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      <title>Roteiros no Folio 2019 by Biblioteca Rafael Bordalo Pinheiro</title>
      <link>https://padlet.com/biblioesrbp/pwenatkivihu</link>
      <description>Itinerários e Roteiros Literários FOLIO EDUCA 2019 – Roteiros de Leituras e de criação de guiões de leituras</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2015-04-13 10:16:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biblioesrbp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cristina Carvalho escreveu sobre uma, até então para mim, quase desconhecida, Selma Lagerlöf que foi Nobel em 1909, sendo que as distinções Nobel haviam começado apenas em 1901. Destacou o facto de ter sido a primeira mulher a pertencer à Academia Sueca. A escritora salientou o gosto de escrever romance biográfico e daí o lançamento próximo de uma biografia sobre Ingmar Bergman. O filme e o romance biográfico seriam o painel seguinte, mas o caminho levou-me a outro lado.</div><div><br></div><div> <br> A curiosidade em conhecer os autores pessoalmente impeliram-me a algumas escolhas. Foi o caso do escritor francês Mathias Énard, em mesa com Valério Romão e a moderação de Ana Sousa Dias. A ideia de se poder estar a Oriente do Oriente despertou curiosidade e a ligação à disciplina que leciono pareceu óbvia. A noção do espaço dilatando-se à medida que a expansão marítima avançou e a relativização da localização…</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-03 22:00:52 UTC</pubDate>
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         <title>II - Matemática e Literatura Magalhães e dia a mais</title>
         <author>biblioesrbp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Deste colóquio, a apresentação eleita foi relativa a <em>Fernão de Magalhães e o dia mais</em>. A viagem de circum-navegação apresentada num recurso <em>à mão de todos</em> e bastante simples, o <em>Google Earth</em>. Aqui, Carlota Simões (UC) reconstituiu a viagem e os erros de cálculo até às Molucas, a passagem na América Sul seria o Rio da Prata e daí a perda de tempo, a travessia do estreito e perda de um navio. A morte em combate do navegador durante a viagem, na Batalha de Mactan, já em 1521. Após o que o comando fica a cargo de Espinosa e El Cano. Estes acabariam por concluir clandestinamente a viagem, pelo caminho português, muito a sul do Índico para fugir aos navios portugueses. Destaque para o relato do italiano Antonio Pigafetta, cujo diário dá informações para a ideia de que ao chegarem a Cabo Verde, estariam um dia adiantados (Quinta-feira e não quarta). Problema que não se conseguia resolver. Compara com a descrição de Júlio Verne em “A volta ao mundo em 80 dias”.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-03 22:02:52 UTC</pubDate>
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         <title>Percurso formativo</title>
         <author>biblioesrbp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Comecei por selecionar no programa os eventos que poderiam ter maior interesse pessoal e nessa perspetiva também trariam mais valias profissionais. Considerei também o critério da oportunidade do calendário e horário. Seguindo a máxima republicana romana, o <em>otium cum dignitate</em>. Seria este um tempo de lazer útil e ativo, nem sempre no meios de livros, mas a estes voltar sempre que possível.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-03 22:04:48 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>biblioesrbp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Dos motivos que levaram à frequência do curso de formação, destaco a possibilidade de poder escolher os eventos do programa do FOLIO 2019 dessa forma definir um percurso formativo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-03 22:05:00 UTC</pubDate>
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         <title>IV - O medo nos policiais nórdicos</title>
         <author>biblioesrbp</author>
         <link>https://padlet.com/biblioesrbp/pwenatkivihu/wish/405982340</link>
         <description><![CDATA[<div>Arne Dahl, sueco  e Christoffer Petersen dinamarquês de origem inglesa, vive habitualmente na Gronelândia, deram contributos para a questão se existirá um policial nórdico. Fazendo referências à sociedade nórdica assente na social democracia, mas fria e escura, se pensarmos a sua paisagem. Habitualmente, os escritores exploram o lado depressivo assim que a narrativa começa. Assim sendo, o clima tem peso no enredo e é uma personagem. O policial nórdico tende a centra-se na psicologia dos personagens e não nos detalhes mórbidos. Curiosamente revelaram uma sociedade onde a temática política alimenta a literatura. E fizeram cair a ideia de que a norte tudo é diferente. Na Gronelândia os crimes são habitualmente de contexto familiar, mas o autor explora o tema dos crimes climáticos. A Suécia, por seu lado, tem uma nova criminalidade associada a crimes económicos, droga, crime organizado. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-03 22:09:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biblioesrbp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os escritores Lídia Jorge e Nuno Júdice, com a moderação do jornalista José Mário Silva. </div><div><br></div><div>Lídia Jorge afirma 'A arte é o triunfo sobre o medo' e contrapõe-se na mesa a ideia de que o medo e a ignorância andam a par e de que o escritor vive o medo através das personagens. De Nuno Júdice retive a afirmação de que ‘escrever é criar para si a ilusão de que é eterno’.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-03 22:11:00 UTC</pubDate>
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         <title>VI – O medo em tempos de guerra e de paz</title>
         <author>biblioesrbp</author>
         <link>https://padlet.com/biblioesrbp/pwenatkivihu/wish/405983081</link>
         <description><![CDATA[<div>O escritor angolano Ondjaki, o comandante Juju, Júlio Almeida, e a moderação da jornalista, Cândida Pinto que colocou a questão da diferença do medo em tempo de guerra e em tempo de paz. De ambos retive a ideia de que mesmo em contexto de guerra, o humor caracteriza transversalmente o povo angolano. Isto apesar de Ondjaki, na qualidade de filho ter temido pelo pai nas circunstâncias da guerra civil angolana, em outubro de 1992. Deram-nos conta de algumas circunstâncias políticas: da influência do MPLA em Luanda, e saber se as pessoas eram ou não do partido, a questão é que muitos eram sobretudo conhecidos e a guerra travava-se nas ruas. </div><div><br></div><div>Os alvos não eram tão identificáveis. Não se identificavam os lados. A UNITA tinha forças acantonadas na cidade e as FAPLA (exército do MPLA) tinham sido desmobilizadas. Os cidadãos foram mobilizados e as armas distribuídas.  Foi então comparado o medo no tempo da guerrilha e durante a guerra civil. No primeiro caso, os guerrilheiros é que tomavam a iniciativa. No segundo caso estavam impotentes para intervir. À pergunta da jornalista se o humor é um escape para o medo? Júlio Almeida afirmou que ‘o humor é um estado para superar a realidade’ e Ondjaki referiu a capacidade de apesar disso, estar vivo e sorrir. Muito gratificante ouvir as duas gerações, cúmplices pelos laços familiares.</div><div> </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-03 22:13:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biblioesrbp</author>
         <link>https://padlet.com/biblioesrbp/pwenatkivihu/wish/405984182</link>
         <description><![CDATA[<div>Geovani Martins, jovem escritor brasileiro, de 28 anos, vive no morro, como milhões de concidadãos. Escreve sobre a naturalização da violência no quotidiano do seu país. </div><div>José Eduardo Agualusa, escritor angolano, de 58 anos, aquilo que teme é a estupidez e a violência associada. Considera que escrever sobre o momento é inevitável. Daí a crónica como  um género de grande abrangência temática. Sobre o revisionismo na literatura e as referências que momentaneamente pode3m não ser oportunas, considera uma falsa questão. A História ensina-nos o mesmo. Toda a escrita tem o seu contexto e as referências no contexto do escritor fazem sentido. No seu entender, o que não faz sentido é censurar determinadas referências por não serem hoje pertinentes. A literatura é transformadora do mundo. O diário permite retomar uma parte da vida e da identidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-03 22:19:54 UTC</pubDate>
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         <title>VHM</title>
         <author>biblioesrbp</author>
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         <description><![CDATA[<div>À conversa com a editora brasileira, Simone Paulino, VHM deu rumo à conversa referindo as </div><div><em>muralhas da vila como livros contra o medo</em>. Como se pode proteger num Mundo inseguro e de falhas. Daí seguiu pela ideia de <em>encontrar um lugar igual para os diferentes</em>. VHM acha que os bons estão calados e que se demitem. Por isso, considera importante que a comunidade saiba o que pensamos para dar menos espaço a radicalismos. Reitera a falta de compromisso das figuras públicas. No livro ‘A desumanização’, a beleza dos lugares tem sempre que ver com alguém. </div><div>O escritor considera-se hoje mais participativo porque é mais impelido a intervir. Os temas sobre que escreve nunca são de paz. O seu <em>calcanhar de Aquiles</em> é o tema da solidão na velhice. Considera que ‘os velhos emudecem porque não têm a quem entregar o que aprenderam’. E uma vez que a sua escrita é muito poética, disse-nos que aprendeu a escrever prosa com a poesia e salientou o seu trabalho como editor de poesia na Porto Editora.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-03 22:21:09 UTC</pubDate>
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         <title>VIII - Músicas e Exposições</title>
         <author>biblioesrbp</author>
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         <description><![CDATA[<div>O meu roteiro também se fez pela música. O que dela levo para a sala de aula, não sei, mas vai sempre comigo!</div><div>Concertos vistos,  ouvidos e sentidos de <em>Cristina Branco</em> e <em>Por Terras do Zeca</em></div><div>Ainda de referir as excelentes exposições: Quem protesta não tem medo, PIM! Mostra de ilustração e Império do medo, pelas aprendizagens feitas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-03 22:23:29 UTC</pubDate>
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         <title>Fotos do roteiro</title>
         <author>biblioesrbp</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-11-04 12:20:16 UTC</pubDate>
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