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      <title>Guilherme Xandú padlet by Guilherme Xandú</title>
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      <description>Made with the best of intentions</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-12-07 21:39:19 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 1: Psicologias </title>
         <author>guilhermexandu</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermexandu/pw18so5qs9uf3i0r/wish/996154899</link>
         <description><![CDATA[<div>1 -  Durante a leitura do texto o que ficou mais evidente acredito que tenha sido a vontade que o autor teve em expor como se deu o surgimento da psicologia, mais do que isso, ele nos carrega pela "curta história da psicologia", narrando contextos e percursos pelos quais a psicologia foi se ligitimando.   <br>2 -  Como orientado separei estes dois trechos, os quais considerei relevante; </div><blockquote>* "Ainda, uma história curta, que data da adoção de metodologias empíricas no século XIX, o que levou ao desenvolvimento de uma ciência real da mente, vida e comportamento humano. Esse é, na verdade, o mito fundador da disciplina psicologia. Mas isso é fundamentalmente incorreto. A psicologia como uma ciência moderna não foi formada nos corredores tranqüilos da academia, nem no empirismo dos aventais brancos do laboratório e do experimento.". </blockquote><div>        No texto o autor complementa dizendo em quais ambientes a psicologia, como ciência moderna, teria então sido formada; Fábricas, Prisões, salas de aula, o exército, claro!. Lembrando da ideia de corpos dóceis trazida por Espinoza, ou a fase militar pela qual passou, também a educação física como uma forma de educar, docilizar os corpos daquele contexto, Faz sentido que a psicologia tenha se desenvolvido nestes espaços em que seus corpos precisavam ser precisamente treinados, docilizados, civilizados. Entendo que a educação fisica e a psicologia foram usadas por gestores, governos, autoridades que buscavam de certo modo um controle sobre a conduta dos corpos. </div><blockquote>*As características subjetivas da vida coletiva puderam ser conhecidas por meio de entrevistas – os pesquisadores de Hawthorne realizaram umas 20.000 dessas que acabaram sendo utilizadas, não para fornecer informação objetiva, e sim para serem caminhos para a vida emocional da fábrica, permitindo que os pesquisadores interpretassem o aspecto psicológico das reclamações, e as enxergassem como sintomas de situações sociais que precisavam ser entendidas e administradas para criar uma harmonia organizacional".</blockquote><div>        Primeiro, é importante observar o elemento cientifico presente na metodologia de entrevista que muitas vezes não é legitimada como uma forma de fazer ciência. Além disso, aqui os pesquisadores já mostravam interesse na narrativa do individuo por entender que há relação entre a condição emocional, pisicológica desse corpo com as problematicas de comportamento, bem como, com a própria saúde do individuo (mesmo que não tão explicito na época.). Como o trecho me fez lembrar de algumas discursões em TS, sobre a relação do determinante emocional e o processo saúde-doença, abrangendo também as doenças mentais. considerei viavél destacá-lo  entendendo que a trajetória da psicologia flui das necessidades do campo, das instiruições para a academia, e o laboratório. <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 21:40:15 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 2: Identidade - Texto Antonio C. Ciampa</title>
         <author>guilhermexandu</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 16:54:45 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 3: Processo de Subjetivação - Marcella Cassiano,  Reinaldo Furlan </title>
         <author>guilhermexandu</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermexandu/pw18so5qs9uf3i0r/wish/1032363135</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-18 19:05:41 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 4: Medicalização e saúde mental - medicalização infantil </title>
         <author>guilhermexandu</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermexandu/pw18so5qs9uf3i0r/wish/1037144032</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Reportagem:</strong> https://www.youtube.com/watch?v=PSZDjsO9XQc<br><br>A reportagem escolhida trata exclusivamente da exagerada medicalização infantil. A escolha desta reportagem se deu por influências subjetivas das minhas experiências, mas também porque embora tenha sido especifica ao tratar da saúde mental das crianças ela aborda de maneira pontual as reflexões trazidas e construídas em aula. <br>Se muito pudemos falar dos problemas acometidas pela hipermedicalização de adultos imagina quando isso é aplicado à crianças; Primeiro porque não possuem discernimento para avaliar riscos e benefícios e segundo, inclusive é dito na reportagem, estes fármacos atuam de modo a alterarem o comportamento neuronal do individuo, no caso das crianças é ainda pior pois elas estão na fase de maior desenvolvimento neuronal, o cérebro delas possui uma plasticidade muito maior o que significa que pode haver uma adaptação ao fármaco que passa a estar presente no cotidiano da criança, além da dependência que já é um efeito natural deste tipo de medicamento. " O gambito da Rainha" série em alta no momento retratou a dependência da personagem principal, exposta aos fármacos na infância; Em casa convivo com meu pai que pratica automedicação junto ao uso de bebidas alcoólicas, e por consequência qualquer dor que minhas irmãs e prima relatem meu pai indica-lhes alguma das diversas pílulas mágicas que ele estoca e por isso acho muito importante tratar o tema que foi bem trabalhado na reportagem. <br>Outro motivo, foi a retratação dos esportes, as lutas no caso, mostrando o outro lado dessas práticas. Eu particularmente sou apaixonado pela atividade física (atividade mesmo, não o exercício), mas está claro que as práticas corporais (todas!) sobretudo as coletivas contribuem na luta contra as drogas e as doenças (biológicas, sociais e mentais), e ainda que tenhamos entendido que o exercício não tem o efeito do popular "eletro choque", fico feliz pela legitimidade que é dada a contribuição das práticas corporais ao processo de cuidado das "Saúdes". </div><div>O conhecimento entristece! É triste a consciência do momento em que estamos vivendo. Bob Marley disse uma vez que eles criam a doença para depois venderem a cura, ele pode ter dito um pouco diferente mas a mensagem  é clara, é como disse o psicólogo e escritor, Rossandro Klinjey; <em>" A medicalização é uma nova doença"</em>. É o que estamos vivenciando com a alta taxa de diagnósticos de TDAH, que é receitado em uma quantidade muito acima dos casos que seriam necessários. Portanto, foi falado dos problemas e vale reforçar algumas medidas de promoção dessa saúde, medidas contra a doença da medicalização; As práticas corporais principalmente, mas também as diversas atividades que elevam a potência que essas crianças tem de agir porque sabemos que cada uma possui sua subjetividade, suas linhas que lhe configuram uma singularidade, e regular quimicamente, padronizar o comportamento das pessoas chega a ser até desumano.  </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-22 01:59:44 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 3: Processo de Subjetivação - Marcella Cassiano,  Reinaldo Furlan </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/guilhermexandu/pw18so5qs9uf3i0r/wish/1076934151</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Continuação</strong> - Vídeo do processo de subjetivação </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-12 03:40:35 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 5: Educação Física e Saúde Mental - LOUCURA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/guilhermexandu/pw18so5qs9uf3i0r/wish/1080132019</link>
         <description><![CDATA[<div>Entendo que há duas concepções mais gerais sobre a loucura. Uma delas é a loucura ligada a distúrbios biológicos e a outra é mais associada à elementos sociais, moralmente aceitos ou discriminados. Como eu não encontrei nenhuma foto dos meus momentos de loucura internado em um manicômio, gostaria de representar o modo como eu tenho sido louco e quando possível, enlouquecido entes queridos por meio de loucuras como a da foto. Essa foto foi registrada no ano de 2020 na estrada da manutenção da imigrantes, a qual tem sido palco de algumas loucuras cometidas por mim e também por alguns familiares adoecidos pelo mal de estar louco. Porque ninguém é louco, todos ficamos loucos, uns permanecem loucos, outros querem estar loucos, alguns buscam a loucura em outras fontes, álcool, drogas, religião, lei; Eu busco a loucura na noradrenalina e eu preciso me tornar careta, para que possa me enlouquecer de novo e de novo. <br>A foto representa uma loucura compartilhada, prestigiada por meu primo Gerson Aragão, que topou me acompanhar de bicicleta do extremo sul de São Paulo à Praia Grande -SP, bem como da baixada à São Paulo. Nesta mesma estrada, região de mata atlântica, já subi e desci muitas vezes, algumas acompanhado, quase sempre sozinho, as vezes de dia, quase sempre de noite e de madrugada, já parei pra descansar, e também pra dormir! acordei às 6.00 da manhã e morri de medo, eu tenho sempre muito medo, mas me sinto extremamente potente quando percebo que eu não permito que o enorme medo que eu tanto sinto, todas as vezes [riso], não me empeça de fazer as loucuras que dá na telha. E é por isso que as pessoas vivem me chamando de doido, louco, sem juízo... e por ai vai. Algo só é louco se for incomum onde está sendo realizado , é como um crime que só será um crime se for ilegal onde foi cometido; Embora há crimes que eu considere independentes de legalidade ou não, assim como também há loucuras que não devem ser vividas. Por que ? isso mesmo! Além da ética e da  moral (também criticada),  a graça de se sujar é por estar limpo, o prazer da adrenalina é causado pela ausência dela antes, o que torna as coisas interessantes de serem feitas é a mudança de estado, por isso muitos crimes e algumas loucuras não devem ser considerados, por impossibilitarem essa variação de estados louco-são, limpo-sujo, calmo-agitado.<br>Por fim, é preciso dizer que para entender determinada loucura, somente quem já esteve louco pode entender. <br>Tanto é que dizia ele... " Só os loucos saabeem..."  (Chorão 2009) </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-12 18:49:47 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 6: Corpo, imagem e saúde - Filma &quot; O mínimo para viver&quot;.  </title>
         <author>guilhermexandu</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermexandu/pw18so5qs9uf3i0r/wish/1098405132</link>
         <description><![CDATA[<div>1-Existe uma indústria da beleza ? Quem a compõe? Que tipo de ações promove?<br>2- Relate uma cena do filme que achou marcante e explique porquê. <br>3- Como a referência estética difundida afeta a atuação dos profissionais de educação física? <br><br>É senso comum que haja esta indústria, bem como, que sofremos influências desta. O que não fica tão claro, é que esta indústria também promove ações positivas no ambito da saúde inclusive; Muitos podem ser os agentes desta indústria; O nutricionista que é agente da saúde promovendo uma boa alimentação também se torna agente da indústria da beleza a medida que passa à nutrir um corpo com objetivos muito especificos como emagracer, ou engordar, moldar compostos corporais a fim de contribuir com determinada prática. Um professor de educação física que atua de modo a promover a saúde de seus alunos acima do desemenho, mas que também pode impor medidas, treinos, costumes que se destinam a moldar os corpos de um jeito que seja estéticamente melhor ou pior. <br>O referêncial de "Boa estética" que temos difundido em larga escala afeta de maneira desafiadora os profissionais da aŕea da educação física, é um movimento que limita o raio de atuação desses profissionais. É desafiador ao profissional trabalhar com um corpo que é repleto de subjetividades mas que busca reproduzir uma imagem, é como fazer tijolos; se costuma fazer com barro, mas é possível fazer de concreto, pó de bico, e todos são tijolos, mas não possuem as mesmas dimensões, pesos, e atuação. É limitante porque há cada vez mais pessoas interessadas em moldar seu corpo e embora tenhamos diferentes formas de se fazer isso, é por meio da musculação que a maioria das pessoas enchergam essa possibilidade, pois a musculação atua de forma especifica neste quisito diferente das alternativas que moldam o corpo de maneira secundaria.  <br>Durante o filme diferentes personagens vão buscando formas de responder com base em um único elemento que possa justificar o porquê a jovem está naquele estado. A cena da mãe dela justificando aos choros que é por causa da depressão pós-parto, a mãe comenta sobre uma espécie de rejeição, distanciamento da filha o que teria levado à doença; Me chamou atenção para o fato que em momentos de confusão nos apoiamos a qualquer solução que possa surgir, no contexto achei que havia um certo grau de lógica no pensamento da mãe mas para mim foi marcante porque acho absurdo pensar que amamentar uma pessoa ja crescida teria influência no quadro da paciente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-18 15:56:31 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 8: Psicologia no esporte </title>
         <author>guilhermexandu</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermexandu/pw18so5qs9uf3i0r/wish/1201843956</link>
         <description><![CDATA[<div>Questão de Pesquisa: Quais são as influências para a prática de atividades fisicas em crianças e adolesentes de baixa renda ? <br><br><strong>Artigos relacionados:<br><br>Motivação de crianças e adolescentes praticantes de esportes em projetos de inclusão social do Rio de Janeiro</strong><br>https://periodicos.ufsc.br/index.php/motrivivencia/article/view/2175-8042.2018v30n53p152/36357<br><br><strong>Self-perception of competence in children from socially vulnerable contexts, assisted and unassisted by social sports projects</strong></div><div>http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-12822015000300004<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-14 21:07:57 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 9: Publicidades - Risco-aventura</title>
         <author>guilhermexandu</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermexandu/pw18so5qs9uf3i0r/wish/1205171521</link>
         <description><![CDATA[<div>https://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/politicaetrabalho/article/view/13251/8431<br><br></div><div>Ao que diz respeito aos cartazes publicitários é inacreditavél, nos dias de hoje, que cigarros tenham sido positivamente associados à: Aventuras, liberdade, riscos, etc; Quando penso em cigarros só imagino riscos negativos associados e acredito que para os demais colegas também, o que promoverá uma grande produção em volta das marcas Holywood e Marlboro (dentre outras). Portanto, visto que automóveis foram os produtos que mais apelaram, se vincularam as atividades de risco-aventura é deste que irei comentar.</div><div>A imagem de cara nos remete aquela visão de risco, ao divulgar um carro (S10), se arriscando em uma estrada de terra batida, atualmente se considera uma aventura se arricar em estradas de terras, o que exige uma certa coragem do condutor do veiculo, bem como a posse de um veiculo que responda bem ao ambiente. E ai entra a publicidade da S10 associada aos riscos de se aventurar. <br>O texto é rico para uma análise das estratégias utilizadas pela indústria públicitária. sabemos que o brasil é um país laico somente na legislação, portanto a públicidade, segundo Fairclough, trabalha por meio da estabilização de  uma relação entre o publicitário e a audiência a qual é destinada suas publicidades. Se na prática o Brasil não é um país laico, uma das maneiras de se relacionar com a audiência é por meio de um discurso religioso. <br>Os termos "Tricampeã" e "concorrente" remetem a ideia de uma competição, casada com a ideia de superar desafios, sejam internos ou externos. Superar desafios é uma tarefa arriscada visto que um desafio se dá pela incerteza, porém se você estiver ao lado, ou melhor, dentro de uma S10, ao invés de concorrendo contra ela é certo que superará os obstacúlos. Uma mesma ideia trazida pelas marcas de cigarros como Marlboro por exemplo que frequentemente divulgava anuncios associando a obtenção de sucesso com cigarros marlboro, ou como Holywood que anunciava o cigarro como sinônimo de aventuras "perigosas", arriscadas, como o paraquedismo, a moto aquática e outras por meio da frase " "Isto é Holywood". <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 00:45:42 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 7: Motivação - Blogs </title>
         <author>guilhermexandu</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermexandu/pw18so5qs9uf3i0r/wish/1205172698</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá ! A ideia deste video era simular a experiência de motivar alguém da forma como fazem os blogueiros, de maneira equivocada e ludibritória, obviamente estou generalizando e não criticando a forma como todos atuam visto que há prós e contras e nem todo grão é arroz, bem como nem todo nordestino é baiano. <strong>Click na figura abaixo para assistir ao vídeo.</strong><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 00:46:39 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 10: Considerações Finais </title>
         <author>guilhermexandu</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermexandu/pw18so5qs9uf3i0r/wish/1205263610</link>
         <description><![CDATA[<div>1- A breve sintese do percurso deste módulo acredito que seja preciso partir das vivencias que tivemos a fim de compreender o que é a psicologia e como ela se dá para que posteriormente fossemos capazes de entender como a psicologia se manifesta no esporte, exercicios, etc. <br>O estudo da Pisique, a busca por entender os aspectos mentais já se dá há muits anos embora pouco se tenha quantificado; Muitos métodos já surgiram e se esvaiaram por meio de sua comprovação ciêntifica ou não, alguns por meio de sua legitimação popular por meio do funciona, não funciona. Acredito que o que fica é que podem haver práticas das mais bizarras possivies de serem imaginadas que precisam ser estudadas. No esporte e práticas corporais ela vem axigindo espaço, atuando não de forma avaliativa psicológica mas de modo no tocante motivação, o que move as pessoas a aderirem ou não práticas espécificas e se essas práticas são realizadas como meio de satisfazer necessidades básicas ou para contemplar outros campos. <br><br>2- Embora ache tedioso estudar todo o processo de como se deu a psicologia etc. Entendo que de certo modo foi uma boa estratégia a maneira como a sequencia das aulas foram pensadas de modo a partir de uma senso bem geral ao aprofundamente superficial dos campos de atuação e métodos de atuação. Uma recomendação já oferecida em aula seria a divulgação antecipada das exigências para cada aula pois desta forma realmente já chegamos com mais foco e conciência de quais são os pontos mais importantes de cada temática. <br><br>3- Eu também não sou fã, embora reconheça suas contribuições, de aulas expositivas com powerpoint. As aulas foram bem planejadas de modo intercalando as falas dos docentes, permitindo que um contemplasse a fala do outro, discordasse e reorganisasse suas falam ali em tempo real foi um vivencia importante . <br><br>4- Os materias foram bacanas, embora alguns textos, por ememplo este ultimo sobre o risco- aventura as vezes tomem um tempo que não temos repetindo informações que estão apenas reinterando o que já foi dito e compleendido. Vale aqui um agradecimento e ressaltar os velos vídeos feitos sintetizando dois textos que além de otimizar tempo, apresentar claramente as principais ideias dos autores também promoveram motivação para ler os textos. <br><br>5- Esta ideia simplesmente foi sensacional!. além de se tornar uma avaliação ela possibilita que semanalmente tenhamos de rever ou repensar os conteúdos trabalhados em aula. Assim como em outras matérias temos de fazer esquemas semanalmente que ajudam na fixação e familiarização com o conteúdo este padlet trouxe a mesma ideia de uma forma mais criativa. o risco que eu vejo é quando todas as materias solicitam semanalmente pequenas atividades que são pouco mas que somadas de todos os módulos se tornam muito, desta vez isso não ocorreu e foi um processo prazeroso.<br><br>6- Estou satisfeito com meu empenho no módulo pois apesar de ser uma matéria com grande afinidade para as subjetividades dos individuos, o que reduz minha afinidade; Dediquei-me seriamente na compreensão de como se dão os processos envolvidos por ela e entendi que a eletroconvulsoterapia por exemplo vai de desencontro com essa ideia genelarizada de subjetividade. Realmente gostei do produto final do meu padlet portanto estou contente. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 01:55:57 UTC</pubDate>
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