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      <title>ARTIGO DE OPINIÃO by Márcio Balbinot</title>
      <link>https://padlet.com/marciobalbinot/q01jgmw95h2nt3hr</link>
      <description>Definição, características, estrutura e atividades.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-20 13:47:15 UTC</pubDate>
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         <title>VÍDEO: ARTIGO DE OPINIÃO - CARACTERÍSTICAS</title>
         <author>marciobalbinot</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-20 13:52:08 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito</title>
         <author>marciobalbinot</author>
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         <description><![CDATA[<div>O<strong> artigo de opinião</strong> é um dos <a href="https://www.portugues.com.br/redacao/generos-textuais.html"><strong>gêneros</strong></a> mais comuns no <strong>cotidiano </strong>das<strong> cidades</strong>. Publicado normalmente em jornais, revistas e blogs, esse tipo de texto tem como função apresentar e defender um <strong>ponto de vista </strong>sobre algum <strong>assunto relevante</strong> para a <strong>sociedade</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-20 13:56:57 UTC</pubDate>
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         <title>Características</title>
         <author>marciobalbinot</author>
         <link>https://padlet.com/marciobalbinot/q01jgmw95h2nt3hr/wish/1754090863</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo de opinião é um gênero <strong>argumentativo</strong>, ou seja, é um tipo de texto que defende um ponto de vista por meio de argumentos. A linguagem usada no artigo de opinião costuma alinhar-se à <strong>norma-padrão </strong>da língua portuguesa, haja vista que o texto deve ser compreendido por diversos tipos de pessoas, muitas vezes de regiões completamente distintas — como é o caso dos artigos publicados em jornais de alcance <strong>nacional </strong>no Brasil.<br><br></div><div>Para além disso, justamente por se tratar de uma publicação da imprensa, o assunto abordado nesse tipo de texto costuma ser de <strong>relevância coletiva</strong>: <strong>fatos importantes</strong>, ocorridos nos dias ou semanas anteriores, costumam ser os<strong> temas</strong> do artigo de opinião. Nesse sentido, o gênero tem uma função social clara: promover o <strong>debate público</strong> sobre as demandas da sociedade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-20 13:57:52 UTC</pubDate>
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         <title>Estrtutura</title>
         <author>marciobalbinot</author>
         <link>https://padlet.com/marciobalbinot/q01jgmw95h2nt3hr/wish/1754095672</link>
         <description><![CDATA[<div>Por ser um texto argumentativo, o artigo de opinião apresenta <strong>três partes</strong> fundamentais:<br><br></div><ul><li><strong>Introdução com tese<br></strong><br></li></ul><div>Os parágrafos iniciais de um artigo de opinião costumam ser reservados para apresentar o assunto abordado e, além disso, o ponto de vista defendido pelo autor. Chamamos esse ponto de vista de <strong>tese</strong>. No caso das <strong>redações escolares e propostas de vestibulares</strong>, é comum que somente o<strong> primeiro parágrafo</strong> da composição seja destinado para essa função, pois, nesse tipo de produção textual, o <strong>número de linhas</strong> é <strong>restrito</strong>.<br><br></div><div>Veja, a seguir, a introdução de um artigo de opinião produzido por Débora Diniz e Giselle Carino, publicado no jornal El País Brasil:<br><br></div><div>Violência obstétrica,<br><br></div><div>uma forma de desumanização das mulheres<br><br></div><div>A expressão 'violência obstétrica' ofende médicos. Dizem não existir o fenômeno, mas casos isolados de imperícia ou negligência médicas. O que aconteceu com a brasileira Adelir Gomes, grávida e forçada pela equipe de saúde a realizar uma cesárea contra sua vontade, dizem ser um caso extremo, escandalizado pelas feministas como de violência obstétrica. Não é verdade. A violência obstétrica manifesta-se de várias formas no ciclo de vida reprodutiva das mulheres. Em cada mulher insultada verbalmente porque sente dor no momento do parto ou quando não lhe oferecem analgesia. Na violência sexual sofrida em atendimento pré-natal ou em clínicas de reprodução assistida. No uso de fórceps, na proibição de doulas ou pessoas de confiança na sala de parto. Na cesárea como indicação médica para o parto seguro. A verdade é que a violência obstétrica é uma forma de desumanização das mulheres.<br><br></div><div>Jornal El País Brasil, 20 de março de 2019.<br><br></div><div>É notável, nesse trecho inicial do texto, a presença das <strong>duas partes </strong>fundamentais da introdução de um artigo de opinião: a <strong>apresentação do tema </strong>— “violência obstetrícia” — e a <strong>defesa de uma tese </strong>ou ponto de vista — “A verdade é que a violência obstétrica é uma forma de desumanização das mulheres”.<br><br></div><ul><li><strong>Desenvolvimento com argumentação<br></strong><br></li></ul><div>Uma vez que a tese é apresentada na introdução do artigo de opinião, é esperado que, nos parágrafos intermediários — também chamados de <strong>desenvolvimento </strong>—, apresentem-se <a href="https://www.portugues.com.br/redacao/tres-estrategias-argumentativas-para-melhorar-sua-redacao.html"><strong>argumentos</strong></a> que comprovem o ponto de vista.<br><br></div><div>Um argumento costuma ter duas partes: a <strong>fundamentação </strong>e a <strong>análise </strong>do fundamento. A primeira corresponde às <strong>informações</strong>, fatos, dados, referências, entre outros, que o articulista busca para embasar sua opinião; a segunda, ao trecho em que o autor <strong>relaciona </strong>explicitamente o fundamento utilizado com a tese defendida.<br><br></div><div>Ainda seguindo o exemplo dado anteriormente, observe a seguir um dos argumentos usados pelas articulistas Débora Diniz e Giselle Carino:<br><br></div><div>Mulheres negras, indígenas e com deficiência estão entre as mais vulneráveis à violência obstétrica. Um estudo da Universidade de Harvard, realizado em quatro países latino-americanos, mostrou que uma em cada quatro mulheres vivendo com HIV/aids foi pressionada à esterilização após receber o diagnóstico. Evidências igualmente assustadoras foram identificadas no México, onde a Organização das Nações Unidas condenou o país pela esterilização forçada de quatorze indígenas pelo sistema de saúde público. No Brasil, um estudo no Mato Grosso descreveu a correlação entre etnia e morte materna — mulheres indígenas têm quase seis vezes mais chances de morrer no parto que mulheres brancas. Pouco sabemos da realidade de mulheres com deficiência, em particular daquelas com deficiência intelectual. O senso comum diz que devem viver sem sexualidade e que são incapazes de decidir suas vivências reprodutivas.<br><br></div><div>Jornal El País Brasil, 20 de março de 2019.<br><br></div><div>Nesse caso, são usados como fundamentos: um estudo da Universidade de Harvard, outro da Organização das Nações Unidas e mais um feito no Mato Grosso. Com base nessas pesquisas, as <strong>articulistas</strong> relacionam as informações citadas com a tese ao afirmarem que “Pouco sabemos da realidade de mulheres com deficiência, em particular daquelas com deficiência intelectual. O senso comum diz que devem viver sem sexualidade e que são incapazes de decidir suas vivências reprodutivas”.<br><br></div><div><strong>Leia também</strong>: <a href="https://www.portugues.com.br/redacao/linguagem-persuasao.html"><strong>Linguagem e persuasão<br></strong></a><br></div><ul><li><strong>Conclusão<br></strong><br></li></ul><div>A conclusão de um artigo de opinião costuma apresentar uma <strong>síntese do desenvolvimento </strong>do texto e, em seguida, <strong>reiterar a tese</strong>, agora comprovada pelos argumentos. Veja como é a conclusão do texto de Débora Diniz e Giselle Carino:<br><br></div><div>Argentina e Bolívia também avançaram em legislações para proibir a violência obstétrica — estar livre de violência baseada em gênero deve incluir a violência obstétrica. É preciso avançar rapidamente neste campo, seja pela via legal ou pela transformação dos costumes e práticas. A legislação boliviana menciona 'violência contra os direitos reprodutivos': se devidamente interpretada, a criminalização do aborto ou os maus-tratos sofridos pelas mulheres em processo de abortamento nos hospitais são formas de violência obstétrica. Meninas e mulheres forçadas, involuntariamente, ao parto e à maternidade são casos de violência obstétrica. Por isso, às histórias de dor física ou abusos verbais de nossas mães e avós, devemos somar as histórias da clandestinidade do aborto — as leis restritivas de aborto atingem 97% das mulheres em idade reprodutiva na América Latina e Caribe. Todas essas são expressões da violência obstétrica, uma forma silenciosa e perene de violência baseada em gênero.<br><br></div><div>Jornal El País Brasil, 20 de março de 2019.<br><br></div><div>É perceptível, portanto, que a <strong>conclusão </strong>do artigo de opinião das autoras <strong>repete </strong>resumidamente a <strong>linha argumentativa </strong>desenvolvida no texto. Em seguida, a tese é reiterada, agora comprovada — “Todas essas são expressões da violência obstétrica, uma forma silenciosa e perene de violência baseada em gênero”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-20 13:59:08 UTC</pubDate>
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         <title>ATIVIDADE - produção de texto</title>
         <author>marciobalbinot</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-20 14:06:32 UTC</pubDate>
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         <title>ATIVIDADE - compreendendo o artigo de opinião</title>
         <author>marciobalbinot</author>
         <link>https://padlet.com/marciobalbinot/q01jgmw95h2nt3hr/wish/1754201957</link>
         <description><![CDATA[<div>LEIA O TEXTO PARA RESPONDER AS QUESTÕES ABAIXO:<br><br>GERAÇÃO DO CELULAR<br>Inaê Soares da Silva<br><br>O uso do celular é considerado atualmente o maior entretenimento dos brasileiros, tem ocupado quase a metade das horas vagas da população e especialistas confirmam que as pessoas estão viciadas. Os usuários não usam o celular ou a internet apenas para olhar uma mensagem ou outra, e sim, ficam vidrados o dia inteiro, seja na rua, na praça, com os amigos e até mesmo no trabalho. As pessoas precisam aprender ter mais contato com o mundo real. As crianças estão passando horas do seu tempo livre em frente ao computador ou no celular em jogos que poderiam ser utilizadas para uma leitura de bons livros ou para uma conversa com os amigos. Adultos chegam do trabalho já vão conferir as últimas atualizações dos aplicativos de relacionamentos e até idosos estão aderindo à nova tecnologia. A cultura da população está mudando e isso preocupa. Acredito que as redes sociais foram criadas para que nós tivéssemos mais contato com as pessoas, mas está totalmente ao contrário. O que veio para aproximar, acabou afastando. As redes sociais estão fazendo as pessoas antissociais umas com as outras. A comunicação que prevalece é a virtual e a prática de boas atitudes humanas, como o “bom dia”, “por favor”, são raros. Temos que incentivar às crianças, aos adolescentes e até aos adultos a se desconectarem do mundo virtual para se conectarem com o mundo real. Deixar o celular desligado quando estiver em família, curtir um passeio sem tantas selfies e dar preferência ao bate-papo olho-no-olho são situações que fortalecerão o relacionamento e o amor.&nbsp;<br><br>Da Silva, Inaê Soares. Escola João Moreira Barroso. Setembro de 2017 (Adaptado). Professor Maurício Araújo&nbsp;<br><br>01) Qual o assunto do artigo de opinião?&nbsp;<br><br>02) A finalidade do texto é:<br>a) informar sobre o avanço das tecnologias.<br>b) apresentar dados históricos sobre as redes sociais.<br>c) apresentar um ponto de vista para convencer o leitor.<br>d) informar sobre a importância do celular na comunicação.&nbsp;<br><br>03) Segundo a autora, como os usuários do celular estão se comportando atualmente em relação aos aplicativos de relacionamento?<br>a) Eles estão passando todo o seu tempo livre nas redes sociais.&nbsp;<br>b) Os usuários usam o celular excessivamente.&nbsp;<br>c) Os usuários usam todos os dias o celular, mas conseguem limitar o tempo que passam nas redes sociais.&nbsp;<br>d) Usam as redes sociais apenas para se relacionar amorosamente.<br><br>04) Há uma opinião da autora em&nbsp;<br>a) “O uso do celular é considerado atualmente o maior entretenimento dos brasileiros...”&nbsp;<br>b) “... especialistas confirmam que as pessoas estão viciadas.”&nbsp;<br>c) “Adultos chegam do trabalho já vão conferir as últimas atualizações dos aplicativos de relacionamentos...”&nbsp;<br>d) “Acredito que as redes sociais foram criadas para que nós tivéssemos mais contato com as pessoas...”&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-20 14:26:26 UTC</pubDate>
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