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      <title>Língua Portuguesa by Viviane Von Mühlen</title>
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      <description>O incrível conhecimento da língua portuguesa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-08-21 17:30:34 UTC</pubDate>
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         <title>história da língua Portuguesa</title>
         <author>vivianevon</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao Brasil, a língua portuguesa foi trazida no século XVI em virtude do “descobrimento”. O português era imposto às línguas nativas que havia aqui como língua oficial ou modificava-se dando origem a outros dialetos. Mas houve um longo processo para que o português se fixasse no território brasileiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 17:40:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vivianevon</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quandos os portugueses chegaram ao Brasil impuseram sua língua, o português aos indígenas. Mas tiveram que aprender o tupi para conseguir se comunicar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 17:53:56 UTC</pubDate>
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         <title>História da origem de nosso idioma</title>
         <author>vivianevon</author>
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         <description><![CDATA[<div>O latim, inicialmente, era o idioma falado no antigo Império Romano, mas possuía “subdivisões”, estas eram:</div><ul><li><strong>O latim clássico: </strong>que era mais polido e mais culto, usado pelas classes dominantes do império, e também por poetas, senadores, filósofos, etc.</li><li><strong>O latim vulgar:</strong> era um latim mais acessível ao povo, utilizado pelas classes consideradas mais baixas.</li></ul><div>Daí surge a pergunta “Então porque a língua portuguesa não veio do latim clássico?”, a resposta está na época em que os conquistadores romanos dominaram a península Ibérica. Pois eles não introduziram o latim clássico, e sim o latim vulgar, que acabou originando todas as línguas posteriores naquela região – não só o português.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 18:09:41 UTC</pubDate>
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         <title>Palavras de origem Francesa</title>
         <author>vivianevon</author>
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         <description><![CDATA[<div>ABAJUR</div><div>Vinda da palavra Abat-jour , que em francês significa a pantalha, ou cúpula do abajur (aquela parte de cima, onde a lâmpada vai). Para dizer Abajour em francês usa-se a palavra <strong><em>Lampe</em></strong>.<br><br></div><div>DÉJÀ-VU</div><div>Ao contrário das outras duas palavras, Déjà-vu tem o mesmo significado em ambos idiomas: É a impressão de ter visto ou vivido uma situação pela segunda vez.</div><div><br></div><div>BAGUETE</div><div>Um dos pães mais famosos do mundo. Um fato curioso: as padarias brasileiras vendem um pequeno pão chamado de 'pão francês'. Acredite, quando você estiver na França não encontrará esse pão na padaria ou supermercado, pois ele não existe na França! Não se preocupe, terão outras centenas de tipos de pão disponíveis para você escolher (com grãos, de farinha branca ou preta, brioches, etc).<br><br></div><div>CREPE</div><div><strong><em>Crêpe</em></strong> é uma comida típica francesa, como um tipo de panqueca requintadamente fina e super deliciosa. Já no Brasil você encontra crepes como um tipo de waffle normalmente encontrados na praia.<br><br></div><div>CROISSANT</div><div>Na França existem dois tipos de <strong><em>Croissant</em></strong>: Natural e Amanteigado. O primeiro leva o formato de uma meia lua e o segundo é mais reto. Em francês, croissant também pode significar lua crescente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 18:20:51 UTC</pubDate>
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         <title>Palavras que vêm das línguas indígenas</title>
         <author>vivianevon</author>
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         <description><![CDATA[<div>O tupi foi a língua mais falada no Brasil até o século XVIII. Em 1758, foi legalmente proibido de ser utilizado em estabelecimentos de ensino e em órgãos públicos.</div><div>Mais de dois séculos foram suficientes para o português incorporar várias palavras do tupi, principalmente as designativas de elementos do universo indígena, tais como lugares, rios, plantas e animais.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div><strong>Capivara<br></strong>Veio do tupi kapii’gwara, palavra formada de ka’pii, capim + gwara, comedor.</div><div><strong>Carioca<br></strong>Veio do tupi kari’oka, que significava casa (oka) do homem branco (kari).</div><div><strong>Catapora<br></strong>Veio do tupi tata’pora, palavra formada de ta’ta, fogo + ‘pora, que brota. Os dicionários registram a forma tatapora. O povo, sabe-se lá por quê, preferiu dizer catapora, forma também dicionarizada.</div><div><strong>Catupiry<br></strong>O queijo cremoso foi criado em 1911, em Lambari (MG), pelo imigrante italiano Mário Silvestrine. A palavra escolhida para sua marca veio do tupi catupiri, que quer dizer “excelente”.</div><div><strong>Guanabara</strong><br>Veio do tupi goanã-pará, baía ou golfo abrigado, formado de gwa, baía + nã, semelhante + ba’ra, mar.</div><div><strong>Jaú<br></strong>O nome da cidade paulista e do rio vieram do nome do peixe, jaú, por sua grande quantidade na desembocadura do rio no Tietê.&nbsp; E o nome do peixe veio do tupi ya’u, aquele que devora.</div><div><strong>Mingau</strong><br>Veio do tupi minga’u, comida que gruda.</div><div><strong>Muamba<br></strong>Veio do quimbundo muhamba, que era um cesto comprido usado para transportar cargas em viagem.</div><div><strong>Nhe-nhe-nhem<br></strong>Veio do tupi nheem, falar. No Brasil do século XVI, os portugueses, espantados com o falatório interminável dos índios tupis, usaram três vezes a palavra “falar” em tupi e fizeram nhe-nhe-nhem, que literalmente quer dizer “falar, falar, falar”.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 18:31:24 UTC</pubDate>
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         <title>Palavra de origem Italiana </title>
         <author>vivianevon</author>
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         <description><![CDATA[<div>São palavras italianas incorporadas à língua portuguesa: adágio, andante, ária, arpejo,bandolim, barcarola, camarim, caricatura, aquarela, contralto, maestro, madrigal, serenata, solfejo, sonata, soneto, soprano, tenor,&nbsp; trêmulo, trombone, violino, violoncelo; alarme, arlequim, artesão, bagatela, banquete, boletim, cantina, capricho, esquadrão, carnaval, mortadela, gazeta, grotesco, palhaço, pastel, pedestal, piloto, polenta, poltrona, porcelana, trampolim, macarrão, talharim, risoto, salame, salsicha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 18:41:06 UTC</pubDate>
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         <title>Origem das palavras Africanas</title>
         <author>vivianevon</author>
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         <description><![CDATA[<div>1. Dengo</div><div>Segundo os dicionários, a palavra significa “lamentação infantil”, “manha”, “meiguice”. Contudo, a palavra de origem banta (atualmente Congo, Angola e Moçambique) e língua quicongo tem um sentido mais profundo e ancestral: dengo é um pedido de aconchego no outro em meio ao duro cotidiano.<br><br></div><div>2. <a href="https://pt.babbel.com/pt/magazine/de-onde-vem-o-cafune">Cafuné</a></div><div>Também do quimbundo vem a palavra cafuné, que significa acariciar/coçar a cabeça de alguém.<br><br></div><div>3. Caçula</div><div>Do quimbundo <em>kazuli</em>, que significa o último da família ou o mais novo.<br><br></div><div>4. Moleque</div><div>Do quimbundo <em>mu’leke</em>, que significa “filho pequeno” ou “garoto”, era um modo de se chamar os seus filhos de <em>mu’lekes</em>.<br>Com o passar do tempo, a palavra começou a apresentar um significado pejorativo, devido ao preconceito existente contra tudo o que era próprio dos negros, inclusive o modo como chamavam os seus filhos. Antes da abolição da escravidão, por exemplo, chamar um menino branco de “moleque” era uma grande ofensa.<br>Atualmente, a palavra “moleque” é atribuída a crianças traquinas e desobedientes. Também é utilizada para qualificar a personalidade de uma pessoa brincalhona ou que não merece confiança.<br><br></div><div>5. Quitanda</div><div>Do termo quimbundo <em>kitanda</em>, trata-se de um pequeno estabelecimento onde se vende produtos frescos, como frutas, verduras, legumes, ovos, etc.<br><br></div><div>6. Fubá</div><div><em>Fuba</em>, da língua banta quimbundo, é uma farinha feita com milho ou arroz. Feijão e angu – creme feito apenas com fubá e água – eram a base da alimentação dos africanos e afro-brasileiros. Hoje, vários pratos e quitutes são preparados com o ingrediente, sendo o bolo de fubá o mais querido entre os brasileiros.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 18:46:05 UTC</pubDate>
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         <title>Variações linguísticas</title>
         <author>vivianevon</author>
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         <description><![CDATA[<div>Variações linguísticas no Norte</div><div>As variações linguísticas mais usadas na região Norte são:<br><br></div><ul><li><strong>Moleque doido</strong>, que significa pessoa maluca;</li><li><strong>Moscô</strong>, quer dizer que a pessoa foi pega em flagrante;</li><li><strong>Égua</strong>, usado para indicar espanto ou admiração;</li><li><strong>Borogodó</strong>, quando uma pessoa entende ou é especialista em determinado assunto.</li></ul><div>Variações linguísticas no Nordeste</div><div>O sotaque nordestino é a variante mais utilizada nos estados do Nordeste brasileiro, entretanto, quando o assunto são expressões e gírias, cada região tem a sua própria.<br><br></div><ul><li><strong>Canhenga</strong>, usado para caracterizar uma pessoa que não gosta de gastar dinheiro;</li><li><strong>Ligeiro</strong>, significa rápido;</li><li><strong>Encabulado</strong>, quer dizer algo vergonhoso;</li><li><strong>Rangar</strong>, significa comer;</li><li><strong>Oxê ou Oxente</strong> são expressões de surpresa, espanto;</li><li><strong>Mainha/Painho</strong>, são mãe e pai.</li></ul><div>Variações linguísticas no Sudeste</div><div>As variações linguísticas da região sudeste predominam o jeito caipira no sotaque do interior de São Paulo, mas o Sudeste não se resume apenas a isso, mas também com as mais diversas gírias em outros estados, como o Rio de Janeiro.<br><br></div><ul><li><strong>Bolado</strong>, quer dizer estar preocupado com algo;</li><li><strong>Da hora</strong>, significa legal;</li><li><strong>É fria</strong>, quer dizer perigoso;</li><li><strong>Larica</strong>, expressão usada para dizer que está com fome;</li><li><strong>Quebrado</strong>, significa estar sem dinheiro.</li></ul><div>Variações linguísticas no Sul</div><div>Já as variações linguísticas na região Sul são caracterizadas pela harmonia e redução na voz. Em alguns locais, por exemplo, é comum que os falantes pronunciam a letra “e” em palavras cujo a sílaba final possui a vogal, enquanto em outras regiões do país pronuncia-se como “i”. Conheça algumas expressões da região Sul.<br><br></div><ul><li><strong>Alçar a perna</strong>, quer dizer monta a cavalo;</li><li><strong>Cacetinho</strong>, o pão francês que mencionamos no início desse artigo;</li><li><strong>Embretar-se</strong>, entrar ou se meter em apuros;</li><li><strong>Guri</strong>, significa menino;</li><li><strong>Lindeiro</strong>, quer dizer vizinho;</li><li><strong>Solito</strong>, uma pessoa sozinha, isolada.</li></ul><div>Variações linguísticas no Centro-Oeste</div><div>As variações linguísticas e o sotaque da região Centro-Oeste são bastante marcados pelo contato do português colonizado com as línguas indígenas da região. Por exemplo, no estado do Mato Grosso, os falantes não falam chuva com o som de chu, mas sim <em>tchuva</em>, mesma coisa com a palavra peixe, a pronúncia é <em>petche</em>. Vale ressaltar que esse dialeto é típico dessa região, não só ele, como os jargões a seguir.<br><br></div><ul><li><strong>Arruinou</strong>, quer dizer que está ruim de saúde;</li><li><strong>Carreta</strong>, significa carro;</li><li><strong>Dormir no macio</strong>, quer dizer viver folgado;</li><li><strong>Empatar</strong>, quer dizer atrapalhar.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 18:56:04 UTC</pubDate>
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