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      <title>Português by David</title>
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      <description>Trabalho realizado por: David Duarte, Pedro Costa, Tomás Cruz</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-06-02 15:54:59 UTC</pubDate>
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         <title>Eugénio de Andrade</title>
         <author>daviduarte98</author>
         <link>https://padlet.com/daviduarte98/px0ofa6q2f11/wish/265157974</link>
         <description><![CDATA[<div>Pseudónimo de José Fontainhas, Eugénio de Andrade nasceu em Fundão no dia 19 de Janeiro de 1923. O mesmo começou a escrever poesia em 1936 tornando-se um poeta conhecido nacionalmente e internacionalmente. Ganhou vários prémios sendo o mais importante  o de Camões (2001). Contemporâneo dos movimentos neo-realista e surrealista, quase não acusa influência de quaisquer escolas literárias, propondo uma poesia elementar, cuja musicalidade só encontra precedentes na nossa lírica medieval, ou num poeta como Camilo Pessanha, que Eugénio de Andrade assume - a par de Cesário Verde - como um dos seus mestres. Faleceu a 13 de Junho de 2005, no Porto, após uma doença neurológica prolongada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-02 15:57:19 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Luísa Amaral</title>
         <author>daviduarte98</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Luísa Amaral nasceu a 5 de Abril de 1956. A mesma tornou-se uma poetisa e tradutora. Entre as suas obras destacam-se "Entre dois rios e outras noites", obra que ganhou o Grande Prémio de Poesia da APE  e "A Génese do Amor", que lhe deu o prémio Literário Casino da Póvoa. Ana Luísa Amaral é uma poeta que pode dizer ao mesmo tempo: “Não quero mudar de país. Portugal precisa das pessoas aqui, para tentarmos resistir, e no instante a seguir, falar de cebolas e de Emily Dickinson. As suas áreas de interesse são a literatura inglesa e norte-americana, a literatura comparada e os estudos feministas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-02 16:03:03 UTC</pubDate>
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         <title>Miguel Torga</title>
         <author>daviduarte98</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pseudónimo de Adolfo Correia da Rocha, Miguel Torga nasceu em São Martinho de Anta, Vila Real, no dia 12 de Agosto de 1907. Foi um escritor português, um dos mais importantes poetas do século XX. Destacou-se também como contista, ensaísta, romancista e dramaturgo, deixando mais de 50 obras publicadas. Ganhou vários prémios internacionais e nacionais, nomeadamente o Prémio Camões. Torga teve alguns dos seus livros apreendidos porque, até antes do "25 de Abril", opunha-se abertamente à ditadura Salarazista. Na obra de Miguel Torga há o predomínio do "homem" e as suas relações, harmoniosas ou não, com a terra e com o mundo. A morte e a solidão também são temas constantes nos seus escritos, que revelam não só a amplitude universal do poeta, mas também a consciência da brevidade humana.  Faleceu em Coimbra a 17 de Janeiro de 1995.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-02 16:09:02 UTC</pubDate>
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         <title>Arte poética</title>
         <author>daviduarte98</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A sílaba</strong><br>Toda a manhã procurei uma sílaba.<br>É pouca coisa, é certo: uma vogal,<br>uma consoante, quase nada.<br>Mas faz-me falta. Só eu sei<br>a falta que ma faz.<br>Por isso a procurava com obstinação.</div><div>Só ela me podia defender<br>do frio de janeiro, da estriagem<br>do verão. Uma sílaba,<br>Uma única sílaba.<br>A salvação.<br>(Eugénio de Andrade)<br><br>Eugénio de Andrade diz quer apenas uma silaba. Para o proteger e porque faz-lhe falta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-02 17:17:38 UTC</pubDate>
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         <title>Figurações do poeta</title>
         <author>daviduarte98</author>
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         <description><![CDATA[<h1><strong>Testamento</strong></h1><div>Vou partir de avião<br>E o medo das alturas misturado comigo<br>Faz-me tomar calmantes<br>E ter sonhos confusos<br><br>Se eu morrer<br>Quero que a minha filha não se esqueça de mim<br>Que alguém lhe cante mesmo com voz desafinada<br>E que lhe ofereçam fantasia<br>Mais que um horário certo<br>Ou uma cama bem feita<br><br>Dêem-lhe amor e ver<br>Dentro das coisas<br>Sonhar com sóis azuis e céus brilhantes<br>Em vez de lhe ensinarem contas de somar<br>E a descascar batatas<br><br>Preparem minha filha para a vida<br>Se eu morrer de avião<br>E ficar despegada do meu corpo<br>E for átomo livre lá no céu<br><br>Que se lembre de mim<br>A minha filha<br>E mais tarde que diga à sua filha<br>Que eu voei lá no céu<br>E fui contentamento deslumbrado<br>Ao ver na sua casa as contas de somar erradas<br>E as batatas no saco esquecidas<br>E íntegras.<br>(Ana Luísa Amaral)<br><br>Fala dos seus medos. Também refere a sua filha. Mostra que é uma mãe preocupada. Também refere que é uma pessoa crente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-02 17:22:37 UTC</pubDate>
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         <title>Arte poética</title>
         <author>daviduarte98</author>
         <link>https://padlet.com/daviduarte98/px0ofa6q2f11/wish/265162593</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong>Assim se revista o coração</strong></h1><div>Só mal tocando as cordas<br>Da memória<br>Consegue o coração ressuscitar<br><br>Porque era este lugar<br>que eu precisava agora<br>como em deserto até<br>ao infinito,<br>e de repente,<br>uma gravidez imensa,<br>um cacto verde e limpo<br><br>Porque os olhos conhecem<br>estes sons<br>de dar à luz o vento<br>e são-lhe amantes<br>de tangível luz<br><br>Só mal tangendo as cordas<br>da memória<br>como estas flores<br>se tingem de alegria<br><br>Porque era neste azul<br>que eu me queria<br>como a rocha transpira<br>e se resolve<br>em mar<br>(Ana Luísa Amaral)<br><br>Neste poema, Ana Luísa Amaral fala do coração. Dos seus sentimentos, das suas memorias mais marcantes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-02 17:28:33 UTC</pubDate>
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         <title>Tradição literária</title>
         <author>daviduarte98</author>
         <link>https://padlet.com/daviduarte98/px0ofa6q2f11/wish/265162794</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong>Minha senhora de quê</strong></h1><div>Dona de quê<br>Se na paisagem onde se projectam<br>Pequenas asas deslumbrantes folhas<br>Nem eu me projectei<br><br>Se os versos apressados<br>Me nascem sempre urgentes:<br>Trabalhos de permeio refeições<br>Doendo a consciência inusitada<br><br>Dona de mim nem sou<br>Se sintaxes trocadas<br>O mais das vezes nem minha intenção<br>Se sentidos diversos ocultados<br>Nem do oculto nascem<br>(poética do Hades quem me dera!)<br><br>Dona de nada senhora nem<br>De mim: imitações de medo<br>Os meus infernos<br>(Ana Luísa Amaral)<br><br>Referencia ao Deus grego Hades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-02 17:31:43 UTC</pubDate>
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         <title>Representações do contemporâneo</title>
         <author>daviduarte98</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Constelações<br></strong><em>Usamos todos a ilusão<br>de fabricar a vida:<br>história, constelações<br>de sons e gestos</em></div><div><br></div><div><em>Usamos todos a suprema glória<br>do amor: por generosidade<br>ou fantasia, ou nada, que de nada se fazem<br>universos</em></div><div><em>Usamos todos mil chapéus de bicos<br>mal recortados e de encontro<br>ao sol:<br>o nosso mais perfeito em franja e bico<br>e um arremedo tal e seicentista<br>que ofuscando-se: o sol</em></div><div><em>Usamos todos esta condição<br>de pó de vento, ou de rio<br>sem pé: único dom de fabricar o tempo<br>em raiz de palmeira<br>ou de cipreste<br>(Ana Luísa Amaral)<br><br>Fala do que as pessoas se têm tornado. Usa uma metáfora comprando o sistema solar às pessoas.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-02 17:40:13 UTC</pubDate>
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         <title>Representações do contemporâneo</title>
         <author>daviduarte98</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Passamos pelas coisas sem as ver<br></strong><em>Passamos pelas coisas sem as ver, <br>gastos, como animais envelhecidos: <br>se alguém chama por nós não respondemos, <br>se alguém nos pede amor não estremecemos, <br>como frutos de sombra sem sabor, <br>vamos caindo ao chão, apodrecidos.<br>(Eugénio de Andrade)<br><br>Representa o que se está a passar na atualidade. As pessoas deixam de olhar em redor.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-02 17:48:29 UTC</pubDate>
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         <title>Figurações do poeta</title>
         <author>daviduarte98</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>As Mãos e os Frutos <br></strong><br>Foi para ti que criei as rosas</div><div>Foi para ti que lhes dei perfume</div><div>Para ti rasguei ribeiros</div><div>e dei às romãs a cor do lume.<br><br></div><div>Foi para ti que pus no céu a lua</div><div>e o verde mais verde nos pinhais.</div><div>Foi para ti que deitei no chão</div><div>um corpo aberto como os animais.  <br>(Eugénio de Andrade)<br><br>Refere-se como uma pessoa que dá de si. Que mete o bem das outras pessoas em primeiro lugar.<br>Uma pessoa carinhosa e bondosa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-02 17:52:31 UTC</pubDate>
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         <title>Tradição literária</title>
         <author>daviduarte98</author>
         <link>https://padlet.com/daviduarte98/px0ofa6q2f11/wish/265202369</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Canção<br></strong>Tinha  um cravo no meu balcão; </div><div>Veio um rapaz e pediu-mo  </div><div>- mãe, dou-lho ou  não? </div><div>  </div><div>Sentada, bordava um lenço de mão; </div><div>Veio um rapaz e pediu-mo  </div><div>-  mãe, dou-lho ou não? </div><div> </div><div>Dei um cravo e dei um lenço, </div><div>Só não dei o  coração; </div><div>Mas se o rapaz mo pedir </div><div>- mãe, dou-lho ou não? <br>(Eugénio de Andrade)<br><br>Recorda uma canção muito conhecida pelo povo português. Também faz referencia ao 25 de Abril.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-03 11:26:49 UTC</pubDate>
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         <title>Figurações do poeta</title>
         <author>daviduarte98</author>
         <link>https://padlet.com/daviduarte98/px0ofa6q2f11/wish/265202418</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Prospecção<br></strong>Não são pepitas de oiro que procuro.<br>Oiro dentro de mim, terra singela!<br>Busco apenas aquela<br>Universal riqueza<br>Do homem que revolve a solidão:<br>O tesoiro sagrado<br>De nenhuma certeza,<br>Soterrado<br>Por mil certezas de aluvião.<br>Cavo,<br>Lavo,<br>Peneiro,<br>Mas só quero a fortuna<br>De me encontrar.<br>Poeta antes dos versos<br>E sede antes da fonte.<br>Puro como um deserto.<br>Inteiramente nu e descoberto.<br>(Miguel Torga)<br><br>Fala de como se quer tornar poeta. Não quer coisas fúteis como dinheiro e ouro mas quer escrever.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-03 11:28:29 UTC</pubDate>
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         <title>Tradição literária</title>
         <author>daviduarte98</author>
         <link>https://padlet.com/daviduarte98/px0ofa6q2f11/wish/265202471</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Viagem<br></strong>É o vento que me leva.<br>O vento lusitano.<br>É este sopro humano<br>Universal<br>Que enfuna a inquietação de Portugal.<br>É esta fúria de loucura mansa<br>Que tudo alcança<br>Sem alcançar.<br>Que vai de céu em céu,<br>De mar em mar,<br>Até nunca chegar.<br>E esta tentação de me encontrar<br>Mais rico de amargura<br>Nas pausas da ventura<br>De me procurar…<br>(Miguel Torga)<br><br>Fala de Portugal utilizando referencias aos Lusiadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-03 11:29:49 UTC</pubDate>
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         <title>Arte poética</title>
         <author>daviduarte98</author>
         <link>https://padlet.com/daviduarte98/px0ofa6q2f11/wish/265202511</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Esperança<br></strong>Tantas formas revestes, e nenhuma<br>Me satisfaz!<br>Vens às vezes no amor, e quase te acredito.<br>Mas todo o amor é um grito<br>Desesperado<br>Que apenas ouve o eco…<br>Peco<br>Por absurdo humano:<br>Quero não sei que cálice profano<br>Cheio de um vinho herético e sagrado.<br>(Miguel Torga)<br><br>Fala de como a esperança aparece de diferentes formas e feitios</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-03 11:30:31 UTC</pubDate>
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         <title>Representações do contemporâneo</title>
         <author>daviduarte98</author>
         <link>https://padlet.com/daviduarte98/px0ofa6q2f11/wish/265202798</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Portugal<br></strong>Avivo no teu rosto o rosto que me deste, <br>E torno mais real o rosto que te dou. <br>Mostro aos olhos que não te desfigura <br>Quem te desfigurou. <br>Criatura da tua criatura, <br>Serás sempre o que sou. <br><br>E eu sou a liberdade dum perfil <br>Desenhado no mar. <br>Ondulo e permaneço. <br>Cavo, remo, imagino, <br>E descubro na bruma o meu destino <br>Que de antemão conheço: <br><br>Teimoso aventureiro da ilusão, <br>Surdo às razões do tempo e da fortuna, <br>Achar sem nunca achar o que procuro, <br>Exilado <br>Na gávea do futuro, <br>Mais alta ainda do que no passado. <br>(Miguel Torga)<br><br>Miguel torga fala do nosso Portugal, de como se transformou ao longo do tempo, mas aos olhos dele continua igual.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-03 11:36:06 UTC</pubDate>
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         <title>Representações do contemporâneo</title>
         <author>daviduarte98</author>
         <link>https://padlet.com/daviduarte98/px0ofa6q2f11/wish/265205044</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tecnologia <br></strong>Ela veio e mudou vidas.&nbsp;<br>Umas melhoraram, outras pioraram.&nbsp;<br>Umas facilitaram, outras complicaram.&nbsp;<br>Mas tudo depende do ponto de vista.&nbsp;<br>Tecnologia&nbsp;<br>É diferente e inovadora.&nbsp;<br>As suas mudanças são constantes e difíceis de acompanhar,&nbsp;<br>Salva e também tira vidas.&nbsp;<br>Tecnologia &nbsp;<br>Sobe-nos ao "céu", desce-nos ao "inferno".&nbsp;<br>Aproxima e afasta as pessoas.&nbsp;<br>Deu-nos asas, para construir e nós usamos para destruir.&nbsp;<br>Tecnologia&nbsp;<br>Mas tudo depende do ponto de vista.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-03 12:23:05 UTC</pubDate>
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