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      <title>Visita de estudo: Gruta da moeda e Centro ciência viva de Alviela  by Filipa Pinto</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-28 07:29:04 UTC</pubDate>
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         <title>As grutas da moeda:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
         <link>https://padlet.com/20861filipapinto/pwbycoekvjcaos7p/wish/2542075964</link>
         <description><![CDATA[<div>As grutas da moeda são grutas cársicas na freguesia de São Mamede, no distrito de Leiria em Portugal, mais precisamente nas proximidades da Cova da Iria, na cidade de Fátima.&nbsp;<br>São uma manifestação do modelado cársico profundo. São também uma cavidade natural na rocha, de grandes dimensões que permitem o acesso ao ser humano.&nbsp;<br>Estas grutas foram descobertas em 1971 por dois caçadores que andavam a perseguir uma raposa e que foram levados pela curiosidade. Esta levou-os à exploração de um algar, o Algar da Moeda, que os conduziu ao encontro de uma caverna, a "Sala do Pastor". Posteriormente procederam ao desvendamento das demais salas e galerias que hoje se incluem no percurso visitável.&nbsp;<br>Hoje em dia, a gruta da moeda é uma atração turística onde são preservadas as suas características, tanto a paisagem na profundidade como a superficial.<br>A extensão que é possível ser visitada é de 350 metros, atinge uma profundidade de 45 metros no seu ponto mais profundo e a temperatura interior da gruta é, em média, de 18ºC.<br>Estas grutas foram apelidadas como "grutas da moeda" de acordo com uma lenda. Segundo a tradição local, um homem das redondezas foi assassinado e o seu corpo foi atirado para o precipício cavernoso. Na pressa, os assaltantes que tinham roubado um saco de moedas ao homem, agora morto, deixaram cair este saco com o corpo da vítima no precipício, o que fez com que as moedas se espalhassem irreparavelmente, dando assim o nome de Grutas da Moeda a estas grutas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 11:02:32 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivos:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
         <link>https://padlet.com/20861filipapinto/pwbycoekvjcaos7p/wish/2542076256</link>
         <description><![CDATA[<div>- Aprofundar conhecimentos no domínio da geologia.<br>- Reconhecer a importância do património geológico.<br>- Sensibilizar para a importância da preservação do património geológico.<br>- Observar estruturas geomorfológicas que caracterizam a paisagem cársica com observação de processos de meteorização química e mecânica nas rochas.<br>- Compreender os processos relacionados com a formação das estruturas típicas do modelado cársico.<br>- Proporcionar o contacto com espaços interativos de divulgação científica e tecnológica.<br>- Promover algum tempo de descontracção e salutar convivência entre alunos e professores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 11:03:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As grutas da moeda:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
         <link>https://padlet.com/20861filipapinto/pwbycoekvjcaos7p/wish/2542077153</link>
         <description><![CDATA[<div>As grutas da Moeda são cavidades rochosas naturais, inseridas no Maciço Calcário Estremenho, formadas através da carbonatação, um processo de meteorização química, do calcário, com dimensões para a presença de um ser humano no seu interior.<br>Estas grutas começaram a ser descobertas em 1971 e desde aí que são preservadas e utilizadas como um local turístico, local este que foi aberto ao público em 1974.&nbsp;<br>São compostas por várias galerias e apresentam uma extensão visitável de, aproximadamente, 350 metros. A temperatura no interior da gruta ronda os 18ºC, mantendo-se constante ao longo do ano.<br>Nesta gruta encontram-se estruturas como algares, estalactites, estalagmites, colunas, terra rossa e, na superfície, lapiás.&nbsp;<br>Estas estruturas foram formadas devido à carbonatação do calcário, processo que consiste na dissolução da calcite em água acidificada. A água da chuva reage com o dióxido de carbono presente na atmosfera e forma ácido carbónico, que se dissocia posteriormente no ião hidrogénio e no ião bicarbonato. A reação destes iões com a calcite (CaCO3) formam o ião cálcio e 2 iões bicarbonato, dissolvendo assim a calcite pelo processo de carbonatação e meteorizando o calcário.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 11:04:21 UTC</pubDate>
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         <title>Os Olhos d&#39;Água do Alviela:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
         <link>https://padlet.com/20861filipapinto/pwbycoekvjcaos7p/wish/2542077762</link>
         <description><![CDATA[<div>Correspondem à nascente do rio Alviela. É neste local onde a água subterrânea brota à superfície na transição das rochas do Maciço Calcário Estremenho e a Bacia Terciária do Tejo e do Sado, um local de transição entre rochas sedimentares quimiogénicas e sedimentares detríticas, respetivamente.&nbsp;<br>Nesta zona, a água, essencialmente alimentada pela chuva, nasce de maneira inconstante ao longo do ano podendo chegar a debitar até&nbsp; 17 mil litros de água por segundo, na época do pico de cheia, no inverno.<br>Desde 1880 que a água que brota no Alviela é utilizada para o abastecimento da cidade de Lisboa.<br>As duas cavidades de onde a água brota, os Olhos d'Água do Alviela, são o local de entrada para um complexo de grutas subterrâneas submersas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 11:05:16 UTC</pubDate>
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         <title>A ribeira dos Amiais:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
         <link>https://padlet.com/20861filipapinto/pwbycoekvjcaos7p/wish/2542077919</link>
         <description><![CDATA[<div>Ribeira que se junta com o rio Alviela, na sua nascente. Denomina-se Ribeira dos Amiais e o seu leito é um leito de cimento. O calcário desta zona passou 170 milhões anos em ambiente aquático.&nbsp;<br>Os musgos, arbustos e árvores que se encontram nesta paisagem cresceram devido ao facto do calcário permitir a fixação e o desenvolvimento de plantas nas fissuras da rocha onde está presente solo.&nbsp;<br>O vale onde esta ribeira se encontra foi criado pela meteorização e erosão do calcário que estava em contacto com a água da ribeira e sofria consequências da força da sua energia. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 11:05:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Centro ciência viva do Alviela:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
         <link>https://padlet.com/20861filipapinto/pwbycoekvjcaos7p/wish/2542078238</link>
         <description><![CDATA[<div>Também conhecido como Carsoscópio (carso: relevo onde predominam rochas calcárias, -scópio: terminação que exprime a ideia de <em>aparelho usado para observação). <br>Este local permite a aprendizagem sobre a região onde se encontra, incluindo não só fenómenos do presente como também do passado. <br>Realizam atividades para o público como a Noite do Morcego que consiste na observação dos morcegos que saem da Lapa da Canada durante a noite.<br>A exposição permanente do Carsoscópio aborda diferentes temas distribuídos em três partes, cada uma numa sala distinta: <br></em><strong>Geódromo:</strong> simulador de realidade virtual que permite a observação da evolução geológica do Maciço Calcário Estremenho desde a época dos dinossauros (175Ma atrás) até aos dias de hoje. <br><br><strong>Carso:</strong> vídeo que permite a visualização em 3D da zona que envolve a nascente do Alviela e dos percursos subterrâneos da água. Esta exposição tem também dois modelos interativos sobre o modelado cársico: <br>- primeiro modelo: permite fazer chover sobre o carso e observar-se os trajetos subterrâneos da água;<br>- segundo modelo: permite a observação do que acontece quando um camião derrama gasolina sobre um terreno calcário e os níveis de água poluída por este acontecimento.<br><strong>Curiosidade:</strong> por cada litro de óleo derramado, 1 milhão de litros de água é poluído.<br><br><strong>Quiroptário: </strong>Conjunto de módulos interativos sobre morcegos, um dos símbolos das regiões cársicas devido à quantidade e diversidade de grutas existentes.<br>Fornece informações sobre os morcegos como:&nbsp;<br>- A estrutura da asa do morcego: semelhante à da mão e do braço humano;<br>- As suas orelhas: apresentam grande diversidade de formas e tamanhos, sendo geralmente muito complexas. Permitem a orientação no escuro ou ecolocalização (deteção de ecos de sons que eles próprios emitem);<br>- A sua alimentação: à base de futas e insetos;<br>(...)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 11:06:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O convívio:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
         <link>https://padlet.com/20861filipapinto/pwbycoekvjcaos7p/wish/2542080155</link>
         <description><![CDATA[<div>O convívio com as pessoas que mais gostamos tornam sempre o tempo mais apreciável e mais divertido. O convívio permite a discussão de ideias entre todos os alunos, por ser uma experiência conjunta, e uma aprendizagem em grupo e também a formação de momentos memoráveis e de partilha entre todos. Esta visita de estudo, por serem envolvidas todas as turmas de ciências da escola, permitiu também que os alunos de diferentes turmas que já se conheciam passassem tempo juntos, mas também premitiu a criação de laços com pessoas de outras turmas, com outros alunos que não conheciam. Em geral, considero que a visita de estudo proporcionou momentos de convívio bastante agradáveis.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 11:09:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
         <link>https://padlet.com/20861filipapinto/pwbycoekvjcaos7p/wish/2542080316</link>
         <description><![CDATA[<div>Em síntese, esta visita de estudo permitiu-me uma melhor apreensão da matéria lecionada nas aulas, com junção de curiosidades específicas mencionadas durante as visitas, mas também permitiu a existência de momentos de diversão, que tornaram a visita memorável. &nbsp;<br>A visita de estudo teve um balanço positivo já que os pontos mais positivos têm mais impacto do que os pontos menos positivos. Esta visita permitiu aos alunos uma aprendizagem visual, o que facilita a apreensão e interiorização da matéria lecionada nas aulas, fora da sua zona normal de aprendizagem, que permitiu a apreensão de muitas curiosidades e informações interessantes. Os momentos de convívio, tanto com os alunos da turma, como com os das outras turmas e com os professores, consistiram também num ponto mais positivo, mesmo que dois alunos da turma não tenham comparecido à visita. Os instrutores das visitas, tanto nas grutas como no centro ciência viva, também foram muito atenciosos o que permitiu a existência de um melhor ambiente na visita.&nbsp;<br>Como ponto menos positivo temos o facto de ter acontecido a divisão dos alunos em grupos e estes requisitarem sempre a divisão e a separação de uma turma.&nbsp;<br>Desta forma, concluo que a visita de estudo foi uma maneira cativante de aprender a matéria do programa, foi bastante enriquecedora sobre conceitos e processos lecionados e permitiu ainda momentos de convívio que tornaram a visita de estudo mais memorável. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 11:09:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
         <link>https://padlet.com/20861filipapinto/pwbycoekvjcaos7p/wish/2542080502</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.infopedia.pt/apoio/artigos/$carsico#:~:text=c%C3%A1rsico%20Tipo%20de%20relevo%20das%20zonas%20calc%C3%A1rias%2C%20modeladas,de%20superf%C3%ADcie%20de%20um%20modelado%20c%C3%A1rsico%20de%20profundidade (consultado a 03/04/2023)<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Grutas_da_Moeda#:~:text=As%20Grutas%20da%20Moedas%C3%A3o%20grutascalc%C3%A1riasna%20freguesia%20de%20S%C3%A3o,da%20Cova%20da%20Iria%2C%20na%20cidade%20de%20F%C3%A1tima.">Grutas da Moeda – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)</a> (consultado a 03/04/2023)<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_Ci%C3%AAncia_Viva_do_Alviela_-_Carsosc%C3%B3pio">Centro Ciência Viva do Alviela - Carsoscópio – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)</a> (consultado em 03/04/2023)<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lapi%C3%A1s">Lapiás – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)</a> (consultado em 04/04/2023)<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Estalactite">Estalactite – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)</a> (consultado em 04/04/2023)<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Eucalyptus">Eucalyptus – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)</a> (consultado em 04/04/2023)<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cistus_monspeliensis">Cistus monspeliensis – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)</a> (consultado em 04/04/2023)<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wisteria">Wisteria – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)</a> (consultado em 04/04/2023)<br><a href="https://www.viajarentreviagens.pt/portugal/olhos-dagua-do-alviela-pnsac/">ALVIELA - Olhos d'água do Alviela, um fenómeno extraordinário (viajarentreviagens.pt)</a> (consultado a 05/04/2023)<br><a href="https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa/marmitas-de-gigante">marmitas-de-gigante | Dicionário Infopédia da Língua Portuguesa (infopedia.pt)</a> (consultado a 05/04/2023)<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cal">Cal – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)</a> (consultado a 05/04/2023)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 11:09:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O centro ciência viva do Alviela:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
         <link>https://padlet.com/20861filipapinto/pwbycoekvjcaos7p/wish/2542103619</link>
         <description><![CDATA[<div>O centro ciência viva do Alviela, ou Carsoscópio, localiza-se na freguesia da Louriceira, no distrito de Santarém, em Portugal. Encontra-se junto à nascente do rio Alviela, uma das mais importantes nascentes cársicas de Portugal, na Praia Fluvial dos Olhos de Água do Alviela.&nbsp;<br>É um museu da ciência com espaço interativo de divulgação científica e tecnológica.&nbsp;<br>Este centro de ciência viva foi inaugurado a 15 de dezembro de 2007.&nbsp;<br>Em 2011, o Centro Ciência Viva do Alviela foi constituído como associação científica e técnica sem fins lucrativos.<br>No interior do edifício encontra-se uma exposição interativa permanente, dividida em três partes: o Geódromo, o Carso e o Quiroptário, mencionando os temas carso, água subterrânea e morcegos, respetivamente. Além da exposição permanente, o Centro tem também exposições e atividades temporárias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 11:41:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Terra rossa:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
         <link>https://padlet.com/20861filipapinto/pwbycoekvjcaos7p/wish/2543683441</link>
         <description><![CDATA[<div>Argila que resulta da carbonatação que ocorre sobre calcários margosos, rochas com fração calcária e com fração argilosa. A água, por meteorização química, pelo processo de carbonatação, dissolve e remove a calcite, o mineral constituinte da fração calcária mas não remove as argilas, detritos resultantes de rochas pré-existentes. As argilas em contacto com o ar oxidam, adquirindo uma cor avermelhada, formando a terra rossa.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 13:37:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lapiás: </title>
         <author>20861filipapinto</author>
         <link>https://padlet.com/20861filipapinto/pwbycoekvjcaos7p/wish/2543711956</link>
         <description><![CDATA[<div>Formação típica dos relevos cársicos causada pela dissolução do calcário que se encontra á superfície. Fazem parte da porção externa do relevo cársico e são fraturas nas rochas superficiais que resultam em grandes canais que cortam as rochas horizontal ou verticalmente.<br><strong>Curiosidade:</strong> Quando existe cruzamento de linhas de dissolução (esta situação permite uma maior infiltração da água, o que leva a uma maior dissolução do calcário), estas são um indício da existência de uma gruta em profundidade.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 13:57:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>coluna:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
         <link>https://padlet.com/20861filipapinto/pwbycoekvjcaos7p/wish/2543727849</link>
         <description><![CDATA[<div>Tipo de formação rochosa sedimentar quimiogénica. Consiste numa estrutura que resultou da união entre uma estalagmite e uma estalactite. <br><strong>Curiosidade:</strong> Na foto apresentada encontra-se uma coluna partida pelo terramoto de Lisboa em 1755, que muito lentamente, está a voltar a juntar-se. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 14:08:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estalagmite:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
         <link>https://padlet.com/20861filipapinto/pwbycoekvjcaos7p/wish/2543734693</link>
         <description><![CDATA[<div>Tipo de formação rochosa sedimentar quimiogénica que se forma a partir do chão e adquire um crescimento vertical no sentido de baixo para cima. Resulta da acumulação de materiais (calcite), anteriormente dissolvidos em água, que precipitaram no chão. Surgem através de gotejamentos vindos do teto de gotas de água acidificada com Carbonato de cálcio (CaCO3) dissolvido que, quando a água fica menos ácida, permite a precipitação do CaCO3 que forma a calcite.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 14:13:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Estalactite:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
         <link>https://padlet.com/20861filipapinto/pwbycoekvjcaos7p/wish/2543735206</link>
         <description><![CDATA[<div>Tipo de formação rochosa sedimentar quimiogénica que se forma a partir do teto da gruta e adquire um crescimento vertical no sentido de cima para baixo. Resulta da precipitação lenta e contínua do Carbonato de Cálcio (CaCO3) arrastado pela água que goteja do teto. Por esta precipitação ser lenta, esta permite a formação de estruturas no teto da gruta. Surgem através de gotas de água acidificada pelo CO2 com CaCO3 dissolvido que, quando a água fica menos ácida, ou seja, liberta o CO2, permite a precipitação do CaCO3 que forma a calcite.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 14:14:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>20861filipapinto</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Cistus monspeliensis:<br>Nome comum: </em></strong><em>Sargaço<br>É</em> uma espécie de planta com flor que pertence à família Cistaceae.<br>É uma planta nativa de Portugal Continental.<br>Pertence ao género Cistus e é uma planta angiospérmica, ou seja, que apresenta flor e fruto.&nbsp;<br>Encontradas na zona do Carsoscópio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 14:16:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>20861filipapinto</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Wistéria-chinesa:<br>Nome comum: </em></strong><em>glicínia<br>É uma espécie de lianas (</em>grupo de plantas que germinam no solo) <em>que pertence à família Fabaceae.<br>É uma planta nativa da Ásia.<br>Pertence ao género Wistéria e é uma planta angiospérmica, ou seja, que apresenta flor e fruto.<br>Encontrada na zona das Grutas da Moeda.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 14:26:40 UTC</pubDate>
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         <title>Algar:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cavidade natural que assume um crescimento predominantemente vertical. O algar presente na foto é um algar de dissolução, uma estrutura que tem a forma de um poço que resulta da dissolução do calcário na vertical.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 19:12:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>20861filipapinto</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Eukalyptos: <br></strong>Género de plantas que agrupa as espécies conhecidas pelo nome comum de eucalipto. São, de maneira geral, árvores apesar de em casos raros, englobarem arbustos nativos da Oceania. <br>Encontradas na zona do Carsoscópio.<br>Este género inclui mais de 700 espécies, a maioria provenientes da Austrália, que estão adaptados a praticamente todas as condições climáticas. <br>Em Portugal é considerada uma espécie invasora, apesar de serem plantas com benefícios devido ao facto de crescerem rapidamente e serem muito utilizadas para produzir pasta de celulose, o que permite evitar o corte e abate de espécies nativas, para tais fins. <br><br><strong>Eucalipto como espécie invasora: <br></strong>As plantas deste género conseguem absorver grandes quantidades de água, mesmo em climas mais secos, o que permite que estas apresentem vantagem competitiva sobre as restantes espécies vegetais, diminuindo assim a biodiversidade dos ecossistemas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 19:54:17 UTC</pubDate>
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         <title>curiosidade:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
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         <description><![CDATA[<div>Musgos, fetos e cianobactérias: encontram-se dentro da gruta devido à presença da luz artificial.<br>Encontradas na zona das Grutas da Moeda.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 20:02:20 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidades:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>O musgo regenera em contacto com a água;</li><li>Marmitas de gigante: cavidades em forma circular e alongada formada nos leitos dos rios formada pelo movimento giratório de balastros;&nbsp;</li><li>Eucaliptos não precisam de muito solo para sobreviver;</li><li>Processo de identificação da margem do rio: voltar-se na direção da corrente. O lado direito corresponde à margem direita e o lado esquerdo corresponde à margem esquerda.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-05 11:27:22 UTC</pubDate>
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         <title>A lapa da Canada:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma lapa é uma gruta natural em crescimento horizontal.<br>Esta lapa, na época de ter as crias, abriga fêmeas de 12 espécies diferentes de morcegos, das quais 9 estão em perigo de extinção.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-05 11:28:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>20861filipapinto</author>
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         <description><![CDATA[<div>Buraco artificial no calcário, criado pelo ser humano para a formação de cal, uma substância obtida pela decomposição térmica desta rocha.&nbsp; <br>Neste buraco, o fogo aquece a calcite (CaCO<sub>3</sub>) que altera as suas propriedades, transformando-se em cal virgem (CaO) libertando dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>).<br>Esta substância tem benefícios para a construção civil nas indústrias farmacêutica, cerâmica e metalúrgica e também na agricultura.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-05 12:18:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Curiosidades:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
         <link>https://padlet.com/20861filipapinto/pwbycoekvjcaos7p/wish/2545438129</link>
         <description><![CDATA[<div>- Água do norte (pouco mineralizada) é mais saudável e melhor que a água do centro e do sul (muito mineralizada devido à dissolução da calcite pela ação da água) devido ao grau de mineralização de cada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-05 20:35:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>20861filipapinto</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-05 20:36:07 UTC</pubDate>
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         <title>Sala dos minerais e sala dos fósseis:</title>
         <author>20861filipapinto</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os minerais são os principais constituintes das rochas e têm uma origem natural.<br>- Explicação e exposição dos diversos tipos de minerais e das suas propriedades:&nbsp;<br>Cor: idiocromáticos (têm sempre a mesma cor, a cor própria) ou alocromáticos (apresentam cor variável devido à, por exemplo, incorporação de impurezas na rede cristalina).<br>Dureza: resistência que um mineral oferece ao ser riscado. Minerais organizados de acordo com a escala de Mohs, do menos duro (talco) ao mais duro (diamante).<br>Risca: corresponde à cor que um mineral adquire quando é reduzido a pó.<br>Clivagem: propriedade segundo a qual um mineral tem tendência para quebrar ao longo de planos paralelos entre si, produzindo superfícies relativamente planas, brilhantes e lisas. Pode ser perfeita, imperfeita ou não existir.&nbsp;<br><br>- Exposição de uma planta do Maciço Calcário Estremenho, da reação do calcário com os ácidos (ácido cítrico do limão) e de vários tipos de fósseis:<br>Fósseis de fácies: Permitem a determinação das condições ambientais da formação do estrato onde os fósseis se encontram; As espécies destes fósseis tiveram uma pouca extensão no espaço, ou seja viveram em condições ambientais muito específicas, mas tiveram uma grande extensão de vida no tempo geológico.<br>Fósseis de idade: Permitem a datação relativa do estrato onde os fósseis se encontram; As espécies destes fósseis tiveram uma pouca extensão no tempo geológico, ou seja, viveram apenas num determinado e específico tempo, mas tiveram uma grande extensão no espaço, o que permite a comparação entre uma grande quantidade de estratos espalhados por várias áreas. Exemplo: fóssil de amonite. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-05 20:59:01 UTC</pubDate>
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         <title>Calcite: </title>
         <author>20861filipapinto</author>
         <link>https://padlet.com/20861filipapinto/pwbycoekvjcaos7p/wish/2559223441</link>
         <description><![CDATA[<div>A calcite, ou carbonato de cálcio (CaCO3), é um mineral que pode apresentar brilho quando polido ou quando a luz incide na sua superfície.&nbsp;<br>Este mineral brilha devido à sua estrutura cristalina e às propriedades dos cristais de calcite.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-18 21:51:59 UTC</pubDate>
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