, cíclica, certa e tranquila, às questões políticas que implicam sobressalto emocional.</div><div><br>3.2 A ideia de ataraxia professada pelo epicurismo estende-se a este conceito de deixar a vida passar por nós sem que nenhum dos seus aspetos nos afete ao ponto de nos mudar a essência.</div><div><br>3.3 O sujeito poético refere-se ao que «aumenta na alma», aos nossos interesses particulares, ao que nos faz sentir bem, gostos e inclinações, o que nos torna únicos entre tantos e, afinal, elementos de distúrbio,</div><div>segundo o pensamento epicurista<br><br><br></div><ol><li>&nbsp;Na estrofe final, o sujeito poético evidencia a necessidade de indiferença perante a maioria das questões que a vida vai levantando e perante as quais podemos ceder a uma emoção excessiva, avessa ao pensamento epicurista. Este é, afinal, o desejo de ataraxia que conduzia os epicuristas a uma vida sem sobressaltos, para que a essencia do ser humano se mantivesse nesta breve passagem que é a vida</li><li>&nbsp;A noção de «confiança mole» (v. 17) pode, à partida, parecer antitética em relação à atitude disciplinada de Ricardo Reis. Contudo, importa que pensemos que Reis aconselha que esta «confiança mole» seja depositada na «hora fugitiva» (v. 18), ou seja, há uma noção muito clara da efemeridade da vida, e assim sendo convém, segundo os ensinamentos epicuristas, que vivamos tranquilamente e evitando os excessos, para que passemos pela vida de forma natural, retirando esse exemplo da Natureza, tal como os neopaganistas.</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 11:40:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>GONÇALO FLORÊNCIO, TOMÁS VIEIRA e Vicente Vaz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mnfassuncao/q040jcz3q75pfhkz/wish/2422927720</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 11:43:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>quadro com as características dos heterónimos e ortónimo- Ana Joana</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mnfassuncao/q040jcz3q75pfhkz/wish/2422927844</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Fernando Pessoa</li></ul><div>características temáticas:&nbsp;</div><div>dor de pensar, fingimento artístico, nostalgia de infância, realidade do pensamento&nbsp;</div><div>Estilo e Linguagem:&nbsp;</div><div>estilo muito construído- linguagem erudita e alatinada no vocabulário e na sintaxe</div><div>Uso do hipérbato, uso de verbos no gerúndio, no imperativo e no conjuntivo</div><div>predomínio da subordinação&nbsp;</div><div><br></div><ul><li>Alberto Caeiro</li></ul><div>Características físicas: loiro, olhos azuis, estatura média, frágil&nbsp;</div><div>Características temáticas:&nbsp;</div><div>objectivismo, sensacionalismo, Anti metafísico, panteísmo naturalista, lírico espontâneo, pastor por metáfora</div><div>Estilo e Linguagem:</div><div>linguagem simples, com aproximação à linguagem falada, simples e familiar&nbsp;</div><div>verso livre de métrica irregular</div><div>verbos sempre no presente porque a vivência da natureza é sempre presente</div><div>(o passado é apenas uma abstração e o futuro não passa de uma ilusão)</div><div>pouca adjetivação&nbsp;</div><div><br></div><ul><li>Ricardo Reis</li></ul><div>Características físicas:</div><div>&nbsp;baixo, sem barba, moreno&nbsp;</div><div>Características temáticas:&nbsp;</div><div>procura sempre o contentamento sóbrio e a serenidade, recurso à mitologia, epicurismo, consciência da fragilidade da vida</div><div>estilo e linguagem:</div><div>Gosto pelo gerúndio, estilo trabalhado, elegante, pesado&nbsp;</div><div>Usa a inversão da ordem lógica favorecendo o ritmo das suas ideias disciplinadas&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 11:43:40 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <pubDate>2022-12-16 11:47:36 UTC</pubDate>
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         <title>Daniel DinisAlves</title>
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         <pubDate>2022-12-16 21:47:26 UTC</pubDate>
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