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      <title>Meu padlet destemido by Jaqueline Lima</title>
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      <description>Dedico - GCCS658 - Saúde, Cuidado e Qualidade de Vida.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-12-01 04:23:41 UTC</pubDate>
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         <title>Bem-vindos ao meu DEDICO! </title>
         <author>jklima1996</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Olá pessoal, Tudo bem? Espero que sim.</div><div>Meu nome é Jaqueline Lima, sou natural da Ilha de Itaparica - BA. Estudante do curso BIS/ Enfermagem, no CCS.&nbsp;</div><div>Estou muito entusiasmada com todas as informações e reflexões abordadas nesse semestre, nas aulas, nas contribuições de todos os colegas de turma e também com todos os conhecimentos adquiridos e compartilhados ao longo dos semestres anteriores; a partir das análises das discursões em aula&nbsp; levaram-me a tentar entender e buscar outros pontos de vistas diferentes sobre a saúde e&nbsp; o cuidado. E como essas visões podem influenciar na qualidade de vida, não apenas na nossa própria, mas também como toda a sociedade. Vamos nos construir e reconstruir juntos? Preparados para a nossa viagem?</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-01 04:50:15 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 1 - O corpo como fenômeno cultural.</title>
         <author>jklima1996</author>
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         <description><![CDATA[<div>De acordo com Lopes (1995), a cultura surge na relação homem/natureza. Ela se apresenta como o conjunto de interpretações, apropriações e transformações que o homem realiza junto à natureza. Somos corpo, cultura e natureza, temos essa dualidade em nós.<br>Pode-se perceber que&nbsp; a forma como o corpo é visto influencia grandemente na forma como é tratado na sociedade e até mesmo como indivíduo se autovaloriza.&nbsp;<br><br>Referência Bibliográfica&nbsp;<br><br>FERREIRA, J. O corpo sígnico. In MCS Minayo &amp; PC Alves (orgs.). Saúde, doença: um olhar antropológico. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998. Disponível em: &lt;https://sistemas.ufrb.edu.br/sigaa/portais/discente/discente.jsf&gt;. Acesso em 01 dez. 2021.<br><br></div><div>ZANIN, M. O.; AGUIAR, C. M.; MORELLI, G. Cultura, corpo e natureza. Algumas relações. Revista Digital, Buenos Aires, nº 93, Fevereiro, 2006. Disponível em: &lt; https://www.efdeportes.com/efd93/corpo.htm&gt;. Acesso em: 01 dez. 2021.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-01 05:22:34 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 2 - Antropologia da morte.</title>
         <author>jklima1996</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em relação a morte, cada cultura tem seu modo de vê e expressar-se quanto ao assunto.&nbsp;<br>Enquanto na visão da maioria dos brasileiros é de pesar, sofrimento e enorme saudade; em outras culturas, como na mexicana é celebrada, onde destaca-se o "Dia de Los Muertos - 02 de Outubro".<br>&nbsp;A data tem como foco a celebração dos ciclos da vida e da morte, fazendo uma homenagem direta àqueles que já morreram.&nbsp;<br>E o que aprendemos com os mexicanos?<br>Que a morte é acontecimento que deve ser comemorado tanto quanto o da vida e do nascimento e que principalmente a pessoa cumpriu o seu propósito e que estar  protegendo e cuidando dos seus entes queridos vivos.   <br><br>Referência Bibliográfica&nbsp;<br><br>MELO, M. Dia de Los Muertos: origem e características do feriado mexicano. Blog IE Intercâmbio. Junho, 2021. Disponível em: &lt; https://www.ie.com.br/intercambio/dia-los-muertos/&gt;. Acesso em: 02 dez. 2021.<br><br>WEISS, I. K. As faces da morte: um estudo antropológico das variadas formas de inumação. In: Revista Alamedas, v. 2, n. 1, 2014, p. 37-49. Disponível em: &lt;http://e-revista.unioeste.br/index.php/alamedas/article/view/10137&gt;. Acesso em: 02 dez. 2021.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-01 05:40:27 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 3 - A construção social do conceito de saúde e doença.</title>
         <author>jklima1996</author>
         <link>https://padlet.com/jklima1996/pvn0jjvn9amcm54x/wish/1975445127</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo a Organização Mundial de Saúde definiu que o conceito de saúde não é apenas a ausência de doença, mas o perfeito bem-estar físico, mental e social, no entanto, esse conceito de "perfeito" vem sendo questionado, pois o que seria "o perfeito"? E esse "perfeito" é algo que pode ser alcançado ou é inatingível?<br>Esse lema busca oferecer um modo de visão biomédico para o conceito, no entanto, como aponta Siqueira e Moraes (2009, p. 2.116), a saúde define-se “no contexto histórico da sociedade e em seu processo de desenvolvimento, englobando as condições de alimentação, habitação, educação, renda, ambiente, trabalho, emprego, lazer, liberdade, acesso e posse da terra e acesso a serviços de saúde”.<br>&nbsp;A partir disso, percebe-se que apesar de serem expressões utilizadas bastante no nosso dia-a-dia, a ideia de saúde e doença são termos complexos, pois modifica-se de acordo com as experiências de cada indivíduo e como esse percebe o mundo.&nbsp;<br><br>Referência Bibliográfica<br><br>NUNES, E. D. A doença como processo social. In: CANESQUI, A. M. (Org). Ciências Sociais e Saúde para o ensino médico. Fapesp, 2000. Disponível em: &lt;https://sistemas.ufrb.edu.br/sigaa/portais/discente/discente.jsf&gt;. Acesso em 01 fev. 2022.<br><br>SEGRE, M.; FERRAZ, F. C. O conceito de saúde. Rev. Saúde Pública. São Paulo, v 31, n° 5, p. 538-42. Outubro, 1997. Disponível em: &lt; https://doi.org/10.1590/S0034-89101997000600016&gt;. Acesso em 01 fev. 2022.<br><br>SILVA, M. J. S.; SCHRAIBER, L. B.; MOTA, A. O conceito de saúde na Saúde Coletiva: contribuições a partir da crítica social e histórica da produção científica. Physis: Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 29(1), e 290102, 2019. Disponível em: &lt;http://dx.doi.org/10.1590/S0103-73312019290102&gt;. Acesso em 01 fev. 2022.<br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-05 01:41:55 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 4 - Humanização do cuidado em saúde.</title>
         <author>jklima1996</author>
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         <description><![CDATA[<div>A chegada do vírus SARS-Cov-2 no Brasil em 2020, que se tornou uma pandemia e ocasionou a doença que é classificada por COVID-19, definiu uma nova forma de prestar a assistência de uma forma ética, digna e humanizada e com uma imensa contribuição dos meios tecnológicos, no entanto, o que seria a humanização no atendimento dos profissionais de saúde na pandemia?&nbsp;<br>O ato de humanização é a forma de atender as pessoas respeitando suas singularidades, atendendo suas necessidades de forma ética e permitindo que o indivíduo exerça a sua autonomia.&nbsp;<br><br>Referência Bibliográfica<br>&nbsp;<br>&nbsp;FONTES, P. A. de C. Ética, direito dos usuários e políticas de humanização da atenção à saúde. IN: Saúde e Sociedade, v.13, n.3, set-dez 2004, p.30-35. Disponível em: &lt; https://sistemas.ufrb.edu.br/sigaa/portais/discente/discente.jsf&gt;. Acesso em 01 fev. 2022. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-05 01:50:50 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 5 - Autoatenção e intermedicalidade: noções antropológicas sobre a saúde. </title>
         <author>jklima1996</author>
         <link>https://padlet.com/jklima1996/pvn0jjvn9amcm54x/wish/1975496902</link>
         <description><![CDATA[<div>Harmonia e reciprocidade consigo mesmo, entre os povos, com a natureza e todos os seres que compõem essa. Desta forma, forma-se uma relação equilibrada com a natureza biocêntrica comunitária sustentada na pluralidade e na diversidade e com alguém que o acolhe, legitima, integra e reinterpreta suas dores, angústias e sintomas. <br><br>A SEGUIR, O POEMA DE MÁRCIA KAMBEBA:<br><strong>Silêncio Guerreiro</strong><br>No território indígena<br>O silêncio é sabedoria milenar<br>Aprendemos com os mais velhos<br>A ouvir, mais que falar.</div><div>No silêncio da minha flecha<br>Resisti, não fui vencido<br>Fiz do silêncio a minha arma<br>Pra lutar contra o inimigo.<br>Silêncio é preciso,<br>Para ouvir o coração,<br>A voz da natureza<br>O choro do nosso chão.<br>O canto da mãe d’água<br>Que na dança com o vento<br>Pede que a respeite<br>Pois é fonte de sustento.</div><div>É preciso silenciar<br>Para pensar na solução<br>De frear o homem branco<br>E defender o nosso lar<br>Fonte de vida e beleza<br>Para nós, para a nação!</div><div><br>Referência Bibliográfica&nbsp;<br><br></div><div>GALVÃO, D. 2 Poemas de Márcia Kambela. Revista Acrobata: literatura, artes visuais e outros desequilíbrios. 2019. Disponível em: &lt; https://revistaacrobata.com.br/demetrios/poesia/2-poemas-de-marcia-kambeba &gt;. Acesso em 02 fev. 2022. &nbsp;</div><div><br>SCOPEL, D.; DIAS-SCOPEL, R. P.; WIIK, F. B. Cosmologia e Intermedicalidade: o campo religioso e a autoatenção às enfermidades entre os índios Munduruku do Amazonas, Brasil. Revista Tempus Actas de Saúde Coletiva, v. 6, n. 1, 2012. Disponível em: &lt;https://sistemas.ufrb.edu.br/sigaa/portais/discente/discente.jsf&gt;. Acesso em 02 fev. 2022.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-05 02:17:33 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 6 - Itinerários terapêuticos, projetos de cuidado e tecnologias do cuidado em saúde.</title>
         <author>jklima1996</author>
         <link>https://padlet.com/jklima1996/pvn0jjvn9amcm54x/wish/1975501979</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir de um olhar sócio-antropológico, percebe-se que&nbsp; todos que fazem parte da sociedade, sejam esses os profissionais de saúde com seu conhecimento técnico-científico e suas racionalidades médicas; o subsistema folk e o popular. Todos esses tem a sua importância e singularidade, pois um complementa o outro mesmo com toda diferença existente.<br><br>Referência Bibliográfica&nbsp;<br><br>&nbsp;MÂNGIA, E.; MURAMOTO, M. Itinerários terapêuticos e construção de projetos terapêuticos cuidadores. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, v. 19, n. 03, 2008, p. 176-182. Disponível em: &lt;https://sistemas.ufrb.edu.br/sigaa/portais/discente/discente.jsf&gt;. Acesso em 02 fev. 2022.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-05 02:20:41 UTC</pubDate>
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         <title>Finalização - DEDICO.</title>
         <author>jklima1996</author>
         <link>https://padlet.com/jklima1996/pvn0jjvn9amcm54x/wish/1975503245</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;DEDICO - RECONSTRUIR PARA CONSTRUIR-SE... Chegou ao final...&nbsp;<br>A partir dos conhecimentos partilhados, adquiridos ao longo de todos os semestres e principalmente nesse e nas aulas, percebe-se que o conceito de saúde-doença, os seus processos e o cuidado são complexos e diversificados mundialmente, pois cada indivíduo tem uma noção partindo da sua cultura, suas vivências e dos seus ancestrais e do todo e a qualidade de vida depende diretamente ao meio em que vivemos, pois essa vai desempenhar uma função primordial para o desenvolvimento de patologias ou não, e também a forma que as relações interpessoais serão percebidas e mantidas.<br>&nbsp;<br>&nbsp;&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-05 02:21:35 UTC</pubDate>
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