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      <title>Padlet - Lima Barreto by Stefano Biagi</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-18 13:23:56 UTC</pubDate>
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         <title>Contexto Histórico - Como era o Rio de Janeiro na Época?</title>
         <author>gr300146_2</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Durante o tempo de vida de Lima Barreto, o autor do livro "O Triste Fim de Policarpo Quaresma, o Rio de Janeiro, sua cidade natal, era a capital do Brasil. No começo do século 20, vários lugares importantes foram inaugurados, como a Igreja de Nossa Senhora da Calendária que ficou pronta em 1901, após aproximadamente 150 anos de construção. Além disso, em 1906, o Cine Palácio foi inaugurado.&nbsp;<br>A cidade do Rio não era perfeita, no entanto. A cidade passava por diversos problemas, como a febre amarela, problemas sociais, o saneamento era escasso e uma grande parte da população da cidade vivia no centro da cidade, com poucas condições de higiene. Tentando por um fim a epidemia de febre amarela, Oswaldo Cruz liderou a campanha de vacinação obrigatória da população. Isso fez com que a população revoltasse, que causou o início da Revolta da Vacina. Esses não foram os únicos problemas de saúde que a cidade enfrentou, pois a pandemia de gripe espanhola chegou no Rio de Janeiro em 1918. Cerca de 65% da população contraiu o vírus e mais de 14 mil pessoas morreram.<br><br>Foto da Praça Tiradentes em 1890:<br><a href="https://br.pinterest.com/pin/377880224957535395/">Link da imagem</a></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 13:27:59 UTC</pubDate>
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         <title>Contexto Histórico - Qual era o sistema do governo? E a economia?</title>
         <author>gr300146_2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Link dos textos usados como referências: <a href="https://www.todamateria.com.br/primeira-republica/#:~:text=A%20economia%20deste%20per%C3%ADodo%20era,%2C%20algod%C3%A3o%2C%20borracha%20e%20cacau.">Texto 1</a>, <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/primeira-republica.htm">Texto 2</a> e <a href="https://www.todamateria.com.br/primeira-republica/#:~:text=A%20economia%20deste%20per%C3%ADodo%20era,%2C%20algod%C3%A3o%2C%20borracha%20e%20cacau.">Texto 3</a><br><br>A principal mudança no sistema do governo durante o tempo de vida de Lima Barreto foi que o Brasil foi de império a república em 1889, quando o autor tinha apenas nove anos de idade. Os primeiros 41 anos da república ficaram conhecidos como a Primeira República Brasileira ou República Velha, no qual o sistema de governo era uma oligarquia. Nessa época, a economia brasileira dependia da produção do café, que era mais de 50% das matérias que o Brasil exportava. Devido à grande produção e exportação do café, mais estrangeiros vieram ao Brasil, e o país conseguiu se industrializar e urbanizar. Depois de 1910, muitas fábricas foram inauguradas no Rio de Janeiro. Em 1889, o país tinha apenas 600 fábricas e 54 mil pessoas trabalhavam nelas. Em 1922, no ano da morte de Lima Barreto, o país tinha 13 mil fabricas e 275 mil pessoas trabalhavam nelas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 14:11:16 UTC</pubDate>
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         <title>Contexto Histórico - O que foi a Revolta da Armada?</title>
         <author>gr300146_2</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.todamateria.com.br/revolta-da-armada/">Link do Texto usado como referência</a> <br><br>A revolta da armada foi uma rebelião feita pela Marinha, que tinha o nome de "Armada". A rebelião durou 3 anos: ela se iniciou em 1891 e terminou em 1894. Ela tem duas partes: a Primeira Revolta da Armada e a Segunda Revolta da Armada, e cada um foi sobre um governo diferente. O objetivo dos rebeldes na Primeira Revolta da Armada era de pressionar o presidente daquela época a reabrir o Congresso. Além disso, a marinha queria ter direitos e salários equivalentes ao os dos membros do exército. O objetivo da Segunda Revolta da Armada era de combater da repressão do presidente Floriano Peixoto. A Primeira Revolta da Armada foi liderada pelo Almirante Custódio de Melo, um candidato a presidência, enquanto a segunda foi liderada por Saldanha da Gama. O acontecimento mais importante da Primeira Revolta da Armada foi quando os navios de guerra, que foram levados pelos rebeldes, lançaram bombas para a cidade. O resultado da primeira revolta foi que o Deodoro Fonseca, presidente na época, renunciou. O principal acontecimento da Segunda Revolta da Armada foi quando o Rio de Janeiro foi atacado por navios de guerra. Consequentemente, o Rio de Janeiro deixou de ser a capital do Brasil por um curto período de tempo, e a cidade foi abandonada por seus habitantes. <br><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolta_da_Armada">Link da imagem</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 11:58:20 UTC</pubDate>
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         <title>Contexto Histórico - Qual era o impacto da escravização negra no Brasil da época?</title>
         <author>gr300146_2</author>
         <link>https://padlet.com/gr300146_2/pw07bgu5ofj5uu4l/wish/1547389995</link>
         <description><![CDATA[<div>O impacto da escravização negra no Brasil da época foi que um movimento de embranquecimento se iniciou, e que existia uma previsão que não haveriam mais negros no Brasil. Além disso, a idea erradicação da mistura de raças surgiu. A fala do suíço Louis Agassiz mostra o desejo de muitas pessoas da época, que era de acabar os cruzamentos entre brancos, índios e negros: "Aqueles que põem em dúvida os efeitos perniciosos da mistura de raças e são levados, por uma falsa filantropia, a romper todas as barreiras colocadas entre elas, deveriam vir ao Brasil. Não lhes seria possível negar a decadência resultante dos cruzamentos que, neste país, se dão mais largamente do que em qualquer outro. Veriam que essa mistura apaga as melhores qualidades quer do branco, quer do negro, quer do índio, e produz um tipo mestiço indescritível cuja energia física e mental se enfraqueceu." (<a href="https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/as-teorias-raciais-sob-otica-lima-barreto.htm">Link do texto que contém essa fala</a>)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 12:14:12 UTC</pubDate>
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         <title>Formativa 22 - A Lição de Violão </title>
         <author>gr300146_2</author>
         <link>https://padlet.com/gr300146_2/pw07bgu5ofj5uu4l/wish/1592958216</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Pergunta #1: Quais elementos, ao longo do capítulo, mostram o patriotismo de Quaresma?<br></strong><br>Ao longo do capítulo “A Lição de Violão”, os elementos que mostram o patriotismo de Quaresma são que ele é um indivíduo que aprecia a história literatura brasileira, pois, como podemos ver na página 77 (edição Penguim &amp; Companhia das Letras), Policarpo Quaresma “havia unicamente autores nacionais ou tidos como tais: o Bento Teixeira, da <em>Prosopopeia</em>; o Gregório de Matos, o Basílio da Gama, o Santa Rita Durão, o José de Alencar (todo), o Macedo, o Gonçalves Dias (todo), além de muitos outros. Podia se afiançar que nem um dos autores nacionais ou nacionalizados de oitenta pra lá faltava nas estantes do major. Da história do Brasil, era farta a messe: os cronistas, Gabriel Soares, Gândavo; a Rocha Pita, (...) Capistano de Abreu. (77-80) Outro elemento ao longo deste capítulo que mostra o patriotismo de Quaresma é que ele tem um grande e forte amor pelo seu país, desde quando ele era um jovem adulto: “Desde moço, aí pelos vinte anos, o amor da pátria tomou-o todo inteiro. Não fora o amor comum, palrador e vazio; fora um sentimento sério, grave e absorvente.” (84) Além disso, ele glorifica o Brasil, e faz ele a parecer melhor do que realmente é. Um exemplo disso seria na página 85: “Defendia com azedume e paixão a proeminência do Amazonas sobre todos os demais rios do mundo. Para isso ia até ao crime de amputar alguns quilômetros ao Nilo e era com esse rival do “seu” rio que ele mais implicava. Ai de quem o citasse na sua frente! Em geral, calmo e delicado, o major ficava agitado e malcriado, quando se discutia a extensão do Amazonas em face da do Nilo.” (85)<br><br></div><div><strong>Pergunta #2: Descreva, </strong><strong><em>usando suas próprias palavras</em></strong><strong>, como o narrador descreve os subúrbios cariocas?<br><br></strong>No capítulo “A Lição de Violão”, o narrador descreve os subúrbios cariocas como um lugar com pouca gente, que enche de pessoas em pouco tempo. Além disso, o fato que alguns residentes do subúrbios conhecem o Policarpo Quaresma pode indicar que algumas pessoas por lá se conhecem.<strong><br></strong><br><strong>Pergunta #3: Qual é o valor dado às modinhas de violão no capítulo em questão?<br><br></strong>O valor dado às modinhas de violão neste capítulo é que ela “é a mais genuína expressão da poesia nacional e o violão é on instrumento que ela pede. (p.75-76)” Ou seja, o valor que é dado às modinhas de violão no capítulo em questão é que o violão consegue expressar a poesia brasileira, ou que o violão seria o instrumento adequado para expressar a poesia do Brasil.<strong><br></strong><br><strong>Pergunta #4: Encontre um imagem que melhor dialogue com a percepção de Policarpo Quaresma tem de patriotismo? <br></strong><br><em>(Essa questão foi substituída por encontrar uma imagem que melhor dialogue com a representação do subúrbio no livro Triste Fim de Policarpo Quaresma)<br><br></em>A imagem escolhida está logo abaixo:</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 14:04:43 UTC</pubDate>
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         <title>Formativa 23 - Espinhos e Flores</title>
         <author>gr300146_2</author>
         <link>https://padlet.com/gr300146_2/pw07bgu5ofj5uu4l/wish/1592959203</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Pergunta #1: Na sua opinião, qual trecho do capítulo melhor descreve a paisagem dos subúrbios?<br></strong><br>Na minha opinião, o trecho do capítulo “Espinhos e Flores” que melhor descreve a paisagem dos subúrbios seria na página 191, onde o narrador diz que “nada mais irregular, mais caprichoso, mais sem plano qualquer, pode ser imaginado. As casas surgiram como se fossem semeadas ao vento e, conforme as casas, as ruas se fizeram. Há algumas delas que começam largas como <em>boulevards</em> e acabam estreitas que nem vielas; dão voltas, circuitos inúteis e parecem fugir ao alinhamento reto com um ódio tenaz e sagrado. (...) Num trecho, há casas amontoadas umas sobre outras numa angústia de espaço desoladora, logo adiante um vasto campo abre ao nosso olhar uma ampla perspectiva. (...) Há casas de todos os gostos e construídas de todas as formas.” (191)Um outro trecho deste capítulo que melhor descreve a paisagem dos subúrbios seria na página 192: “Passada essa surpesa, olha-se acolá e dá-se com uma choupana de pau a pique, coberta de zinco ou mesmo palha, (...) adiante, é uma velha casa de roça, com varanda e colunas de estilo pouco classificável, que parece vexada e querer ocultar-se, diante daquela onda de edifícios disparatados e novos.” (192)<br><br><strong>Pergunta #2: Na festa de casamento de Quinota e Genelício, como a descrição das roupas dos convidados revela sobre as características das personagens?<br><br></strong>Na festa de casamento de Quinota e Genelício, algo que a descrição das roupas dos convidados revela sobre as características das personagens é que eles escolheram roupas qualqueres para o casamento, sem se importar como suas aparências seriam. Um exemplo disso seria na página 197: “Dona Maricota vestia seda malva e o seu busto custo parecia ainda mais abafado, mais socado” (197). Um outro exemplo disso é o seguinte: “Lala, a terceira filha do general, que ja se ajeitava a moça, tinha muito pó de arroz, estava sempre a concertar o penteado e a sorrir para o tenente Fontes” (197-198).<strong><br></strong><br><strong>Pergunta #3: No final do capítulo, descreva e compare a recepção à apresentação da filha do Dr. Lemos e do Ricardo Coração dos Outros. Como ela revela as contradições em relação à maneira como a sociedade percebe o violão como instrumento musical?<br></strong><br>Se considerarmos a recepção à apresentação da filha do Dr. Lemos, poderemos ver que ela foi bem tratada e respeitada, pois o canto dela foi tratado como algo importante, como podemos ver na página 203: “- Depressa, depressa, que a filha do Lemos vai cantar”. (203) Quando ela parou de cantar, seu canto recebeu “palmas gerais, mas frias” (204), mas ela recebeu diversos elogios, como “bela voz”, e “canta muito bem” (205). Depois que Ricardo Coração dos Outros tocou, seu desempenho foi muito mais aplaudido do que o canto da filha do Dr. Lemos. Isso é porque “as palmas foram ininterruptas. O general abraçou-o, Genelício levantou-se e deu-lhe a mão, Quinota, no seu imaculado vestido de noiva, também.” (205) Além disso, pouco tempo depois de ter terminado de tocar, uma moça revelou que gostava das modinhas de Ricardo Coração dos Outros: “Não se esqueça (...) Gosto tanto de suas modinhas… São tão ternas, tão delicadas…” (205)<br><br></div><div><br>Uma grande contradição é revelada quando o Ricardo Coração dos Outros termina de tocar o seu violão no casamento. No capítulo “A Lição de Violão”, podemos ver que o violão é visto como algo negativo, pois quando Policarpo Quaresma é visto com um violão, as pessoas ao seu redor pensaram que ele estava “perdido, maluco” (74). Também pensaram/falaram o seguinte: “Mas que coisa? Um homem tão sério metido nessas malandragens!” No entanto, depois que Ricardo Coração dos Outros termina de tocar o seu violão (o mesmo instrumento que foi associado a malandragem anteriormente), ele não só recebe palmas ininterruptas como também é abraçado pelo general e comprimentado por Genelício e Quinota. Ou seja, algumas pessoas na sociedade vêem o violão como algo negativo, enquanto outras pessoas vêem o violão como algo positivo, pois adoraram assistir e escutar um indivíduo tocar este mesmo instrumento.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 14:05:02 UTC</pubDate>
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         <title>(Os outros posts estão localizados na parte de baixo deste padlet)</title>
         <author>gr300146_2</author>
         <link>https://padlet.com/gr300146_2/pw07bgu5ofj5uu4l/wish/1600288630</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-11 04:02:59 UTC</pubDate>
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