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      <title>População Quilombola by </title>
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      <description>Trabalho sobre a população  quilombola</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-04 10:19:33 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>mariaisabelasilva06_</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os quilombos foram agrupamentos formados no Brasil colonial, compostos por escravos fugidos, alguns deles perpetuando até os dias atuais.<br>O maior era o quilombo dos Palmares, comandado por Zumbi.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-16 12:39:06 UTC</pubDate>
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         <title>Continente africano </title>
         <author>mariaisabelasilva06_</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sua história começa na África, berço da humanidade, um continente com as mais ricas civilizações.&nbsp;<br>Um ponto interessante é o fato que a escravidão existia dentre esses povos africanos, e em troca de tecidos de seda, jóias, metais preciosos, armas, tabaco, algodão e cachaça eles davam&nbsp; aos portugueses escravizados e ouro. Para os portugueses era uma troca extremamente vantajosa, pois esses produtos comparados com escravos e ouro eram baratos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-16 12:39:27 UTC</pubDate>
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         <title>Transporte </title>
         <author>mariaisabelasilva06_</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao perder uma guerra, os soldados derrotados eram trazidos como escravos de guerra pelos ganhadores, muitas vezes os povos guerreavam apenas para trocar os escravos&nbsp; pelos produtos portugueses. Ao chegar ao litoral os escravos eram conduzidos aos navios negreiros e lá passavam por dificuldades desumanas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-16 12:46:20 UTC</pubDate>
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         <title>Vida nos navios </title>
         <author>mariaisabelasilva06_</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os navios eram essencialmente para carregar os produtos e os melhores locais eram destinados à tripulação branca, enquanto os negros ficavam na sujidade do porão,com aproximadamente 400 a 600 mil escravos num único, pequeno e apertado, espaço. Lá eram tratados como animais, a mercê da fome e das doenças. Eram tão insignificantes que em situações perigosas era preferível jogar os negros ao mar do que o carregamento do navio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-16 12:54:02 UTC</pubDate>
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         <title>Chegada na costa </title>
         <author>mariaisabelasilva06_</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao chegar a costa do Brasil, sua vida não melhoraria, eram levados para centros de comércio onde eram avaliados por saúde dentária e massa muscular, se fossem comprados eram levados aos engenhos. Uma observação interessante, é que o método de avaliação era totalmente hipócrita, já que nos navios, com a situação precária vivida, era raro se ter dentes saúdaveis e uma massa muscular relevante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-23 12:30:22 UTC</pubDate>
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         <title>Vida no engenho </title>
         <author>mariaisabelasilva06_</author>
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         <description><![CDATA[<div>No engenho, tinham que obedecer ao seu senhor, se não eram torturados e punidos. A comida era restos de partes menos nobres dos alimentos que eram jogadas fora pelos brancos, além da ração a base de fubá. Haviam vários instrumentos de tortura, desde privações de alimentação e movimento até objetos perfurantes que rasgavam a pele. Os que fugiam iam para áreas afastadas e escondidas, dificultando seu acesso por capitães do mato, se fossem encontrados eram levados de volta ao engenho e sofriam mais tortura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-23 12:30:59 UTC</pubDate>
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         <title>Quilombos </title>
         <author>mariaisabelasilva06_</author>
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         <description><![CDATA[<div>O funcionamento dos quilombos considerava a tradição dos escravos fugidos que neles habitavam. Nessas comunidades, se realizavam atividades diversas como agricultura, extrativismo, criação de animais, exploração de minério e atividades mercantis. Vale ressaltar que não eram apenas&nbsp; escravos que moravam nos quilombos, tinha indígenas e até brancos endividados e ladrões.</div>]]></description>
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         <title>Situação Atual</title>
         <author>sarahmariadias07_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Atualmente, nota-se uma regressão, isto é, antes viviam tranquilamente na tradição de suas famílias, hoje, devido a industrialização, não há recursos para os tradicionalistas.</p><p>A população quilombola no Brasil hoje soma mais de 1,3 milhões de pessoas  cerca de 0,65% da população brasileira, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de geografia e estatística). O senso de realizado em 2022 foi o primeiro a ter a declaração de pessoas que se consideram quilombolas. Foram constatados que cerca de todas regiões do pais há pessoas\comunidades quilombolas, e que cerca de 70% dessas se encontram no Nordeste.</p><p>  </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-25 10:25:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarahmariadias07_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ainda hoje existem comunidades quilombolas que resistem à urbanização e tentam manter seu modo de vida simples e em contanto com a natureza, vivendo, porém, muitas vezes em condições precárias devido à falta de recursos naturais e à difícil integração à vida urbana e não tribal. Entretanto, a maior parte de pessoas que se denominam quilombolas reside em áreas urbanas, porem em periferias, comunidades, favelas e etc, aponta o Censo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-25 10:28:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarahmariadias07_</author>
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         <description><![CDATA[<p>As comunidades/pessoas quilombolas sofrem com a dificuldade de acesso à saúde pública. A visão de vulnerabilidade social é, usualmente, referida nos quilombos em relação à saúde e à doença. A morbimortalidade, tanto de origem infectocontagiosa quanto crônico-degenerativa, compõe o repertório de reflexão desta rede de causalidade da insegurança. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-25 10:28:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarahmariadias07_</author>
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         <description><![CDATA[<p> A importância do recorte étnico/racial na assistência e na atenção em saúde relativa às doenças e às condições de vida da população negra, permite que sejam identificados contingentes populacionais mais suscetíveis a agravos à saúde, como hipertensão e anemia falciforme. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-25 10:30:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarahmariadias07_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sobretudo na pandemia do Coronavírus, essa dificuldade foi notória, segundo a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) a falta de planos de contingência por parte do governo durante a pandemia, levou a morte de muitos quilombolas no país.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-25 10:30:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarahmariadias07_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Atualmente, o número de comunidades registradas nas atuais políticas públicas, porém, estabelecido por meio do processo de certificação da Fundação Cultural Palmares, é de 1.739 famílias, o que não e 20% da população quilombola da nação verde e amarela</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-25 10:31:50 UTC</pubDate>
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         <title>Os filhos de Zumbi ainda morrem </title>
         <author>douglasdeivid0607</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na última década, pelos menos 30 lideranças quilombolas foram assassinados. A maioria das vítimas liderava territórios quilombolas. Os assassinatos ocorreram dentro dos quilombos e com uso de armas de fogo.É o que revela o levantamento divulgado pela Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-29 12:00:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>douglasdeivid0607</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma das principais representantes dos&nbsp;quilombolas, Mãe&nbsp;Bernadete&nbsp;era líder do&nbsp;Quilombo&nbsp;Pitanga dos Palmares, coordenadora da&nbsp;(Conaq),<br>ocupou o cargo de secretária de Promoção da Igualdade Racial de Simões Filho.<br>Bernadete Pacífico, de 72 anos, foi assassinada a tiros dentro da associação do Quilombo Pitanga dos Palmares, na noite de quinta-feira (17/08/2023).<br>Segundo o filho de Bernadete, Wellington dos Santos, em entrevista à TV Bahia, a mãe foi assassinada com tiros no rosto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-29 12:01:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>douglasdeivid0607</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Remédios Medicinais naturais dos quilombos!! </title>
         <author>gr6p4g2nq8_</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.canva.com/design/DAFyp2EnQrs/5DeFEzOugTZLBIVOxY9-LQ/view?utm_content=DAFyp2EnQrs&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link&amp;utm_source=editor">https://www.canva.com/design/DAFyp2EnQrs/5DeFEzOugTZLBIVOxY9-LQ/view?utm_content=DAFyp2EnQrs&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link&amp;utm_source=editor</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-29 16:41:39 UTC</pubDate>
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         <title>Saúde nos quilombos antigamente </title>
         <author>mariaisabelasilva06_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Dada a epoca, sua saúde era relativamente boa, nesses locais, os negros reviviam suas raizes africanas. Dessa forma, eram felizes e, especialmente, livres,  podiam cultuar seus deuses e praticar suas danças e músicas. Seu único risco eram os ataques de capitães do mato, que invadiam, levavam de volta os escravos fujões e destruíam a aldeia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-29 21:10:31 UTC</pubDate>
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         <title>Poema </title>
         <author>av618283</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nos confins da história, escondidos na mata,</p><p>Nasceram os quilombos, refúgios de bravata.</p><p>Africanos fugitivos, em busca da liberdade,</p><p>Forjaram comunidades, em luta e solidariedade.</p><p><br></p><p>Sob o sol abrasador e a noite estrelada,</p><p>Nas terras proibidas, sua esperança era renovada.</p><p>Lutavam contra a escravidão, erguiam-se com fervor,</p><p>No Quilombo dos Palmares, brilhava Zumbi, o senhor.</p><p><br></p><p>Cultivavam a cultura, tradições a florescer,</p><p>Cantavam e dançavam, faziam o mundo entender.</p><p>Música, religião, língua e festivais,</p><p>Nas veias quilombolas, raízes ancestrais.</p><p><br></p><p>Hoje, remanescentes, mantêm a chama acesa,</p><p>Preservando a história, com coragem e destreza.</p><p>No Brasil, o legado dessas terras sagradas,</p><p>Nos ensina que a luta por justiça é eterna e nunca findada.</p><p><br></p><p>Quilombos, patrimônios, da nação brasileira,</p><p>Histórias de resistência, memórias que perduram inteiras.</p><p>Com orgulho e respeito, honramos esse chão,</p><p>Onde a liberdade encontrou sua canção.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-29 23:00:04 UTC</pubDate>
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         <title>O passado que reflete no futuro</title>
         <author>ana12carol22</author>
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         <description><![CDATA[<div>Link para o projeto "Malungu"<br>https://malungu.org/saude-mental-quilombola/</div>]]></description>
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