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      <title>Idade Média - 7.ºE by 9bgaliza 2019</title>
      <link>https://padlet.com/9bgaliza2019/pyc67x6dqhneceii</link>
      <description>Realiza a tarefa através da consulta do manual pág. 128 a 133 e 152 a 159, internet e livros.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-12-02 18:16:25 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-01 21:02:27 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>As relações de vassalidade </title>
         <author>pedropcdsilveira</author>
         <link>https://padlet.com/9bgaliza2019/pyc67x6dqhneceii/wish/1938600063</link>
         <description><![CDATA[<div>A Europa vivia um clima de medo e insegurança, e os grandes senhores proprietários de terras precisavam de outros senhores que ajudassem em termos militares e económicos.<br>Em troca de essa ajuda o grande senhor (<strong>Suserano</strong>) conseguia um <strong>feudo </strong>(<strong>geralmente terra</strong>) a outro senhor menos poderoso&nbsp; (<strong>vassalo</strong>). Os grandes senhores eram <strong>vassalos </strong>de outros ainda&nbsp; mais poderosos&nbsp; e todos eram vassalos do rei considerado o <strong>suserano dos suseranos</strong>.<br>O que era o feudo:<br>O Feudo é a terra ou uma fonte de renda concedida por um Suserano ou suserania era o termo empregado na Idade Média para distinguir um nobre que doava algum bem suserano ao vassalo, em troca de fidelidade e ajuda militar.&nbsp;<br>O que era o vassalo:<br>Um vassalo é uma pessoa que tem uma obrigação mútua a senhor ou soberano, no contexto do sistema feudal.<br><br>Contrato de vassalagem<br><br>O contrato de vassalagem é "O vassalo promete ao senhor que será pré&nbsp; leal, e que dará bons concelhos e que o ajudará contra todos os homens do mundo"<br>Etapas:<br>Homenagem<br>Juramento de fidelidade<br>Investidura<br><br>Os deveres do vassalo e do senhor<br><br>Os deveres do vassalo e do senhor são "É importante que o vassalo forneça ao senhor conselho e ajuda e respeitar a fidelidade que jurou e o senhor deverá fazer as mesmas coisas&nbsp; e se eles não fizerem o que prometeram deram acusados de má fé".<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 16:07:37 UTC</pubDate>
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         <title>Senhorios laicos, eclesiasticos e concelhos. Poder régio ( Tiago C, Antonio S e Tomás C ). (: </title>
         <author>antoniosacchetti1500</author>
         <link>https://padlet.com/9bgaliza2019/pyc67x6dqhneceii/wish/1938634465</link>
         <description><![CDATA[<div>Os grupos priveligiados receberam dos reis grandes propriedades e benefícios pela ajuda que haviam prestado na luta contra os mulçumanos.&nbsp;<br><br>As propriedades da nobreza, os senhorios laicos, gozavam de vários privilegios:<br>&nbsp;imunidade fiscal e judicial<br>não pagavam impostos ao rei<br>os funcionários reais estavam impedidos de lá entrar<br>&nbsp;a justiça era aplicada pelos senhores.<br><br>As propriedades do clero, os senhorios eclesiásticos, beneficiavam de foro eclesiástico, ou seja, tribunais próprios, inseções fiscais, direito de asilo e direito de cobrança de impostos.<br><br>Para além deste tipo de territórios, o rei concedeu aos homens livres o direito de se organizarem em concelhos, com o objetivo de atrair povoadores, mas também para garantir o respeito pelas autonomia administrativa eprevilegios das comunidades, bem como a regulação das relações com o poder régio.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 16:22:05 UTC</pubDate>
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         <title>Comércio e cidades no século XIII </title>
         <author>dudasm2020</author>
         <link>https://padlet.com/9bgaliza2019/pyc67x6dqhneceii/wish/1938638849</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>INCREMENTO DAS TROCAS E REANIMAÇÃO DAS CIDADES</mark></em></strong><br><br>Entre o século XII e XIII a Europa passou de uma economia de subsistência para uma economia monetária e urbana, devido ao aumento da produção agrícola, aos processos dos transportes e ao clima de paz.<br><br>Realizavam feiras uma ou duas vezes por ano, que eram o ponto de encontro de todo o grande comércio europeu.<br><br>Os reis encorajavam a realização das feiras, pois eram fonte de receitas através de impostos, concedendo cartas de feira que determinavam a criação da feira.<br><br>O incremento do comércio permitiu o desenvolvimento das cidades, pois tornam-se locais de confluência de rotas comerciais e de mercadores. <br><br>Também o aumento da população rural atraiu para as cidades camponeses que aí procuravam as melhores condições de vida. <br><br>As cidades cresceram, alargando-se para fora das muralhas e dando origem a novos bairros, os novos burgos.<br><br><strong><em><mark>O INCREMENTO DO COMÉRCIO INTERNO E EXTERNO PORTUGUÊS<br><br></mark></em></strong>Portugal tem uma localização geográfica favorável ao comércio marítimo, pois é um local de passagem e paragem. Lisboa era um importante porto comercial.<br><br>Os produtos portugueses exportados eram:<br>• Vinho<br>• Mel<br>• Azeite<br>• Frutos secos <br>• Sal<br><br>No seculo XIII, mercadores ingleses e italianos fixam-se em Lisboa, ao mesmo tempo que comerciantes portugueses se estabelecem em outros pontos da Europa, nomeadamente na Flandres, na cidade de Bruges, onde estabelecem uma feitoria (entreposto comercial que servia de ponto de armazenamento e de venda de produtos).<br><br>Os monarcas portugueses têm uma série de medidas com vista ao fortalecimento do comércio nacional interno e externo:<br>• <strong>Instituição das feiras francas(uma festa medieval)<br>• D. Afonso IV celebrou um tratado de comércio com a Inglaterra<br>• Criação da bolsa de Mercadores<br>• A fundação da Companhia da Naus <br>• D. Fernando autorizava o uso gratuito da madeira retirada de matas para a construção de embarcações para o comércio.</strong><br><br><br><strong>Marta Silva<br>Duarte Mota<br>Vizhdan Hasan</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 16:24:00 UTC</pubDate>
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         <title>Crescimento demográfico, progresso na agricultura e transportes:</title>
         <author>leonororpd</author>
         <link>https://padlet.com/9bgaliza2019/pyc67x6dqhneceii/wish/1938638904</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre os finais do século<strong> XIII, </strong>Europa aumenta o número de habitantes.<br>Em <strong>Portuga</strong>l houve um aumento da população principalmente no <strong>Minho</strong> e no <strong>Douro</strong> litoral , isto aconteceu graças a <strong>melhoria das condições de vida</strong>.<br>-fim das <strong>invasões</strong> <br>-melhoria das <strong>condições climatéricas</strong><br>-redução da <strong>mortalidade</strong> devido a diminuição das <strong>guerras</strong><br>-progressos <strong>técnicos</strong> nos <strong>transporte</strong>s e na <strong>agricultura.<br></strong><br><br><strong><mark>Agricultura</mark></strong><strong>:<br></strong>Na <strong>agricultura</strong>&nbsp; avançaram muito na agricultura a que contribui para o aumento da <strong>produção agrícola</strong>:<br><br>-Movimento das <strong>arroteias</strong>: transformação&nbsp; de <strong>terrenos</strong> em campos <strong>férteis</strong> (secando <strong>pântanos</strong> ou desbravando <strong>florestas</strong>).<br><br>-Prática do <strong>afolhamento trienal de culturas: </strong>divisão dos <strong>terrenos</strong> em <strong>três <br><br>partes</strong>. Uma parte para o <strong>cereal de inverno</strong> (aveia) outra para o <strong>cereal de primavera</strong>(trigo) e outra para o <strong>pousio</strong>(resto das estações).<br><br>-Uso do <strong>ferro: </strong>No fabrico de instrumentos <strong>agrícolas</strong> (arado, foice , charrua).<br><br>-Utilização de <strong>moinhos</strong> de vento ou de água, para a <strong>moagem</strong> de cereais.<br><br>-<strong>Técnicas de irrigação: </strong>utilização da nora e abertura de canais.<br><br>-<strong>Adubação</strong> das terras: estrume de animal e <strong>cinzas</strong>.<br><br><br><strong><mark>Transportes</mark></strong><strong>:</strong><br>Nos <strong>transportes</strong> (marítimos e terrestres) também avançaram muito:<br><br>-<strong>Atrelagem</strong> em fila de bois e de cavalos: permitiu aumentar a <strong>rapidez</strong> de deslocação.<br><br>-<strong>Introdução</strong> da <strong>coalheira: </strong>coleira no <strong>pescoço</strong> e assente nas <strong>omoplatas, </strong>nos cavalos, que permite a <strong>respiração</strong> facilitada para os animais poderem fazer mais esforço.<br><br>- <strong>Ferraduras</strong> nos animais: impede <strong>desgaste.<br></strong><br>- <strong>Instrumentos</strong> de <strong>navegação:</strong> ( bússola, astrolábio) <strong>facilitaram</strong> a navegação.<br><br>- <strong>Leme fixo à popa: </strong>manobrar embarcações de <strong>maior dimensão</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 16:24:01 UTC</pubDate>
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         <title>A Sociedade Medieval </title>
         <author>moitalaura7</author>
         <link>https://padlet.com/9bgaliza2019/pyc67x6dqhneceii/wish/1938639685</link>
         <description><![CDATA[<div>A sociedade era tripartida e hierarquizada (era dividida em três grupos ou ordens), umas privilegiadas e outras não.<br>Os grupos privilegiados, a aristocracia guerreira e o clero, tinham isenção de impostos e impunham aos não privilégios, o, povo, diversas obrigações, como o pagamento de rendas, corveias e banalidades.O povo dependia dos grupos priviligiados, porque estes concediam lhe terra e proteção. Esta postura dos grupos priviligiados devia-se à fragilidade do poder régio, uma vez qfue alguns senhores eram tão ricos e poderosos como o próprio rei e dificilmente se submetiam às suas ordens.<br>O clero era uma ordem privilegiada, e era constituído por todos os que faziam parte da estrutura da igreja católica, cuja autoridade máxima era o Papa. Dividia-se em alto clero (abades, bispos e arcebispos) e baixo clero (monges e párocos), uma distinção marcada quanto às suas funções e riqueza. Tinha privilégios, como tribunais próprios e isenção de impostos. A sua principal função era orar pela salvação de todos os cristãos e celebrar os cerimónios de&nbsp; batismo, casamento e morte.<br>Aos membros do clero do clero, Deus manda ensinar a manter a verdadeira fé."Devem rezar pelas misérias do povo".</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 16:24:21 UTC</pubDate>
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         <title>Domínios Senhoriais </title>
         <author>sofianobre2</author>
         <link>https://padlet.com/9bgaliza2019/pyc67x6dqhneceii/wish/1938817592</link>
         <description><![CDATA[<div>Na Europa do séc. IX a XII, as grandes propriedades pertenciam ao rei, nobreza e clero. <br>Designação das propriedades: senhorio ou domínio senhorial.<br><br>Composição do domínio senhorial<br><br><strong><mark>Reserva </mark></strong>- parte do domínio que era explorada pelo senhor. Incluía terras fertéis, a casa do dono da terra, o moinho, o forno, o lagar, o celeiro, os estábulos, a igreja e a flloresta; <br><br><strong><mark>Mansos</mark></strong> - pequenas parcelas de terra arrendadas pelo dono da terra a camponeses&nbsp; (servos ou colonos).<br>Entre o dono do senhorio e todos os camponeses estabeleciam diversas obrigações como o pagamento de rendas em géneros, pagamento pela utilização do forno, lagar e moinho; e serviços gratuitos na reserva.<br>O povo era composto na maioria por camponeses.<br>As tarefas dos homens eram os trabalhos agrícolas mais pesados e o das mulheres era cuidar dos filhos.<br>As casas dos camponeses eram pequenas pois só tinham uma divisão e eram muito modestas.<br><br><strong>A alimentação</strong><br><br>No pequeno almoço normalmente eles comiam pão e bebiam cerveja.<br>Tomavam o pequeno almoço das 4 às 6 da manhã<br>Ao almoço eles comiam pão, queijo, cebola e ovos e bebiam cerveja.<br>Almoçavam às 10 da manhã.<br>No jantar comiam pão, peixe, sopa e fruta e bebiam cerveja.<br>Matavam às 16 da tarde</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 17:46:07 UTC</pubDate>
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