<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>PPM - Atividade 8 by João Gonçalves</title>
      <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade8</link>
      <description>17 de novembro de 2017</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-11-07 15:08:20 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-10-15 03:19:01 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Grupo - Peter Dahlgren, The Political Web (2013)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208020249</link>
         <description><![CDATA[<div>Francisco Leite<br>Aires Walter dos Santos<br>Tiago Gonçalves<br><strong><br>1. </strong>Peter Dahlgren é um Professor Emérito sueco no Departamento de Comunicação e Média da Universidade de Lund, na Suécia. Nasceu em 1946 e estudou nos E.U.A. Os seus estudos são sobre os media e a democracia com um foco particular na participação democrática principalmente em relação aos media digitais.<br><strong>2.</strong> Contrariamente ao que é habitual, Dahlgren defende que a razão pela qual as pessoas não participam ativamente na democracia não se resume à apatia, mas também a problemas estruturais do sistema democrático em si que dificultam ou impedem a sua participação. Por exemplo, o funcionamento dos partidos, a falta de representação ou a inacessibilidade de contactar com quem tem o poder.<br><strong>3.</strong> Este tipo de problema ainda se mantém, até porque o próprio texto é bastante atual. Porém, o crescimento e popularização das redes sociais fez com que ele tenha perdido alguma força, já que as pessoas, mesmo não conseguindo usar os meios tradicionais, conseguem muitas vezes chamar a devida atenção às questões através de campanhas de diversas redes sociais.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-17 09:17:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208020249</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208020574</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-17 09:19:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208020574</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2 - excerto de Carole Pateman</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208020579</link>
         <description><![CDATA[<div>Alexandra Beça&nbsp;<br>Daniela Monteiro<br>Daniela Caroça&nbsp;<br>Dulce Loureiro&nbsp;<br>Márcia Fernandes<br><br>1- Carole Pateman nasceu em 1940, em Maresfield, Reino Unido. É uma filósofa, tendo-se doutorado na Universidade de Oxford. Trabalha na área da teoria política e feminismo. Foi a primeira mulher a ocupar o cargo da Presidência da Associação Internacional da Ciência Política.<br>As obras da autora abordam questões relacionados com a democracia, participação política, obrigação política, críticas ao liberalismo e perspetivas feministas, a respeito da dominação e do contrato social.<br><br>2- O excerto é de 1970. Tem como ideias principais:<br>- a naturalização do conceito de participação, principalmente em estudantes<br>- Conceito de participação como tendo um papel mínimo&nbsp;<br>- A participação nem sempre é positiva à democracia<br><br>3- Atualmente, verifica-se que existem níveis baixos de participação democrática, tal como a autora defende que esta tem um papel mínimo. Para além disso, acreditamos que a abstenção registada em elevado número, nos dias de hoje, é um efeito da falta de participação.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-17 09:19:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208020579</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208020616</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Maria Dinis<br>Ana Rita Martins<br>Carolina Ribeiro<br>Inês Paredes<br>Mariana Prata<br><br><br>Textos da democracia<br><br>Autor: Michael Schudson<br><br>1. Michael Schudson nasceu em 1946 e é atualmente professor de comunicação nas Universidades da Califórnia e de Columbia. As suas áreas de especialização são História do Jornalismo, Sociologia dos Media, Comunicação Política e Cultura Pública.<br>Alguns dos seus trabalhos mais relevantes incluem as obras "Discovering the news", "The power of news", "The good citizen"&nbsp; e "The sociology of news".&nbsp;<br><br>2. No excerto, o autor enfatiza a importância do discurso informal/ conversa face-a-face como o meio eficaz para a resolução de problemas democráticos. Na opinião de Schudson, o discurso democrático nem sempre chega a toda a comunidade, devido à retórica/linguagem utilizada: por vezes desconfortável, aborrecida e que pode provocar ansiedade nos ouvintes.<br><br>3. Na atualidade, podemos identificar o papel da atividade sindical em Portugal, nomeadamente a greve dos professores - FENPROF, CGTP, UGT. Nestes casos, os sindicatos são os intermediários entre o povo e o governo, na medida em que são eles que transformam o discurso popular em discurso deliberativo, que é a forma de comunicação normalizada na estrutura do Governo&nbsp;e seus intendentes.<br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-17 09:19:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208020616</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208020859</link>
         <description><![CDATA[<div>Alice Leroy E7912<br>Ana Leite A79204<br>Ana Longras A78721<br>Ana Luís A75430<br>Bruna Araújo A78366<br>Marcos Renosto E8104<br><br><strong>1. Pesquisar sobre o autor do excerto. Quando viveu? Quem foi?<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>Thomas Hobbes nasceu em 1588, na Inglaterra, e morreu em 1679, com 91 anos, no mesmo país. Foi um matemático, teórico-político e físico inglês, autor de Leviathan (1651), de onde a citação foi extraída, e Do Cidadão (1651).<br><br><strong>2. Quais são as principais ideias do excerto?</strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A questão enfatizada pelo excerto retirado consiste na ideia de que, embora os Homens tenham faculdades físicas e mentais diferentes, não significa que capacidades mais fracas não possam igualar ouperar capacidades mais fortes. Em suma, o autor defende a igualdade.<br><br><strong>3. Como se aplicam à atualidade?</strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A ideia retida na citação de Thomas Hobbes pode relacionar-se, atualmente, com a luta feminista pela igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres. Um exemplo disso é a exigência de uma prova de igualdade salarial às empresas, na Islândia, país pioneiro a implementar esta medida.<br>&nbsp; &nbsp; Neste caso específico, verifica-se que, apesar das mulheres terem capacidades físicas, em geral, mais fracas que os homens, esse fator não as impede de realizar as suas funções tão ou mais eficazmente que eles, e obter igualdade de remuneração.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-17 09:20:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208020859</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208021408</link>
         <description><![CDATA[<div>Daniela Fonseca&nbsp;<br>Helena Soares<br>Inês Vale<br>Maria João Castro</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/229665230/40ef70c7eda06642e4eddb735f80613d/63FC7270_8AA2_45C2_98AD_8B8D1B08AE38.jpeg" />
         <pubDate>2017-11-17 09:22:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208021408</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 9</title>
         <author>mng2196</author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208021420</link>
         <description><![CDATA[<div>Paula Alfonso Durán E7845<br>Sara Bouza Blanco E7846<br>Paula Muñoz Gonzalo E7840<br>Miriam Nadal Gimeno E7841<br><br>Jürgen Habermas é um filósofo e sociólogo alemão nascido em 1929, conhecido sobretudo por seu trabalho na filosofia prática.<br><br>As principais idéias do texto são:&nbsp;<br>Os canais de comunicação se tornaram mais regulares, então a comunicação pública sofreu uma pressão mais seletiva.<br>O grande poder que os media possui permite que eles manipulem e influenciem o comportamento de seus públicos, enquanto suas intenções estratégicas estão escondidas.<br><br>Essas idéias se aplicam ao presente até certo ponto, pois o público está cada vez mais consciente da influência que a mídia exerce sobre eles e pode constituir uma personalidade crítica.<br>Além disso, a Internet é atualmente um dos maiores meios de comunicação e exerce um efeito globalizante. Deve-se ter em conta que este ambiente global transformou os atores passivos da comunicação em atores ativos, ou seja, agora qualquer pessoa pode participar do ato comunicativo através da Internet.<br><br>&nbsp;<br>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-17 09:22:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208021420</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7</title>
         <author>anassm</author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208021482</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Ana Sofia Oliveira a78661</li><li>Ana Sofia Monteiro a74460</li><li>Bárbara Carvalho a79198</li><li>Marta Fernandes a77264</li><li>Marta Dias a79121</li><li>Vera Monteiro a77706</li></ul><div><br>Walter Lippmann foi um escritor, jornalista e comentador político estadunidense, nascido a 23 de Setembro de 1889 em Nova Iorque. Nasceu no meio do uma família judia abastada e estudou em Harvard. Famoso por ter sido um dos primeiros a introduzir o conceito de Guerra Fria em 1947, cunhar o significado do termo "esteriótipo" na psicologia moderna e criticar os media e a democracia. O livro <em>Opinião Pública,</em> de Walter Lippmann, foi considerado como "o livro fundador do jornalismo moderno" e também "fundador em estudos de média americana". O escritor faleceu a 14 de Dezembro de 1974.<br><br>O excerto "The Phantom Public" transmite a principal ideia de que a democracia, á qual supostamente temos acesso, é uma falsa democracia. Isto significa que a opinião pública é irrelevante para o processo político, pois a maioria dos americanos não compreendem, nem têm influência nos eventos nos quais as suas vidas dependem.<br><br></div><blockquote>"Na falsa democracia mundial, o cidadão está à deriva, sem a oportunidade de intervir politicamente e mudar o mundo. Actualmente, somos seres impotentes diante de instituições democráticas das quais não conseguimos nem chegar perto." Época, 2005</blockquote><div>José Saramago<br><br>Atualmente, apesar de termos o direito de escolher e, por exemplo, de votar, apenas estamos a decidir algo que foi previamente selecionado pelo governo. Ou seja, a nossa escolha não é verdadeira porque fomos expostos ao que queriam que fossemos expostos, algo pré selecionado.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-17 09:22:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208021482</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208024403</link>
         <description><![CDATA[<div>Autor: Hannah Arendt<br>Filósofa política alemã de origem judaica<br>1906-1975<br>Uma das poucas vozes femininas na filosofia do século XX<br>Lutou pela resistência anti-nazi, foi presa pela Gestapo<br>Sempre procurou perceber de que forma regimes totalitaristas se forjaram tão intensamente<br>Escreveu a obra "Origem do Totalitarismo" (1951)<br><br>O excerto retirado da obra "Origem do Totalitarismo"<br>As populações acreditam em tudo o que lhes é dito e no pior, independentemente do quão absurdo for. <br>Debaixo de determinadas circunstâncias a população pode acreditar em tudo o que lhes é dito, mesmo que seja desmentido depois. Os líderes totalitários aproveitam-se disso para depois serem reconhecidos por ditarem mentiras e apoiarem regimes que não trazem vantagens à maioria, mas acabam por ser vistos como pessoas de grande inteligência a nível de tática política. <br>O poder dos media nestes regimes é praticamente nulo e submete-se ao poder individual.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-17 09:33:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208024403</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 17</title>
         <author>joaofilipecoelho17</author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208028211</link>
         <description><![CDATA[<div>Mariana Pires Mendes (a74717)<br>José Daniel Costa (a77878)<br>João Filipe Coelho (a79029)<br><br>Autor: John Dewey<br>Obra: The Public and Its Problems<br><br>John Dewey nasceu em Burlington, Vermont a 20 de outubro de 1859 e morreu a 1 de junho de 1952. Dewer foi um filósofo, pedagogo e pedagogista norte-americano de tradição pragmática.<br><br>Neste excerto, Dewey refere que com as ferramentas de comunicação que temos disponíveis, torna-se cada vez mais importante utilizar essas ferramentas para permitir um desenvolvimento das sociedades, assim como um fortalecimento das ligações dos membros das mesmas. Dewey defende, assim, que a comunicação irá permitir transformar uma sociedade numa grande comunidade.&nbsp;<br><br>Apesar do texto ter sido escrito em 1927, esta temática torna-se cada vez mais atual. Hoje em dia, há cada vez mais novas formas de comunicação, que nos permite adaptar as nossas técnicas comunicativas à realidade em que vivemos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-17 09:46:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208028211</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 11</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208028311</link>
         <description><![CDATA[<div>Autor: Jürgen Habermas&nbsp;<br>Obra: Further Reflections on the Public Sphere<br><br>1.&nbsp; Data de nascimento: 18 de junho de 1929 - 88 anos</div><div>&nbsp;</div><div>É um filósofo e sociólogo alemão e membro da Escola de Frankfurt. Dedicou a sua vida ao estudo da democracia, e é conhecido pelas suas teorias sobre a racionalidade comunicativa e a esfera pública, sendo considerado um dos intelectuais contemporâneos com maior importância. Este concorda com a crítica ao positivismo lógico e a influência deste na Sociologia.</div><div>Habermas tem sido estudado em vários campos do conhecimento, desde as Ciências da Comunicação, Jornalismo, Sociologia, Ciência Política, Filosofia da Linguagem e Direito, isto pois este autor contribui para o estudo da democracia deliberativa.&nbsp;<br><br>2. - Os canais de comunicação tornaram-se regulados;<br>- O acesso à comunicação pública tornou-se objeto da uma pressão deletiva;<br>- Com isto, emergiu uma nova forma de influência: o poder dos media, nomeadamente, os mass media;<br>- A esfera pública começou a ser dominada pelos media;<br>- Entre si, estes travam uma luta de poderes e influência.</div><div><br><br>3. <strong>Desde o início dos seus estudos, é notório que as suas obras transitam ao redor da interação</strong>. O trabalho de Habermas trata da <strong>análise da democracia nas sociedades sob o capitalismo avançado, num contexto de evolução social</strong>. Neste excerto, o tema abordado em específico trata o <strong>poder e influência dos media na sociedade, nomeadamente dos </strong><strong><em>mass media</em></strong>.&nbsp; <br><br><strong>O palco desta troca de influências e poder é a esfera pública, onde se dá a produção da opinião pública</strong>. A esfera continua a ser uma arena contestada onde <strong>grande parte do conteúdo é fabricado por pessoas e instituições com dinheiro, influência moral ou outras formas de poder.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Os meios de comunicação de massa desempenham um importante papel aqui: ao serem um veículo que carrega a competitividade, entre essas tentativas de influenciar, por serem uma fonte de notícias e um tipo de discurso que funciona quase como um monólogo contaminado pela omnipresença da publicidade.&nbsp;</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Na sua forma ideal, a esfera pública é "constituída por entidades privadas reunidas como público e articulando as necessidades da sociedade com o Estado". A esfera pública gera opiniões e atitudes que servem para afirmar ou desafiar os assuntos do Estado. Em termos ideais, segundo Rutherford, a esfera pública é a fonte da opinião pública necessária para "autoridade legítima em qualquer democracia em funcionamento". <br><br><strong>Este autor critica a "Publicidade Manipuladora" que é feita por estas entidades com poder e influência social e política. Isto deve-se ao facto de Habermas acreditar que esta publicidade arrasta maus valores como o teatro e exibição. &nbsp;</strong></div><div>A propaganda e a persuasão não matam o corpo político - apenas o torna menos eficaz - já que o poder sem as pessoas não seria muito útil.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-17 09:46:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208028311</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 12</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208029205</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>Michael Schusdon&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>1-Sobre o autor:&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Michael Schudson nasceu em novembro de 1946 e estudou sociologia na Universidade de Harvard. Atualmente, é professor de jornalismo na Graduate School of Journalism na Universidade da Califórnia (San Diego) e&nbsp; na Universidade de Columbia (Nova Iorque). É um especialista no campo da história do jornalismo, na sociologia dos media, comunicação política e cultura pública. Publicou vários livros como Discovering the news (1978)&nbsp; e The power of news (1995). Tem uma participação corrente em revistas académicas.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>2-Principais ideias:&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>- diferenciação entre conversa em grupo e conversa entre duas pessoas&nbsp;</div><div>- a conversação sem educação e treinamento apropriados e sem igualdade social pode ser, e normalmente é, desigual&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;3- Como se aplica à atualidade:&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Vivemos em democracia e, de facto, nem todas as pessoas conseguem acompanhar e participar no discurso democrático. Criando assim, um discurso com grande desigualdade social.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Adriana Ribeiro a78411&nbsp;</div><div>Ana Rita Pereira a78490&nbsp;</div><div>Ana Sofia Vale a79104&nbsp;</div><div>Carina Fernandes a76890&nbsp;</div><div>Micaela Costa a77146&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-17 09:50:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208029205</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 13 -  Texto de Christian Fuchs </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208029339</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Grupo:<br>Diogo Agapito<br>Stéphanie Gonçalves&nbsp;<br>Filipe Melo<br>Fabio Morreira<br>Tiago Aprigio </div><div>Christian Funchs nasceu em 1976 e é professor, sociólogo e Diretor do Instituto de Comunicação e Investigação dos Media na Universidade de Westminster. Funchs escreveu oito livros e várias publicações na área dos <em>media</em> e da tecnologia.&nbsp;<br><br></div><div>O texto expõe-nos um argumento que relaciona os <em>media</em> com o protesto: tanto os <em>media</em> em si como os seus efeitos podem ser contraditórias, sendo que eles podem “abafar” ou amplificar movimentos protestantes. O autor diz-nos ainda que eles podem, também, não ter qualquer efeito.&nbsp;<br><br></div><div>Outro ponto que o texto nos apresenta é que, diferentes media (media alternativo e media comercial) podem ter uma relação de poder contraditória entre si. Os <em>media</em> não são o único fator que influência as condições do protesto: estes mantém-se em contradição com a política e com a cultura.&nbsp;<br><br></div><div>Hoje em dia, os media têm, cada vez mais, um papel de regulação da informação e produtos mediáticos.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-17 09:50:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208029339</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208029818</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Sofia Simões Martins, A77765<br>Margarida Varajão Barbosa, A77202<br>Marta Alexandra Teixeira, A78420<br>Sara Almeida Segadães Duarte, A77031<br><br>1. &nbsp; Informações sobre a autora:</div><div>A autora do nosso excerto é Hannah Arendt, uma filósofa política alemã de origem judaica, que viveu de 1906 a 1975. Conhecida como a pensadora da liberdade, Hannah Arendt viveu as grandes transformações do poder político do século 20. Estudou a formação de dois dos regimes autoritários (totalitários) instalados nesse período – o nazismo e o comunismo -&nbsp; e defendeu os direitos individuais e da família, e opôs-se às "sociedades de massas" e aos crimes contra os indivíduos.&nbsp;<br>Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), por ser judia, Hannah foi enviada a um campo de concentração, porém, conseguiu escapar e exilou-se para Nova York, em maio de 1941, onde ficou sem direitos políticos até 1951, quando conseguiu a cidadania norte-americana. Foi então que começou realmente sua carreira académica, que durou até à sua morte.&nbsp;</div><div>Combateu com toda a alma os regimes totalitários e condenou-os nos seus livros "Eichmann em Jerusalém" e "As origens do totalitarismo" – livro do qual foi retirado o nosso excerto. No primeiro, estuda a personalidade medíocre de Adolf Eichmann, que afirmava que cumpria ordens e considerava desonesto não executar o trabalho que lhe havia sido dado - exterminar os judeus - surge então o conceito de “banalidade do mal”.&nbsp;</div><div><br>2. Principais ideias do excerto:<br>O texto fala essencialmente sobre o "jogo mental" <br><br><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-17 09:52:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208029818</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208032144</link>
         <description><![CDATA[<div>Daniela Dias A77253<br>Catarina Martins A78776<br>Ana Francisca Martins A77697<br>Regina Sampaio A78548<br>António Magalhães A79659<br><br><br>Peter Dahlgren nasceu a 10 de fevereiro de 1946 (71 anos). É professor emérito do Departamento de Comunicação e Media da Media and Communication Studies da Lund University, na Suécia. Dahlgren escreveu extensivamente sobre o papel dos meios de comunicação de massa e do jornalismo no desenvolvimento de uma esfera publica democrática. Foi autor de vários livros, como por exemplo: "Television and the public Sphere". Nos últimos anos, o seu trabalho tem abordado a participação democrática da paisagem da media digital.&nbsp;<br><br>Relativamente às principais ideias do excerto, podemos concluir que o autor debruça-se sobre a democracia participativa.&nbsp;<br>O professor defende que as democracias de hoje não garantem automaticamente a participação de todos os cidadãos. "Os sistemas democráticos, de facto, oferecem padrões variados do que são chamados de estruturas de oportunidade de participação", ou seja, permitem o acesso à participação. No entanto, existem "obstáculos para diferentes grupos", mas a participação depende de cada individuo e qualquer falta da mesma não deve ser vista como apatia cívica. Na nossa opinião, isto é algo que ainda se verifica na atualidade porque ainda existe muita desigualdade no acesso à democracia, por exemplo, na eleição dos representantes. No que diz respeito ao direito à democracia por parte das minorias (crianças, idosos, pessoas com deficiência, etc.) podemos verificar que&nbsp;todas têm&nbsp;acesso ao seu exercício, porém, este acesso é limitado.&nbsp;Por isso, concordamos com as ideias do autor.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-17 10:01:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/208032144</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 10</title>
         <author>monicaanbarbosa</author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/209960364</link>
         <description><![CDATA[<div>Yolanda Rebelo Serra A79410<br>Marta Tinoco da Costa Martins Cruz&nbsp; A79406<br>Mónica Andreia&nbsp; Barbosa Lucas Guincho A79407<br>Beatriz Brasil Costa Cabral Botelho A77805<br><br>Carole Pateman nasceu a 11 de dezembro de 1940 e é uma filósofa que estudou a teoria política e o feminismo, sobretudo. Adquiriu o estatuto de doutorada pela Universidade de Oxford em 1990 e foi a primeira mulher a integrar o cargo de presidência da Associação Internacional de Ciência Política (1991-94). Foi professora da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA). As suas obras abordam questões relativas à democracia, participação política, obrigação política, críticas ao liberalismo e perspetivas feministas a respeito da dominação e do contrato social.<br><br></div><div><strong>Quais são as principais ideias do excerto?<br></strong><br></div><div>A ideia central que envolve este excerto é o facto da democracia participativa enfatizar a ampla participação dos constituintes na direção e operação dos sistemas políticos. No entanto, a democracia participativa tende a defender formas mais envolvidas de participação cidadã e maior representação política do que a democracia representativa tradicional. Carole Pateman afirma ser irónico a ideia de participação ter ficado tão popular principalmente entre estudantes já que para os teóricos e sociólogos políticos esta ideia é ainda uma em que o conceito de participação tem um papel mínimo. Não só tem um papel mínimo, como também uma característica proeminente das teorias de democracia recentes é a ênfase dada aos perigos que a grande participação popular na política implica.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Como é importante nos dias de hoje?<br></strong><br></div><div>A democracia participativa esforça-se para criar oportunidades para todos os membros de uma população, de forma a contribuir de forma significativa para a tomada de decisões e procurando ampliar o número de pessoas que têm acesso a essas oportunidades. A tecnologia apresenta também um papel importante na recolha de informação e tomada de decisão global, fornecendo as forças importantes que levam à capacitação necessária dos modelos participativos, especialmente aquelas ferramentas tecnológicas que permitem narrativas comunitárias e correspondem à acumulação de conhecimento. Aumentar efetivamente a escala de participação e traduzir grupos de participação pequenos mas efetivos em redes de pequeno mundo, são áreas atualmente em estudo. Outros defensores enfatizaram a importância das reuniões cara a cara, alertando que uma superação da tecnologia pode ser prejudicial.<br><br></div><div>Hoje em dia existe uma maior participação política por parte dos cidadãos devido ao maior acesso à opinião pública, com a utilização da internet, permitindo um acesso mais livre ao debate.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-24 17:29:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ppm1718/atividade8/wish/209960364</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
