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      <title>Observatório da Imprensa - Semana 3 by FB-Prof. Marcelo Ferro</title>
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      <pubDate>2021-03-09 19:30:16 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2021-04-14 15:25:56 UTC</pubDate>
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         <author>marceloferro</author>
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         <pubDate>2021-04-17 22:40:36 UTC</pubDate>
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         <author>0011109793</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na parte superior da capa da revista IstoÉ vemos o seu nome, “IstoÉ”, grande em branco, e logo acima vemos também fragmentos de outros assuntos tratados ao longo da revista. Abaixo do título e alinhado à esquerda vemos um fragmento referente ao assunto principal da revista. Na parte inferior da capa, a frase “Geração Ameaçada”, à direita e em branco e amarelo, é a manchete, e ao lado, vemos um breve resumo do assunto principal da revista, com tópicos importantes iluminados em amarelo. No plano de fundo da capa podemos ver a imagem de uma criança olhando o lado de fora de sua casa pela estreita fresta da persiana de uma porta.<br><br>O sistema imagético da capa faz referência à situação que muitos jovens brasileiros estão passando: tendo anos de suas infâncias e adolescências perdidas, épocas importantíssimas para o crescimento social. O garotinho, com um triste semblante, quer estar lá fora, brincando, como todas as crianças fazem, mas ele não pode. O lado de fora da casa representa todas as experiências e aprendizados que o garotinho poderia estar recebendo, o lado de dentro representa o isolamento, a exclusão, a falta de convívio social a ele submetidos, e a porta de sua casa representa uma massa de negligência e negacionismo vinda do governo Bolsonaro, que permitiu que a situação chegasse onde chegou.<br><br>A manchete "Geração Ameaçada" faz referência à forma em que o isolamento social foi prejudicial para a educação e para a saúde mental de crianças e adolescentes. Apesar do sistema de ensino remoto ser uma ótima opção para não parar os estudos durante uma pandemia, ele gerou muitos déficits de aprendizagem. A desigualdade social aumentou consideravelmente, pois a maioria dos jovens do país estuda em escolas públicas, e muitas delas não possuem recursos para manter o ensino a distância. Por exemplo, muitos alunos de escola pública só têm acesso a comida e água quando estão na escola, não têm acesso à internet e seus pais não podem ir trabalhar com os filhos em casa. O isolamento tem afetado negativamente a capacidade de socialização das crianças, devido à falta de contato com o professor e com colegas. Dificuldade no processo de alfabetização, aumento na evasão escolar e degradação na saúde mental entre os jovens também são questões que estão entre os problemas a curto prazo, mas não é possível prever o impacto deste problema nos próximos anos. O atual governo contribuiu para essa situação não fazendo nada para ajudar os impactos da pandemia na educação, como, por exemplo, não dando apoio às escolas e sendo contra a compra de vacinas, o que teria feito a pandemia ser controlada mais rapidamente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-17 23:20:27 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2021-04-17 23:50:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>0027114643</author>
         <link>https://padlet.com/marceloferro/pwmezhl9ckf5yyfx/wish/1428920025</link>
         <description><![CDATA[<div>Com uma ilustração de cores vibrantes em movimentos arrojados, The Economist escolheu falar sobre o futuro do trabalho. Os tais trabalhadores, das mais diversas áreas se divertem no chapéu mexicano em movimentos que os parecem lançar em direção ao futuro. Todavia, o horizonte promissor repleto de possibilidades se refere substancialmente aos países ricos e não a países mais pobres ou em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, considerando que uma grande camada da população ainda não tem acesso a tecnologia.&nbsp;<br><br>Mesmo sendo uma visão mais restrita da realidade, é interessante discutir esse chamado futuro de globalização que a capa anuncia. Outro caso dessa sugestão feita pela revista foi, no Silicon Valley Conference de 2017, onde o empreendedor Maurício Benvenutti&nbsp; afirmou que 65% das crianças que estavam entrando na escola primária, naquele período, iriam trabalhar em profissões que ainda não existem. Desta forma, assumindo que estejamos em um período transicional à espera desse amanhã otimista, é preciso mencionar as mudanças que a pandemia de Covid-19 tem causado no cenário do trabalho.<br><br>Durante a pandemia, todo o setor do trabalho teve que se adaptar, algumas áreas sofrendo mais com as mudanças do que outras, mas de modo geral, todos precisaram de adequar ao “novo normal”. Tivemos a expansão do home office, por exemplo, que acabou por destravar a migração de trabalho em escritório para o ambiente caseiro. Hoje em dia, após 1 ano de confinamento, as expectativas são que essas novas formas de trabalho permaneçam após a vacinação e continuem a se desenvolver. O setor tecnológico teve mais facilidade de adaptação, evidentemente, mas até os outros setores já apresentaram uma mudança mais gradual para receber a iminência do digital. Assim, foi possível observar a migração definitiva de várias empresas ao home office, enquanto outras optaram por passar a operar de modo híbrido.<br>&nbsp;<br>Porém, apesar das perspectivas positivas, a realidade é que o futuro é incerto. Direcionando o olhar para a situação atual política, social e de saúde no Brasil, é penoso de se imaginar um quadro otimista, sendo que o país atingiu a maior taxa de desemprego (14,2%) já registrada pela série histórica do IBGE, iniciada em 2012, além do medo de uma possível inexistência das profissões tradicionais com a ameaça da automatização. O Brasil ainda é um país extremamente desigual, e muitos da população pertencente as camadas mais pobres da sociedade nunca tiveram qualquer acesso à tecnologia, levando-se em conta que apenas 48% das pessoas desta camada social no país tinham acesso a rede de internet em 2019.<br><br>Desta maneira, o “Riding High”, ou "voando alto" da capa e seus sorrisos se tornam um alerta, pois se não melhorarmos as perspectivas a abrangência de cores se tornarão um monocroma de prostração, e as cordas do chapéu mexicano que sustentam os trabalhadores do futuro, se romperão facilmente em um mar de instabilidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-17 23:51:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>2020500212</author>
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         <pubDate>2021-04-18 00:18:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>2020500212</author>
         <link>https://padlet.com/marceloferro/pwmezhl9ckf5yyfx/wish/1428947560</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao olharmos a capa da revista, estão em destaque as palavras “Brasil”, “mortos” e “famintos”, junto a elas, vemos também um registro em que os números tomaram um crescimento tão acelerado, que nem conseguimos acompanhar direito, tanto na capa da revista, como na realidade cotidiana. O fundo da capa, escuro e com aspecto quebrado, revela a situação do país em meio a crise sanitária vigente, com o aumento do&nbsp; desemprego, taxas alarmantes de fome, superlotação dos leitos e fragmentação da economia. A revista toma, assim, pela escolha da imagem de fundo (ou falta dela), das palavras em destaque, e da falta de distrações, uma postura que sinaliza a seriedade e decadência do cenário atual brasileiro e como deveríamos encará-lo. O título em amarelo e o registro fazem ligação direta com a notícia principal da edição: a falta de garantia de alimentos nas casas brasileiras e a degradação do setor funerário.&nbsp;</div><div><br></div><div>A insegurança alimentar, no Brasil, atingiu mais 125,6 milhões de brasileiros, sendo a maioria dos afetados a população nordestina, com a porcentagem de 73,1%, em torno de 38 milhões de pessoas, e o menos, afetado da região sul do país, com porcentagem de 51,6% que são, aproximadamente 15 milhões. Essas porcentagens nos levam a pensar no porquê&nbsp; do nordeste estar sendo tão afetado durante essa pandemia,&nbsp; um dos motivos é a pobreza concentrada nessa região por conta da formação e distribuição econômica do país. Também devemos levar em conta a gravidade da insegurança alimentar no país, com 31,7% considerados leves, 12% moderado e&nbsp; 15% graves, onde esses cidadãos não sabiam nem se teriam comida. Sabe-se, também, que 116,8 milhões de brasileiros conviveram com algum grau de insegurança alimentar nos últimos três meses de 2020 e 2019, milhões enfrentaram a fome no último trimestre de 2020, mostrando relação direta do agravamento com a chegada da pandemia. Vale ressaltar que beneficiários do bolsa família enfrentaram maiores níveis de insegurança alimentar, com 88,2%. O auxílio emergencial, negligenciado pelo presidente, foi criado principalmente para ajudar famílias com baixa renda e trabalhadores autônomos; porém, comparando com os números de brasileiros afetados e tendo em vista que maior parte do público do Bolsa Família também é beneficiário, chegamos à conclusão que esse auxílio pouco conteve a escassez de alimento e condições de sustento de moradia. Portanto, em um país que mais de 10 milhões de habitantes passam pelo mal da fome, um “auxílio” de até R$ 375,00&nbsp; mais se assemelha a uma máscara para ter o título de "benfeitor" do que uma atuação ou preocupação efetiva quanto à fome da população.&nbsp;</div><div><br></div><div>&nbsp; Em março de 2021 foi onde o Brasil alcançou o ápice de mortalidade, chegando à marca de 300 mil brasileiros mortos por causa da COVID-19. É presente, além da superlotação de leitos hospitalares, uma gigantesca demanda de enterros assombrando o cotidiano do país. Cemitérios tendem a adiar ou até mesmo suspender velórios por conta da alta requisição de enterros e ausência de espaço disponível, além da impossibilidade de aglomeração de familiares dos falecidos. Os maiores cemitérios sendo fechados, os enterros à noite e a exumação de corpos são consequências do colapso também do setor de saúde que, neste momento, está infelizmente tendo uma forte ligação com os cemitérios. O estado de São Paulo chega em uma média de 1.209 óbitos diários; Para entendermos a gravidade da situação, o presidente da Associação de Empresas e Diretores do Setor Funerário afirma que, em um contexto de normalidade, o número de mortes atingido no Brasil só seria alcançado em 2045. É importante frisar que não está tendo mais tanta concorrência de empresas funerárias, e sim alianças se formando para que, igualitariamente, a demanda de corpos fique equilibrada.&nbsp;</div><div><br></div><div>Outro tema abordado nesta edição é sobre o Projeto Ferrogrão; formado por 5 de uma das 15 maiores empresas do agronegócio, conta com uma ferrovia de 930 quilômetros, do Mato Grosso ao Pará e tem como principal objetivo facilitar e baratear o custo do transporte da mercadoria. A ideia dos empresários, iniciada desde o governo da Dilma, foi mais tarde considerada pelo Temer durante o seu governo e agora está novamente voltando a ser discutida com Bolsonaro, que afirma que irá “cumprir a missão” ainda em 2021. Temer, em 2017, mostrou-se a favor da ferrovia baixando uma medida provisória que retirava 852 hectares do Parque Nacional do Jamanxim para regular a passagem,&nbsp; já fazendo uma clara representação do evento enunciado na revista: os valores capitalistas se sobrepor aos valores ambientais e sociológicos. Entretanto, em 2020, Alexandre de Moraes atendeu pedidos do PSOL e fez uma liminar, em que interrompeu a retirada do parque. Agora, em 2021, outra liminar foi feita pelo mesmo ministro e dessa vez mais decisiva: suspender a construção da Ferrogrão. Para início de análise, a abertura da liminar para discutir o andamento da ferrovia deve ser entendida para o leitor não como uma simples ação judicial, mas uma resolução que abarca âmbitos jurídicos, sociais e ambientais. A começar pela questão jurídica, diminuir os limites de Jamanxim por meio de uma medida provisória estaria contrariando decretos da constituição (a de proteção para o parque) que, no olhar legislativo, só poderiam ser modificados com decisões a altura, e não com MPs, sendo inconstitucional. Partindo para os efeitos sociais, mais especificamente sobre os indígenas pertencentes a essas áreas,&nbsp; a população nativa dessas reservas, além de não poder opinar em relação às decisões tomadas pelo governo, lida com a vinda de fazendeiros, que desmatam seus territórios em prol do lucro próprio. Povos Indígenas já estão tendo que lidar também com os agravantes gerados pela pandemia e a ausência de políticas de combate ao covid-19 em comunidades indígenas –– como a carência de 🤬 de covid e profissionais da área de combate ao vírus. Em um olhar ambiental, a implementação da ferrovia, apesar de economicamente benéfica, é um risco socioambiental para os municípios afetados já que, além de percorrer áreas preservadas, atrai fazendeiros para os arredores, o que a torna sujeita a desmatamento de vários hectares, prejudicando também a fauna e flora da região.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-18 00:30:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marceloferro</author>
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         <pubDate>2021-04-18 14:23:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marceloferro</author>
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         <pubDate>2021-04-18 14:39:18 UTC</pubDate>
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         <title>Em destaque na capa, vemos Eduardo Cunha, o ex-presidente da Câmara dos Deputados, emitindo uma expressão indiferente. O título “Diário de uma vingança” faz referência debochada ao livro “Tchau querida - Diário do impeachment”, escrito por Eduardo Cunha, pois após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, seu vice e posteriormente presidente, Michel Temer, admitiu em uma entrevista que Cunha só permitiu que o impeachment de Dilma fosse aprovado na câmara dos deputados, porque o PT (Partido dos Trabalhadores), no qual Dilma era filiada, não quis votar para absolvê-lo no   Conselho de Ética. Ele respondia a processo de quebra de decoro por mentir sobre a inexistência de contas na Suíça (esse processo causou seu afastamento da presidência da câmara). No texto abaixo do título, podemos ver alguns dos tópicos tratados por Cunha em seu livro. Após ser condenado por 15 anos na investigação da Lava Jato, Eduardo tem o privilégio de, no início da pandemia do Coronavírus,  deixar o presídio Bangu 8 para cumprir o restante de sua sentença em prisão domiciliar. O ex-presidente da câmara, ainda na cadeia, começou a escrever seu livro contando a sua participação no impeachment da primeira presidente mulher do Brasil. Seu livro, que conta a história da política brasileira de 2016, foi finalmente publicado no início de abril de 2021. Descrito como uma “narrativa enviesada” e “rica em detalhes” pela Veja, o livro é importante para entender melhor um dos principais processos políticos da história de nosso país.</title>
         <author>0012111830</author>
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         <pubDate>2021-04-18 20:10:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ao analisarmos a capa da revista L’Obs do dia 7/04/21, os temas abordados são a nova campanha eleitoral de Emmanuel Macron para se reeleger, a descoberta de que o autor da pintura “Salvator Mundi” é Leonardo da Vinci e que a obra foi comprada pelo príncipe da Arábia Saudita e o debate entre o candidato presidencial do partido La France Insoumise, Jean-Luc Mélenchon, e o historiador Pierre Nora. Em primeira análise, compreende-se que a França se encontra em uma situação preocupante devido ao Covid-19. Nesse viés, Emmanuel Macron, o presidente da França, declarou o terceiro confinamento no país, sendo criticado em seu discurso por não evidenciar que era um “confinamento”, ao decretá-lo. A justificativa dada para sua atitude foi de que ele era um otimista e, dessa forma, optou por não mencionar essa palavra, focando apenas no positivo. Além disso, ele prometeu também ter vacinas para os cidadãos franceses contra o coronavírus para esse verão, conquistando assim, um apoio popular, visto que este irá se candidatar novamente à presidência da República francesa.Em segundo plano, foram realizadas pesquisas que constataram que a obra “Salvator Mundi” era do renomado pintor italiano, Leonardo da Vinci. Recentemente, Mohammed Ben Salaman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita, atraiu a atenção de muitos, com a compra desta obra, que custou em torno de 450 milhões de euros, sendo o quadro mais caro vendido na história. Este já era reconhecido por investir seu dinheiro em artigos de luxo. Ademais, podemos observar um debate entre Pierre Nora e Jean-Luc Mélenchon, discutindo se estes devem celebrar a Comuna, que ocorreu há 150 anos atrás. Nessa perspectiva, a visão do historiador em relação a esse evento é de que esta foi comovente e heróica, citando que era uma referência mundial e um acidente nacional e, por fim, afirma que deve-se comemorar Napoleão e não a Comuna. O candidato à presidência, por sua vez, concorda e diz que não 🤬 surpreso com a declaração deste, reforçando que apoia qualquer oportunidade de desafiar os franceses para a sua história.Ao analisarmos a capa da revista, podemos observar o atual presidente da França, Emmanuel Macron, como a figura principal. Nessa perspectiva, isso pode estar associado à sua campanha de reeleição, visto que esta encontra-se próxima. Com isso, este utiliza a vacinação do Covid-19 ao seu favor, para que consiga atrair mais eleitores para o seu lado.</title>
         <author>0011111593</author>
         <link>https://padlet.com/marceloferro/pwmezhl9ckf5yyfx/wish/1430749912</link>
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         <pubDate>2021-04-18 23:08:10 UTC</pubDate>
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         <title>analise </title>
         <author>2021500196</author>
         <link>https://padlet.com/marceloferro/pwmezhl9ckf5yyfx/wish/1435768668</link>
         <description><![CDATA[<div>A capa dessa revista mostra, apenas, uma notícia sobre o Silicon Valley, no canto inferior direito e escrito de forma pequena e em preto e vermelho, e apresenta uma fotografia bipartida de uma mulher em sua versão jovem e idosa, com a frase ´´Young blood´´, a qual em uma primeira análise não argumenta de forma clara com o assunto central-- esse que revela o uso do sangue principalmente para curar, ou prevenir doenças características da terceira idade. Os editores da revista usaram um gênero fotográfico bastante comum na publicidade: a fotografia conceitual, na qual conceitos abstratos transmitem uma ideia. A imagem dessa revista está bem produzida pois os cortes entre a metade do rosto jovem e outro mais velho foram bem feitos, o enquadramento também está bom, no entanto, a escolha da imagem não foi tão sábia, pois leva os leitores a crer que a matéria se refere a avanços estéticos.</div><div>&nbsp;</div><div>As fontes escolhidas são ótimas pois chamam atenção, entretanto, a fonte utilizada logo acima do nome da revista quebrou o padrão não é&nbsp; tão chamativa quanto as outras. A imagem traz certa curiosidade, por mais que a diagramação seja um pouco bagunçada, um fator que chama atenção é a cor vermelha que é usada para retratar a palavra "blood" que significa sangue, fazendo uma analogia ao sangue utilizado nas pesquisas.</div><div>&nbsp;</div><div>Essa edição está destinada a jovens cientistas, biólogos, indivíduos interessados no campo da ciência/medicina em geral e adultos que possuem interesse em retardar o seu envelhecimento, a matéria da revista fala sobre uma descoberta recente e cumpre o papel de informar a população interessada sobre o assunto tratado.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 01:11:09 UTC</pubDate>
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