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      <title>As mulheres na Literatura brasileira ao longo do Brasil República by Vagner Cooliver</title>
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      <description>Criado com um desejo a uma estrela</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-12 22:25:56 UTC</pubDate>
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         <title>Constituição de 1891  - Direitos das mulheres na constituição: Estabeleceu o sufrágio universal masculino para todos os brasileiros alfabetizados maiores de 21 anos de idade. O voto continuaria “a descoberto” ou não-secreto, porém os candidatos a voto seriam escolhidos por homens maiores de 21 anos, à exceção de analfabetos, mendigos, soldados, mulheres e religiosos sujeitos ao voto de obediência. </title>
         <author>vagnercooliver</author>
         <link>https://padlet.com/vagnercooliver/pw72w1hmekud81ri/wish/2218795720</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Participação feminina na literatura: </strong>Lygia Fagundes Telles foi premiada com o Prêmio Camões em 2005 e também é membro da Academia Paulista de Letras desde 1982, da Academia Brasileira de Letras desde 1985 e da Academia das Ciências de Lisboa desde 1987.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-12 22:31:23 UTC</pubDate>
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         <title>Constituição de 1934 - Direitos das mulheres na constituição: Consagrou, pela primeira vez, o princípio da igualdade entre os sexos.Proíbe diferenças de salários para um mesmo trabalho por motivo de sexo;Proíbe o trabalho de mulheres em indústrias insalubres;Garante assistência médica e sanitária à gestante e descanso antes e depois do parto, através da Previdência Social.</title>
         <author>vagnercooliver</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Participação feminina na literatura:&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-12 22:38:38 UTC</pubDate>
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         <title>Constituição de 1937 - Direitos das mulheres na constituição: Manteve as conquistas das Constituições anteriores, e acrescentou o direito a voto para as mulheres.</title>
         <author>vagnercooliver</author>
         <link>https://padlet.com/vagnercooliver/pw72w1hmekud81ri/wish/2218798365</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Participação feminina na literatura: </strong>Raquel de Queiroz, em 1939, separa-se de seu marido e muda-se para o Rio de Janeiro, onde publicou o livro “Três Marias” (1939).&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-12 22:39:08 UTC</pubDate>
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         <title>Constituição de 1946 - Direitos das mulheres na constituição: Representou um retrocesso para as mulheres quando eleimina a expressão &quot;sem distinção de sexo&quot; quando diz que todos são iguais perante a Lei.</title>
         <author>vagnercooliver</author>
         <link>https://padlet.com/vagnercooliver/pw72w1hmekud81ri/wish/2218798449</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Participação feminina na literatura: </strong>Em 1956, Clarice Lispector escreveu o romance “A Maçã no Escuro” e começou a colaborar com a Revista Senhor, publicando contos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-12 22:39:28 UTC</pubDate>
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         <title>Constituição de 1967 - Direitos das mulheres na constituição: O único avanço no tocante à condição da mulher foi a redução do prazo para a aposentadoria, de 35 para 30 anos.</title>
         <author>vagnercooliver</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Participação feminina na literatura: </strong>Em 1970, Cora Coralina toma posse da cadeira nº. 5 da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás. Em 1976, lança seu segundo livro “Meu Livro de Cordel”</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-12 22:39:59 UTC</pubDate>
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         <title>Constituição de 1988 - Direitos das mulheres na constituição: Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, seja na vida civil, no trabalho, e na família.</title>
         <author>vagnercooliver</author>
         <link>https://padlet.com/vagnercooliver/pw72w1hmekud81ri/wish/2218798687</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Participação feminina na literatura: </strong>Adélia Prado em 1988 apresentou-se em Nova York na Semana Brasileira de Poesia, promovida pelo Comitê Internacional pela Poesia.<br><br>Em Teixeira de Freitas/BA (2022) após décadas lecionando tanto no ensino fundamental e médio quanto no superior, a professora Arolda Maria Figuerêdo resolveu estrear na literatura com “Uma pitada de poesia de mulher”. Publicada pela Lura Editorial, a obra apresenta os primeiros poemas escritos pela profissional de letras que, após anos dedicados ao magistério, decidiu se aventurar na poesia autoral. Ao todo, são 37 poemas pintados de negritude e marcados pela crítica em favor da mulher, especialmente da mulher negra, vitimada pelos abusos e&nbsp; descasos acumulados no transcorrer da história humana ocidental. No velho ou no novo mundo, a mulher sempre foi vista como coadjuvante, na melhor das hipóteses, ou como objeto do desejo ou da conveniência patriarcais, na maioria das vezes. Arolda Maria Figuerêdo é professora de Literatura Brasileira e Teoria Literária do Campus X da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Ela é também Membra Benemérita da Academia Teixeirense de Letras (ATL).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-12 22:40:10 UTC</pubDate>
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