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      <title>Portifólio do curso Repensando o currículo- Rachel Ferreira Oliveira Santos by Professora Rachel</title>
      <link>https://padlet.com/rachelfsantos/pyo5oe67hnhqojiq</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-25 12:48:02 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Linguagens na Educação: conteúdo, formas e relações </title>
         <author>rachelfsantos</author>
         <link>https://padlet.com/rachelfsantos/pyo5oe67hnhqojiq/wish/2230289854</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aula 1: Revendo paradigmas: modelos de ensino e aprendizagem&nbsp; <br></strong>Eu achei muito interessante a metáfora do iceberg trazida pela professora Silvia, para mostrar as ciladas pedagógicas das práticas&nbsp; que se esgotam em si mesmas, da teoria que não se concretiza na prática. Nesta ela se detém para explicar alguns aspectos dessa cilada tais como: os fins justificam os meios, insegurança do professor, trajetória incerta dos alunos, resultados inexplicáveis de resultados, desequilíbrio entre discurso e prática, dificuldade em planejar aulas e incoerência das avaliações.&nbsp; A professora explica também as concepções do fixismo/ essencialismo/ empirismo-inatismo, transformismo/ relacionismo/ interacionismo- construtivismo-sociointeracionismo. <strong><br>Aula 2: As linguagens no processo de formação humana<br></strong>A professora Silvia Colello defende um trânsito linguístico entre os modos de linguagem (sonora, kinestésica, visual, verbal), uma vez que quando nos expressamos nunca utilizamos apenas um dos modos, na linguagem oral,por exemplo, utilizamos os sons da fala, os gestos, o visual. No entanto, a escola insiste em tratá-las de modo separado. O ensino deve ficar atento ao caráter social, à formação humana, à construção cognitiva e apropriação cultural, às multilinguagens e, por fim aos apelos sociais da linguagem. A professora fala ainda das três principais funções da linguagem: a comunicação, o pensamento generalizante e instrumento&nbsp; psicológico.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 12:50:01 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina - Transversalidade e Metodologias Ativas de Aprendizagem</title>
         <author>rachelfsantos</author>
         <link>https://padlet.com/rachelfsantos/pyo5oe67hnhqojiq/wish/2230291481</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aula 1: Novas Arquiteturas Pedagógicas <br></strong>Essa aula fala das três revoluções educacionais: a primeira, deu-se quando as primeiras escolas foram criadas, com o objetivo da formação dos escribas (faziam parte da elite) que cuidariam da língua a fim de comunicar com os Deuses. Portanto, a educação nessa época foi criada para a nobreza. A relação era de um tutor para um aluno. A segunda revolução tem a igreja como responsável pela educação. Um marco importante é que nesse momento um decreto do rei da Prussia exige que educação passe a ser pública. A relação&nbsp; então&nbsp; passa a ser de um tutor para muitos aprendizes, passando a atender, além da nobreza, também a burguesia. Nesse modelo, há um professor detentor do conhecimento que será transmitido para os aprendizes, havendo a necessidade da homogeneização do conhecimento. A terceira revolução oriunda do processo de democratização e universalização da educação o que traz para as escolas todos os tipos de diferenças. Nesse sentido, uma escola que foi pensada para todos não tem como funcionar na lógica da homogeinização na qual foi constituída. Para continuar garantindo o acesso, respeitando as diferenças e garantindo a qualidade, faz-se necessário a quarta revolução educacional, a qual pressupõe novas arquiteturas pedagógicas que mudem o conteúdo, as formas e métodos e as relações. O professor passa a ser o mediador, na medida em que o aluno ocupa o centro do processo de aprendizagem.<strong><br>Aula 2: Metodologias Ativas de Aprendizagem <br></strong>Em contraposição às crenças em um sujeito passivo ou que nasce “predisposto à", com o conhecimento internalizado, ou que o saber vem de fora, ao qual o sujeito precisa apenas internalizar/aprender, a metodologia ativa considera um sujeito ativo o qual aprende na interação ativa com as pessoas e o mundo, em que ele é protagonista da sua história&nbsp; e não mero reprodutor do que ja foi construído. Fundamentadas no construtivismo, as metodologias ativas vão propor problemas, dando oportunidade para os alunos buscarem soluções. O sujeito questiona, pesquisa as respostas, trabalha com projetos. Deste modo, entende-se por metodologias ativas aquelas que colocam o aluno no centro do processo de construção do conhecimento e o professor atua como um mediador, levando os estudantes a desenvolverem seu próprio caminho de aprendizagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 12:56:17 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Linguagens na Educação: conteúdo, formas e relações </title>
         <author>rachelfsantos</author>
         <link>https://padlet.com/rachelfsantos/pyo5oe67hnhqojiq/wish/2230292681</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aula 3: Revendo paradigmas de língua <br></strong>O video trata das tres principais formas que a língua pode ser ensinada: o objetivismo abstrato no qual a língua é vista como um código que está acima da cabeça dos falantes e nessa perspectiva esse código é privilegiado no ensino; o subjetivismo idealista que acredita qua a língua está na cabeça de alguém que é tido como modelo de língua ideal. Essas duas concepções são conhecidas como monológicas. Em contraposição a essas concepções monológicas, a professora Silvia Colello apresenta a concepção dialógica e discursiva, na qual a língua não é neutra, há múltiplas vozes envolvidas, em que um eu fala para um tu, mediado pelo mundo que os cerca.<strong><br>Aula 4: A língua na perspectiva discursiva<br></strong>Nessa aula, a professora aprofunda sobre a perspectiva dialógica-discursiva da língua apresentando-a como um encontro de pessoas, que depende de um processo interativo. No conjunto de experiências vividas há flexibilidades e possibilidades, que não podem ser contempladas pela ideia da escada que permite um único caminho, com ponto de chegada, sem desvios. A língua precisa ser contextualizada, a a partir do que surge três conceitos: a Polifonia, a Dialogia e Responsividade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 13:00:59 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina - Transversalidade e Metodologias Ativas de Aprendizagem</title>
         <author>rachelfsantos</author>
         <link>https://padlet.com/rachelfsantos/pyo5oe67hnhqojiq/wish/2230292783</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aula 3: Aprendizagem baseada em problemas e por projetos<br></strong>Nessa aula o professor Ulisses explica a aprendizagem baseada em problemas que é aquela que parte dos problemas para aquisição e integração de novos conhecimentos. Os problemas precisam trazer situações de aprendizagem significativas, contextualizadas, do mundo real e devem fornecer recursos, orientações para os alunos buscarem/alcançarem soluções. Essa aprendizagem se associada ao trabalho colaborativo e em equipe passa a ser entendida como aprendizagem baseada em problemas e por projetos. Os projetos são entendidos como estratégias pedagógicas, as quais precisam fazer sentido para o aluno, que deve ter uma postura ativa, precisam abrir para o novo, incitando uma ação futura que transforma a realidade; o trabalho com projetos estimula ainda a tomada de decisões pelos alunos e requerem também uma trabalho interdisciplinar.<strong><br>Aula 4: Design Thinking e Cultura Maker<br></strong>Segundo o professor Ulisses, Designing Think é uma metodologia que integra colaboração multidisciplinar e iterativa a criação de produtos, sistema, políticas e serviços inovadores, com foco no usuário final. O produto final precisa ser desejado, viável e prático. Pensando na educação, um projeto ou situação problema precisa retratar o interesse dos alunos, mas também precisa ser praticável, viável. É fundamental a escuta dos envolvidos, antes&nbsp; de propor projetos e apresentar soluções. A cultura maker é outra metodologia ativa, a qual pressupõe que o aprendiz aprende fazendo, que enfatiza a aprendizagem informal e compartilhada por rede, em que os alunos precisam estar conectados com problemas significativos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 13:01:27 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Linguagens na Educação: conteúdo, formas e relações </title>
         <author>rachelfsantos</author>
         <link>https://padlet.com/rachelfsantos/pyo5oe67hnhqojiq/wish/2265752212</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aula 5 - Práticas de escrita: ensinar a escrita ou formar o sujeito autor?<br></strong>Nessa aula, a professora Silvia Colello leva à seguinte reflexão: Saber escrever garante a possibilidade do “autorar”?; Como formar um sujeito autor? Para isso, é necessário trabalhar algumas competências de escrita: a enciclopédica ( saber o que dizer) as linguísticas e genérica (sobre como dizer) as quais devem se dirigir para duas dimensões. A primeira é a dimensão social ( o porquê dizer) e a segunda a dimensão é a interpessoal (para quem dizer). A professora fala ainda da duas dimensões da língua escrita. Por um lado, essa é um sistema fechado composto por várias regras, por outro, é um sistema completamente aberto, por permitir dizer sobre qualquer coisa. <strong><br><br>Aula 6- Leitura e literatura: desafios na formação do sujeito leitor<br></strong>Nessa aula, é possível conhecer os dois pilares básicos da leitura no processo educativo, segundo a professora Silvia Colello: o primeiro diz respeito à leitura dialógica, enquanto o segundo ao fato da literatura ser o espelho do real. O ensino de leitura precisa considerar a constituição do sujeito intérprete&nbsp; e do sujeito leitor. Em virtude disso, o papel do professor no ensino de leitura deve ser o de negociador/mediador na construção de sentidos na sala de aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 18:23:45 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Linguagens na Educação: conteúdo, formas e relações </title>
         <author>rachelfsantos</author>
         <link>https://padlet.com/rachelfsantos/pyo5oe67hnhqojiq/wish/2265752607</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aula 7: Letramento, letramento e multiletramentos<br></strong>Por letramento entende-se práticas sociais de quem usa a escrita, diferente de alfabetização que é o ato de ensinar/ aprender a ler e escrever; assim, por considerar as práticas sociais, aqui já está implícito a pluralidade do letramento. Em 1984, Brian Street adota o termo letramentoS, o qual contempla o letramento autônomo e o letramento ideológico que considera a linguagem como prática&nbsp; social, situada no espaço e no tempo, ampliando essa noção dos vários letramentos. Na década de 90, esse termo mais uma vez sofre mudanças ao deixar de ser relacionado apenas ao letramento da letra e considerar os vários outros modos de linguagens, as várias culturas, bem como as várias mídias e possibilidades de construção de sentidos.<strong><br>Aula 8: Letramentos e os mecanismos do não aprender <br></strong>Nessa aula a professora Silvia fala da importância de reconhecer a diferença entre os letramentos da escola e os letramentos sociais. É fundamental que o educador saiba mediar os conhecimentos/experiências/ vivências prévias do aluno e os saberes escolares, reconhecendo que os alunos de regiões mais periféricas e com pouca estrutura estão mais distantes dos letramentos escolares, o que torna a mediação mais necessária ainda. É a partir do seu “mundo-vida” que o estudante vai construir sentidos na apropriação dos saberes escolares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 18:24:18 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Linguagens na Educação: conteúdo, formas e relações </title>
         <author>rachelfsantos</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Aula 9: O ensino da língua estrangeira na escola<br></strong>Essa aula enfatiza a necessidade de desconstruir a ideia de que não se aprende língua estrangeira na escola, ou seja, o fracasso do ensino de línguas na escola. A língua estrangeira não é mais uma mera ferramenta de comunicação, mas sim mais uma semiose possível dentro dos modos de construção de sentidos na sociedade atual. É preciso ainda que o ensino de língua não se atenha a uma perspectiva monolítica, considerando um falante nativo, sem levar em conta a heterogeneidade cultural e as relações de poder presentes na aprendizagem de um idioma. Essa aula chama a atenção também para o fato da BNCC, embora já apresente alguns avanços em relação ao ensino de línguas, ainda fica presa à ideia do monolinguismo: instituindo o Inglês como língua a ser ensinada pelas escolas.<strong><br>Aula 10: A Educação Física como linguagem<br></strong>Entender a Educação física como linguagem pressupõe entendê-la como práticas corporais (esportes, brincadeiras, danças, lutas e ginásticas) , que são tomadas como textos da cultura. Desse modo, o movimento pode ser entendido como forma de linguagem. Os professores precisam criar situações de ensino nas quais os alunos vão  entender como funciona as práticas corporais na sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 18:25:08 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Linguagens na Educação: conteúdo, formas e relações </title>
         <author>rachelfsantos</author>
         <link>https://padlet.com/rachelfsantos/pyo5oe67hnhqojiq/wish/2265753693</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aula 11: Tecnologias e linguagens na escola<br></strong>Quando se pensa nas tecnologias é preciso refletir também sobre as relações que se estabelecem entre essas e a escola. Por um lado, há uma demanda da sociedade de escolas&nbsp; que possibilitem o letramento digital, de professores que assumam o papel de mediador, reconhecendo que seus alunos podem agora ter conhecimentos que ultrapassem os seus; por outro, escolas com poucas estruturas, professores que sentem ameaçados pelo conhecimento de seus alunos, estudantes que sentem desmotivados com uma escola descolada de sua realidade. Diante de novos perfis de alunos (autoconfiantes, imediatistas, rapidez de pensamento, multitarefas, individualista, descomprometido com a política, participantes da vida virtual em paralelo com a real, entre outras), necessita-se de novas práticas pedagógicas. A professora Colello chama a atenção para alguns paradoxos da incorporação da tecnologia na escola versus: adequação à realidade social do aluno, preservação de práticas de interação pedagógicas, integração social, aproveitamento pedagógico da tecnologia. O importante é entender linguagens e tecnologias em uma relação recíproca.<strong><br>Arte12: A arte no processo de formação humana<br></strong>A arte é fundamental para o processo de formação humana e é tão antiga quanto a história&nbsp; do ser humano. A arte dá a noção de pertencimento às pessoas. A arte ajuda a simbolizar os sentimentos, a ler, entender e expressar o mundo. É necessário ampliar o que é entendido como arte. Não só o que está nos museus, nas galerias, é preciso agregar uma enorme diversidade de expressões que fogem de um visão elitista da arte. O ensino de Arte precisa abrir o leque de possibilidades, não considerando apenas aquilo que é hegemônico (europeia, branca, central). Quando se expande o conceito de arte, mobiliza a democratização, uma vez que permite que manifestações culturais diversas sejam legitimadas<strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 18:25:36 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Linguagens na Educação: conteúdo, formas e relações </title>
         <author>rachelfsantos</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Aula 13: A arte como linguagem na escola<br></strong>A arte pode ser considerada como linguagem porque permite a comunicação e a expressão de sentimentos, pensamentos, etc. Ela consegue expressar aquilo que a linguagem discursiva não consegue. Também só se realiza na expressão com o outro, em uma relação interlocutiva. A BNCC, embora reconheça a arte como linguagem, dá um tratamento às várias linguagens da arte (visual, dança, teatro, etc)&nbsp; de forma temática. O professor corre o risco de trabalhar cada linguagem de maneira superficial, desconsiderando a especificidade, a materialidade de cada uma delas. O professor de artes precisa considerar o contexto da comunidade, os recursos da escola, sua formação, o interesse dos alunos, além de ser ele mesmo um artista. <strong><br><br>Aula 14 - Linguagens: interações, mediações e relações na escola<br></strong>O primeiro ponto a considerar nas relações na escola é tanto a pluralidade dos alunos quanto a sua singularidade. Ninguém aprende do mesmo jeito e no mesmo tempo. Para isso, há de se considerar os saberes prévios dos alunos, valores sociais, experiências vividas/ negadas, modos de se inserir na sociedade, engajamento, interesses dos aprendizes, formas de interações, vínculos com escola/professores, representações escola/aprendizagem, autoestima. Para caminhar nessa perspectiva, podem ajudar as seguintes práticas de ensino: metodologias ativas, resolução de problemas, aprender a aprender e protagonismo estudantil. Para além disso, com intuito de alcançar tais objetivos, em salas com diferenças sociolinguísticas culturais e outras, numerosas, sem estrutura física muitas vezes, é preciso descentralizar os saberes, considerando diversas formas e momentos de aprendizagem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 18:26:07 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina - Transversalidade e Metodologias Ativas de Aprendizagem</title>
         <author>rachelfsantos</author>
         <link>https://padlet.com/rachelfsantos/pyo5oe67hnhqojiq/wish/2265756849</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aula 5: Temas transversais em Educação <br></strong>Nessa aula, o professor Ulisses fala da importância dos assuntos do cotidiano perpassarem de forma transversal as disciplinas escolares. O professor explica também que a escola divide o conhecimento em disciplinas devido a sua herança cartesiana que entendia que para compreender o universo era necessário dividir o todo em partes. Para facilitar o estudo os objetos de estudo foram divididos, o que ganhou em profundidade/ especialização de entendimento, mas perdeu no entendimento do todo da realidade. A partir do século XX começa a se questionar o isolamento das disciplinas, surgindo conceitos como multidisciplinaridade, transdisciplinaridade e interdisciplinaridade. Surge também a ideia de transversalidade que pressupõe um tema que perpassa várias áreas de conhecimento, que está atrelado&nbsp; à melhoria da sociedade e não é um mero pressuposto metodológico do conhecimento, mas sim epistemológico. Os temas transversais são aqueles que preocupam em dar respostas aos problemas reconhecidos como prioritários pela sociedade; que buscam conectar ciência à vida das pessoas; que incorporam novos temas e problemas sociais; e por fim, aqueles que propõem o ensino da edução moral e ética da sociedade. Deste modo, uma educação para esse século&nbsp; demanda a articulação da interdisciplinaridade e da transversalidade.<strong><br>Aula 6: O currículo transversal e interdisciplinar<br></strong>Toda escola propõe-se a instruir e formar cidadãos, segundo o professor Ulisses. Os temas transversais, normalmente, sao trabalhados em atividades pontuais, disciplinas/palestras sobre os temas, projetos multi/interdisciplinares, transversalidade incorporada na disciplina e por último a transversalidade como currículo oculto. Os conteúdos precisam deixar de ser a finalidade e passar a ser meios/instrumentos de conhecer minha vida/o mundo. Os temas transversais passam então a ser o eixo vertebrador do currículo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 18:29:41 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina - Transversalidade e Metodologias Ativas de Aprendizagem</title>
         <author>rachelfsantos</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Aula 7: O conhecimento em rede<br></strong>Nessa aula o professor Nilson apresenta a ideia do conhecimento em rede que amplia as ideias tradicionais de balde(o aluno como um depósito de conhecimento) e a ideia de encadeamento ( ideia de sequência, um conhecimento depende do outro, indo do mais simples para o mais complexo). A ideia de rede entende que as coisas estabelecem relações mais complexas, elas estão multiplamente relacionadas, tomando como base uma grande teia. A ideia de rede não pressupõe que o aluno chega vazio a escola, mas sim com uma rede já estabelecida pelas suas vivências anteriores, na qual os conhecimentos escolares serão introduzidos, assim como retiradas algumas experiências trazidas. O conhecimento em rede ultrapassa essa noção tradicional escolar de que todos partem de um mesmo ponto e devem percorrer os mesmos caminhos. O conhecimento em rede fundamenta-se também&nbsp; na transversalidade porque todo conhecimento que realmente importa para o ser humano transcende as disciplinas.<strong><br>Aula 8: Escola e Comunidade<br></strong>A escola precisa romper com seus muros, aproveitando os recursos do entorno da escola e da cidade, desenvolvendo projetos que atendam as demandas da comunidade escolar e da sociedade em geral. A partir disso, surge então a ideia de Cidade Educadora que pressupõe “Aprender <strong>a/da/na</strong> Cidade”. Os conhecimentos da cidade precisam entrar para o currículo da escola, a partir de três movimentos: primeiro, levando os estudantes para fora dos muros da escola, depois trazendo o que observaram para o currículo da escola e finalmente chegando ao movimento do protagonismo dos alunos, uma vez que foram eles que buscaram os problemas fora da escola e que vão&nbsp; pesquisar soluções para essas situações encontradas, com o auxilio dos professores de todas as disciplinas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 18:29:54 UTC</pubDate>
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         <title>PDisciplina - Transversalidade e Metodologias Ativas de Aprendizagem</title>
         <author>rachelfsantos</author>
         <link>https://padlet.com/rachelfsantos/pyo5oe67hnhqojiq/wish/2265757271</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aula 9: Projetos de vida na escola<br></strong>A professora Valéria Arantes, nessa aula, afirma que o desejo de falar de projetos de vida na escola surge da necessidade de contribuir para uma sociedade melhor e mais justa. A BNCC&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; atribui à escola o papel de ajudar os jovens a pensarem em seus projetos de vida. O projeto de vida é definido como uma intenção estável e generalizada de alcançar algo para si e para o mundo. Os projetos de vida envolvem a mobilização de valores e sentimentos, de ações/eventos passados, presentes e futuros, na construção identitária dos jovens e na sua relação com o meio. A escola deve contemplar no projeto de vida as dimensões profissional, particular e social. Para ajudar os jovens na construção de seus projetos de vida, a escola precisa considerar quatro elementos: momentos de inspiração, pessoas de referência, esforço/comprometimento e desenvolvimento das habilidades de força de caráter. O professor precisa buscar ser uma pessoa de referência para seus alunos. Os exemplos apresentados pela professora mostram a importância da interdisciplinaridade e da transversalidade, ao trabalhar como projetos de vida na escola, bem como das metodologias ativas como: cultura maker, resolução de problemas e desining think.<strong><br>Aula 10: O bom professor: Excelência, Ética, e Engajamento <br></strong>O bom professor é aquele que busca fazer um trabalho de alta qualidade, de maneira ética e responsável. O bom trabalho, por sua vez, é qualitativamente excelente, ético e responsável e pressupõe satisfação pessoal, engajamento. O bom professor precisa atualizar-se sempre, ter responsabilidade com a implicação de suas ações na vida dos alunos, considerar sua satisfação pessoal, além de ser responsável com os conceitos éticos e morais da sociedade. Para a excelência profissional, é preciso considerar o campo, o domínio e o alinhamento. O professor Ulisses apresenta ainda os anéis de responsabilidade: partindo do eu, passando pelas pessoas próximas, pelo local/grupo de trabalho, campos profissionais, até chegar na sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 18:30:17 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina - Transversalidade e Metodologias Ativas de Aprendizagem</title>
         <author>rachelfsantos</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Aula 11: Educação Socioemocional<br></strong>O aluno que chega à escola&nbsp; é um sujeito psicológico que traz consigo alem de seu inconsciente quatro dimensões: a biológica, a cognitiva, a afetiva e sociocultural. O sujeito é complexo e a escola precisa contemplar isso. Cinco competências estão diretamente relacionadas a educação socioemocional na BNCC a saber: responsabilidade e cidadania, empatia e cooperação, trabalho e projeto de vida, autoconhecimento/autocuidado e argumentação. Segundo a professora Valéria Arantes, para trabalhar educação socioemocional na escola quatro dimensões são fundamentais: o autoconhecimento, a autoestima, a resolução de conflitos e a dimensão afetiva. Os conflitos são matérias-prima para construção de valores. A resolução de conflito pressupões a cognição e as emoções.<strong><br>Aula 12: Assembleias escolares<br></strong>As assembleias escolares são muito produtivas na resolução de conflitos, no enfrentamento da indisciplina, sob a perspectiva da democratização escolar. As assembleias escolares estimulam o diálogo da comunidade escolar, tornando as relações mais democráticas. Existem alguns tipos de assembleias: a de classe ( trata de problemas que envolvem os problemas apenas dos alunos de uma determinada classe), de escola ( que lida com os problemas fora da sala de aula, que diz respeito a toda a escola), a de docente (diz respeito aos problemas dos docentes). As assembleias escolares não&nbsp; precisam tratar apenas de críticas ( sem personificação), elas podem trazer também elogios (com personificação). Os procedimentos para realização de assembleia são: mobilização do grupo, periodicidade, registro e coordenação/ representação. Realização de fóruns escolares que envolvem toda comunidade escolar e outros órgãos públicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 18:30:57 UTC</pubDate>
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         <title>:Disciplina - Transversalidade e Metodologias Ativas de Aprendizagem</title>
         <author>rachelfsantos</author>
         <link>https://padlet.com/rachelfsantos/pyo5oe67hnhqojiq/wish/2265758181</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aula 13- Pedagogia de Projetos: Processos de Prototipação<br></strong>Mais uma vez o professor Ulisses apresenta a estratégia pedagógica Desining think a qual pressupõe que o processo de criação considere três dimensões: desejo, praticidade e viabilidade. Para isso é necessário partir da escuta da comunidade, antes de criar e implementar soluções para problemas encontrados. Em seguida, o professor apresenta o passo a passo de um trabalho com projetos, que dura mais ou menos 15 semanas ou semestre letivo. O professor apresenta então o passo a passo de dois projetos desenvolvidos por seus alunos, um de compostagem e outro de revestimento térmico para telhados feito com telhas de amianto.<strong><br>Aula 14- Protótipos de Projetos Educacionais<br></strong>Nessa aula o professor Ulisses apresenta, a partir das estratégias pedagógicas aprendizagem baseada em problemas e em projetos, cultura maker e designing thinK,&nbsp; vários projetos feitos pelos seus alunos, tais como: Mães menina, Deafy, IMIGRAZL, entre outros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 18:31:16 UTC</pubDate>
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