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      <title>Exercício de Arquitetura e Organização de Computadores by Vinicius Rodrigues</title>
      <link>https://padlet.com/feliztristepartir/pxlsp4bc4cou7mh1</link>
      <description>Resumo discernido da matéria.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-22 04:05:53 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-02-25 18:42:37 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Processadores e sua variações.</title>
         <author>feliztristepartir</author>
         <link>https://padlet.com/feliztristepartir/pxlsp4bc4cou7mh1/wish/2062619900</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao estudar e analisar o mercado de processadores, deparamo-nos com uma variedade de características que decorrem de sua estrutura física e afetam diretamente seu funcionamento no sistema, tais como: frequência(velocidade em que trabalham), cores (núcleos físicos), threads (núcleos virtuais), entre outras.<br>Diante disso, a pergunta que nos surge é: Qual processador melhor se encaixa nas minhas exigências?&nbsp;<br><br>Para melhor respondermos a essa pergunta temos que conhecer cada característica para assim atribuí-las às respectivas necessidades. Alguns atributos que devemos levar em conta e que são decisivos na escolha do seu processador são:<br>&nbsp;</div><ul><li>Frequência do processador: Medida em hertz, define a capacidade do processador em processar informações ao mesmo tempo. Quanto maior a frequência mais rápido o processamento de dados.</li><li>Cores: O core é o núcleo do processador. Existem processadores core e multicore, ou seja, processadores com um núcleo e com vários núcleos na mesma peça. Cada núcleo possui sua frequência. Logo, quanto mais núcleos, maior é a capacidade de processamento do processador.</li><li>Threads (núcleos virtuais): thread, em inglês, significa "fio" ou "linha" e nos processadores é visto como um caminho extra que liga o processador aos outros componentes, evitando assim que os dados voltem ao processador pelo mesmo caminho de onde vieram, sendo visto pelo sistema como um núcleo extra, ocasionando assim um processamento mais rápido.</li><li>Cache: A memória Cache é um tipo de memória auxiliar, que faz diminuir o tempo de transmissão de informações entre o processador e outros componentes.&nbsp;</li><li>Potência: Medida em Watts é a quantia de energia que é consumida por segundo. 1W = 1 J/s (Joule por segundo)</li><li>Nanômetros (nm): é uma unidade de medida padronizada pelo Sistema Internacional, sendo usada para expressar dimensões na escala microscópica. Quando falamos que um processador tem 7 nanômetros, por exemplo, significa que, em seu interior, a distância entre os terminais dos transistores mede exatamente 7 nanômetros. É extremamente importante que essa distância seja a menor possível. Isso porque quanto menor for a distância entre seus transístores, mais espaço sobra para que se coloque mais alguns milhões de transístores sem que seja necessário um modelo maior, aumentando assim sua eficiência em processamento e também energética.&nbsp;</li><li>Socket: soquete é uma peça do hardware que possui um ou mais componentes mecânicos que providenciam o contato elétrico entre o processador e a placa-mãe. Possuem, normalmente, três variações. O PGA, que consiste em um número específico de pinos no processador e na placa-mãe podes ser encontrado o mesmo número de entradas que permitem o contato entre um e outro, usualmente visto em processadores AMD. O LGA, que funciona de maneira oposta, sendo os pinos na placa mãe e apenas contatos elétricos no processador, comumente encontrado em processadores Intel. E o BGA que consiste em uma solda que liga o processador diretamente na placa-mãe, necessitando assim de um trabalho mais especializado, e portanto, menos preferido pelas fabricantes.</li></ul><div><br>Tendo os pontos supramencionados em vista podemos afirmar que a compra de um processador específico é muito mais complexa do que a compra de um computador já montado e pronto para uso. Consequentemente o estudo aprofundado do processador é inerente à busca pelo seu hardware ideal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-23 13:51:23 UTC</pubDate>
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         <title>Inovações em processadores</title>
         <author>feliztristepartir</author>
         <link>https://padlet.com/feliztristepartir/pxlsp4bc4cou7mh1/wish/2062658887</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos últimos 50 anos, uma previsão de Gordon Moore, um dos fundadores da empresa de tecnologia Intel, dedicada à fabricação de microprocessadores para computadores, está se cumprindo. Em 1965, o engenheiro disse que, a cada 18 meses, os microprocessadores se tornariam duas vezes mais rápidos, usando metade da energia e teriam metade do tamanho atual. A Lei de Moore acertou ao enxergar que os computadores funcionariam mais e mais rapidamente ao longo dos anos. No entanto, essa progressão tem um limite.<br><br>Os transistores (componentes eletrônicos que fazem parte dos circuitos dos microprocessadores e amplificam os sinais elétricos) se tornaram menores com o passar do tempo, mas chegará um momento em que seu tamanho não poderá continuar diminuindo. Se forem pequenos demais, não poderão funcionar adequadamente. Os elétrons começariam a pular e a chegar a lugares onde não deveriam. Por outro lado, se são colocados muitos elétrons para que o computador funcione mais rápido, há o risco de que o chip queime. Porém, isso não significa que a batalha esteja perdida. <br>A BBC resumiu algumas inovações tecnológicas que devem resolver o problema.<br><br><br><strong>1. A via quântica<br><br></strong><br>Em vez de usar bits (na computação tradicional, trata-se da unidade que alterna "um" e "zero" em sequências longas), a tecnologia quântica trabalha com blocos chamados qubits, ou bits quânticos. Eles usam as propriedades quase mágicas das partículas subatômicas.<br>Elétrons ou fótons, por exemplo, podem estar em dois estados ao mesmo tempo - um fenômeno chamado superposição. Como resultado, um computador de qubit pode fazer cálculos muito mais rapidamente que um computador convencional.<br>Os qubits também podem influenciar uns aos outros, mesmo quando não estão fisicamente conectados, um processo chamado "entrelaçamento". Em termos computacionais, isso lhes dá a capacidade de fazer saltos lógicos que os computadores convencionais jamais conseguiriam.<br><br><strong>2. Os processadores de grafeno<br><br></strong>Materiais exóticos com potencial para serem usados na eletrônica têm sido progressivamente descobertos.</div><div>Um deles é o grafeno, composto por moléculas de carbono e 40 vezes mais resistente que o diamante. Este material é um forte candidato para substituir os chips de silício, porque é ótimo como condutor de eletricidade.</div><div>As universidades americanas já fizeram experimentos em que transistores de grafeno trabalharam mil vezes mais rápido que os transistores de silício usados hoje.</div><div>Tendo menos resistência elétrica, a velocidade dos processadores de grafeno pode ser aumentada na casa dos milhares e, mesmo assim, usar menos energia do que a tecnologia convencional.<br><br><strong>3. O memristor</strong></div><div>Trata-se de um componente eletrônico hipotético concebido por Leon Chua, um teórico dos circuitos, no início dos anos 70.</div><div>A lógica da proposta? Esse componente gravaria o fluxo de corrente elétrica que circulou, e a resistência se adaptaria a essa memória.</div><div>Se organizados da maneira correta, os memristors poderiam substituir os transistores.</div><div>E como mais memristors podem ser inseridos em um chip do que os transistores, o computador trabalharia mais rápido e teria mais capacidade de armazenamento com eles.<br><br><strong>4. Os chips vivos<br><br></strong>Muitos estão trabalhando na construção de computadores inspirados no funcionamento do cérebro.</div><div>O projeto Cérebro Humano, por exemplo, é financiado pela União Europeia e dedica-se à pesquisa de novos algoritmos que podem replicar o funcionamento do cérebro.</div><div>Mas há alguns que vão ainda mais longe.</div><div>É o caso da Koniku, a primeira empresa dedicada ao desenvolvimento de dispositivos eletrônicos usando neurônios de verdade.</div><div>Como? Eles modificam o DNA dos neurônios para que tenham certas peculiaridades e que se mantenham vivos por dois anos em um chip.</div><div>O objetivo da empresa é criar verdadeiros processadores biológicos que combinariam o poder matemático das máquinas às poderosas capacidades cognitivas do cérebro humano. Na prática, processadores do tipo poderiam ser usados por exemplo para detectar o cheiro de drogas ou explosivos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-23 14:12:14 UTC</pubDate>
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         <title>Processadores com inovações em segurança são anunciados por fabricantes.</title>
         <author>feliztristepartir</author>
         <link>https://padlet.com/feliztristepartir/pxlsp4bc4cou7mh1/wish/2066766777</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong><em>MICROSOFT, AMD, INTEL E QUALCOMM ANUNCIAM PROCESSADOR COM SEGURANÇA DENTRO DO NÚCLEO</em></strong></h1><div><br>O processador de segurança Microsof Pluton foi desenvolvido tendo em vista invasões hackers em sistemas TPM, no qual o canal de comunicação entre CPU e TPM fica vulnerável em ataques sofisticados,<br><br>Microsoft, AMD, Intel e Qualcomm anunciaram parceria para desenvolvimento e uso da arquitetura de processadores Pluton. Essa arquitetura coloca a área de processamento de dados seguros (como chaves de criptografia) dentro do processador. Nos sistemas anteriores, esse recurso ficava embutido na CPU, em um módulo separado chamado TPM. A nova arquitetura de processadores estará disponível para as próximas gerações de computadores que usem Windows, mas as empresas não informaram datas.<br><br>A segurança dentro do próprio núcleo vinha sendo usada no <a href="https://www.telesintese.com.br/microsoft-compra-estudio-de-games-por-us-75-bi/">Xbox One</a> e no Azure Sphere. Foi criada porque invasores começaram a inovar nos ataques, mirando o canal de comunicação entre a CPU e o TPM, que geralmente é uma interface de barramento. Por meio dela, hackers conseguem roubar ou alterar as informações em trânsito com um ataque físico.<br><br></div><div>Assim, o processador Pluton visa melhorar a capacidade de proteção do sistema contra ataques físicos, evitar o roubo de credenciais e chaves de criptografia e fornecer a capacidade de se recuperar de bugs de software, além de dificultar que atacantes se escondam no sistema operacional por eliminar esse canal de comunicação entre o TPM e o processador.<br><br></div><div>Os computadores Windows que usarem a arquitetura Pluton emularão primeiro um TPM que funcione com as especificações e APIs de TPM existentes. Isso permitirá que os clientes tenham acesso imediato a arquitetura Pluton&nbsp; em recursos do Windows que dependem de TPMs, como o BitLocker e o System Guard. A partir da tecnologia SHACK (Secure Hardware Cryptography Key), o sistema não permite que as chaves sejam expostas fora do hardware protegido, mesmo para o próprio firmware do Pluton.<br><br></div><div>Por fim, o Pluton manterá o firmware do sistema atualizado em todo o ecossistema do computador. O que significa que clientes não vão receber a atualização do firmware de diferentes fontes. O Pluton para computadores Windows será integrado ao processo do Windows Update da mesma forma que o Serviço de Segurança do Azure Sphere se conecta a dispositivos IoT.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-25 17:48:46 UTC</pubDate>
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         <title>ULTRARAM — Projeto pretende unir memória RAM e de armazenamento. </title>
         <author>feliztristepartir</author>
         <link>https://padlet.com/feliztristepartir/pxlsp4bc4cou7mh1/wish/2066834106</link>
         <description><![CDATA[<div>Cientistas da Universidade de Lancaster anunciaram ter atingido uma etapa importante no desenvolvimento da ULTRARAM — sua fabricação com uso de um dos semicondutores mais comuns na indústria de eletrônicos, o silício. Isso coloca a tecnologia, que promete revolucionar a computação ao unir RAM e armazenamento em um único tipo de memória, um passo adiante no rumo da produção em massa, momento em que finalmente poderá ser popularizada. <br><br><strong>RAM vs Armazenamento: principais diferenças<br><br></strong>Resumidamente, os computadores modernos combinam dois tipos de memória para funcionar — a DRAM, Dynamic Random Access Memory, ou Memória de Acesso Randômico Dinâmico, e a Flash para armazenamento. Cada uma delas tem peculiaridades que as tornam ideais para os usos aos quais são destinadas.<br><br></div><div>A DRAM é a mais veloz das duas e, como seu nome sugere, é o tipo utilizado como RAM de computadores e smartphones, sendo acessada constantemente para que CPU, GPU e outros componentes tenham acesso aos dados que precisam para realizar cálculos, característica pela qual traz "acesso randômico" no nome. Além disso, por precisarem ser atualizadas constantemente, a cada ciclo de funcionamento, são chamadas de dinâmicas.<br><br>Apesar da velocidade, o que seria benéfico também para armazenamento, as DRAM só conseguem manter as informações enquanto estiverem recebendo eletricidade — assim que o computador é desligado, todos os dados registrados são perdidos, inviabilizando dessa forma sua aplicação em armazenamento. Também por esse motivo, são identificadas como memórias voláteis.<br><br>As memórias Flash seguem o caminho oposto, ao conseguirem manter os dados mesmo quando não estão recebendo eletricidade, sendo ideais para o armazenamento de dados importantes e que precisam ficar registrados por períodos indeterminados, e portanto conhecidas como não-voláteis. Em contrapartida, essas memórias são significativamente mais lentas que as DRAM, por mais que já consigam alcançar taxas consideráveis de transmissão atualmente.<br><br><strong>Intel Optane foi tentativa de união mais popular.<br><br></strong>Em parceria com a Micron, a <a href="https://canaltech.com.br/empresa/intel/">Intel</a> anunciou em 2015 a marca Optane, que utilizaria um novo tipo de memória, a 3D XPoint, para unir os benefícios da DRAM e das memórias Flash. Além de latências baixíssimas, a 3D XPoint, cujo nome vem da estrutura agrupada em múltiplas camadas de linhas, teve como principais destaques a não volatilidade e o método pelo qual os dados eram armazenados.<br><br></div><div>Em vez de exigir o registro de blocos de dados, caso da Flash, essas memórias possibilitavam o armazenamento de bytes, ao substituir o processo de registro de carga ou capacitância pela resistência elétrica, que define então o valor do bit armazenado. A linha Intel Optane era oferecida nos formatos DIMM, que atuavam como um híbrido de RAM e armazenamento, sendo compatíveis com slots DDR4 apesar de exigir suporte do chipset e da CPU, bem como em SSDs.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-25 18:37:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fontes.</title>
         <author>feliztristepartir</author>
         <link>https://padlet.com/feliztristepartir/pxlsp4bc4cou7mh1/wish/2066839568</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.infoescola.com/informatica/processador/<br><br>https://www.controle.net/faq/o-que-e-mais-importante-num-processador-nucleos-frequencia-ou-threads<br><br>https://www.bbc.com/portuguese/geral-46561126<br><br>https://www.telesintese.com.br/microsoft-amd-intel-e-qualcomm-lancam-processador-com-seguranca-dentro-do-nucleo/<br><br>https://canaltech.com.br/hardware/ultraram-entenda-a-memoria-que-une-ram-e-armazenamento-208001/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.infoescola.com/informatica/processador/" />
         <pubDate>2022-02-25 18:40:41 UTC</pubDate>
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