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      <title>My dazzling padlet by Beatriz Marchi</title>
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      <description>Made with a bold sensibility</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-24 22:53:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mia Couto é o autor moçambicano mais conhecido mundialmente na atualidade, tendo como principais características literárias:<br>características:<br><br>- Presença de neologismos.<br>- Realismo mágico ou fantástico.<br>- Resgate da tradição.<br>- Busca da identidade nacional.<br>- Marcas de oralidade.<br>- Multiculturalismo.<br>- Valorização da memória cultural.<br>- Uso de alegorias.<br>- Engajamento político.<br>- Lirismo.<br><br>Como, por exemplo, as obras literárias:<br><br>Poesias:<br><br>Raiz de orvalho (1983)<br><br>Raiz de orvalho e outros poemas (1999)<br><br>Idades, cidades, divindades (2007)<br><br>Tradutor de chuvas (2011)<br><br>→ Contos<br><br>Vozes anoitecidas (1987)<br><br>Cada homem é uma raça (1990)<br><br>Estórias abensonhadas (1994)<br><br>Contos do nascer da Terra (1997)<br><br>Na berma de nenhuma estrada (1999)<br><br>O fio das missangas (2003)<br><br>→ Crônicas<br><br>Cronicando (1991)<br><br>O país do queixa andar (2003)<br><br>Pensatempos. Textos de opinião (2005)<br><br>E se Obama fosse africano? e outras interinvenções (2009)<br><br>Pensageiro frequente (2010)<br><br>→ Romances<br><br>Terra sonâmbula (1992)<br><br>A varanda do Frangipani (1996)<br><br>Vinte e zinco (1999)<br><br>Mar me quer (2000)<br><br>O último voo do flamingo (2000)<br><br>Um rio chamado Tempo, uma casa chamada Terra (2002)<br><br>O outro pé da sereia (2006)<br><br>Venenos de Deus, remédios do diabo (2008)<br><br>Jesusalém (2009)<br><br>A confissão da leoa (2012)<br><br>Vagas e lumes (2014)<br><br>Mulheres de cinzas (2015)<br><br>A espada e a azagaia (2016)<br><br>O bebedor de horizontes (2017)<br><br>→ Literatura infantil<br><br>O gato e o escuro (2001)<br><br>A chuva pasmada (2004)<br><br>O beijo da palavrinha (2006)<br><br>O menino no sapatinho (2013)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-25 00:14:30 UTC</pubDate>
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         <author>biafmarchi3</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Em suas obras é comum achar provérbios e expressões populares, muitas vezes não conhecidos por quem é de fora;<br><br>A luz do cego esta na sua mão- Kindzu diz isso em sua carta, após ter um pesadelo com seu pai no meio do deserto e acordar sem nenhuma direção em plena escuridão.<br><br><br>O que ja esta queimado não volta a arder- Tuahir diz essa frase para Muidinga após ouvi-lo reclamar que o machimbombo estava todo queimado. Apesar de a primeira interpretação ser no sentido de “pelo menos não corre o risco de incendiar”, existe também o sentido de não existir possibilidade de ficar pior do que aquilo<br><br><br>O homem é como a casa: deve ser visto por dentro- Uma pessoa apenas é conhecida de verdade após provar sua personalidade. Relacionando a metáfora da casa, existem pessoas muito bonitas por dentro, porém só é possível conhecê-las realmente depois de “entrar” em seus mundos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-25 21:12:20 UTC</pubDate>
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         <author>biafmarchi3</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Literatura Lusófona, compreende-se toda produção em língua portuguesa de diferentes países de cultura lusófona, entre eles o Brasil.<br>A comunidade lusófona é formada por 9 Estados (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste) – uma diversidade de sotaques e culturas que faz nosso idioma ainda mais rico</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 01:18:55 UTC</pubDate>
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         <author>biafmarchi3</author>
         <link>https://padlet.com/biafmarchi3/pxytjd2imiiqv7n9/wish/2114523080</link>
         <description><![CDATA[<div>Mia Couto apresenta diversos exemplos de literatura fantástica em em seu livro, tais como;<br><br><br>-Escutávamos o marmulhar das ondas, na quebra do horizonte, enquanto esperávamos ver a baleia. Era ali o lugar dela aparecer, quando o sol se ajoelhava na barriga do mundo. De repente, um ruído barulhoso nos arrepiava: era o bichorão começando a chupar a água! Sorvia até o mar todo se vazar.<br><br>-Foi quando, num súbito, vi uma mão sair da terra. Subiu no espaço e, avançando no desajeito de um cego, me agarrou a perna...daquele areal foram saindo outras mãos, mãos e mais mãos. Pareciam estacas de carne, os dedos remexendo com desespero de passaritos pedindo comida.<br><br>-o mar todo secou, a água inteira desapareceu na porção de um instante. No lugar onde antes praiava o azul, ficou uma planície coberta de palmeiras. Cada uma se barrigava de frutos gordos, apetitosos, luzilhantes. Nem eram frutos, parecia eram cabaças de ouro, cada uma pesando mil riquezas. Os homens se lançaram nesse vale, correndo de catanas na mão, no antegozo daquela dádiva. Então se escutou uma voz que se multiabriu em ecos, parecia que cada palmeira se servia de infinitas bocas. Os homens ainda pararam, por brevidades. Aquela voz seria em sonho que figurava? Para mim não havia dúvida: era a voz de meu pai. Ele pedia que os homens ponderassem: aqueles eram frutos muito sagrados. Sua voz se ajoelhava clamando para que se poupassem as árvores: o destino do nosso mundo se sustentava em delicados fios. Bastava que um desses fios fosse cortado para que tudo entrasse em desordens e desgraças se sucedessem em desfile. O primeiro homem, então, perguntou à árvore: por que és tão desumana? Só respondeu o silêncio. Nem mais se escutou nenhuma voz. De novo, a multidão se derramou sobre as palmeiras. Mas quando o primeiro fruto foi cortado, do golpe espirrou a imensa água e, em cantaratas, o mar se encheu de novo, afundando tudo e todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 01:23:41 UTC</pubDate>
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